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24/06 - Termina proibição de mulheres de dirigir na Arábia Saudita
Permissão foi anunciada em setembro, mas apenas a partir deste domingo as mulheres ganharam o direito a dirigir As mulheres da Arábia Saudita podem dirigir a partir deste domingo (24). Até então, o governo local não permitia que elas conduzissem carros. O país era o útimo a ter uma restrição do tipo. Anunciada em setembro de 2017, esta decisão promovida pelo príncipe herdeiro Mohammad bin Salman faz parte de um amplo plano de modernização do país, e põe fim a uma proibição que se tornou símbolo do status de inferioridade que é dado às mulheres. Jovem faz aula de direção em um simulador, sob orientações de uma instrutora feminina em autoescola de Dhahran, na Arábia Saudita Ahmed Jadallah/Reuters "É um passo importante e uma etapa essencial para a mobilidade das mulheres", resumiu Hana al Jamri, autora de um livro que será publicado em breve sobre as mulheres no jornalismo na Arábia Saudita. Instrutora feminina passa entre carros de uma autoescola em Dhahran, na Arábia Saudita Ahmed Jadallah/Reuters As sauditas "vivem em um sistema patriarcal. Dar a elas o volante ajudará a desafiar as normas sociais e de gênero que obstaculizam a mobilidade, a autonomia e a independência", disse. Para muitas mulheres, sauditas e estrangeiras, a medida permitirá reduzir sua dependência de motoristas privados ou dos homens de sua família. Foto de arquivo mostra Aziza Yousef dirigindo em uma estrada de Riyadh, na Arábia Saudita, em março de 2014, durante uma campanha contra a proibição de mulheres dirigirem no país Hasan Jamali/AP/Arquivo "É um alívio", declarou à AFP Najah al Otaibi, analista do centro de reflexão pró-saudita Arabia Foundation. "As sauditas têm um sentimento de justiça. Durante muito tempo sofreram a negativa de um direito fundamental que as manteve confinadas e dependentes dos homens, tornando impossível o exercício de uma vida normal", indicou. No início de junho, o reino entregou as primeiras carteiras de habilitação às mulheres. Algumas trocaram sua carta de condução estrangeira por uma saudita depois de passarem em uma prova. 3 milhões de motoristas até 2020 Cerca de três milhões de mulheres poderiam obter a carteira de motorista e começar a dirigir até 2020, segundo a consultora PricewaterhouseCoopers. Foram abertas autoescolas em cidades como Riad e Jidá. Algumas ensinam inclusive a dirigir motos Harley Davidson, algo impensável até um ano atrás. Muitas sauditas compartilharam nas redes sociais seus planos para domingo. Afirmam que acompanharão suas mães a tomar um café ou um sorvete, uma experiência banal para o resto do mundo mas excepcional na Arábia Saudita. A proibição de dirigir suscitava críticas há algum tempo das organizações pró-direitos humanos. Muitas mulheres da elite saudita, que podiam dirigir em lugares como Londres ou Dubai, haviam tentado evitar essa proibição em seu país, mas foram detidas. Uma mulher observa modelos expostos durante uma feira de carros para mulheres em Jeddah, na Arábia Saudita, na quinta (11) Amer Hilabi/AFP Interpretação religiosa Durante décadas, os conservadores se apoiaram em interpretações rigoristas do islã para justificar a proibição de dirigir, alguns alegando inclusive que as mulheres não eram inteligentes o suficiente para se colocarem atrás do volante. Do ponto de vista econômico, as consequências poderiam ser só benefícios, segundo especialistas. O fim da proibição poderia estimular o emprego de mulheres e, segundo uma estimativa da Bloomberg, acrescentar 90 bilhões de dólares à economia para 2030. Arábia Saudita criminaliza o assédio sexual Mas muitas mulheres temem continuar sendo alvo dos conservadores, neste país onde os homens mantém o status de "tutores". Efetivamente, as sauditas devem sair com véu e continuam sujeitas a restrições importantes: não podem viajar, estudar ou trabalhar sem autorização de seus maridos ou dos homens da sua família.
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23/06 - Mulheres sauditas chegam às ruas e estradas neste domingo com o fim da proibição para dirigir
Decisão tomada pelo rei Salman é parte de um amplo plano de modernização do país. Arábia Saudita era o único país no mundo a proibir mulheres de dirigir. Mulher comanda carro durante aula de condução com seu instrutor em Dhahran, na Arábia Saudita REUTERS/Ahmed Jadallah Neste domingo (24), as mulheres sauditas chegam às ruas e estradas da Arábia Saudita com o fim da proibição que as impedia de dirigir, uma exclusão vista como um símbolo da repressão contra as mulheres no reino conservador. A medida, determinada em setembro do ano passado pelo rei Salman, é parte de um programa abrangente de reformas defendido pelo príncipe Mohammed bin Salman, seu jovem filho, que busca transformar a economia do principal exportador de petróleo do mundo e tornar a sociedade do país mais aberta. "Nós estamos prontas e isso vai mudar totalmente as nossas vidas”, disse Samira al-Ghamdi, uma psicóloga de 47 anos, uma das primeiras mulheres sauditas a receber uma carteira de motorista. O fim da proibição, que por anos atraiu condenação internacional e comparações com o regime do Taliban no Afeganistão, tem sido celebrado pelos aliados ocidentais como uma prova de uma nova tendência progressista na Arábia Saudita. No entanto, a medida está sendo acompanhada por uma forte repressão contra opositores, incluindo contra ativistas que fizeram campanha pelo fim da proibição. Elas estarão na cadeia no momento em que muitas mulheres irão dirigir legalmente pela primeira vez. O outro lado Algumas mulheres ainda enfrentam a resistência de parentes conservadores. Muitas acostumadas com motorista particular se dizem relutantes em enfrentar as movimentadas rodovias do reino muçulmano. “Eu definitivamente não vou gostar de dirigir”, declarou Fayza al-Shammary, vendedora de 22 anos. “Eu gosto de ser uma princesa com alguém abrindo a porta do carro para mim e me levando para qualquer lugar.” Preocupações de que as mulheres podem vir a sofrer abusos no país de regras de segregação estritas, que costumam impedir que uma mulher interaja com um homem estranho, levou à adoção de uma nova lei no mês passado que prevê prisão e multas para o assédio sexual. Mudanças no país Mulher se prepara para pegar a estrada no domingo como motorista licenciada, em Jeddah. REUTERS/Zohra Bensemra O ministro do Interior planeja contratar mulheres para policiar o trânsito pela primeira vez, mas não está claro quando elas irão para as ruas. A decisão de terminar com a proibição deve estimular a economia, como, por exemplo, a indústria de veículos e seguros. Também deve encorajar a participação de mais mulheres na força de trabalho. Empresas de veículos estão fazendo campanhas publicitárias por conta do fim da proibição e estacionamentos privados estão separando áreas para mulheres motoristas com sinalização rosa. Apesar do fim da proibição, a Arábia Saudita permanece como um dos países em que as mulheres sofrem mais restrições. Elas precisam de permissão para tomar decisões relacionadas, por exemplo, a casamento e viagem ao exterior.
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22/06 - No Dia Mundial do Fusca, exemplar 1986 sai da ‘aposentadoria’ e volta a prestar serviços para prefeitura
Modelo pertence à administração pública de São Bernardo do Campo, SP. Carro estava abandonado, e recebeu restauração leve. Volkswagen Fusca 1986 da prefeitura de São Bernardo do Campo (SP) André Paixão/G1 Nesta sexta-feira (22) é comemorado o Dia Mundial do Fusca. Nesta data, em 1934, o criador do carrinho, Ferdinand Porsche, assinou o contrato para desenvolver o projeto do carro alemão. Em São Bernardo do Campo (SP), cidade onde o Fusca foi produzido por décadas, um exemplar, em especial, chama a atenção. Com placas brancas (designadas a veículos oficiais de órgãos públicos) de São Bernardo do Campo (SP), o veículo pertence à prefeitura da cidade, e foi retirado da “aposentadoria”. De acordo com a prefeitura, o modelo estava abandonado há alguns anos. Até por isso, antes de voltar ao trabalho, o o Fusca precisou de pequena reforma, ao custo de quase R$ 3,5 mil. Hoje, exibe carroceria impecável, com direito as faixas laterais do Fusca “Itamar”, dos anos 1990. Interior do Fusca tem estofamento novo André Paixão/G1 O estofamento também está bem conservado, assim como a cabine no geral. Seu odômetro registra apenas 2,1 mil km, mas o número é ilusório. Ele já “zerou” diversas vezes – como há apenas 5 casas decimais, a cada 100 mil km o marcador volta para zero. O Fusca da prefeitura é modelo 1986, com motor 1600 a álcool, que entrega parcos 57 cavalos. Sua função atualmente é fiscalizar o transporte escolar e os táxis da cidade. De acordo com o órgão municipal, ele roda, em média, 40 km por dia. Em breve, o carrinho de placas BNZ-2092 vai ganhar um “colega”. Isso, porque a prefeitura está restaurando um outro Fusca, também de 1986. Quando estiver pronto, começa a exercer a mesma função do modelo que visitou “sua antiga casa”, a fábrica da Volkswagen. Volkswagen Fusca 1986 da prefeitura de São Bernardo do Campo (SP) André Paixão/G1
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22/06 - Motorista de carro autônomo do Uber estava assistindo 'The Voice' antes de acidente fatal, diz polícia
Batida ocorreu em março passado e matou a pedestre Elaine Herzberg. Acidente gerou questionamento sobre testes com carros autônomos. Carro autônomo do Uber atropela e mata uma mulher A polícia de Tempe, nos Estados Unidos, disse que as provas mostraram que a motorista ao volante de um Uber autônomo, envolvido em acidente fatal em março, estava distraída e assistia ao programa de "The Voice". O acidente gerou questionamento sobre testes com carros autônomos e esse tipo de teste começou a ser proibido em alguns locais, como o próprio estado do Arizona, onde a morte ocorreu. Um relatório do Departamento de Polícia de Tempe, divulgado na quinta-feira (21), disse que a motorista Rafaela Vasquez olhou para baixo várias vezes e não para a estrada, voltando sua atenção para a direção meio segundo antes do carro atingir Elaine Herzberg, de 49 anos, que atravessava a rua à noite. Segundo o relatório, Vasquez pode enfrentar acusações de homicídio culposo, mas não está claro se ela será acusada. A polícia disse que, com base em testes, o acidente era "totalmente evitável" se Vasquez estivesse prestando atenção. A polícia obteve registros do Hulu, serviço online para transmissão de programas de TV e filmes, que mostrou que a conta de Vasquez reproduziu o programa "The Voice" na noite do acidente por cerca de 42 minutos, terminando às 21h59, que "coincide com o momento aproximado da colisão", diz o relatório. Carro autônomo da Uber que atropelou e matou uma pedestre nos EUA foi analisado pelo departamento de segurança no transporte dos EUA National Transportation Safety Board/Reuters Vasquez não pôde ser contatada imediatamente para comentar e a agência Reuters não conseguiu localizar seu advogado. O Uber não se manifestou. Batida ocorreu em março passado e matou a pedestre Elaine Herzberg. A polícia disse que uma revisão de vídeo de dentro do carro mostrou que Vasquez estava olhando para baixo durante a viagem, e seu rosto "parecia reagir e mostrar um sorriso ou rir em vários momentos durante o tempo em que ela olhava para baixo". O relatório mostrou que ela "estava distraída e olhando para baixo" por cerca de sete dos quase 22 minutos antes da colisão. Segundo um relatório do Conselho Nacional de Segurança no Transporte, que também investiga o acidente, Vasquez disse aos investigadores federais que estava monitorando a interface do carro e que seus telefones não foram usados até depois do acidente. O relatório mostrou que o Uber desativou o sistema de frenagem de emergência do Volvo, e Vasquez começou a frear menos de um segundo depois de atingir Herzberg. O acidente criou desconfiança nos carros autônomos, levando o Uber a encerrar seu programa de testes desses veículos no Arizona após o incidente. A empresa disse que planeja iniciar testes em outros lugares no fim até o início de 2019, embora em algumas cidades tenha que primeiro conquistar reguladores cada vez mais cautelosos. Imagem divulgada pela rede ABC mostra carro da Uber e bicicleta amassada no local do acidente ABC-15.com via AP
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22/06 - Volkswagen entrega gestão regional a suas marcas
Medida é parte de uma estratégia para reestruturar suas operações e decentralizar decisões do grupo. Novos veículos Golf são levados pela torre de distribuição da fábrica da Volkswagen em Wolfsburg, na Alemanha Fabian Bimmer/Reuters A Volkswagen anunciou nesta sexta-feira a entrega da responsabilidade pela gestão regional a suas diferentes marcas, como parte de uma estratégia para reestruturar suas operações e decentralizar decisões do grupo. O presidente-executivo, Herbert Diess, que assumiu a companhia em abril, iniciou um reformulação da estrutura corporativa do grupo automotivo alemão para dar agilidade à companhia e melhorar a performance de suas marcas. "Estamos entregando responsabilidade para muitos ombros, estamos tornando a Volkswagen mais ágil, simples e mais eficiente", disse Diess em comunicado. A marca central Volkswagen vai assumir responsabilidade pelas operações nas Américas do Norte e do Sul e região subsaariana, enquanto a Audi vai administrar Oriente Médio e Ásia. A Seat ficará com a gestão sobre o norte da África e a Skoda com Rússia e Índia. A China continuará sob gestão central do grupo.
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22/06 - FOTOS: Chevrolet Blazer 2019
Em nova geração nos Estados Unidos, Blazer vira "SUV do Camaro". Veja e amplie os detalhes Chevrolet Blazer 2019 Chevrolet/Divulgação Chevrolet Blazer 2019 Chevrolet/Divulgação Chevrolet Blazer 2019 Chevrolet/Divulgação Chevrolet Blazer 2019 Chevrolet/Divulgação Chevrolet Blazer 2019 Chevrolet/Divulgação Chevrolet Blazer 2019 Chevrolet/Divulgação Chevrolet Blazer 2019 Chevrolet/Divulgação Chevrolet Blazer 2019 Chevrolet/Divulgação Chevrolet Blazer 2019 Chevrolet/Divulgação
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22/06 - Dia Internacional do Fusca: apaixonados pelo carro mantêm tradição familiar
Recepcionista de São Carlos e restaurador de Pirassununga (SP) contam porque gostam tanto dos modelos antigos. Recepcionista de São Carlos comprou o primeiro carro do tio Priscila Guerra "Cada Fusca é o espelho do seu dono, ele se destaca por ser único". É assim que o recepcionista de São Carlos (SP) Robson de Paula Castanheiro, de 23 anos, define a paixão pelo modelo 1976 que ele adquiriu por R$ 3 mil cerca de três anos atrás quando comprou seu primeiro carro. Nesta sexta-feira (22), é comemorado o Dia Internacional do Fusca. No Brasil, existe ainda o Dia Nacional do Fusca, em 21 de janeiro. Auto Esporte: relembre 10 curiosidades sobre o Volkswagen O veículo de Castanheiro pertencia a um tio que morava na capital e que desde a infância almejava ter um Fusca. O sonho virou realidade e durante algum tempo ele reformou e pintou de branco o carrinho que ele gostava de cuidar. Um problema grave de saúde, entretanto, o impediu de continuar com a prazerosa tarefa e foi aí que ele decidiu passar o carro para frente. "Meu pai ofereceu para mim, falou que era uma herança de família. Mesmo sem ver o carro, na hora eu topei. Quando entrei para dirigir, gostei demais. Peguei a marginal Tietê e voltei para São Carlos, foi uma experiência única", lembrou o recepcionista. Robson e a namorada planejam fazer uma viagem com o Fusca ao Peru Priscila Guerra Na ocasião, Castanheiro deu R$ 1 mil de entrada e parcelou o restante. De lá para cá, disse já ter investido cerca de R$ 8 mil em serviços de funilaria nos paralamas, troca de bancos, câmbio e outros acessórios. Para ele, cuidar do primeiro carro é também dar continuidade ao sonho do tio que não resistiu a um câncer e morreu. "Já me ofereceram R$ 10 mil nele, mas não eu não vendi. Não tem preço. Quando sobra dinheiro, me planejo e transformando, é um projeto que não acaba", enfatizou. A família apoia a atitude. Um dos objetivos é planejar com a namorada uma longa viagem com o carro. "Temos muita vontade de conhecer o Peru, quem sabe mais para a frente a gente não embarca nesse aventura com o Fusca", disse. Carros antigos Modelos de Fuscas que o engenheiro mantém em Pirassununga Arquivo pessoal Em Pirassununga (SP), o engenheiro Marcos Godoy, de 41 anos, dedica a vida restaurar carros antigos. Em meio às raridades, ele tem quatro Fuscas. Um deles é de 1950 que pertenceu ao avô e agora está com o pai. O modelo é um dos 30 primeiros que chegaram ao Brasil e o primeiro em Pirassununga. Atualmente a cidade tem 1.955 Fuscas registrados no sistema do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), sendo de 18 de colecionadores. O engenheiro também adquiriu um modelo de 1952 que, segundo ele, foi o segundo carro na cidade do interior de SP. “Ele veio da Alemanha desmontado em três caixas", contou. Godoy mantém um Fusca de 1966 que era da avó dele. Ela pegou o veículo quando saiu o consórcio nacional e passou a vida toda com ele. Na coleção há ainda um modelo 1978 que era da mãe do restaurador. De acordo com ele, os carros estão todos em bom estado e, além de rodarem na cidade, são expostos em eventos. "Eles não têm preço. Tempos atrás surgiu um boato que recusei R$ 120 mil por um deles, mas isso não foi real. Mesmo se oferecessem, não venderia", afirmou. O engenheiro, que aprendeu a dirigir em um Fusca, disse que a paixão pelo modelo não morre. "Relembra a história, quando eu nasci o Fusca já estava lá na família. Hoje, minha filha tem 8 anos e também adora", contou. Engenheiro trabalha também com restauração de carros antigos em Pirassununga Arquivo pessoal 827 mil Fuscas O estado de São Paulo tem 827.234 Fuscas, segundo o Detran, sendo que 6.430 têm a cobiçada placa preta, para colecionadores, que é entregue para os veículos antigos que ainda mantêm boa parte das características originais. Na região, há 5.111 Fuscas registrados em São Carlos, 3.962 em Rio Claro e 3.945 em Araraquara. O veículo criado pelo alemão Ferdinand Porsche lançado em 1935, foi chamado de Volkswagen, ou carro do povo, na Alemanha. No Brasil, a produção começou em 1953 com peças importadas. A fabricação brasileira começou em 1959 e foi até 1986.. Em 1993, o Fusca voltou à linha de produção e a nova fase durou até 1996. No total foram fabricados 3,3 milhões de Fuscas. No mundo todo, a produção foi de mais de 21,5 milhões de unidades. São Paulo tem 827.234 Fuscas registrados, segundo o Detran-SP Fabio Rodrigues/G1 Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara
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22/06 - GM decide produzir nova geração da Blazer no México
Trump tem pressionado as montadoras de veículos para fabricarem mais modelos nos EUA. Modelo ganhou visual invocado e virou "SUV do Camaro". Chevrolet Blazer 2019 Divulgação A General Motors decidiu prosseguir com o plano de produzir a nova geração do utilitário Blazer no México, afirmou um porta-voz da companhia, apesar das críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a produção de veículos no exterior. Veja fotos da nova Blazer Trump tem pressionado as montadoras de veículos para fabricarem mais modelos nos EUA, em meio a negociações do país para reformulação do Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta). "Continuamos comprometidos em trabalhar com o governo sobre a modernização do Nafta", afirmou Pat Morrissey, porta-voz da GM, acrescentando que a decisão foi tomada anos atrás. Trump criticou anteriormente a GM por produzir no México veículos voltados para vendas nos EUA. A central sindical United Auto Workers chamou a decisão da GM de decepcionante. "Isso acontece enquanto os funcionários da GM filiados ao UAW estão sendo demitidos e desempregados", afirmou a entidade. Chevrolet Blazer 2019 Divulgação Modelo virou "SUV do Camaro" A nova Blazer é um tanto diferente do modelo que fez sucesso no Brasil. Em sua nova geração, o carro virou uma espécie de "SUV do Camaro". O modelo, que no mercado americano é considerado médio, e será posicionado entre o Equinox e o Traverse, tem visual bastante agressivo, com muitos vincos. Chevrolet Blazer 2019 Divulgação
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21/06 - Chevrolet Blazer volta como 'SUV do Camaro' nos Estados Unidos
Modelo tem visual 'invocado' e cabine que lembra a do esportivo. Por enquanto, não há informações de chegada ao Brasil. Chevrolet Blazer 2019 Divulgação O nome Blazer é conhecido dos brasileiros. O SUV foi bastante popular em uma época em que os utilitários não eram os "queridinhos" dos consumidores. Pois a Chevrolet, ao menos a americana, resgatou o nome, com o SUV apresentado nesta quinta-feira (21). VEJA E AMPLIE FOTOS DA BLAZER No entanto, a nova Blazer é um tanto diferente. Fazendo uma relação simples, é uma espécie de "SUV do Camaro". O modelo, que no mercado americano é considerado médio, e será posicionado entre o Equinox e o Traverse, tem visual bastante agressivo, com muitos vincos. Você gostou da nova Chevrolet Blazer? Initial plugin text A linha de cintura ganha altura após as portas traseiras, se juntando ao teto. A tampa do porta-malas tem a parte central pronunciada, abrigando o emblema da Chevrolet. Chevrolet Blazer 2019 Divulgação O interior lembra muito o do esportivo, com as saídas de ar centrais redondas e em posição bastante baixa. No mercado americano, a Blazer terá duas motorizações. A opção mais fraca é um 2.5 de quatro cilindros e 193 cavalos. Ainda há um V6 de 3.6 litros e 305 cv. Por enquanto, não há informações da chegada do modelo ao Brasil. Nos Estados Unidos, a Blazer começa a ser vendida no início de 2019. Vale lembrar que esse novo veículo não tem relação com o Trailblazer vendido por aqui. Chevrolet Blazer 2019 Divulgação
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21/06 - Polícia alemã encena acidente de trânsito para ver quantos oferecem socorro
Quantidade de motoristas que seguiram viagem surpreende autoridades. Na Alemanha, todos são pbrigado a prestar socorro em caso de acidente Reprodução/Märkische Allgemeine A polícia alemã armou um falso acidente numa estrada do país nesta quarta-feira (20) para testar a reação dos transeuntes no dia nacional de segurança nas estradas. A polícia de Oberhavel, no estado de Brandemburgo (leste da Alemanha), uniu-se a uma agência de mídia local para encenar um acidente de carro com duas vítimas. Eles queriam ver quantas pessoas parariam para ajudar as duas jovens que ainda estavam no veículo. Para parecer mais realista, tanto as atrizes como o carro foram manchados de sangue. Sete câmeras escondidas foram instaladas no local enquanto a polícia ficava escondida mais adiante na estrada e mandava parar os carros que seguiam sem prestar socorro. Quanto aos motoristas que se dispuseram a acudir, a polícia não os informou da farsa até que eles tivessem começado a prestar socorro. Segundo o jornal local Märkische Allgemeine, um casal parou, ligou para o número de emergência 112 e se pôs a confortar as jovens atrizes. Em outro caso, conforme mostra um vídeo da agência, um motociclista acenou desesperadamente para outros dois motoristas, que então se aproximaram do carro com um kit de primeiros socorros e tentaram ajudar. Quantos pararam A polícia disse estar chocada com o fato de que nove em cada dez transeuntes não pararam. A expectativa era de que pelo menos a metade prestasse socorro. "Muitos motoristas não conseguiram explicar por que não pararam e ajudaram", disse o comissário de polícia Robert Müller ao Märkische Allgemeine. Segundo ele, conversas revelaram que quase todos sabiam o quão importantes são as medidas de primeiros socorros após um acidente, mas que mesmo assim eles seguiram viagem. Entre as desculpas, motoristas alegaram não serem capazes de frear rápido o suficiente ou terem a intenção de parar na próxima oportunidade. Críticas à polícia O especialista em direito no Bundestag (Parlamento alemão) Michael Frieser, do partido conservador União Social Cristã (CSU), criticou o falso acidente em entrevista ao jornal de tiragem nacional Bild. "Se a polícia realizar tais ações, deve sempre fazê-las junto com clubes de trânsito, como o ADAC [Clube Geral do Automóvel Alemão] ou o ACE [Auto Club Europa], porque essa forma de educação em segurança no trânsito não deve ser o trabalho dela", disse ele. A polícia, no entanto, defendeu a ação como algo necessário. "As relações públicas são um aspecto muito importante no aumento da conscientização das pessoas sobre tais situações e para explicar como agir corretamente em uma emergência", disse ao diário local Andre Quade, que liderou a equipe policial no dia. "Se você quer alcançar as pessoas, precisa mostrar a realidade. E a realidade é, na verdade, ainda mais difícil. O número de acidentes tem aumentado constantemente. Não apenas em Brandemburgo, mas também em outros estados federais", disse um porta-voz da polícia ao Bild. Na Alemanha, todos são legalmente obrigados a parar e prestar socorro em caso de acidente. Quem não presta assistência às pessoas necessitadas pode enfrentar multa ou até um ano de prisão.
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21/06 - São Paulo tem 827 mil Fuscas, diz Detran
Dia Internacional do Fusca será comemorado nesta sexta-feira (22). Dono mexe em Fusca durante encontro em shopping no ABC Charles Sholl/Futura Press/Estadão Conteúdo O estado de São Paulo tem 827.234 Fuscas, segundo o sistema de registro do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), sendo que 6.430 têm a cobiçada placa preta, para colecionadores, que é entregue para os veículos antigos que ainda mantêm boa parte das características originais. O Fusca é o modelo mais colecionado no Estado. Nesta sexta-feira (22) é comemorado o Dia Internacional do Fusca. No Brasil, existe ainda o Dia Nacional do Fusca, em 21 de janeiro. O veículo criado pelo alemão Ferdinand Porsche foi lançado em 1935, foi chamado de Volkswagen, ou carro do povo, na Alemanha. No Brasil, a produção começou em 1953 com peças importadas. O Fusca fabricado no Brasil começou em 1959 e foi produzido até 1986, e em uma segunda fase, de 1993 a 1996. No Brasil, foram fabricados 3,3 milhões de Fuscas. No mundo todo, a produção foi de mais de 21,5 milhões de unidades. As dez cidade de SP com mais Fuscas São Paulo - 257.408 Campinas - 19.713 Santo André -18.232 São Bernardo do Campo - 17.624 Guarulhos - 16.001 Sorocaba - 11.332 Ribeirão Preto - 10.143 São José dos Campos - 9.866 Osasco - 9.390 São José do Rio Preto - 7.869 Fuscas expostos em shopping no ABC Charles Sholl/Futura Press/Estadão Conteúdo
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21/06 - Notificações de acidentes de trânsito ligados ao trabalho crescem mais de seis vezes entre 2007 e 2016
Foram mais de 118 mil casos reportados ao Ministério da Saúde no período. Em 2016, internações ligadas a problemas a caminho do trabalho ou no exercício da função somaram 10% das hospitalizações por acidentes. Trânsito na Marginal Pinheiros (São Paulo) em foto de 11 de junho de 2018 Marivaldo Oliveira/Código19/Estadão Conteúdo Os acidentes de transporte relacionados ao trabalho cresceram 568,5% - ou cerca de 6,7 vezes - no Brasil em nove anos (2007-2016), informa levantamento do Ministério da Saúde feito a partir de dados do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação). O dado considera acidentes ocorridos quando o trabalhador tem uma função que envolve locomoção ou quando estava indo ou voltando do local de trabalho. Considerando os dados de 2016, os acidentes de trânsito relacionados ao trabalho representaram em média 10% das internações por todos os acidentes de trânsito observados no período (foram 180 mil no ano de 2016). No período, segundo uma das fontes oficiais disponíveis, foram 16.568 mortes no período, o que representa um percentual de 14% de óbitos dentro dos casos notificados. Abaixo, confira a evolução do taxa de acidentes de transporte relacionados ao trabalho ao longo do tempo. No total, foram 118.310 notificações desse tipo de acidente entre 2007 e 2016, com maiores índices em 2015 (17.327) e 2016 (18.706), informa a pasta. Em 2007, foram 2.798 notificações, número que subiu para 18.706 em 2016. O Ministério da Saúde informa que o número pode refletir uma maior eficiência no envio das notificações -- e não só um incremento nos acidentes. A pasta, no entanto, cita que o maior aumento registrado na frota de veículos a partir de 2013 no Brasil também pode ajudar a explicar o maior número de notificações. Apesar da melhora nos registros nos últimos anos, o Ministério da Saúde considera a possibilidade de subnotificação em muitos casos de internação por ausência de preenchimento ou desconhecimento sobre a razão de deslocamento. Perfil demográfico Considerando o perfil de quem sofre acidente, a maioria é homem (81,7%), tem entre 18 e 29 anos (40,1%), e é da raça/cor negra (39,8%) com escolaridade de ensino médio (33,9%). Quanto à análise da situação no mercado de trabalho, o maior percentual de acidentes foi notificado para empregados registrados (61,8%). A região com maior percentual de registros de acidentes de transporte relacionados ao trabalho no Sinan foi a Sudeste (47,5%), e a menor, a região Norte (9,2%). Número de mortes é divergente O boletim do Ministério da Saúde considerou dois registros para contabilizar o número de mortes, com dados diferentes entre eles. Segundo o Sistema de Informações de Mortalidade(SIM), que integra o DataSus, o Brasil teve 16.568 mortes de acidentes de transporte relacionadas ao trabalho entre 2007 e 2016. Em 2007, foram registrados 1.447 óbitos; em 2016, 1.393. Já no Sinan, foram notificados 76 óbitos em 2007; contra 768 em 2016. Segundo o Ministério da Saúde, o Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) registrou 63,1% menos mortes que o SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade).
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21/06 - Tesla processa ex-funcionário por acusação de roubar segredos da empresa
Montadora de carros elétricos alega que ele transferiu grandes quantidades de dados da empresa a terceiros. Tesla processa ex-funcionário por acusação de roubar segredos da empresa Kim Hong-Ji/Reuters A Tesla processou um ex-funcionário alegando que ele roubou segredos comerciais da montadora elétrica e transferiu grandes quantidades de dados da empresa a terceiros, de acordo com um processo aberto nesta quarta-feira (20). Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, disse na terça-feira (19) que a empresa havia sofrido sabotagem de um funcionário. Na ação judicial, a Tesla alegou que Martin Tripp, que anteriormente trabalhou na Tesla Gigafactory, admitiu ter desenvolvido um software que invadiu o sistema operacional da montadora, transferindo vários gigabytes de dados para terceiros e fazendo falsas alegações à mídia. Tripp não estava imediatamente disponível para comentar. O software estava operando em três sistemas de computadores separados de outros colaboradores da Tesla, para que os dados fossem exportados mesmo depois que ele deixasse a empresa e implicasse falsamente esses funcionários, conforme o processo. "Alguns meses depois de Tripp se juntar à Tesla, seus gerentes o identificaram como tendo problemas de desempenho no trabalho e às vezes sendo perturbador e combativo com seus colegas", disse a ação judicial. "Como resultado dessas e de outras questões, em 17 de maio de 2018, ele foi designado para um novo cargo. Tripp expressou raiva por ter sido transferido." No início desta semana, o executivo-chefe da Tesla, Elon Musk, disse aos funcionários em um email que um funcionário da Tesla não identificado havia conduzido “extensa e prejudicial sabotagem” às operações da empresa. A Tesla não fez nenhum comentário sobre o caso.
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21/06 - Toyota reduz gastos com marketing para investir mais em pesquisa e inovação
Fabricante japonesa tenta seguir exemplo de Tesla e Google, que possuem estratégias de marketing menos tradicionais, mais baratas e inovadoras. Toyota vai cortar gastos com vendas e marketing seguindo estratégia similar a da Tesla Damir Sagolj/Reuters A montadora Toyota começou a reduzir os gastos, inicialmente com vendas e marketing, e passou a realocar os recursos para pesquisa e desenvolvimento, que a ajudará a enfrentar novos competidores, disseram quatro pessoas familiarizadas com o assunto. Uma das primeiras iniciativas da companhia foi cancelar contratos com a unidade chinesa de sua agência de publicidade e comunicação de longa data, a Dentsu, de acordo com as fontes. O presidente-executivo da Toyota, Akio Toyoda, e o diretor financeiro e de risco, Koji Kobayashi, querem seguir o exemplo da Tesla, do Google e da Tencent - todas com estratégias de marketing menos tradicionais, mais baratas e inovadoras. Eles afirmam que as economias devem ser convertidas em investimento em tecnologias emergentes, incluindo veículos autônomos. "Podemos registrar lucros recordes, mas não achamos que estamos acompanhando o ritmo deles de investimentos", disse uma autoridade sênior da Toyota. Para isso, Kobayashi quer usar os recursos, antes destinados a marketing automotivo e despesas gerais, que no ano encerrado em março totalizaram 2,72 trilhões de ienes (US$ 24,66 bilhões). A Toyota reportou um lucro operacional de 2,4 trilhões de ienes (US$ 21,68 bilhões) no mesmo período, tornando-se uma das montadoras mais lucrativas do mundo. A margem de lucro da empresa está em torno de 9%. Mas companhias como Google e Apple - agora competindo diretamente com a Toyota em tecnologia automotiva - apresentam números muito maiores. Toyoda e Kobayashi veem forte contraste entre o lado hiper-eficiente das fábricas da Toyota e as operações de venda, de acordo com as fontes, que pediram para não serem identificadas porque não estavam autorizadas a falar com a mídia sobre o assunto. A decisão de excluir a chinesa Dentsu de novos negócios com a montadora no próximo ano e reduzir projetos já aprovados mostra o quão sério são os esforços da Toyota para corte de gastos, disseram as fontes A Dentsu, em Pequim, presta serviços de cerca de US$ 50 milhões para Toyota anualmente.
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21/06 - Com o fim da proibição, mulheres aprendem a andar de moto na Arábia Saudita
Lei que dá o direito de dirigir veículos a mulheres começa a valer em 24 de junho. Mulheres aprendem a andar de moto na Arábia Saudita após fim da proibição As mulheres da Arábia Saudita se preparam para assumir os volantes de carros e também pilotar motocicletas pelo país. Depois de décadas de vigência, a proibição para mulheres conduzir veículos no país termina em 24 de junho. “Graças a Deus, a lei que nos permite sentar ao volante foi emitida. Claro que estivemos esperando por esse momento por muito tempo e não podíamos imaginar que ele chegaria. Foi nossa chance”, explica Dua'a Al-Omar, que está praticando treinamento de pilotagem em motocicletas. As primeiras habilitações para as mulheres foram emitidas durante este mês na Arábia Saudita e isso pode impulsionar o mercado de veículos do país. A expectativa é que cerca de 9 milhões de mulheres possam se tornar novas motoristas ou motociclistas. A saudita Doaa Bassem se prepara para aula de pilotagem de motos em Al Khobar, na Arábia Saudita Hamad I Mohammed/Reuters “Eu tive a paixão por motocicletas desde que fui apresentada à Harley-Davidson em 2014. Naquela época, a única maneira para estarmos em uma motocicleta era no assento do passageiro. Nós podíamos curtir mas não com as mãos no guidom”, afirma Dua'a Al-Omar. Fim da proibição Em setembro passado, o rei Salman decretou o fim do veto a mulheres na direção, que foi mantido por décadas pelos governos muçulmanos mais conservadores. Mulheres poderão andar de moto na Arábia Saudita a partir de 24 de junho Hamad I Mohammed/Reuters No entanto, o príncipe Mohammed bin Salman, de 32 anos, é o verdadeiro rosto da revolução social no país e mostra que os jovens estão conseguindo exercer alguma influência. Para Abdulgader, o dia 24 de junho será marcado por comemoração. "Quero ir à casa da minha mãe e levá-la para um passeio. É o meu plano. Só eu e minha mãe, ninguém mais", diz. Rei autoriza mulheres a obterem licença para dirigir Feira de carros só para mulheres faz sucesso na Arábia Saudita Arábia Saudita começa a expedir carteira de motorista para elas Hanan Iskandar recebe treinamento para andar de moto em Al Khobar, na Arábia Saudita Hamad I Mohammed/Reuters Mulheres estão ansiosas para começar a andar de moto na Arábia Saudita Hamad I Mohammed/Reuters
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20/06 - Senado aprova tirar habilitação de motorista e CNPJ de empresa envolvidos em contrabando
Proposta altera a legislação para punir administrativamente quem transporta itens contrabandeados. Texto volta à Câmara para nova análise. O Senado aprovou nesta quarta-feira (20) um projeto que prevê a cassação da habilitação para motoristas e a perda do CNPJ para empresa envolvidos com contrabando. O texto, que modifica o Código de Trânsito Brasileiro e a Lei de Infrações Sanitárias, tem origem na Câmara, mas foi alterado por senadores. Por isso, volta para reexame dos deputados. Pela proposta, terá cassado o documento ou será proibido de obter a habilitação pelo prazo de cinco anos o condutor que utilizou veículo para praticar furto, roubo, receptação, descaminho ou contrabando e que tiver sido condenado por um desses crimes. O condutor condenado, segundo o projeto, poderá solicitar a reabilitação desde que se submeta a todos os exames necessários à habilitação. Com relação às pessoas jurídicas, o texto prevê que a empresa que transportar, distribuir, armazenar ou comercializar produtos oriundos de furto, roubo, contrabando, descaminho ou falsificados perderá a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). De acordo com o projeto, ficará proibida a concessão de um novo registro de CNPJ, pelo prazo de um a cinco anos, à empresa que tiver sócios ou administradores em comum com a pessoa jurídica que tenha perdido a inscrição em razão da prática desses crimes. “O projeto estabelece normas de caráter administrativo que se somam às de natureza penal previstas na legislação, no esforço de prevenção dos crimes de contrabando, descaminho e receptação”, afirma a relatora da proposta, senadora Ana Amélia (PP-RS). Placa De autoria do deputado Efraim Filho (DEM-PB), a proposta também obriga estabelecimentos de venda de cigarros e bebidas alcoólicas a afixarem uma placa com a seguinte inscrição: “É crime vender cigarros e bebidas de origem ilícita. Denuncie!”. Caso o estabelecimento não cumpra a regra, poderá, conforme a proposta, sofrer advertência ou ser punido com interdição, cancelamento da autorização para funcionamento e/ou multa.
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20/06 - Venda de carros elétricos e híbridos no Brasil cresce 65% até maio
Volume representa apenas 0,16% do total de veículos comercializados no período. Montadoras esperam incentivos para trazer novos modelos. Alguns países incentivam a compra de carro elétrico para reduzir emissões REUTERS/Fabrizio Bensch As vendas de carros elétricos ou híbridos subiram 65% de janeiro a maio deste ano, na comparação com o mesmo período de 2017, antes mesmo da esperada redução de imposto prometida há meses pelo governo federal. Distribuidoras de energia não serão responsáveis por dano em carro elétrico Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), em 5 meses, foram emplacadas 1.562 unidades dos chamados carros "verdes", que produzem menos ou nenhum gás poluente da atmosfera. O volume é pequeno e representa apenas 0,16% do total de veículos comercializados por aqui no período, enquanto na Noruega - país que lidera a troca da frota a combustão - chegou a 39% no ano passado. Mesmo assim, o pequeno avanço é motivo de otimismo para o presdiente da ABVE, Ricardo Guggisberg. "O mercado de veículos elétricos no Brasil está pronto para decolar. Se o governo der os incentivos corretos, o comprador e a indústria responderão de imediato”, afirmou em nota. A expectativa é de que a alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) passe dos atuais 25 pontos percentuais para 7 - a mesma faixa de tributação dos veículos considerados populares, com motor de até 1 litro. No entanto, o governo federal ainda não oficializou a mudança, que fará parte do novo regime automotivo Rota 2030. Híbridos e elétricos já são isentos do imposto de importação de 35%, já que não há veículos deste tipo feitos no Brasil. Tendência mundial Em 2017, foram emplacados 1,1 milhão de carros deste tipo no mundo inteiro, sendo mais da metade na China (580 mil), onde representaram 2,2% do mercado geral. A China, que fez da eletrificação dos transportes uma prioridade estratégica para lutar contra a poluição, colocou no trânsito em 2017 o dobro de veículos elétricos ou híbridos que os Estados Unidos, o segundo maior mercado mundial.
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20/06 - Scooter Dafra Citycom S 300i ganha freios ABS e preço vai a R$ 20.990
Opção sem freios ABS continua à venda por R$ 18.990. Dafra Citycom S 300i ABS Dafra/Divulgação A Dafra já está vendendo em suas concessionárias a nova versão 2019 do Citycom 300i com freios ABS. Apresentado no Salão Duas Rodas 2017, junto com a Next 300, o modelo com o dispositivo de frenagem custa R$ 20.990, enquanto a opção tradicional com freios apenas combinados sai por R$ 18.990. Sem outras grandes alterações, o scooter segue com motor de 1 cilindro e 278,33 cc que é capaz de render 27,8 cavalos de potência e 2,8 kgfm de torque - seu câmbio é do tipo automático CVT. Dafra Citycom S 300i ABS Dafra/Divulgação Com peso de 182 kg e tanque de 10 litros, o modelo movido a gasolina tem rodas de 16 polegadas. O Citycom também conta com espaço para levar objetos debaixo do assento e tomada de 12V. Dafra Cityom S 300i Dafra/Divulgação
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20/06 - Volvo S60 é renovado e chega ao Brasil no ano que vem
Sedã ganha tecnologias semiautônomas e visual inspirado nos demais carros da marca. Modelo será produzido na nova fábrica da empresa nos Estados Unidos. Volvo S60 Divulgação Junto com a inauguração de uma fábrica nos Estados Unidos, a Volvo revelou nesta quarta-feira (20) a nova geração do S60. O sedã inclusive será produzido na unidade de Charleston. É de lá que ele será importado para o Brasil, a partir do ano que vem. O S60 repete a (boa) receita dos demais modelos da marca, principalmente o também sedã S90. Seu visual traz o característico "martelo de Thor" nos faróis, a grade retangular e as lanternas em forma de bumerangue. Aposta nos híbridos Volvo S60 Divulgação O sedã também é o primeiro modelo da marca a não ser oferecido com motorizações diesel, comuns na Europa. Em vez disso, a Volvo está apostando em duas opções híbridas, uma com 340 cavalos e outra com 400 cv. Além delas, há motorizações apenas a gasolina, sempre com um 2.0 turbo de quatro cilindros. Como nos demais carros da marca, o S60 tem um generoso pacote de itens de segurança. Entre os auxílios semiautônomos, estão o reconhecimento e a manutenção em faixas, com controle de cruzeiro adaptativo e a frenagem automática de emergência, que aciona o freio em colisões iminentes e pode detectar pedestres, animais de grande porte e ciclistas. Carro por assinatura A Volvo também está estreando um serviço de assinatura mensal, chamado de Care by Volvo. De acordo com a empresa, com o serviço, o cliente pode dispensar a compra do veículo. Por enquanto, a ferramenta não será oferecida no Brasil. Interior do Volvo S60 Divulgação
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20/06 - Ferrari de US$ 45 milhões deve bater recorde de carro mais caro em leilão
Recorde atual é de outra Ferrari 250 GTO, que foi vendida por US$ 38 milhões em 2014. Ferrari 250 GTO, de 1962, deve ser leiloada por pelo menos US$ 45 milhões em agosto Patrick Ernzen/Divulgação/RM Sotheby's Uma Ferrari 250 GTO, de 1962, deve se tornar o veículo mais caro já vendido em leilão da história. Segundo a RM Sotheby's, o modelo tem valor estimado de pelo menos US$ 45 milhões, o que significa nada menos do que R$ 169 milhões (na cotação atual). FOTOS: carro mais caro do mundo completa 55 anos Se isso ocorrer, essa Ferrari tomará o lugar de outra 250 GTO de 1962, vendida por US$ 38 milhões em 2014, estabelecendo uma "dobradinha" no ranking dos modelos mais caros já leiloados. Com apenas 36 unidades fabricadas entre 1962 e 1964, a 250 GTO se tornou um ícone das pistas de corrida e o maior desejo dos colecionadores, o que rendeu o apelido de "Santo Graal". Ferrari 250 GTO é considerada o 'Santo Graal' dos colecionadores Patrick Ernzen/Divulgação/RM Sotheby's Modelo histórico O chassis 3413 GT, que será leiloado em agosto, foi o terceiro a ser produzido e teve como primeiro dono Edoardo Lualdi-Gabardi, que colocou o carro para disputar 10 corridas em 1962 - só não venceu uma, ficando em segundo. Lualdi-Gabardi recebeu outra 250 GTO no ano seguinte e vendeu a anterior para Gianni Bulgari, da família que fundou a marca de relógios e joias de mesmo nome. Entre 1963 e 1964, o carro terminou 20 corridas, sem nenhum acidente, com toda a mecânica original. Depois da glória nas pistas, o modelo passou pela garagem dos maiores colecionadores do mundo, até chegar em 2000 na casa de Greg Whitten, ex-chefe de arquitetura de software da Microsoft. Um vídeo mostra Whitten guiando o carro em um circuito. Ferrari 250 GTO tem motor V12 Patrick Ernzen/Divulgação/RM Sotheby's Ferrari 250 GTO tem histórico vitorioso nas pisats entre 1962 e 1964 Patrick Ernzen/Divulgação/RM Sotheby's
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20/06 - Hyundai faz aliança com Audi focada em tecnologia de carros a hidrogênio
Hyundai vendeu 200 carros a hidrogênio no ano passado. Hyundai Nexo é movido a hidrogênio Divulgação A Hyundai acertou um acordo com a Audi para colaboração no desenvolvimento de carros movidos a hidrogênio, segmento que tem ficado atrás dos veículos elétricos que funcionam com baterias. Hyundai mostra SUV movido a hidrogênio A montadora sul-coreana quer ampliar a relevância dos carros a hidrogênio, que são impulsionados por eletricidade gerada por células de combustível, mas que estão enfrentando dificuldades com falta de infraestrutura e avanço dos modelos a bateria de companhias como a Tesla. As duas montadoras poderão acessar propriedade intelectual de cada uma e compartilhar informações, incluindo sobre qualquer novo componente desenvolvido pela Audi, que é responsável pela tecnologia de célula de hidrogênio do grupo Volkswagen. A Hyundai espera que a aliança crie maior demanda por veículos como o utilitário ix35 e reduza custos, tornando a tecnologia lucrativa. A tecnologia de hidrogênio exige menos tempo de recarga dos veículos em relação aos modelos a bateria, mas é cara e sofre com falta de estações de reabastecimento. General Motors e Honda acertaram uma parceria para o desenvolvimento conjunto de veículos elétricos movidos a células de hidrogênio e que podem chegar ao mercado em 2020. Já a BMW está trabalhando com a Toyota. A Hyundai vendeu 200 carros a hidrogênio no ano passado e espera vender milhares deles neste ano, mas o diretor de pesquisa e desenvolvimento da montadora para a área, Hoon Kim, afirmou que a lucratividade destes modelos ainda está longe de ser alcançada. "Cem mil ou 300 mil veículos por ano por montadora, quando isso acontecer, eu acho que conseguiremos fazer dinheiro", disse o executivo. Motor elétrico a célula de combustível do Hyundai Nexo Divulgação Como funciona um carro a hidrogênio? O carro a hidrogênio é basicamente elétrico. A grande diferença está no modo como a energia é gerada. Em vez de carregar o carro na tomada, para ter uma nova cargana bateria, há um tanque de hidrogênio, que, após um processo químico, se transforma em energia para o motor elétrico. E o resultado desta "queima", é água, que sai pelo escapamento, em vez de gases nocivos como nos motores a combustão. Honda e Toyota também possuem veículos a hidrogênio, o Clarity Fuel Cell e o Mirai, respectivamente.
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20/06 - Audi lança nova geração do compacto A1
Ainda não há previsão de chegada do modelo ao Brasil. Motores variam de 95 cv a 200 cv. Audi A1 Divulgação Oito anos depois do lançamento, o Audi A1 ganha uma nova geração, a segunda. Ela foi revelada pela marca alemã nesta quarta-feira (20), e começa a ser vendida na Europa no final do ano - não há previsão de data para ele desembarcar por aqui. O A1 cresceu consideravelmente, e promete acabar com o "aperto" da geração anterior. São 5,6 cm extras no comprimento, chegando a 4,03 metros (porte semelhante ao de um Volkswagen Polo). Por enquanto, apenas a versão com quatro portas foi mostrada. Audi mostrou há poucos dias o 'grandalhão' Q8 G1 andou na nova geração do A7 O entre-eixos é de 2,56 m, com largura de 1,74 m e 1,41 m de altura. O porta-malas cresceu 65 litros, chegando a bons 335 litros. A Audi ainda não detalhou todas as motorizações, mas disse que o novo A1 terá versões com potência entre 95 cavalos e 200 cv. Na Europa, é possível equipar o compacto com câmbio manual ou de dupla embreagem e 7 marchas. São quatro modos de condução, incluindo uma esportiva. 'Diferentão' Audi A1 Divulgação O compacto ganhou estilo bastante diferente dos demais veículos da marca. Apesar de a grade ainda lembrar os modelos maiores, faróis, entradas de ar, e, principalmente a traseira, mudaram bastante. As lanternas, por exemplo, cresceram e estão com novo formato, lembrando um pouco até modelos de outras fabricantes. Logo abaixo do capô, mas acima da grade, há três pequenas fendas. Segundo a Audi, elas fazem menção ao quattro, modelo que disputava ralis pela empresa das quatro argolas em 1984. Audi A1 Divulgação A Audi caprichou na personalização do A1. É possível escolher diferentes cores para o teto e alguns detalhes na cabine. A proposta jovem segue no interior. Boa parte dos instrumentos, incluindo a central multimídia, são voltados para o motorista. As saídas de ar dos passageiros são integradas ao painel. Ainda há um pacote de iluminação, com 30 opções de cores em LED. Entre os equipamentos de segurança, o aviso de saída de faixa é item de série, assim como o controle de velocidade de cruzeiro. Ainda é possível adicionar alerta de pedestres e ciclistas, frenagem automática de emergência e controle de velocidade adaptativo, que mantém a distância para o veículo que viaja à frente. Audi A1 Divulgação
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20/06 - Geely conclui compra de quase 15% da divisão de caminhões da Volvo
Acordo foi anunciado em dezembro e confirma expansão internacional do grupo chinês. Chineses da Geely agora também são donos de parte da divisão de caminhões da Volvo Fabian Bimmer/Reuters A chinesa Geely assumiu 14,9% das ações com direito a voto da fabricante de caminhões sueca AB Volvo, o que confirmou um acordo que estava pendente desde dezembro. O acordo da Geely para comprar a participação da empresa de fundos ativistas Cevian Capital na fabricante sueca de caminhões e equipamentos de construção foi anunciado em 27 de dezembro de 2017. Sob os termos do acordo, a Nomura International e a Barclays Capital Securities adquiriram pela primeira vez as ações da Cevian, com o compromisso de vendê-las para a Geely, quando as aprovações regulamentares necessárias fossem recebidas. O diretor financeiro da Geely, Daniel Li, foi citado pela rádio sueca SR, em abril, dizendo que o aval de autoridades chinesas havia sido obtido. A Geely anunciou em fevereiro que havia comprado uma participação de quase 10% na alemã Daimler, principal rival da AB Volvo. As ações da empresa chinesa na AB Volvo serão mantidas pela Geely Sweden Industry Investment AB, de acordo com um comunicado. A Geely já é dona da divisão de automóveis da Volvo e controla a Lotus. A operações de caminhões e veículos de passeio da Volvo foram separadas em 1999.
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20/06 - Volkswagen Amarok V6: primeiras impressões
Com 225 cv, picape é a mais potente do segmento. Preço é mais baixo do que das rivais, mas faltam itens considerados modernos. Volkswagen Amarok V6 André Paixão/G1 É provável que você nunca tenha ouvido falar no gnu. Ele é um parente distante dos búfalos, e pode pesar até 250 kg. No entanto, para fugir dos predadores, desenvolveu a capacidade de alcançar os 80 km/h, número que o coloca na lista dos animais mais rápidos do mundo. Ainda que esteja longe de aparecer na lista dos carros mais velozes, a Volkswagen Amarok V6, assim como o gnu, faz bonito no quesito agilidade. E olha que a picape está longe de ser peso pena, com seus 2.185 kg – a capacidade de carga é de 1.105 kg. Isso sem falar nas medidas externas. A Amarok tem 5,25 metros de comprimento e 3,10 metros de entre-eixos. Herança nobre Motor V6 da Amarok entrega 225 cv André Paixão/G1 A Amarok V6 foi lançada em fevereiro, com a intenção de alavancar as vendas da picape - apenas a 4ª mais vendida do segmento no ano passado. Como não poderia ser diferente, a Volks caprichou no clichê na hora do lançamento: “a mais potente da categoria”. Com seu motor 3.0 de 225 cavalos, ela supera Ranger e S10, que têm 25 cv a menos. O torque de 56,1 kgfm também é o maior do segmento. Vale dizer que a picape herdou esse motor V6 do “primo rico”, Audi Q7. Inscrição na grade e na tampa da caçamba identificam a Amarok V6 André Paixão/G1 Os números ainda vão a 245 cv e 60 kgfm com a função overboost, em ação durante 10 segundos ao pressionar forte o pedal do acelerador. Ela acelera de 0 a 100 km/h em 8 segundos, com máxima de 190 km/h. Na aparência, quase não há "ostentação" do motor V6. Duas pequenas placas, uma na grade, e outra na tampa da caçamba, identificam o modelo. Com quem concorre? A Amarok V6 é a mais recente investida da Volkswagen para brigar em melhores condições em um segmento historicamente dominado por Toyota Hilux e Chevrolet S10. Nas vendas, ela também vai pior do que a Ford Ranger. A motorização V6 é exclusiva da versão topo de linha, Highline, que custa R$ 184.990. Tabela de concorrentes da Volkswagen Amarok Fotos: André Paixão/G1 e divulgação Amarok possui tração 4x4 permanente; por isso, não há seletores André Paixão/G1 A Amarok traz algumas peculiaridades entre as picapes. Ao contrário das concorrentes, ela não possui um seletor de tração, para alternar entre 4x2, 4x4 ou 4x4 com reduzida. Seu 4x4 é permanente, e, caso necessário, a primeira marcha é utilizada como reduzida. O câmbio de 8 marchas também é o único da categoria, bem como os freios a disco na traseira. A maior parte das rivais utiliza uma caixa automática de 6 velocidades e tambor nos freios traseiros. Outra particularidade da picape da Volkswagen é o rodar parecido com o de um carro. Ainda que sua direção hidráulica seja um pouco mais pesada do que a de um automóvel, a Amarok é fácil de manobrar – tendo como referência um veículo de 5,25 metros de comprimento. Anda, mas não bebe Motor V6 da Amarok entrega 225 cv André Paixão/G1 Há um pequeno atraso entre a ação do motorista de pisar no acelerador e a resposta do motor. Mas, quando ela chega, a Amarok dispara com vigor, tendo como “maestro” o excelente câmbio de 8 marchas, que faz trocas rápidas e imperceptíveis. O conhecido ruído dos veículos a diesel está lá, mas fica longe de incomodar quando a picape está em marcha lenta. O mesmo vale para a vibração na cabine. O melhor é que a conta do bom desempenho não é cobrada no consumo. De acordo com o Inmetro, ela faz 8,4 km/l na cidade e 8,8 km/l na estrada – médias melhores do que a versão equipada com o motor 2.0 de 4 cilindros. Cabine de carro Cabine da Amarok tem desenho semelhante ao de SUVs André Paixão/G1 A cabine reforça a sensação de estar em um carro. Além do volante de diâmetro reduzido (para uma picape) e do visual interno semelhante ao de um SUV, a Amarok oferece um bom nível de conforto aos ocupantes dos bancos dianteiros. Ela não está livre de oscilações na carroceria, mas o "pula pula" é menor do que em outras picapes. Fruto do bom trabalho da suspensão e dos amortecedores. A arquitetura é semelhante à das suas rivais: eixo rígido com feixe de molas. O mesmo conforto não é percebido no banco traseiro. Quem viaja lá sofre com o espaço acanhado e o banco com encosto praticamente vertical. Telinha Tela de 6,33 polegadas da Volkswagen Amarok André Paixão/G1 Se o desempenho e o conforto são os pontos fortes, há algumas falhas de equipamentos. Apesar de haver itens interessantes, como os bancos dianteiros de couro com ajustes elétricos, ar-condicionado com regulagens separadas para motorista e passageiro, sensores de luz, chuva e estacionamento e câmera de ré, faltam outros equipamentos igualmente legais e esperados em um veículo que passa de R$ 180 mil. É o caso do acesso e partida por chave presencial. Na Amarok, o motorista precisa acionar o alarme para destrancar o carro e dar a partida com a chave no painel. Assim como em um Gol. A central multimídia tem uma “telinha” para o tamanho da Amarok. São apenas 6,3 polegadas, enquanto o Polo, hatch compacto, pode receber uma tela de 8 polegadas. A Amarok também fica devendo itens considerados modernos, como alerta de mudança de faixa (presentes na S10 e na Ranger) ou controle de velocidade adaptativo (que a Ranger possui). E o mercado? Por outro lado, ela é mais barata do que suas principais concorrentes nas versões topo de linha. A Hilux SRX, além de menos potente e equipada, custa R$ 194.240. A S10 High Country, com alguns itens de série a mais, só que motor menos potente, chega a R$ 185.990. Por fim, a Ranger Limited, em situação semelhante à da S10, sai por R$ 193.490. Conclusão Volkswagen Amarok V6 André Paixão/G1 Enquanto a Mercedes não lançar a Classe X V6 em 2019, com seus quase 260 cv, a Amarok continuará “reinando” como a picape mais potente à venda no Brasil. Mais do que ser veloz, a Amarok se destaca por manter a praticamente a mesma dirigibilidade de um automóvel. Ela ainda vai bem na tabela de preços, e oferece a melhor relação preço x potência. Só que a picape da Volkswagen começa a ficar para trás em um quesito que antes dominava, os equipamentos. As rivais têm se armado de itens de conforto e segurança, que ainda não estão disponíveis na Amarok. Ainda assim, é uma das melhores compras da categoria. Volkswagen Amarok V6 tem 1.105 kg de capacidade de carga André Paixão/G1
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19/06 - Volkswagen e Ford estudam aliança para ganhar competitividade
Marcas falam em desenvolver produtos de forma conjunta. No entanto, não haverá investimentos entre as empresas nem troca de ações. Volkswagen e Ford estudam aliança para ganhar competitividade Ford/Divulgação/Axel Schmidt/Reuters A Volkswagen e a Ford anunciaram nesta terça-feira (19) que estão estudando uma "aliança estratégica" para ganhar competitividade em todo o mundo. De acordo com o comunicado, as empresas estão analisando projetos conjuntos, incluindo o desenvolvimento de uma linha de veículos comerciais. O diretor do Grupo de Estratégia da Volkswagen, Thomas Sedran, disse que "é de extrema importância ganhar flexibilidade por meio de alianças. A potencial cooperação industrial com a Ford é vista como uma oportunidade para melhorar globalmente a competitividade das duas empresas." Sede da Ford em Dearborn, nas proximidades de Detroit, nos Estados Unidos Divulgação Volkswagen e Ford afirmaram que irão divulgar atualizações sobre a parceria de acordo com o avanço das conversas. No entanto, o anúncio diz que não haverá aportes financeiros entre as fabricantes, nem participações cruzadas (participação acionária de uma empresa em outra). Volkswagen e Ford já foram parceiras entre nas décadas de 1980 e 1990, com a formação da Autolatina, atuando no Brasil e na Argentina. Fábrica da Volkswagen, em Wolfsburg, na Alemanha, em imagem de arquivo de 2015 REUTERS/Carl Recine/File Photo Situação das empresas No final de abril, a Ford anunciou um plano para cortar custos e aumentar as margens de lucro nos próximos anos. A marca "não vai investir em novas gerações de sedãs tradicionais para a América do Norte", incluindo Fusion, Fiesta e Taurus, disse a montadora. O objetivo é cortar US$ 25,5 bilhões em custos até 2022, ante US$ 14 bilhões previstos no plano anterior anunciado no ano passado. Preocupação com poluentes de carros a diesel aumentou depois do escândalo da Volkswagen REUTERS Já a Volkswagen ainda enfrenta desdobramentos do escândalo de emissões dos veículos a diesel, que ficou conhecido como dieselgate. Nos movimentos mais recentes, a justiça alemã multou a em 1 bilhão de euros a fabricante, que se declarou culpada no caso. O Grupo Volkswagen fraudou cerca de 11 milhões de veículos a diesel em todo o mundo. Os carros eram equipados com um software que burlava testes de emissões em motores deste tipo. Movimentos parecidos Este não é o primeiro movimento de aproximação entre concorrentes na indústria automobilística. É comum que rivais se aproximem para desenvolver tecnologias em conjunto, além de reduzir custos com uma escala maior de produção. Um exemplo básico é que Ford e Chevrolet compartilham o câmbio automático de 10 marchas, presente em Mustang e Camaro. Também há inúmeros outros casos, como de fusões. Em 2016, a Renault Nissan, outra aliança, anunciou a compra da japonesa Mitsubishi. Outra gigante, a Fiat Chrysler, buscou alianças com a própria Volkswagen e com a General Motors, dona da Chevrolet. No entanto, as conversas não avançaram.
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19/06 - Distribuidoras de energia não serão responsáveis por dano em carro elétrico
Empresas são obrigadas a ressarcir quando algum equipamento queima devido a sobrecarga, por exemplo, mas carro elétrico fica de fora pelo alto custo. Carros elétricos ou híbridos já são a maioria dos emplacamentos novos na Noruega Thomas Peter/Reuters As distribuidoras de energia não serão responsabilizadas por danos em carros elétricos causados por variações na rede elétrica. A definição está em um regulamento sobre abastecimento de veículos elétricos aprovado nesta terça-feira (19) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Hoje as distribuidoras são obrigadas a ressarcir os consumidores quando algum equipamento elétrico queima devido, por exemplo, a sobrecarga no fornecimento de energia. No caso do carro elétrico, porém, a Aneel prevê que é responsabilidade do proprietário adquirir equipamentos de segurança que evitem os prejuízos. Segundo o diretor da Aneel Tiago Correa, como o valor de um carro elétrico é alto seria muito caro transferir esse risco para a concessionária de energia. Até a tarifa de energia de todos os consumidores poderia sofrer impacto caso as distribuidoras fossem obrigadas a arcar com esse custo, apontou. "O consumidor e a própria montadora têm que ser corresponsável nesse processo. O carro tem que ser capaz de se comunicar com o ponto de recarga para verificar se é uma recarga segura, se não deveria bloquear", disse Correa. De acordo com ele, os consumidores que adquirirem carros elétricos devem se preocupar em instalar os equipamentos de proteção. "Estamos falando de equipamentos que custam R$ 60 a R$ 100 para proteger um veículo de milhares de reais", afirmou o diretor. Cobrança O regulamento aprovado nesta terça também deixa claro que qualquer empresa pode montar pontos de recarga de carros elétricos e cobrar pelo serviço. "Não estamos interferindo no mercado. A ideia é deixar claro que qualquer interessado pode estabelecer um ponto de recarga e cobrar por isso", disse Correa. Ele disse que o fato de não haver uma fixação de tarifa não deve prejudicar o consumidor, já que a instalação de ponto de recarga custa pouco e pode ser feita inclusive na residência de quem tiver um carro elétrico. A Aneel informou que já recebeu retorno de empresas que tinham interesse em fazer pontos de recarga de automóveis elétricos, mas estavam com receio de investir sem que houvesse uma regulamentação clara sobre o assunto. Carros elétricos Hoje o Brasil tem cerca de 500 carros totalmente elétricos, que são carregados em tomadas. Mas, segundo Correa, a entrada de carros elétricos em outros países ocorreu de forma muito rápida. As fabricantes de carros elétricos esperam um aumento na demanda quando houver uma redução no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) desses veículos. A redução deve ser incluída no Rota 2030. A partir da regulação, a Aneel passará a monitorar os eletropostos – como são conhecidos os pontos de abastecimento de carros elétricos – que não forem privados, ou seja, do proprietário do veículo.
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19/06 - Ducati Monster 797 chega às lojas do Brasil
Custando R$ 39.900, modelo utiliza motor refrigerado a ar de 2 cilindros e 75 cavalos. Ducati Monster 797 também chega por R$ 39.900 Fábio Tito/G1 A Ducati Monster 797 já está nas lojas da empresa no Brasil. Apresentada no Salão Duas Rodas 2017, o modelo custa R$ 39.900 e é a verdadeira sucessora da antiga 796, que saiu de linha para a chegada da Monster 821. Ao contrário do modelo 821, a montadora italiana volta a utilizar o motor refrigerado a ar tradicional da linha Monster na 797. Com 2 cilindros e 803 cc, o motor rende 75 cavalos de potência a 8.250 rpm e 69 Nm de torque a 5.750 rpm. O modelo resgata as principais tradições da linha Monster com o visual minimalista e farol redondo na dianteira. Ducati Monster 797 Ducati/Divulgação Com freios ABS de série, a Monster tem painel de instrumentos, faróis laterais e luz traseira com ABS. As cores disponíveis são vermelho e branco. Ducati Monster 797 Ducati/Divulgação
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19/06 - Honda registra sedã compacto Brio Amaze no Brasil
Modelo é vendido em mercados como Índia e Filipinas, e ganhou nova geração em maio deste ano. Ele é menor do que sedãs mais vendidos do país, Prisma e HB20S. Honda Brio Amaze Divulgação A Honda pediu e obteve o registro do sedã compacto Brio Amaze no Brasil. A concessão foi publicada na revista do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o Inpi, desta terça-feira (19). O Brio Amaze é um sedã vendido em mercados asiáticos, como Índia e Filipinas. Ele ganhou uma nova geração em maio deste ano - esta versão que foi registrada no Brasil. Vale lembrar que, apesar de obter o registro de um veículo no país, isso não significa que ele será lançado por aqui. O G1 procurou a Honda, que afirmou que "não comenta sobre sua estratégia futura de negócios." Desenho do painel do Honda Brio Amaze Reprodução Além do desenho do veículo completo, de dianteira e traseira, a marca também registrou partes separadas, como para-choques, faróis, lanternas e grade. Qual é a dele? De acordo com a fabricante, ele tem 4 metros de comprimento, 2,47 m de entre-eixos, 1,70 m de largura e 1,50 m de altura, com 420 litros de capacidade no porta-malas. As medidas são próximas às do Fit. Honda Brio Amaze Divulgação Considerando outros sedãs, ele é menor do que os modelos mais populares do Brasil, como Prisma e HB20S, ambos na faixa dos 4,25 metros. Na Ásia, ele é vendido com duas motorizações, sendo uma 1.2 de 90 cavalos a gasolina e outra 1.5 de 80 cv a diesel. Nos dois casos, há câmbio manual de 5 marchas ou CVT. Honda Brio Amaze Reprodução
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19/06 - Volkswagen nomeia interino para a Audi após prisão de presidente
Abraham Schoot, executivo de vendas, assume o cargo momentaneamente no lugar de Rupert Stadler, que foi preso na segunda por envolvimento no "Dieselgate". Preocupação com poluentes de carros a diesel aumentou depois do escândalo da Volkswagen REUTERS A Volkswagen anunciou a nomeação de presidente interino para a divisão de carros de luxo Audi, após a prisão na véspera do executivo Rupert Stadler em meio ao escândalo em que a empresa é investigada por acusações de fraude em testes de emissões de poluentes de veículos. A Audi afirmou que Stadler, 55, pediu afastamento temporário de sua posição e indicou para o lugar o executivo de vendas Abraham Schot, interinamente. A prisão de Stadler colocou a Volkswagen de novo na turbulência criada há quase três anos, quando o grupo admitiu ter usado software ilegal para trapacear em testes de emissões de poluentes realizados em motores diesel nos Estados Unidos. Analistas disseram que a prisão do executivo levantou dúvidas sobre se a maior montadora de veículos da Europa fez o suficiente para se recuperar do escândalo e que ameaça um período de trégua delicada entre os principais acionistas do grupo, que anteriormente discutiram sobre a permanência de Stadler no comando. A Volkswagen reservou cerca de 30 bilhões de dólares para cobrir o custo de multas, recalls e processos gerados pela fraude e está investindo bilhões de dólares em veículos elétricos para recuperar sua reputação. Promotores de Munique prenderam Stadler em sua casa na segunda-feira, afirmando que viam risco dele esconder evidências. Ele continua detido, mas não foi acusado de ter cometido crime. Volkswagen e Audi disseram na segunda-feira que Stadler é inocente até que se prove o contrário. O grupo alemão disse por anos que apenas gestores de níveis inferiores tinham conhecimento do esquema de fraude. Porém, autoridades dos EUA abriram processos criminais contra o ex-presidente Martin Winterkorn mais cedo neste ano e promotores alemães decidiram continuar com as investigações. Presidente da Audi, Rupert Stadler, durante Frankfurt Motor Show, em 12 de setembro Daniel Roland / AFP
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19/06 - Mulheres se preparam para dirigir pela 1ª vez na Arábia Saudita
Lei que dá o direito de dirigir a mulheres na Arábia Saudita começa a valer em 24 de junho. Mulheres sauditas serão autorizadas a dirigir a partir de 24 de junho Em 24 de junho, quando mulheres poderão dirigir nas ruas pela primeira vez em décadas na Arábia Saudita, Amira Abdulgader quer estar no controle do volante, dando uma carona para sua mãe ao lado. "Estar ao volante quer dizer que você está guiando a viagem", disse a arquiteta, que aprendeu a dirigir agora. "Quero ter controle sobre todos os detalhes da viagem. E eu que vou decidir quando sair, o que fazer e quando voltar." Instrutora feminina passa entre carros de uma autoescola em Dhahran, na Arábia Saudita Ahmed Jadallah/Reuters Abdulgader é umas das 200 funcionárias da estatal petrolífera Aramco, que ofereceu um curso de direção em Dhahran para incentivar a mudança social no país. As mulheres representam cerca de 5% dos 66 mil empregados da Aramco, o que significa que outras 3 mil ainda podem entrar no curso. "Precisamos do carro para nossas atividades diárias. Somos trabalhadoras, mães, temos muitas relações sociais, precisamos sair, então precisamos de transporte. Vai mudar minha vida", afirma. A estudante Maria al-Faraj empurra um pneu durante aula de troca de pneu furado em uma autoescola de Dhahran, na Arábia Saudita. Mulheres sauditas têm buscado as aulas preparando-se para o dia 24 de junho, data a partir da qual o país passa a permitir motoristas mulheres Ahmed Jadallah/Reuters Em setembro passado, o rei Salman decretou o fim do veto a mulheres na direção, que foi mantido por décadas pelos governos muçulmanos mais conservadores. No entanto, o príncipe Mohammed bin Salman, de 32 anos, é o verdadeiro rosto da revolução social no país e mostra que os jovens estão conseguindo exercer alguma influência. Para Abdulgader, o dia 24 de junho será marcado por comemoração. "Quero ir à casa da minha mãe e levá-la para um passeio. É o meu plano. Só eu e minha mãe, ninguém mais", diz. Rei autoriza mulheres a obterem licença para dirigir Feira de carros só para mulheres faz sucesso na Arábia Saudita Arábia Saudita começa a expedir carteira de motorista para elas Instrutora feminina dá aulas de trânsito para outras mulheres em autoescola de Dhahran, na Arábia Saudita Ahmed Jadallah/Reuters Amira Abdulgader pratica no simulador antes de levar sua mãe para passear pela 1ª vez em 24 de junho Ahmed Jadallah/Reuters
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19/06 - Nissan GT-R 'Godzilla' de 570 cavalos vira carro de polícia no Japão
Esportivo foi doado por um morador de Tochigi à polícia local. Nissan GT-R 'Godzilla' foi doada para a polícia de Tochigi, no Japão Nissan/Divulgação O departamento de polícia da cidade de Tochigi, no Japão, recebeu um presente especial de um morador local: uma unidade do esportivo Nissan GT-R. Conhecido pelo apelido de "Godzilla", o modelo tem motor V6 3.5 biturbo, além de tração integral. VEJA COMO ANDA O GT-R No Twitter, a Nissan divulgou um vídeo com o carro já realizando suas atividades em Tochigi. Initial plugin text De acordo com a montadora, o modelo pode chegar a impressionante velocidade de 313 km/h. Não há informações se o GT-R passou por alguma modificação técnica para se tornar um carro de patrulha da polícia, mas como padrão recebeu luzes policias e foi pintado em duas cores, além de ganhar os logos da polícia. Nissan GT-R de 570 cavalos agora é carro de polícia Nissan/Divulgação Nissan GT-R vira carro de polícia no Japão Nissan/Divulgação
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19/06 - Recusas ao bafômetro superam flagrantes por dirigir bêbado nas rodovias federais
Em 2017, foram registradas 20.486 negativas ao teste, enquanto outros 19.083 motoristas foram multados por embriaguez. A Lei Seca completa 10 anos nesta terça-feira (19) com um impacto na segurança viária brasileira, mas especialistas ainda apontam brechas nessa legislação. Uma delas atualmente é a possibilidade de recusa ao teste do bafômetro, que já supera o número de flagrantes por dirigir alcoolizado nas estradas federais. Autuações pela Lei Seca chegam a 1,7 milhão Brasil é um dos poucos países com tolerância zero Lei Seca ficou mais rígida: veja o que não pode Segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em 2017 foram registradas 20.486 negativas ao teste, enquanto outros 19.083 motoristas foram autuados por embriaguez. Já neste ano, foram 6.671 multas por recusa e 5.909 por uso de álcool até maio. A recusa ao bafômetro é uma infração de trânsito gravíssima com a mesma penalidade de dirigir depois de beber álcool, ou seja, multa de R$ 2.934,70, possibilidade de suspensão por 12 meses e retenção do veículo. A diferença é que o condutor embriagado que se nega a soprar o aparelho corre menos risco de ser enquadrado também em crime (acima de 0,34 mg/L) e ir para uma delegacia, dizem especialistas em direito de trânsito. Remendos na lei Lei seca ficou mais rígida nos últimos anos Juliane Monteiro/G1 A penalidade para quem se nega a fazer exame clínico para constatar a embriaguez está prevista na Lei Seca desde 2008. No entanto, motoristas começaram a recusar os testes por causa de um princípio constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo. Uma série de decisões judiciais permitiram isso. Por isso, em 2012, a legislação foi alterada para que a autoridade possa verificar a embriaguez também por meio de sinais de alteração da capacidade psicomotora, além de imagens e vídeos. Para isso, o agente de trânsito deve preencher um auto com pelo menos 2 de 18 sinais possíveis definidos pelo Contran em 2013. Entre eles, há odor de álcool no hálito, vômito, soluços, agressividade, falta de orientação quanto a data e hora, dificuldade no equilíbrio e alteração na fala. Feitiço contra o feiticeiro Homem foi submetido ao testo do bafômetro, pela PRF PRF/Divulgação Em 2016, para tentar reduzir as negativas, a recusa do teste de alcoolemia foi transformada em infração de trânsito no artigo 165-A do CTB. A controvérsia teórica continuou, já que a rejeição passou a ser vista como uma "admissão de culpa". "É inconstitucional porque pune pela presunção. A Constituição Federal não admite a culpabilidade presumida até o trânsito em julgado", afirma Mauricio Januzzi, presidente da Comissão de Direito do Trânsito do OAB-SP. Além disso, a novidade trouxe uma mudança no trabalho dos agentes, que acabaram deixando de lado os autos de constatação de embriaguez, segundo Andréa Resende, especialista em Direito de Trânsito. "A lei foi muito bem feita, nosso código de trânsito é evoluído, há resolução ensinando o agente como aplicar, mas ele não está cumprindo. Desde que entrou em vigor o artigo 165-A, os agentes pararam de fazer o relatório de embriaguez", diz Resende. Com isso, um novo entendimento de juízes pode invalidar as consequências da recusa ao bafômetro. Jurisprudência Em decisão de 22 de maio, uma turma do Tribunal de Justiça do Distrito Federal livrou um motorista que se negou a fazer o teste, inclusive com restituição do valor da multa. No caso em questão, o agente do DER-DF deixou o auto de embriaguez em branco. "É dever do agente de trânsito, verificando o estado de embriaguez, registrar a ocorrência de forma circunstanciada, a fim de que o ato administrativo por ele exarado goze dos atributos de presunção de legitimidade e veracidade e ganhe altitude suficiente a suprir o laudo de alcoolemia", afirmou o relator Asiel Henrique de Sousa. Além da falta dos sinais indicativos, qualquer falha no processo da autuação é uma oportunidade para empresas especializadas em recursos contra multas, por exemplo, se o agente deixa de dar opção de outro teste clínico (exame de sangue) ou não inclui o número de registro do bafômetro usado na abordagem. No entanto, no Rio de Janeiro e em São Paulo, pelo menos duas decisões recentes mantiveram as punições administrativas pela recusa ao bafômetro, sem a necessidade de sinais de embriaguez. "Embora para que possa responder penalmente haja a necessidade de que exista prova técnica sobre o teor de álcool no sangue do motorista, para fins meramente administrativos a situação é oposta, já que não se coloca em risco o direito de ir e vir, como ocorre com uma sentença penal condenatória", diz a desembargadora Lúcia Lima, da 12ª Câmara Cível do Rio de Janeiro. Impunidade criminal Em todos estes casos a discussão é sobre as penalidades administrativas (multa e a suspensão da CNH), mas a Lei Seca também prevê punição por crime de trânsito, quando o condutor tem concentração de álcool igual ou superior a 0,6 g/L no sangue ou acima de 0,34 mg/L no bafômetro. A autoridade também pode enquadrar o motorista por crime com base nos sinais de alteração psicomotora, mas especialistas apontam que agentes de trânsito passaram a autuar mais pela simples recusa ao teste. Outro fato que reforça essa visão é a queda no número de detidos pela Lei Seca nas rodovias federais a partir de 2014, quando a PRF começou a multar pela recusa ao bafômetro. Em 2013, 30% dos autuados eram levados à delegacia. O índice caiu para a metade (15%) quatro anos depois. De acordo com Januzzi, motoristas embriagados estão preferindo enfrentar as consequências de uma penalidade meramente administrativa do que soprar o etilômetro e correr o risco de registrar níveis acima de 0,34 mg/L. Nestes casos, o condutor é encaminhado para a delegacia, pode responder a um inquérito e a um processo judicial, com pena prevista de 6 meses a 3 anos de prisão. Mas, na maioria dos casos, ele é liberado após pagamento de fiança e responde em liberdade. Se for condenado, a pena pode ser convertida em prestação de serviços ou cestas básicas. "O estado prefere ter a multa porque vai arrecadar com ela, sem educar, em vez de autuar no criminal que só tem despesa com processo e não vai arrecadar", afirma. Em nota ao G1, a PRF afirma que a recusa de se submeter ao teste "é uma escolha do condutor", por isso não pode determinar a causa do crescimento. Initial plugin text
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19/06 - Elon Musk diz que fábrica da Tesla sofreu sabotagem de funcionário
Empregado que não foi promovido teria feito mudanças no sistema de produção e enviado informações sigilosas para terceiros. Fábrica da Tesla na Califórnia, EUA Noah Berger/Reuters O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, afirmou em mensagem aos funcionários da montadora de carros elétricos que um empregado da companhia promoveu "extensa e danosa sabotagem" ao supostamente ter feito mudanças de código de programação do sistema de produção e enviado informações sigilosas da empresa para terceiros. A porta-voz da companhia, Gina Antonini, não comentou o email enviado por Musk aos funcionários na segunda-feira (18). Musk afirmou na mensagem, obtida pela Reuters, que descobriu sobre o suposto caso de sabotagem durante o final de semana. O suposto sabotador não foi identificado. "A extensão completa de suas ações ainda não são claras, mas o que ele admitiu até agora ter feito é muito ruim", escreveu o executivo. "A motivação declarada dele é que ele queria uma promoção que não recebeu." "Como vocês sabem, uma longa lista de organizações querem que a Tesla morra", disse Musk no email, afirmando que a relação inclui investidores em Wall Street, companhias petrolíferas e montadoras rivais de veículos. Ele não citou nome de nenhuma empresa. Elon Musk em conferência de imprensa em fevereiro de 2018 Joe Skipper/Reuters Mais cedo, na segunda-feira, Musk enviou uma outra mensagem aos funcionários relatando um "pequeno incêndio" ocorrido em uma instalação da Tesla no domingo. Esta mensagem também foi obtida pela Reuters. Na mensagem, a Tesla afirma que na noite de domingo houve um incidente na área de carrocerias, que não houve feridos ou danos significativos a equipamentos e que a produção já tinha retornado ao normal. A empresa não especificou o local do fogo. Musk afirmou no email que apesar do fogo não ter sido um evento aleatório, "fiquem alertas sobre qualquer coisa que não esteja entre os melhores interesses da nossa companhia". Na semana passada, Musk anunciou demissão de 9% da força de trabalho da Tesla. O futuro da Tesla depende do aumento da produção do Model 3, que é o modelo mais "popular" da marca até agora.
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19/06 - Lifan X80 é lançado no Brasil por R$ 129.777
SUV grande traz motor turbo e capacidade de levar até 7 passageiros. Lista de equipamentos inclui teto solar e ar-condicionado digital. Lifan X80 Divulgação A Lifan acaba de lançar no Brasil um novo produto. O X80 já está nas 46 concessionárias da marca, em versão única, por R$ 129.777. É o primeiro veículo da marca a superar os R$ 100 mil. O SUV grande também é o primeiro modelo com motor turbo da Lifan por aqui. Seu quatro cilindros de 2 litros entrega 184 cavalos e 28,6 kgfm. O câmbio é automático de 6 marchas. Ele aposta na capacidade de levar 7 passageiros e em uma lista de equipamentos generosa para roubar clientes de modelos maiores e mais caros, como o Toyota SW4 (a partir de R$ 168.140). Lifan X80 Divulgação Entre os itens de série há 6 airbags, controles de tração e estabilidade, sensores de luz e estacionamento, acesso e partida por chave presencial, teto solar elétrico, ar-condicionado digital, bancos de couro, controle de velocidade de cruzeiro, câmera de ré, retrovisor interno antiofuscante e central multimídia de 8 polegadas. O X80 tem 4,82 metros de comprimento, 2,79 m de entre-eixos, 1,93 m de largura e 1,76 m de altura. Segundo os dados da empresa, o consumo médio de gasolina é de 9,9 km/l. Lifan X80 Divulgação
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18/06 - MPF quer que multados tenham acesso a imagens de câmeras de trânsito para garantir defesa
Recomendação tem como base inquérito sobre multa no Rio Grande do Norte. Recomendação do MPF é para o Conselho nacional de Trânsito Reprodução/TV Anhanguera O Ministério Público Federal recomendou ao presidente do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), Elmer Coelho Vicenzi, que cobre que os órgãos de fiscalização disponibilizem aos condutores de veículos as imagens referente a infrações cometidas por eles. A orientação aconteceu após a instauração de um inquérito no Rio Grande do Norte, que apura a validade de uma autuação. Segundo solicita o MPF, a medida seria válida para os órgãos municipais, estaduais e federais que usam videomonitoramento para a fiscalização de trânsito, para assegurar o exercício do direito de defesa dos condutores autuados. Ainda de acordo com o que argumenta do Ministério Público Federal, o inquérito civil em andamento na Procuradoria da República no Rio Grande do Norte constatou que a Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) - que já utiliza o videomonitoramento - está impedida de realizar a captura e impressão das imagens do momento da infração. Isso por conta da redação dada à Resolução 471/2013 do Contran, que autorizou o sistema de fiscalização de trânsito através de câmeras de vídeo. A recomendação do MPF, de autoria do procurador da República Victor Mariz, aponta que essa resolução é omissa quanto à gravação e disponibilidade das imagens. Além disso, a orientação apresentada pelos órgãos federais superiores (Contran, Denatran e Câmara Temática de Esforço Legal) é de que esse tipo de captura de imagens contraria a “presunção de legitimidade dos atos administrativos dos agentes de trânsito”, que efetuam as autuações. O prazo concedido é de 30 dias, após o recebimento da recomendação, para que o presidente do Contran adote as medidas necessárias, seja através de mudança na resolução ou mesmo a partir de orientações aos órgãos federais, estaduais e municipais de trânsito. A gravação de cada infração, contudo, deve ser disponibilizada apenas aos condutores ou proprietários dos veículos que forem autuados por meio do videomonitoramento. A recomendação não permite o uso das imagens gravadas para autuação posterior pelo agente de trânsito, que deve lavrar o auto de infração no momento da conduta. Segundo o MPF, o registro das imagens tem como finalidade garantir unicamente o “exercício do direito à ampla defesa” dos condutores autuados por meio de videomonitoramento, para evitar possíveis equívocos. Confira a íntegra da recomendação clicando aqui.
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18/06 - BMW i3 volta ao Brasil a partir de R$ 199.950
Primeiro elétrico da marca a ser vendido por aqui ganha retoque no visual e maior autonomia. BMW i3 Divulgação A BMW anunciou nesta segunda-feira a volta do elétrico i3 ao Brasil. O modelo chega em três versões, com preços a partir de R$ 199.950. Entre as novidades, estão a maior autonomia e um visual levemente renovado. Veja os preços: i3 REX - R$ 199.950 i3 REX Connected - R$ 211.950 i3 REX Full - R$ 239.950 A versão mais básica não possui alguns equipamentos, como volante multifuncional e estacionamento autônomo, além de ter uma central multimídia mais simples, sem navegação. BMW i3 Divulgação Ao contrário dos outros modelos da marca, o i3 estará disponível somente em alguns estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco e Distrito Federal. Todas as versões do i3 possuem motor elétrico de 170 cavalos. Com ele, o modelo consegue percorrer até 180 km (ou 235 km no ciclo europeu de medições). No Brasil, todos os modelos terão o extensor de autonomia, que na verdade é um motor de 647 cm³, que aumenta em 150 km a capacidade de rodar. BMW i3 Divulgação No entanto, este motor não traciona as rodas, diferenciando o i3 de veículos híbridos. Há um pequeno tanque de combustível de 9 litros para abastecer o motor. Na versão anterior, o i3 tinha autonomia de 130 km a 160 km, com outros 100 a 120 km com o extensor. Encontre as diferenças BMW i3 Divulgação Além da maior autonomia, o i3 ganhou uma leve reestilização. Ele ainda pode ser facilmente reconhecido por seu visual pouco comum, tanto fora, como no interior. As diferenças para a versão anterior estão nos para-choques dianteiro e traseiro, que ganharam desenho mais agressivo e nas luzes de neblina, que trocaram a forma redonda pela de traço. Apesar das leves mudanças, o i3 manteve as medidas. São 4,01 metros de comprimento, 2,57 m de entre-eixos e 1,78 m de largura. O porta-malas acomoda 260 litros.
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18/06 - Suzuki Jimny tem fotos da nova geração reveladas
Com novo chassi, modelo terá tração 4x4 e grande tela multimídia. Nova geração do Suzuki Jimny Suzuki/Divulgação Depois de 20 anos, a Suzuki finalmente revelou como será a nova geração do Jimny. O modelo atual foi lançado em 1998 e passou todo esse tempo sem grandes mudanças no visual. Ainda sem os detallhes técnicos divulgados, o jipinho ficou mais quadrado nesta nova geração, remetendo a 2ª geração de 1981 - o 1º Jimny surgiu em 1970. Com chassi novo, o modelo manterá a tração 4x4 e o interior, de aparência simples, mas moderna, mostra uma grande tela de central multimídia. A Suzuki do Brasil confirmou que o modelo será vendido por aqui, mas que não há previsão de chegada. Ele virá importado, e vai conviver com a geração atual, produzida em Catalão (GO). Interior da nova geração do Suzuki Jimny Suzuki/Divulgação Chassi do novo Suzuki Jimny Suzuki/Divulgação
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18/06 - Dafra Next 300 chega às lojas por R$ 14.590
Motor ficou mais potente e agora chega a 27 cavalos. Modelo também recebeu freios do tipo combinado. Dafra Next 300 no Salão Duas Rodas 2017 Marcelo Brandt/G1 Apresentada no Salão Duas Rodas 2017, a nova Dafra Next 300 chegou às concessionárias da empresa no Brasil. O modelo é uma evolução da antiga Next 250 e custa R$ 14.590. A principal novidade da moto está em seu motor que ficou maior, passando de 249,5 cc para 278 cc. Isso fez com que a motocicleta ganhasse potência e chega agora a 27 cavalos - antes, eram 25 cavalos de potência. Apesar do aumento de potência, houve uma pequena perda de torque, que passou de 2,75 kgfm para 2,65 kgfm. Dafra Next 300 Dafra/Divulgação O modelo segue com câmbio de 6 marchas e regulagem de 4 níveis na embreagem. Outra novidade da Next é o freio combinado (CBS), que reparte a frenagem entre o eixo dianteiro e o eixo traseiro. Montada em Manaus, a Next é um produto da SYM, marca de Taiwan que possui parceria com a a Dafra no Brasil. Painel da Dafra Next 300 Dafra/Divulgação Concorrentes Apesar de ter o motor um pouco mairo, a Next 300 é concorrente dos modelos urbanos de faixa de cilindrada de 250/300. Honda CB Twister (a partir de R$ 13.990) e Yamaha Fazer 250 ABS (R$ 15.290) são suas principais rivais. Dafra Next 300 Dafra/Divulgação
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18/06 - Motorista que atropelou e matou em SP paga fiança de R$ 4,7 mil e responde a processo em liberdade
Na última segunda-feira (11) foram registradas duas mortes por atropelamento, nas zonas Sul e Leste. Uma das vítimas é um ciclista e a outra é uma mulher, atingida por um carro quando ia para o trabalho. Morre segunda vítima do atropelamento no Jardim Educandário A motorista Claudia Lemes de Souza, 45 anos, que atropelou quatro pessoas e matou duas delas no dia 24 de maio, na Avenida Heitor Antônio Eiras Garcia, na Zona Oeste de São Paulo, pagou fiança de R$ 4.770 para responder ao processo em liberdade e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida. O caso está em segredo de Justiça. Na última semana, outros dois casos de atropelamento com morte aconteceram na cidade, e os motoristam estavam embriagados, de acordo com a polícia. Os três casos ocorreram após a última mudança feita na Lei Seca, em abril deste ano. O endurecimento da legislação traz mais esperança por punição, pelo menos para motoristas embriagados que causam acidentes com vítimas. Antes, a pena por causar acidente com morte era de 2 a 4 anos, o que permitia ao delegado estipular fiança. Com a elevação da pena, o delegado não pode mais determinar fiança, e isso só pode ser feito em audiência de custódia. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a motorista Claudia Lemes chegou a ser presa em flagrante e a ficar internada sob escolta no Hospital Geral de Pirajuçara, em Taboão da Serra. Ela foi indiciada por duplo homicídio culposo e lesão corporal culposa na direção de veículo. Dois dias depois do acidente, no dia 26 de maio, Luiz Matheus, 17 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu. Giovanna de Moura, 21 anos, morreu no local do acidente. O Golf ficou destruído e foi apreendido. O velocímetro do carro ficou travado na marca dos 100 km/h, mas isso não significa que a mulher guiava nessa velocidade. Só uma perícia poderá aferir a velocidade exata que o veículo estava no momento do atropelamento. O processo está no Fórum da Barra Funda sob análise do juiz Jean Thiago Gilbert Pereira. Na audiência de custódia realizada no dia 25 de maio, sem a presença de Claudia, que estava internada, ele decretou a liberdade provisória da motorista, subordinada ao comparecimento mensal em juízo, proibição de frequentar bares e boates, além de proibi-la de se ausentar da comarca por mais de 8 dias sem prévia comunicação ao juízo. Ele também determinou o recolhimento domiciliar no período noturno, o pagamento da fiança de R$ 4.770 em cinco dias úteis, a suspensão do direito de dirigir até nova ordem e a retenção da CNH. O juiz chegou a expedir o mandado de prisão para a motorista, que é babá, com o não pagamento da fiança. No dia 30 de maio, no entanto, foi expedido o alvará de soltura após o pagamento do valor afiançado. Golf destruído após atropelamento na Zona Oeste de São Paulo Divulgação/Arquivo Pessoal Claudia compareceu ao Fórum da Barra Funda na última segunda-feira (11), de acordo com decisão judicial. “Ela não está hospitalizada, está acolhida por parentes. Vamos esperar a perícia e os depoimentos de algumas pessoas. Temos alguns testemunhos e depoimentos contraditórios”, disse ao G1 o advogado Rodrigo Machado Merli, responsável pela defesa da motorista. Ele contrariou a informação da Polícia Civil que o teste de bafômetro indicou que Claudia havia ingerido bebida alcoólica antes do acidente. “O teste bafômetro saiu zerado. No indiciamento o delegado não coloca crime causado em decorrência de uso de álcool. Ela fez exame de sangue pré-operatório, vamos aguardar. Ela precisou de uma operação por causa da fratura da tíbia, colocação de pino, quebrou costelas e sofreu um talho, um corte grande no rosto, da boca até a orelha”, disse Merli. A SSP informou que “durante as investigações, uma testemunha relatou ter presenciado a autora ingerindo bebida alcoólica e dirigindo o veículo em seguida. O inquérito foi instaurado pelo 89º DP e já foi relatado ao poder judiciário. A investigação para se apurar as causas e eventuais responsabilidades pelo acidente deve ocorrer pelo 51º DP.” O advogado também contesta a versão de uma das testemunhas, que informou à polícia ter havido uma discussão entre Claudia e um funcionário de um posto de combustíveis. “Ela não lembra, só lembra que foi lá [posto de combustíveis] para usar o banheiro. Tem dois falecimentos e duas pessoas feridas, mas não sabemos a gravidade, pois não tivemos acesso a essas pessoas. Claudia vai passar exames cardiológicos e neurológicos, pois está com confusão mental e há um pequeno coágulo identificado no cérebro dela em exames de imagem.” Ciclista morto Um ciclista de 15 anos morreu após ser atropelado na madrugada desta segunda-feira (11) na região do bairro do Socorro, na Zona Sul de São Paulo. O suspeito do crime estava bêbado, como o teste de bafômetro apontou, e só foi preso porque foi seguido por um motorista de aplicativo que chamou a polícia. O motorista Alexandre Caetano de Araújo, de 36 anos, deve ser indiciado por homicídio culposo, com o agravante de omissão de socorro. Ele fugiu e foi pego em uma blitz minutos depois do acidente, graças a ajuda de um motorista de aplicativo que testemunhou a cena. O atropelador fez teste do bafômetro, que indicou que ele estava alcoolizado no momento do acidente. Ele passou por uma audiência de custódia ainda na segunda-feira. A Justiça determinou que ele fique preso até o julgamento. Justiça decretou prisão preventiva de motorista que matou ciclista na zona sul 272 pessoas morreram entre janeiro e abril de 2018 no trânsito de São Paulo Atropelamento, morte e agressão na fuga A Justiça decidiu na última terça-feira (12) que o motorista embriagado que atropelou e matou Carolina Carlechi, de 18 anos, no dia anterior, em Ermelino Matarazzo, na Zona Leste de São Paulo, vai ficar preso. A decisão pela prisão preventiva foi tomada durante audiência de custódia. O motorista vai responder por homicídio doloso, com intenção de matar, e lesão corporal dolosa, por ter agredido o irmão de Carolina quando tentava fugir. Carolina morreu após ser atropelada na Rua Figueira da Polinésia, quando ia para o trabalho, acompanhada do irmão. Os bombeiros chegaram a ir ao local, mas a morte havia sido imediata. O caso foi encaminhado ao 62º Distrito Policial (DP), onde foi registrado o boletim de ocorrência. Carro de motorista que atropelou e matou mulher em Ermelino Matarazzo, na Zona Leste, na calçada Reprodução/TV Globo Initial plugin text
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18/06 - Delegado do DF liberou motorista embrigado que atropelou ciclista um mês após novas regras da Lei Seca
Jovem pagou fiança de R$ 1 mil e foi indiciado por artigo que não menciona lesões corporais. G1 aguarda posicionamento da Polícia Civil. Ordem dos Advogados do Brasil faz campanha sobre novas regras de trânsito OAB-Santos/Divulgação A Polícia Civil do Distrito Federal desconsiderou as novas regras da Lei Seca um mês após a norma começar a valer, com mais rigor para o motorista que provocar acidentes com vítimas. Um jovem de 21 anos que estava embrigado atropelou um ciclista no dia 19 de maio e foi indiciado por um artigo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que sequer faz referência a lesões corporais. Levantamento do G1 mostra que punições mais severas não impediram motoristas de misturar álcool e direção O artigo 306 trata da condução de "veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa". Como a pena máxima prevista é menor que 4 anos, ele foi liberado provisoriamente após o pagamento de R$ 1 mil de fiança. No entanto, pela nova regra (que alterou os artigos 302 e 303), acidentes de trânsito como este se tornaram inafiançáveis pela Polícia Civil. Agora, apenas a Justiça pode decidir se aplica ou não. Isto, porque a pena máxima para motoristas bêbados que provocarem acidentes com vítimas "graves ou gravíssimas" passou de 4 para 5 anos de prisão em regime fechado. (Entenda o que mudou ao final da reportagem). Autuações pela Lei Seca somam 1,7 milhão desde 2008 Legislação ficou mais rígida; veja as regras Brasil é um dos poucos com tolerância zero para álcool e direção Bombeiros que prestaram socorro ao ciclista, de 42 anos, disseram que ele ficou com o braço direito dilacerado e precisou passar por cirurgia. Ele foi internado no Hospital Regional de Ceilândia com "lesões no lado esquerdo e direito do corpo, nas pernas, braços e rosto". Bicicleta de ciclista de 42 anos ficou no chão depois de atropelamento em Ceilândia, na noite de sábado (19) Polícia Militar/Divulgação O G1 questionou a Polícia Civil sobre o motivo do indiciamento, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. No boletim de ocorrência, o caso foi registrado como "embriaguez" e "acidente de trânsito com vítima". O processo ainda está aberto, a espera da conclusão do inquérito policial. Sobre os crimes enquadrados nos artigos recém-alterados da Lei Seca, a corporação informou que os delegados "interpretam os fatos com os elementos que possuem no momento da apresentação da situação". O grau de lesão da vítima "interfere diretamente na possibilidade ou não do arbitramento da fiança pela autoridade policial". No entanto, "na maioria das vezes, somente é comprovável por perícia realizada dias depois". Justiça referendou Dois dias depois do acidente, a Primeira Vara Criminal de Ceilândia manteve a soltura do motorista por entender que a Polícia Civil havia agido em conformidade com o Código do Processo Penal. "O autuado foi colocado em liberdade após recolhimento da fiança arbitrada pela autoridade policial em conformidade com a previsão contida no artigo 322 do CPP." Ciclista é atropelado por motorista embriagado em Ceilândia, no DF O G1 tentou acessar os detalhes do processo e do inquérito policial, mas foi informado pelo Tribunal de Justiça que "os autos encontram-se ainda na fase de apuração". O Ministério Público não havia apresentado recurso ou oferecido denúncia. Segundo advogados consultados pela reportagem, após a conclusão do inquérito, que vai definir o grau de lesão da vítima, o MP poderá se interpor e retomar o processo. Seguiu o protocolo Em outro caso, a Polícia Civil seguiu o protocolo do Código de Trânsito e o motorista ficou detido por dois dias até a audiência de custódia. Danilo Roger da Silva Santos, de 28 anos, atropelou um policial militar da reserva no dia 30 de maio e foi preso em flagrante quando tentava fugir. O exame do etilômetro apontou que o grau de embriaguez de Santos era três vezes o permitido. Ele estava com 0,99 miligramas de álcool por litro de sangue, quando o limite legal é de 0,3 miligramas por litro. O PM disse ao G1 nesta quinta-feira (14) que teve fratura exposta em uma das pernas e passou por duas cirurgias. "Botei umas duas placas e uns seis parafusos. Foram 14 dias de hospital. Um castigo danado. Só na muleta, cadeira de rodas." "Não vou mais ter confiança nessa perna nunca." A previsão dos médicos é de 90 dias para que ele volte a botar o pé no chão. Enquanto isso, a mulher e os dois filhos ajudam com o que podem dentro de casa. "Sofrem junto comigo. O dia a dia é essa agonia. Nem consigo dormir direito. Toda posição fica ruim." Motorista bêbado atropelou homem no Gama O Tribunal do Júri e Vara dos Delitos de Trânsito do Gama decidiu, no dia 1º de junho, pelo pagamento de R$ 2 mil de fiança e pela liberdade provisória do motorista, até que o processo fosse concluído. O juiz Paulo Marques da Silva defendeu que, embora a pena pudesse chegar a 4 anos de prisão (tempo mínimo para que a fiança deixe de ser uma opção legal), "a conduta em si não causou significativo abalo da ordem pública, nem evidenciou periculosidade exacerbada do seu autor" a ponto de descartar a possibilidade de pagamento de fiança. Santos é réu primário. Mesmo assim, o magistrado estipulou algumas condições para que o motorista fosse liberado: Comparecimento a todas as etapas do processo; Proibição de sair do DF por mais de 30 dias; Proibição de mudar de endereço; Proibição de frequentar bares e outros estabelecimentos que vendam bebidas alcoólicas; Permanência dentro de casa durante a noite nos finais de semana e feriados. O policial militar Sebastião Pires Sobrinho, de 57 anos, foi internado em um hospital particular do Gama com fratura na perna esquerda. Segundo a Justiça, ele precisou passar por cirurgia. Entre janeiro e maio, número de mortes no trânsito subiu 63% em relação a 2017 no DF Fora do comum Um terceiro caso surpreendeu o DF com uma decisão judicial 15 anos após o acidente. De um lado, a morosidade do julgamento e, de outro, uma punição superior ao que estava previsto em lei na data do crime. Motorista embriagado que atropelou e matou pedestre em 2003 em Brasília é condenado pela Justiça a 9 anos de prisão TV Globo/Reprodução O Tribunal do Júri de Brasília condenou a 9 anos e 6 meses de prisão o motorista Eduardo Tavares Ribeiro, que matou um pedestre e deixou outro gravemente ferido na Praça dos Três Poderes em 2003. A decisão é de 4 de junho. Ribeiro dirigia embriagado e em alta velocidade na via S1 quando atropelou as vítimas, segundo a denúncia do Ministério Público. O velocímetro alcançou 145 km/h e a velocidade máxima permitida no local era de 60 km/h. Motorista que atropelou e matou pedestre dirigia embriagado e em alta velocidade na via S1, em Brasília TV Globo/Reprodução O homem vai cumprir a pena em regime inicial fechado, por homicídio culposo, mas ainda cabe recurso. Em relação à segunda vítima, a acusação de lesão corporal prescreveu. O que mudou na Lei Seca? As mudanças no Código de Trânsito Brasileiro foram publicadas em 20 de dezembro, mas só começaram a valer 120 dias depois, em 19 de abril. Desde então, motoristas embrigados que provocarem acidente com vítimas "graves ou gravíssimas" ou a morte de uma ou mais pessoas não podem ser liberados pela Polícia Civil após pagamento de fiança. 'Blitz' educativa no Eixo Monumental, no DF Nina Quintana/Agência Brasília Ele passa a responder por lesão corporal culposa ou homicídio culposo (sem intenção de matar) e, além de perder o direito de dirigir, vai preso. No primeiro caso, a pena aumentou de 6 meses a 2 anos para 2 a 5 anos em regime fechado. Com isso, apenas um juiz pode decidir pela liberdade ou não do motorista. No segundo caso, o tempo de encarceramento passou para 5 a 8 anos. Antes, o tempo de prisão variava de 2 a 4 anos e isso permitia à Polícia Civil aplicar fiança, segundo o artigo 322 do Código de Processo Penal (CPP). Com o pagamento, o motorista era liberado imediatamente. Código de Trânsito endurece pena de motorista embriagado que causar acidente Karina Almeida/G1 A "nova Lei Seca" não alterou, porém, os procedimentos de fiscalização de trânsito ou as regras aplicadas a motoristas que forem pegos dirigindo sob efeito de álcool. O limite permitido continua sendo de 0,33 miligramas de álcool por litro de sangue e a multa caso o motorista ultrapasse este valor se mantém a R$ 2.934,70. Initial plugin text Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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