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18/08 - Moto de papelão, Civic renovado, Ninja 400 e outros destaques de carros e motos
Entrevista de Elon Musk sobre tuíte bombástico e a história do primeiro Mustang vendido também repercutiram na semana. Confira o que foi notícia sobre carros e motos na semana de 11 a 17 de agosto. Moto de papelão Gabriel Arruda, o criador da moto de papelão Gabriel Arruda/VC no G1 Sem dinheiro para conseguir a moto dos sonhos, um jovem de Mato Grosso do Sul construiu a própria Ninja ZX-10R com papelão. Ele contou a história ao G1: assista. Ninja de verdade Kawasaki Ninja 400 substitui a 300 Rafael Miotto/G1 Depois de ser apresentada no Salão Duas Rodas 2017, a Ninja 400 foi lançada no Brasil nesta semana para substituir a Ninja 300. Civic renovado nos EUA Honda Civic 2019 para o mercado norte-americano Honda/Divulgação A Honda promoveu pequenas mudanças para a versão 2019 do modelo destinado ao mercado norte-americano. Elon Musk chora Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, em evento no Japão, em 2014 Toru Hanai/Reuters O "chefão" da Tesla deu entrevista ao jornal "The New York Times", dizendo que não se arrepende do tuíte bombástico em que anunciou a intenção de tirar a montadora da bolsa de valores. A postagem agitou o mercado e gerou muitas especulações, além de uma investigação. Na conversa, Musk chegou a chorar, segundo o jornal, ao contar que deixa de ver os filhos e os amigos por causa de muitas horas de trabalho. E afirmou que precisa de remédio para dormir. Primeiro Mustang Gail Wise e seu Mustang 1964/65. Ela foi a primeira compradora do modelo Divulgação/Ford Compradora do primeiro Mustang, em 1964, uma professora americana manteve o carro até hoje e ele vale R$ 1,3 milhão: conheça a história dela. Buraco não é único vilão No blog sobre dicas de manutenção, Denis Marum explica que o culpado por desgaste da suspensão pode ser o próprio motorista. Bons motoristas prolongam a vida de pastilhas de freio, embreagem e amortecedores Dennis Marum/G1 Curtas Criado na Estônia, carro de 3 rodas elétrico tem visual clássico Renault Logan Stepway é lançado na Rússia Trump apoia boicote contra Harley-Davidson por fábrica fora dos EUA
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18/08 - AutoEsporte mostra que é possível lavar carro com meio litro de água
Programa também mostra cuidados necessários com bancos que têm aquecimento. E uma moto dada de presente a Emerson Fittipaldi em 1972. Veja os destaques do AutoEsporte deste domingo (19) A preocupação ambiental é algo que faz com que as empresas pensem em soluções de baixo impacto para a natureza. O AutoEsporte deste domingo (19) mostra que com apenas 500 ml de água é possível limpar um carro inteiro. Outro destaque do programa são os bancos aquecidos. Apesar de serem um conforto, eles requerem cuidados: o calor pode danificar alguns tecidos e até causar mal-estar. O programa também mostra uma moto dada de presente ao bicampeão da Fórmula 1 Emerson Fittipaldi em 1972. O AutoEsporte vai ao ar logo após o Globo Rural.
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18/08 - Preços médios da gasolina e do diesel nas bombas terminam a semana em queda, diz ANP
Desde a véspera da greve dos caminhoneiros, preço médio do diesel nas bombas baixou R$ 0,21; valor médio do etanol teve o 10º recuo semanal consecutivo. Os preços médios da gasolina e do diesel nas bombas terminaram a semana em queda, mostram dados divulgados nesta sexta-feira (17) pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). O valor da gasolina caiu 0,47%, para R$ 4,44 por litro, em média, enquanto o do diesel recuou 0,18%, para R$ 3,371. O valor representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região. Na mesma semana, a Petrobras baixou os preços da gasolina nas refinarias em R$ 0,06, ou cerca de 3%, seguindo sua política de preços que reajusta os valores quase diariamente com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. Os reajustes são influenciados por fatores como o câmbio e a cotação do petróleo. O repasse ou não do reajuste da Petrobras para o consumidor final depende dos postos. Já o valor do diesel nas refinarias permanece congelado, seguindo acordo feito pelo governo e os caminhoneiros para encerrar a greve da categoria, no final de maio. A previsão era de que o valor do diesel nas bombas seria reduzido em R$ 0,46. Desde a véspera da greve até agora, de acordo com o levantamento da ANP, o desconto do preço médio foi de R$ 0,22. Acumulado do ano Em 2018, o preço da gasolina acumula aumento de 8,31%. O avanço é bem maior do que a inflação de 2,94% acumulada até julho, considerando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O aumento também é maior do que a inflação esperada para o ano todo, de 4,15%, considerando o último boletim Focus. Já o preço do diesel tem alta acumulada de 1,35% em 2018, também considerando o preço médio calculado pela ANP. Etanol segue caindo O preço médio do etanol nas bombas caiu pela 10ª semana seguida, segundo a ANP. Nesta semana, o valor foi para R$ 2,646 por litro, o que representa uma redução de 1,56% na comparação com a semana anterior. O preço médio do botijão de gás de cozinha também caiu. O recuo de 0,34% desta semana foi o 5º seguido, para R$ 68,21 em média. Posto combustíveis gasolina Uberaba Neto Talmeli/Prefeitura de Uberaba
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17/08 - Fiat Toro ganha nova versão topo de linha chamada Ranch
Assim como a Volcano, ela tem motor 2.0 turbodiesel com câmbio automático de 9 marchas. Fiat Toro Ranch é a nova versão topo de linha da picape Divulgação A Fiat Toro passa a ter uma nova versão topo de linha, chamada Ranch, a partir da última semana deste mês. Ela vai custar R$ 149.990. Assim como a atual configuração mais cara da picape, a Volcano, a Ranch contará com motor 2.0 diesel com turbo de 170 cavalos, câmbio automático de 9 marchas e tração integral. A nova versão tem ainda protetor do vidro traseiro, soleira metálica exclusiva, para-barros dianteiro e traseiro e protetor do tanque de combustível. Visualmente, conta com retrovisores, estribos laterais, gancho de reboque removível e santantônio com efeito cromado. Os bancos são em couro marrom, com o logotipo “Ranch” nos encostos dianteiros, além dos tapetes, console central e portas dianteiras. O marrom também aparece nos painéis de porta e apoio de braços e na costura da coifa do câmbio, do freio de mão e do volante, além da moldura do rádio, das saídas de ar e das alças da porta. Fiat Toro Ranch tem bancos na cor marrom Divulgação Equipamentos Os equipamentos são os mesmos da versão Volcano Diesel, que custa R$ 142.990: direção e vidros elétricos, ar-condicionado de duas zonas (controle individual para motorista e passageiro), central multimídia com tela sensível ao toque de 5 polegadas e quadro de instrumentos com display em TFT de 7 polegadas, colorido. O Toro Ranch também tem faróis de neblina "cornering" (que acompanham as curvas), faróis principais com DRL (LEDs de segurança diurnos), descansa-braço traseiro, sensor de chuva (para o limpador de para-brisa), câmera de ré, sensor crepuscular (para o farol), retrovisor interno eletrocrômico (escurece automaticamente), comandos ao volante, ajuste elétrico do banco do motorista, refrigeração no porta objetivos do console central, além de partida por botão e remota. Toro 2019: veja preços Endurance (motor 1.8 flex e câmbio automático de 6 marchas): R$ 90.990 Freedom Flex (idem): R$ 102.990 Volcano (motor 2.4 flex e câmbio automático de 9 marchas): R$ 115.690 Blackjack (idem): R$ 117.490 Freedom Diesel (motor 2.0 diesel e câmbio automático de 9 marchas): R$ 131.590 Volcano Diesel (idem): R$ 142.990 Ranch (idem): R$ 149.990
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17/08 - Elon Musk conta que viveu pior ano da carreira, toma remédio para dormir e não se arrepende de tuíte bombástico
'Chefão' da montadora conta ao 'The New York Times' os bastidores do anúncio de que pretende tirar a Tesla da bolsa, feito 10 dias atrás. Ações da empresa caem após entrevista. Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, em evento no Japão, em 2014 Toru Hanai/Reuters Dez dias após tumultuar o mercado de ações com um post no Twitter, o "chefão" da Tesla, Elon Musk, disse que não se arrependeu de revelar ali a intenção de tirar a montadora da bolsa de valores. A postagem em poucas palavras, no último dia 7, fez as ações da empresa dispararem e gerou uma investigação do órgão regulador do mercado sobre a conduta de Musk. Em entrevista ao jornal "The New York Times" publicada nesta sexta-feira (17), ele afirmou que não tem motivos para se arrepender do tuíte bombástico e que não recebeu nenhum telefonema furioso da diretoria no dia. As ações da Tesla estavam em queda nesta sexta. Pouco depois de a entrevista sair, ainda segundo o jornal, o executivo mudou um pouco a história, acrescentando que um diretor o contatou após a postagem e que ele concordou que não voltaria a escrever no Twitter nada mais sobre a ideia de sair da bolsa antes de discuti-la com o conselho. O bilionário contou ainda os bastidores da postagem polêmica, respondeu sobre especulações geradas -inclusive sobre uma suposta referência a maconha- e chorou algumas vezes, segundo o "NY Times". "O último ano foi o mais difícil e o mais doloroso da minha vida", afirmou o executivo. Veja abaixo mais destaques da entrevista. Tuíte no carro Musk revelou que seu tuíte bombástico do último dia 7 foi feito no carro, enquanto ia para o aeroporto, e que a mensagem não foi lida nem revisada por ninguém antes de ser postada. Ele disse que fez o trajeto dirigindo um Tesla Model S, mas não especificou se, para fazer a postagem, parou o carro ou usou o modo semiautônomo do veículo - o Autopilot - que, por ora, requer que o usuário mantenha as mãos no volante. Especulação sobre maconha O histórico de posts polêmicos de Musk - que já chegou a discutir com mergulhadores que resgataram os meninos presos em uma caverna na Tailândia - fez a imprensa especializada desconfiar da seriedade de seu primeiro tuíte sobre a saída da bolsa. "Estou pensando em fechar o capital da Tesla a US$ 420 (preço por ação)", escreveu. Também se especulou que o número 420 seria uma referência a maconha. "Eu não estava usando maconha, para deixar claro", disse Musk. "Maconha não ajuda na produtividade." O executivo afirmou que chegou ao valor das ações pensando numa alta de 20%, considerando o valor negociado nos dias anteriores, o que resultaria em US$ 419 por unidade. Mas preferiu arredondar para US$ 420 porque "parecia um karma melhor". Remédio para dormir Musk assumiu, no entanto, que algumas vezes recorre a remédio para dormir quando não está trabalhando. Segundo ele, é quase sempre uma escolha entre tomar o medicamento ou ficar sem dormir. Citando fontes, o "NY Times" diz que esse hábito preocupa o conselho diretor da montadora. Ao falar sobre o estresse na Tesla, afirmou que tem trabalhado, em média, 120 horas por semana e que nunca tirou mais de uma semana de férias desde 2001, quando pegou malária depois de viajar para o Brasil e a África do Sul, sua terra-natal. 'Morando' na fábrica A Tesla enfrentou diversos atrasos e problemas na produção de sua maior aposta, o Model 3, primeiro carro elétrico "popular" da marca. “Algumas vezes eu fiquei na fábrica por 3, 4 dias -eu não ia para fora", disse. Musk contou que passou seu aniversário de 47 anos, em 28 de junho último, nessa situação. Estava a poucos dias do fim do prazo para alcançar a meta de 5 mil unidades do Model 3 produzidas por semana, dado por ele mesmo. O objetivo foi alcançado no dia 1º de julho, com algumas horas de atraso. Segundo o bilionário, o peso dessa dedicação é deixar de ver os filhos ou os amigos. Ele também falou que quase perdeu o casamento do irmão, Kimbal, também acionista da Tesla, sendo que era o padrinho. Musk encerra a entrevista dizendo que o esforço ajudou a Tesla a se firmar e, neste caso, o pior já passou. Mas que, do ponto de vista pessoal, “o pior ainda está por vir".
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17/08 - Renault revela Logan Stepway na Rússia
Com visual mais robusto e suspensões elevadas, sedã tem opções de motores 1.6 que vão de 82 cv a 113 cv. Renault Logan Stepway foi revelado na Rússia Renault/Divulgação A Renault apresentou na Rússia uma nova versão do Logan, chamada de Stepway, assim como acontece com o Sandero no Brasil. Enquanto no mercado brasileiro, a montadora apostou na versão com visual mais aventureiro apenas para o hatch, ela foi expandida também para o sedã por lá. O Logan Stepway russo tem câmbio CVT e motores 1.6, que podem ter 82 cv, 102 cv ou 113. Juntamente com o Logan, o Sandero Stepway também foi apresentado naquele mercado. O sedã ficou mais robusto, com novos para-choques e molduras plásticas, o que dá uma leve impressão de veículo off-road para o Logan. Como ocorreu com a receita no Sandero, as suspensões também foram elevadas, o que pode ser uma boa solução para rodar por vias esburacadas. Renault Logan Stepway na Rússia Renault/Divulgação
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17/08 - Tesla processa governo de Ontario, no Canadá, por excluir marca de programa de subsídio
Pouco depois de assumir o poder, governo progressista conservador cancelou uma série de iniciativas de energia limpa. Tesla processa governo de Ontario por excluir marca de programa de subsídio Kim Hong-Ji/Reuters A Tesla abriu processo contra o governo da província canadense de Ontario por causa do cancelamento de um programa de incentivo à compra de veículos elétricos da marca, segundo documentos enviados ao tribunal em 10 de agosto. Em julho, pouco depois de assumir o poder em Ontario, o governo progressista conservador de Doug Ford cancelou uma série de iniciativas de energia limpa, incluindo um programa de incentivo que previa descontos de até 4 mil dólares canadenses (cerca de US$ 3 mil) para pessoas que comprassem carros elétricos. O governo chegou a fazer provisões para pessoas que já tinham comprado ou encomendado os veículos, mas estruturou o programa de transição de uma forma que excluiu a Tesla, que não usa modelo de concessionárias, afirmou a montadora nos documentos do processo. "A exclusão injustificada da Tesla Canadá e de seus consumidores foi feita sem dar à Tesla qualquer aviso ou chance de participar do processo", afirmou a companhia. A Tesla está pedindo para o tribunal reverter a exclusão dos clientes da marca do programa de desconto. Um representante do Ministério dos Transportes de Ontario afirmou que a província tomou conhecimento do processo aberto pela Tesla Canadá, mas não se manifestou sobre o assunto.
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17/08 - Sem dinheiro para modelo dos sonhos, jovem constrói moto de papelão
Gabriel Arruda, de 19 anos, fez réplica da Ninja ZX-10R, de R$ 70 mil, em casa. Ele diz que gastou R$ 1,5 mil e levou 1 ano e 2 meses para terminar a obra. Conheça a moto de papelão feita por um jovem de Dourados, MS Gabriel Arruda, de 19 anos, sonhava com uma Kawasaki Ninja ZX-10R, mas não podia arcar com os R$ 70 mil que ela custa. Mas, como aconteceu com o agora famoso LamborgUno, criado por um mecânico em Mato Grosso, isso não foi uma barreira para a criatividade. Gabriel que vive no Mato Grosso do Sul, encontrou a solução colocando a mão na massa, ou, neste caso, no papelão. “Gastei R$ 1,5 mil nessa arte”, afirma o autor. Moto de papelão criada por Gabriel Arruda e Kawasaki Ninja ZX-10R, que inspirou a obra de arte Gabriel Arruda/VC no G1 e Kawasaki/Divulgação Não é por acaso que ele chama sua "motoca" de arte. Os detalhes de acabamento chamam a atenção pela semelhança com a Ninja ZX-10R, que tem motor de 200 cavalos. Gabriel se inspirou no modelo antigo da moto, vendido até 2016 – ela custa mais de R$ 70 mil em sua versão 0 km. “Usei papelão e também papel Paraná, aquele de capa de agenda”, conta o artista. Parafusos e alguns botões de tomada, para fazer a buzina, também foram aplicados no acabamento, entre outros itens. Do início do projeto até sua finalização, ele levou 1 ano e 2 meses. "No final, ainda percebi que a carenagem tinha alguns detalhes bem difícieis de fazer", lembra o morador de Dourados. Carenagem frontal da moto de papelão inspirada na Ninja ZX-10R Gabriel Arruda/VC no G1 É possível dizer que “só falta andar” para ser uma moto de verdade: corrente, amortecedor, manetes e até a tampinha do "tanque" que abre e fecha estão lá. Publicado no canal dele no YouTube, o vídeo da ZX-10R de papelão já teve mais de 2 milhões de visualizações. Gabriel Arruda, o criador da moto de papelão Reprodução/YouTube Artesão desde criança Para replicar a moto, Gabriel estudou manuais do modelo e imagens na internet. Mas este não é o primeiro projeto dele feito de papelão. Ele começou a fazer os próprios brinquedos aos 7 anos de idade e foi desenvolvendo seu próprio método. “Tem gente que não acredita, mas eu faço essas coisas desde criança. Eu tenho mais de 250 peças feitas”, afirma o artesão. Entre elas, está uma incrível tuba sinfônica. Tuba sinfônica também foi feita de papelão Gabriel Arruda/VC no G1 Vem aí... um Camaro E por que Gabriel não pintou ainda a "Ninja" de verde, cor tão característica da marca? Ele está estudando que produto usar, para não correr o risco de estragar a obra. Enquanto isso, já se prepara para o próximo projeto: “Vou fazer um Camaro”. Tem moto antiga ou customizada? Compartilhe sua história. Mande foto e vídeo para o VC no G1 ou pelo Whatsapp/Viber, no telefone (11) 94200-4444, sempre com a hashtag #g1carros Gabriel Arruda montando a sua moto de papelão Gabriel Arruda/VC no G1
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16/08 - Criado na Estônia, carro de 3 rodas une visual clássico com motor elétrico
Nobe 100 tem autonomia de 220 quilômetros e a velocidade máxima de 110 km/h. Nobe 100 foi apresentado na Estônia Ints Kalnins/Reuters Criado na Estônia, o Nobe 100 é um carro que utiliza os mais variados e inusitados conceitos em um só. Além de um visual clássico, o modelo é movido por energia elétrica e tem apenas 3 rodas - 2 na frente e uma na traseira. Quem está por trás do projeto é Roman Mujlar, CEO da Nobe, que definiu o modelo como uma opção moderna para rodar nas cidades. Nobe 100 une visual clássico e motor elétrico Ints Kalnins/Reuters Com a capacidade de fazer de 0 a 100 km/h em 5,9 segundo, o modelo leva até 2 horas para recarregar por completo. Sua autonomia é de 220 quilômetros e a velocidade máxima de 110 km/h. A companhia está arrecadando fundos na internet para iniciar a produção do modelo. Nobe 100 Nobe/Divulgação Nobe 100 Nobe/Divulgação
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16/08 - Não é só buraco que acaba com a suspensão: o 'vilão' pode ser você
Experiência mostra que, quanto mais confortável é o carro, menor é o cuidado do motorista, tanto na maneira de dirigir como no cumprimento das manutenções básicas. Bons motoristas prolongam a vida de pastilhas de freio, embreagem e amortecedores Dennis Marum/G1 É óbvio que o asfalto irregular diminui a vida útil das peças da suspensão, mas a experiência mostra que, quanto mais confortável é o carro, menor é o cuidado do motorista, tanto na maneira de dirigir como no cumprimento das manutenções básicas. Você já pensou em se colocar no lugar dos amortecedores? Imagine-se andando com um saco de cimento de 50 kg na cabeça: pesado né? Imagine carregar um saco de cimento correndo, freando bruscamente e fazendo curvas: essa é a realidade dos amortecedores do seu carro Dennis Marum/G1 Agora pense em você correndo, parando bruscamente e fazendo curvas nessa situação. Pois é o mesmo esforço que as molas e amortecedores do seu carro fazem quando você dirige de forma agressiva ou põe muito peso dentro do carro. É fato: bons motoristas prolongam a vida de pastilhas de freio, embreagem e amortecedores. Como? Seguem algumas dicas: passar em lombadas e valetas sempre de frente, nunca na diagonal: tirar uma das rodas do asfalto significa distribuir todo peso do carro em apenas 3 rodas. Na diagonal, você torce o monobloco; nunca virar a direção com o carro parado. É um clássico dos novatos na direção. Se fizer isso, você exige muito dos pivôs, dos terminais de direção e da própria caixa de direção hidráulica. Esta última poderá apresentar vazamento de óleo hidráulico pelos seus retentores; fuja das guias: enfiar a roda na guia estraga o rolamento de roda, altera a geometria da suspensão, murcha o pneu e pode danificar sua banda lateral. Enfiar a roda na guia estraga o rolamento de roda Dennis Marum/G1 Manutenção é fundamental: nada de rodar com pneus murchos: eles são outro fator de desgaste prematuro de pivôs, terminais, barras de direção e do próprio pneu. A caixa de direção hidráulica acaba fazendo mais esforço, principalmente em manobras. Quem já teve um carro com direção mecânica sabe do que estou falando... Calibre todos os pneus cada vez que encher o tanque. não deixe faltar alinhamento, pois isso faz com que você aplique constantemente uma força no volante e, consequentemente, na suspensão, para corrigir a trajetória. Carro desalinhado não roda, se arrasta. Verifique o alinhamento a cada 10 mil km: seus pneus "agradecerão". e nem relaxe no balanceamento: rodas desbalanceadas produzem trepidação acentuada em todas buchas e terminais de direção, gerando folgas até no número do chassi (brincadeirinha). vai personalizar? Cuidado porque suspensão rebaixada e pneus de banda baixa reduzem a vida útil de molas, batentes e amortecedores. Para encerrar, vale lembrar do mito Ayrton Senna: pense em um cara que “vestia" seu carro, conduzia seu Fórmula 1 na ponta dos dedos. Seus braços e pernas eram uma extensão da suspensão e do motor. Lembre-se disso quando for estiver ao volante e trate do seu carro com carinho. Até a próxima!
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15/08 - Primeira compradora de Mustang, professora manteve o carro e ele agora vale R$ 1,3 milhão
Gail Wise e seu conversível azul claro 1965 são estrelas nas comemorações do marco de 10 milhões de unidades produzidas do modelo. 'Eu só queria um conversível', contou. Gail Wise e seu Mustang 1964/65. Ela foi a primeira compradora do modelo Divulgação/Ford A professora recém-formada Gail Wise, de 22 anos, só queria um conversível, tipo de carro que seus pais possuíam. Quando foi com eles à loja, em Chicago, nos Estados Unidos, foi convidada para ver uma novidade que ainda nem estava no showroom: era o primeiro Mustang a ser vendido. A compra foi fechada em 15 de abril de 1964, dois dias antes de o modelo, que se tornaria lendário, ser lançado oficialmente. "O carro estava coberto, nos fundos da loja. Quando o vendedor descobriu, lá estava o meu Mustang azul clarinho", conta ela. "Eu pensei: é para mim. Era um carro de jovem, esportivo." No volta para casa, Gail diz que as pessoas pediam que reduzisse a velocidade e a cumprimentavam ao longo do caminho. Gail e o marido, Tom, com os 3 filhos e o Mustang nos anos 70 Arquivo pessoal Que carro marcou sua vida? Compartilhe sua história. Mande foto e vídeo para o VC no G1 ou pelo Whatsapp/Viber, no telefone (11) 94200-4444, sempre com a hashtag #g1carros "Me senti como uma estrela de cinema", contou, ainda em 2013, ao lado do ex-presidente mundial da Ford, Mark Fields, na comemoração dos 50 anos do modelo. Gail também é uma das estrelas da festa dos 10 milhões de Mustangs produzidos, marca atingida recentemente. Nesta sexta (17), o Mustang 1964/65 será exibido ao lado da unidade de número 10 milhões no Woodward Dream Cruise – conhecido como um dos maiores eventos dos EUA de cultura automotiva. 27 anos na garagem O carro foi usado durante 15 anos por Gail e seu marido, Tom, até parar de funcionar e ser recolhido à garagem da família, onde passou os 27 anos seguintes e resistiu à pressão de Gail para que o marido se livrasse dele para abrir espaço na garagem. Tom conseguiu convercer a mulher a ficar com o Mustang até que se aposentasse e tivesse tempo de correr atrás de peças para consertá-lo. Quando fez isso, segundo reportagem do "Detroit Free Press", ele viu que uma pessoa se declarava o primeiro comprador de Mustang. Verificando a data alegada, Tom percebeu que Gail tinha comprado o carro 1 dia antes. O casal tinha guardado a nota fiscal e o manual por todos aqueles anos. A reforma do Mustang foi concluída em 2010. O conversível pelo qual Gail pagou cerca de US$ 3.400 (o equivalente a R$ 13 mil na cotação desta terça, 14), agora é avaliado em aproximadamente US$ 350 mil (R$ 1,35 milhão). Mas não está à venda. Mustang de Gail Wise depois da reforma, concluída em 2010 Divulgação/Ford Primeira compradora do Mustang, Gail Wise voltou a contar sua história nas comemorações do marco de 10 milhões de unidades do modelo Divulgação/Ford Veja histórias do 'Carro da minha vida' 'Festa' de 50 anos do Opala reúne 700 exemplares do modelo em São Paulo Relembre os 60 anos da Kombi no Brasil
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14/08 - Detran-PR fecha parceria com Honda para avisos sobre recall
Iniciativa no estado começou com a Renault e é semelhante à que existe em SP: órgão mandará cartas aos atuais proprietários de veículos chamados para conserto no estado. O Departamento Estadual de Trânsito do Paraná (Detran-PR) fechou nesta terça-feira (14) uma parceria com a Honda para avisar proprietários de veículos da marca envolvidos em recalls no estado. É a segunda montadora a aderir a essa iniciativa no estado: a primeira foi a Renault. A ação é semelhante à que começou há 1 ano no Detran-SP, onde atualmente participam Honda, Renault e FCA, responsável pelas marcas Fiat e Jeep. Caberá ao Detran-PR enviar cartas aos atuais donos dos carros envolvidos em recalls que ainda não levaram os veículos à oficina. Nenhum dado do proprietário será repassado à montadora. A ideia é que, com os comunicados adicionais, o índice de atendimento aumente. Segundo a Honda, o Paraná é o quarto estado com mais casos de veículos com airbags defeituosos da fornecedora Takata. Ele responde por 6% das unidades que ainda precisam ser trocadas no Brasil, diz a montadora, que vai focar a parceria com o Detran-PR nesses casos. Conhecido como "airbags mortais", o problema está ligado a dezenas de mortes no exterior, em virtude da explosão da bolsa e do lançamento de estilhaços contra os ocupantes dos veículos. O Detran-PR alerta que, para que o projeto funcione, é necessário que o motorista esteja atento para manter o seu endereço atualizado junto ao departamento. Os consertos de carros em recall são gratuitos e não têm prazo-limite para serem feitos. Initial plugin text
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14/08 - Conselho da Tesla cria comitê para avaliar saída da bolsa
Proposta foi feita pelo presidente da montadora, Elon Musk, que negocia com fundo saudita um financiamento para a operação. Fábrica da Tesla na Califórnia, EUA Noah Berger/Reuters O conselho da Tesla nomeou nesta terça-feira (14) um comitê especial de 3 diretores para negociar com o presidente-executivo Elon Musk a saída da fabricante carros elétricos da bolsa. O comitê será encarregado de avaliar a proposta de Musk, caso ela se concretize. O bilionário do Vale do Silício afirmou na semana passada, no Twitter, que quer fechar o capital da Tesla a US$ 420 dólares por ação, e que o financiamento foi "garantido". Os tuítes de Musk desencadearam ações judiciais de investidores e uma investigação pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) sobre a precisão de sua declaração. Na última segunda (13), Musk deu mais detalhes de como um acordo poderia funcionar. Ele disse que manteve conversas com o fundo soberano da Arábia Saudita para financiar a saída da bolsa. Mas as ações terminaram o dia em baixa, indicando ceticismo dos investidores. Missão Em um comunicado nesta terça, a empresa disse que o comitê especial tem autoridade para tomar qualquer medida em nome do conselho para avaliar e negociar uma transação potencial e alternativas para qualquer transação proposta por Musk. O anúncio significa que 3 membros da diretoria da Tesla agora vão avaliar se é aconselhável --ou mesmo viável-- buscar o que poderia ser a maior compra alavancada, e eles estão fazendo isso antes de receber uma proposta formal do presidente-executivo. "O comitê especial ainda não recebeu uma proposta formal do senhor Musk em relação a qualquer Transação Privada Indireta", disse a montadora em documento público aos reguladores da SEC, o primeiro feito desde os tuítes do presidente-executivo na semana passada.
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14/08 - Kawasaki lança Ninja 400 no Brasil por R$ 23.990
Com ABS de série, modelo ganhou novos chassi e motor de 48 cavalos, para substituir a Ninja 300. Kawasaki Ninja 400 Marcelo Brandt/G1 A Kawasaki lançou nesta terça-feira (14) a Ninja 400 no Brasil a partir de R$ 23.990. O modelo foi apresentando no Salão Duas Rodas 2017 e chega agora para substituir a Ninja 300. Veja os preços: Ninja 400 (verde ou preta): R$ 23.990 Ninja 400 KRT (pintura especial): R$ 24.990 Esta nova geração da "Ninjinha" foi totalmente renovada, principais mudanças desde a chegada da Ninja 300, em 2012. Com o avanço nas vendas de sua rival, a Yamaha YZF-R3, a Kawasaki desenvolveu novo motor e chassi para a Ninja. De acordo com a montadora, o motor de 2 cilindros e 399 cc, com refrigeração líquida, é capaz de gerar 48 cavalos a 10.000 rpm, enquanto a Ninja 300 tinha 39 cavalos a 11.000 rpm. O torque também aumentou, passou de 2,8 kgfm, na Ninja 300, para 3,9 kgfm na Ninja 400. Inspirada na H2 O novo chassi é do tipo treliça e foi inspirado no da esportiva H2. Focado na redução de massas, o novo projeto deixou a "Ninjinha" 4 kg mais leve, passando de 172 para 168. Kawasaki Ninja 400 tem quadro inspirado na esportiva H2 Marcelo Brandt/G1 Com freios ABS de série, de nova geração desenvolvido para a Ninja 400, o modelo também segue com embreagem anti-deslizante, que evita o travamento das rodas em reduções de marcha. Não haverá versão da Ninja sem freios ABS. O painel também foi renovado, inspirado nas motos maiores da montadora, e tem hodômeto, indicador de marcha, consumo, indicador de pilotagem econômica, entre outros. O faróis são de LED. Com opções de cores preta e verde, o modelo passa a ter 2 anos de garantia - a Ninja 300 tinha apenas 1 ano. A Ninja 300 custava R$ 21.990, sem ABS, e R$ 22.990, com ABS. LISTA: veja outras motos esperadas até o fim do ano
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14/08 - Em crise sem precedentes, Venezuela anuncia fim da gasolina mais barata do mundo
Analistas dizem que a medida é um meio de o governo aumentar arrecadação em meio à crise; Maduro argumenta que quer coibir a ação de contrabandistas, que aproveitam o litro mais barato para revender o combustível com lucros altos em países vizinhos. O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, anunciou na segunda-feira que os preços da gasolina devem subir, para coibir a atuação de contrabandistas que, segundo ele, fraudam o país em bilhões de dólares. Até então, o combustível venezuelano era o mais barato do mundo, resultado de uma pesada política de subsídios. Para analistas, a medida é, principalmente, uma investida para aumentar as receitas públicas em meio a uma crise econômica sem precedentes que tem atingido duramente as finanças do governo e a população. Em seu anúncio, Maduro disse, porém, que "a gasolina deve ser vendida a preços internacionais para impedir o contrabando para a Colômbia e o Caribe". E argumentou, ainda, que nem todos os venezuelanos serão atingidos. Maduro anunciou o reajuste da gasolina na segunda, um tema quase tabu na política venezuelana EPA Quem vai pagar mais caro? De acordo com o presidente, "apenas os que não atenderem ao chamado do governo" para registrar seus veículos terão que pagar combustível a preços internacionais. Todos os que possuem o chamado "carnê da pátria", uma espécie de documento de identidade emitida pelo governo desde 2017, continuarão, segundo ele, a receber "subsídios diretos" por "cerca de dois anos". O governo tem convocado os cidadãos para registrarem seus veículos mostrando esse documento. Muitos venezuelanos que se opõem ao governo, no entanto, se recusaram a receber esse "carnê", alegando que o meio é usado ​​por autoridades para vigiá-los. A expectativa, portanto, é que o aumento de preços atinja principalmente os opositores de Maduro. Qual é o preço da gasolina na Venezuela hoje? A economia da Venezuela enfrenta grave crise, com o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevendo que as taxas de inflação alcançarão um milhão por cento neste ano. Apesar disso, o preço do combustível quase não mudou. O preço de um litro de gasolina na Venezuela atualmente é de 1 bolivar. No mercado negro, os venezuelanos pagam mais de 4 milhões de bolívares por um dólar americano. Isso significa que, com o equivalente a um dólar, os venezuelanos podem encher o tanque de um carro de tamanho médio cerca de 720 vezes. A gasolina de maior octanagem - ou seja, de maior resistência à pressão que sofre dentro da câmara de combustão do motor - custa, na Venezuela, 6 bolívares por litro, o equivalente, de acordo com a taxa de câmbio no mercado paralelo, à quantia ínfima de US$ 0,000001. Como vai funcionar o novo sistema? Maduro disse que anunciaria nos próximos dias mais detalhes sobre como o novo sistema de subsídios à gasolina vai funcionar. Espera-se que ele entre em vigor no dia 20 de agosto. "Vamos fazer um sistema de subsídio direto progressivo, um plano de dois anos (...)", afirmou ele no discurso transmitido ao país a partir do Palácio de Miraflores, a sede da presidência, ao anunciar as novas regras. "Eu aspiro que, ao longo desse período, no máximo, tenhamos resolvido a deformidade que se criou no transcurso de muitos anos, quando a gasolina venezuelana era praticamente de graça", acrescentou. Que efeitos são esperados sobre o contrabando? O combustível subsidiado da Venezuela é levado para países como a Colômbia em recipientes como esses e vendido mais caro aos motoristas Getty Images O contrabando do combustível subsidiado da Venezuela para os países vizinhos, onde os preços são muito mais altos, é um grande negócio. A Venezuela perde US$ 18 bilhões para abastecer o contrabando anualmente, segundo dados do governo. E o presidente Maduro afirma que a adaptação dos preços dos combustíveis venezuelanos aos níveis internacionais acabará com a prática. O governo considera improvável que contrabandistas que possuem o "carnê da pátria" ou que se candidatem para obter um deles ainda consigam comprar combustível a preços mínimos e vendê-lo com um lucro enorme na Colômbia e em outros países. Embora não tenham sido anunciados limites para a quantidade de gasolina que cada pessoa pode comprar usando o carnê, alguns políticos da oposição temem que a medida seja usada, na verdade, como forma de introduzir um racionamento do combustível no país. O que é o 'carnê da pátria' e por que ele é criticado? Nicolas Maduro lançou o novo cartão de identidade venezuelano em janeiro de 2017 argumentando que ele serviria para tornar os programas sociais de seu governo mais eficazes. A nova identidade - que é um cartão com um código QR que identifica os cidadãos que recebem algum tipo de ajuda social do governo - pode ser obtida de forma gratuita e voluntária por qualquer pessoa com mais de 15 anos, mas quem se candidata precisa responder a uma série de perguntas sobre seu status socioeconômico e quais benefícios está recebendo, se for o caso. De acordo com dados do governo, até janeiro de 2018, 16,5 milhões de venezuelanos, de um total de 31,5 milhões de cidadãos, haviam solicitado o cartão. Somente quem o possui pode se inscrever para receber pacotes de alimentos subsidiados e outros benefícios do Estado. Críticos do governo se opuseram, desde o início, à introdução desse meio de identificação. Eles argumentam que ele é desnecessário, uma vez que os venezuelanos já possuíam carteiras de identidade emitidas pelo governo, e o avaliam como uma maneira de limitar a entrega de benefícios do Estado aos apoiadores de Maduro. Outro temor que apontam é o de que o governo use a identificação para coletar informações sobre os cidadãos. Por que o aumento dos preços dos combustíveis são tão controversos? Os venezuelanos são muito dependentes dos carros. Não é incomum as famílias terem vários veículos e dirigirem longas distâncias para o trabalho. O transporte público, por sua vez, é deficiente e piorou nos últimos anos. Com falta de manutenção, os ônibus hoje não conseguem atender toda a parcela da população que precisa deles. Os venezuelanos se queixam de ter que fazer fila para entrar em caminhões usados ​​anteriormente para transportar gado. Muitos passam horas se deslocando para ir e voltar do trabalho. Um aumento no preço do combustível não afetaria apenas aqueles que dirigem seus próprios carros, já que as empresas que operam rotas de ônibus provavelmente repassariam o aumento para os passageiros. Os reajustes têm sido pouco frequentes desde 1989, quando um aumento aplicado - em meio a outras medidas de austeridade - provocou grandes protestos em Caracas e nos arredores. O presidente da época enviou tropas às ruas para acabar com as manifestações, e centenas de pessoas foram mortas. O incidente, conhecido como "Caracazo", assombra os venezuelanos desde então. O petróleo tem a ver com a crise econômica da Venezuela? A Venezuela é rica em petróleo. Possui as maiores reservas de petróleo comprovadas do mundo. Mas é exatamente essa riqueza que também está na raiz de muitos dos seus problemas econômicos. As receitas de petróleo da Venezuela respondem por cerca de 95% de seus ganhos com exportações. Isso significa que, quando os preços do petróleo estavam altos, muito dinheiro estava sendo despejado nos cofres do governo venezuelano. Quando o presidente Hugo Chávez esteve no poder, de fevereiro de 1999 até sua morte, em março de 2013, ele usou parte desses recursos para financiar programas sociais generosos para reduzir a desigualdade e a pobreza. Mas, quando os preços do petróleo caíram drasticamente em 2014, o governo se deparou com um rombo em suas finanças, de uma hora para outra, e teve que cortar alguns de seus programas mais populares. De olho na recuperação O novo sistema de subsídios à gasolina no país faz parte do chamado Programa de Recuperação Econômica, Crescimento e Prosperidade da Venezuela, com o qual Maduro disse que o país derrotará a "guerra econômica que vem sofrendo nos últimos anos" - em referência à grave crise que o país enfrenta e ao processo de aumento descontrolado de preços que deixou o Estado em uma situação econômica precária e atingiu duramente a população. O plano inclui medidas como a entrada em vigor de uma nova moeda e um novo cone monetário (conjunto de notas e moedas) a partir de 20 de agosto, com a qual Maduro espera alcançar "estabilidade" de preços em uma economia mergulhada numa hiperinflação única no mundo. O analista venezuelano Luis Vicente Leon avaliou a medida como "previsível". "Na verdade, é um aumento geral no preço da gasolina (na realidade, necessário) com um discurso de subsídio focado naqueles que têm duas coisas raras: o carnê da pátria e um carro. É populismo discriminatório", escreveu ele no Twitter. Para Leon, o objetivo da medida anunciada por Maduro é principalmente aumentar as receitas do Estado, e a questão de manter os subsídios através do carnê da pátria é "um discurso para reduzir o custo político da medida". "Mas sua penetração será claramente minoritária", acrescentou. https://twitter.com/luisvicenteleon/status/1029176642772582400 Não por acaso, a questão do preço da gasolina vinha recebendo um tratamento politicamente delicado, pela memória do "Caracazo", a onda de protestos contra o alto custo de vida duramente reprimida em 1989 e que teve como um dos seus gatilhos justamente o aumento do preço da gasolina. O país sulamericano é, de acordo com o observatório Global Petrol Prices, onde se vende a gasolina mais barato do mundo. Asdrubal Oliveros, da assessoria econômico Econalítica, estima em cerca de US$ 5,5 bilhões o custo anual da política de subsídio universal e total viagente até agora na Venezuela.
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13/08 - Elon Musk negocia com sauditas financiamento para tirar Tesla da bolsa
Presidente da montadora diz que fundo árabe apoia que a montadora pare de negociar ações na bolsa. E que operação será estruturada, para empresa não fique com dívida esmagadora. Elon Musk, CEO da Tesla, diz que vai continuar com o Autopilot REUTERS/Bobby Yip O presidente da Tesla, Elon Musk, afirmou nesta segunda-feira (13) que está negociando com o fundo soberano da Arábia Saudita e com outros investidores para financiar a saída da fabricante de carros elétricos da bolsa. Em uma mensagem surpreendente publicada no Twitter na última terça (7), Musk revelou a intenção de parar de negociar ações da montadora na bolsa de Nova York. A declaração fez o valor das ações disparar. No mesmo dia, Musk disse que o financiamento para a saída da bolsa estava "assegurado". Mas os comentários surpreendentes alimentaram especulações de que seria necessário pedir grandes empréstimos para isso. Risco de dívida Ainda na semana passada, reguladores do mercado dos Estados Unidos pediram que a Tesla explicasse as afirmações de Musk. Até agora um plano não foi entregue à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês). Em uma mensagem nesta segunda, no site da Tesla, o executivo afirmou que "não há dúvida" de que os sauditas financiariam a transação após a reunião realizada entre eles no último dia 31. E acrescentou que a operação seria estruturada com equidade, para que não caia sobre a empresa uma dívida esmagadora. "Continuo conversando com o fundo soberano saudita, e também estou conversando com outros investidores", disse. A decisão, porém, precisa ser aprovada pelos principais acionistas da montadora. Musk é dono de cerca de 20% das ações. Por que a Tesla? Horas antes de o executivo anunciar a intenção de tirar a Tesla da bolsa, na terça, corriam rumores de que um fundo saudita tivesse comprado parte da Tesla, o que a empresa não confirmou no dia. Nesta segunda, Musk assumiu que o fundo comprou "quase 5%" da Tesla "recentemente", e que então pediu uma nova reunião com o executivo. Musk indicou que vinha tendo contato com o fundo saudita há algum tempo e que eles propuseram "muitas vezes", desde 2017, transformar a Tesla em empresa de capital fechado. Para Musk, seu plano interessa aos sauditas "por sua importância de diversificar-se em relação ao petróleo" e indicou que o fundo soberano "tem capital mais do que suficiente para executar tamaña transação". O Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF, na sigla em inglês) é conhecido por investimentos em tecnologia, incluindo os US$ 45 bilhões no Vision Fund, do SoftBank Group. Valor de mercado Musk explicou ainda que sua ideia comprar as ações da Tesla a US$ 420, informada também na semana passada, aplica-se somente aos atuais acionistas que não queiram continuar na empresa se ela se retirar da bolsa. "Agora minha melhor estimativa é de que aproximadamente dois terços das ações atualmente em poder de investidores seriam mantidos na companhia", disse.
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13/08 - Volks vai colocar operários em férias coletivas na fábrica em Taubaté, SP
Documento foi protocolado no Sindicato dos Metalúrgicos. Não foi informado o número de funcionários ou áreas que farão parte da medida. Linha de produção do Volkswagen Gol em Taubaté Divulgação/ Volkswagen A Volkswagen vai dar férias coletivas, por quase um mês, de 20 de agosto a 18 de setembro, para funcionários da fábrica em Taubaté (SP). O pedido foi protocolado na última semana no Sindicato dos Metalúrgicos. De acordo com a entidade, a montadora não informou a quantidade de funcionários e setores que serão afetados com a medida. A multinacional também não informou. O G1 apurou que a medida vai atingir parte do efetivo. Procurada, a Volks informou que a medida é para adequar a produção à demanda do mercado. "Caso haja flutuações momentâneas de mercado a empresa pode utilizar ferramentas de flexibilização da produção para se adequar à demanda de mercado", diz trecho da nota. Histórico Em abril de 2017 a Volkswagen colocou 3 ,6 mil funcionários da planta de Taubaté em férias coletivas. O número de funcionários foi divulgado pelo sindicato. À época, a empresa informou que a medida tinha como objetivo adequar o volume de produção à demanda do mercado. A montadora emprega cerca de 3,1 mil trabalhadores diretos em Taubaté e produz os modelos Up!, Gol e Voyage na unidade.
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13/08 - Honda Civic 2019 recebe retoques no visual nos Estados Unidos
Principal novidade está no para-choque dianteiro, que foi redesenhado e ganhou novas entradas de ar. Pacote Sensing, com itens de segurança, passa a ser de série. Honda Civic 2019 para o mercado norte-americano Honda/Divulgação A Honda revelou nesta segunda-feira (13) o Civic 2019 para o mercado dos Estados Unidos. Com pequenos retoques no visual, o modelo não recebeu mudanças significativas. Visual do Civic põe Honda em dilema: 'Quem gosta não pode pagar', diz presidente As novidades são válidas para as versões sedã e coupé do Civic, que ainda tem opção hatch e o esportivo SI. No Brasil, apenas Civic sedã e Civic Si são vendidos atualmente. Lançada em 2016, a 10ª geração do Civic marcou uma grande mudança em relação ao seu antecessor, se tornando uma das mais esportivas da história do carro. A principal novidade está no para-choque dianteiro, que foi redesenhado e recebeu novas entradas de ar. Ainda na parte frontal, o modelo perdeu o friso cromado na dianteira, que passou a ser preto. Honda Civic Coupé 2019 para o mercado norte-americano Honda/Divulgação Outra novidade é que o pacote Sensing, que traz itens de segurança, como leitura de placas de trânsito, detecção de pedestres, alerta de mudança de faixa e controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, que mantém a distância para o veículo da frente, passa a ser de série. Honda Civic 2019 americano Honda/Divulgação
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13/08 - Trump apoia boicote contra Harley-Davidson por fábrica fora dos EUA
Montadora anunciou plano para evitar taxas impostas pela União Europeia. Bloco aumentou cobranças sobre os Estados Unidos em retaliação às tarifas do aço criadas por Trump. Donald Trump se reuniu com grupo de motociclistas no sábado (11) Carlos Barria/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apoiou neste domingo (12) um boicote contra a fabricante norte-americana de motocicletas Harley-Davidson, no mais recente episódio da disputa entre a companhia e Trump sobre as tarifas do aço. A fabricante de motocicletas de Wisconsin anunciou um plano no início deste ano para transferir a produção de motocicletas para o mercado da União Europeia dos Estados Unidos para o exterior, com o objetivo de evitar as tarifas impostas pelo bloco comercial em retaliação às tarifas de Trump sobre as importações de aço e alumínio. Em resposta, Trump criticou a Harley-Davidson, pedindo impostos mais altos e ameaçando atrair produtores estrangeiros para os Estados Unidos para aumentar a concorrência. "Muitos proprietários do Harley-Davidson planejam boicotar a empresa se a produção mudar para o exterior. Ótimo! A maioria das outras empresas está vindo em nossa direção, incluindo concorrentes da Harley. Uma medida realmente ruim! Os EUA terão em breve condições de igualdade", disse Trump em um post no Twitter. Initial plugin text Harley não comenta A Harley-Davidson se recusou várias vezes a comentar as observações de Trump ao longo da disputa. A empresa não pôde ser imediatamente contactada para comentar o assunto neste domingo. A Harley prevê que as tarifas da UE custariam à empresa entre US$ 30 milhões e US$ 45 milhões para o restante de 2018 e entre 90 milhões e 100 milhões de dólares para o ano inteiro. Trump se encontrou no sábado com um grupo de motociclistas que o apoiam, posando para fotos com cerca de 180 motociclistas em seu resort de golfe em Bedminster, Nova Jersey, onde ele está de férias. O presidente americano, Donald Trump, se reuniu com executivos da Harley-Davidson, no ano passado REUTERS/Carlos Barria
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11/08 - 'Carro solar', top 10 motos esperadas, câmbio CVT e mais destaques da semana
Possível saída da Tesla da bolsa e avaliação do Gol automático também foram destaques. Confira os destaques da semana em carros e motos: Energia solar Por que não aproveitar a energia do próprio sol para carros elétricos? Essa é a ideia da Sono Motors, uma startup alemã, que criou o modelo Sion. Painéis solares na superfície do Sion, da Sono Motors, são responsáveis por captar a energia Andreas Gebert/Reuters Top 10 esperadas Até o final do ano, muitos lançamentos de motocicletas devem agitar o mercado brasileiro, que está aquecido em 2018. O G1 preparou o top 10 dos modelos aguardados, que conta com Kawasaki Ninja 400 e Dafra Apache 200 RTR. Motos esperadas para o 2º semestre de 2018 no Brasil Rafael Miotto/Marcelo Brandt/Fabio Tito/G1/Divulgação Câmbio CVT O câmbio do tipo automático CVT é um dos mais utilizados da atualidade, mas quais são suas peculiaridades? O mecânico Denis Marum explica seu funcionamento. Denis Marum explica o que é o CVT Marcelo Brandt/G1 10 milhões de Mustang Símbolo cult, o Mustang foi criado em 1964 e acaba de chegar a 10 milhões de unidades produzidas. Mustang completou 10 milhões de unidades produzidas. Empresa fez comemoração em Michigan, nos EUA Ford/Divulgação Deu a louca no Musk? O presidente da Tesla, Elon Musk, fez uma postagem em seu Twitter sobre a possibilidade de a Tesla deixar de ter ações na bolsa. Isso foi o gatilho para que as ações da empresa disparassem, mas será que ele está falando sério? Elon Musk, fundador da Tesla Joe Skipper/Reuters SUV de “baixo custo” da Ford Na China, a Ford revelou o novo Territory, um SUV definido pela marca como um “modelo acessível”. Ford Territory Ford/Divulgação Gol automático Pela 1ª vez em quase 40 anos, o Volkswagen Gol recebeu transmissão automática. Mas como será que ele se sai? Volkswagen Gol 2019 Marcelo Brandt/G1 Recall Africa Twin Um defeito no cavalete central levou a Honda a fazer o recall de 1.161 unidades da Africa Twin no Brasil. Honda Africa Twin Travel Edition Honda/Divulgação Curtas Produção de veículos sobe 9,3% em julho Nissan planeja ofensiva 'verde' com Leaf e produção de híbridos no Brasil Produção de motos sobe 34,7% em julho Fiat Strada chega à linha 2019; veja os preços BMW pede desculpas por carros que pegam fogo na Coreia do Sul
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10/08 - Com preços mais altos, venda de combustíveis cai 6% no primeiro semestre, diz IBGE
Mesmo com queda no volume de vendas, a receita nominal com a venda desses produtos subiu 9,6% no mesmo período. Venda de combustíveis cai 6% no primeiro semestre em relação a 2017 A venda de combustíveis no Brasil caiu 6% no primeiro semestre de 2018, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). No entanto, a receita nominal com a venda desses produtos subiu 9,6% no mesmo período – acima da inflação no mesmo intervalo, de 2,6% no acumulado do ano. Preços dos combustíveis no primeiro semestre de 2018 Rodrigo Cunha/G1 Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC). “A venda de combustíveis já vinha num ritmo de queda, porque é uma atividade que vem numa trajetória crescente de aumento de preços”, disse a gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE, Isabella Nunes. Em julho, o IBGE divulgou que o preço dos combustíveis subiu 10,46% nos primeiros seis meses do ano. Dados coletados semanalmente pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP) indicam que esse avanço foi puxado pelo valor da gasolina, que subiu bem mais que o do diesel, enquanto o do etanol caiu. Segundo os dados da ANP, o preço médio da gasolina para o consumidor final subiu 10%, enquanto o do diesel avançou 1,9%. Já o preço do etanol caiu 1% no primeiro semestre. Preço médio da gasolina nas bombas sobe quase 10% no 1º semestre Preços dos combustíveis nesta semana Posto de combustíveis em Manaus Adneison Severiano/G1 AM Nesta semana, segundo a ANP, houve queda do valor médio da gasolina e do etanol nas bombas, enquanto o diesel voltou a subir. O preço médio da gasolina terminou a semana vendido a R$ 4,46, uma queda de 0,26% em relação aos sete dias anteriores. Foi a terceira semana seguida de queda. O valor representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região. Na mesma semana, a Petrobras baixou o valor da gasolina nas refinarias em R$ 0,05, ou cerca de 2,3%. A medida faz parte da política de preços da empresa, que faz reajustes quase diários com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. O repasse ou não dos reajustes para o consumidor final depende dos postos. Já o diesel subiu 0,18%, para R$ 3,377 por litro, também considerando a média. Foi o primeiro avanço após três semanas consecutivas de queda. O preço das refinarias segue congelado pela Petrobras desde o acordo feito para encerrar a greve dos caminhoneiros. Porém, um estudo feito pelo Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) obtido pelo Jornal Nacional aponta que o preço do diesel nas refinarias estaria mais barato se a política de preços da Petrobras tivesse sido mantida. Venda de combustíveis cai 6% no primeiro semestre em relação a 2017 O preço nas refinarias está congelado em R$ 2,0316. Segundo o estudo, se tivessem permanecido livres como estavam antes da greve, o valor teria iniciado o mês de agosto no patamar de R$ 1,99. Uma das razões apontadas para a possível queda é a onda de calor no hemisfério norte, que faz com que o consumo de diesel para aquecer as casas diminua, puxando para baixo os preços na Europa e nos Estados Unidos. O preço do diesel esteve no centro das discussões durante a paralisação, que incluiu na pauta de protestos o avanço do valor do combustível nas bombas. Com isso, o governo fez um acordo com a categoria que incluiu o congelamento do preço do diesel nas refinarias e uma redução de impostos sobre o produto. Juntas, as duas medidas resultariam em um desconto final de R$ 0,46. O acordo foi feito da seguinte maneira: bancar com dinheiro público a manutenção do desconto de 10% no preço do diesel, que havia sido anunciado pela Petrobras por 15 dias nas refinarias, diminuindo em R$ 0,30 o valor do litro; cortar tributos federais (Cide e PIS-Cofins) sobre o diesel, resultando na baixa de outros R$ 0,16 por litro. Desde então, porém, o desconto nas bombas chegou a R$ 0,21, considerando a média calculada pela ANP - ou seja, abaixo dos R$ 0,46. A ANP também informou nesta sexta que o preço do etanol terminou a semana em R$ 2,688 por litro, em média, o que representa um recuo de 1%. Foi a nona semana seguida de queda. Já o valor do botijão de gás de cozinha ficou quase estável na semana, na média de R$ 68,44. Comércio cresce no semestre Mesmo com o recuo das vendas dos combustíveis, a PMC mostrou que as vendas do comércio, no geral, subiram 2,9% nos primeiros seis meses de 2018. O avanço, no entanto, ficou abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, quando as vendas subiram 4,2%. Mas, apesar da desaceleração em relação ao mesmo período de 2017, a PMC apontou o segundo crescimento semestral seguido - uma recuperação depois de o setor registrar cinco quedas semestrais seguidas.
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10/08 - Volkswagen T-Cross tem nova imagem da traseira revelada
Modelo será apresentado até o final do ano e chegará ao mercado no primeiro semestre de 2019. Com mesma plataforma do Polo, SUV será produzido na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná. Versão europeia do Volkswagen T-Cross Volkswagen/Divulgação A Volkswagen continua dando detalhes de seu futuro SUV, o T-Cross, que será produzido no Brasil. De acordo com a montadora, o modelo terá seu lançamento mundial no final de 2017 e chegará às lojas no primeiro semestre de 2019. Veja o que se sabe sobre o T-Cross até agora Depois de revelar as primeiras imagens por completo do SUV, que tem a mesma plataforma de Polo e Virtus, agora a Volks mostrou um desenho da traseira e deu detalhes de como será o porta-malas do modelo. O T-Cross europeu poderá levar até 455 litros de bagagens e o volume pode ser expandido para 1.281 litros com os assentos traseiros rebatidos. Apesar de o comprimennto do T-Cross no Brasil ser maior, com 8 cm a mais, o porta-malas será menor, com 390 litros na versão feita no Brasil. SUV Volkswagen T-Cross terá bancos rebatíveis Volkswagen/Divulgação Volkswagen T-Cross europeu Volkswagen/Divulgação No Brasil O SUV compacto está prometido para o 2º semestre de 2018, e a produção será na fábrica da marca em São José dos Pinhais (PR), de onde saem atualmente Golf e Fox, além de A3 Sedan e Q3 da Audi. O T-Cross deve ser um dos principais destaques do Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece em novembro. A distância entre-eixos será a mesma do sedã (2,65 m), e o comprimento total chegará a 4,19 m - 8 cm a mais que a versão europeia mostrada nas imagens. T-Cross entrará na briga dos SUV compactos Divulgação Motores A Volkswagen oferecerá apenas motores turbo para o T-Cross no Brasil. Serão duas opções flex já conhecidas dos brasileiros: 1.0 TSI de até 128 cv, que aparece no Polo e no Virtus, ou então 1.4 TSI de até 150 cv, que equipa o Golf. T-Cross será produzido no Brasil Divulgação
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10/08 - Motos 2018: veja 10 lançamentos esperados até o fim do ano
Kawasaki Ninja 400 e Dafra Apache 200 RTR são alguns dos modelos mais aguardados. Na alta cilindrada, BMW aposta nas F 750 GS e F 850 GS. Motos esperadas para o 2º semestre de 2018 no Brasil Rafael Miotto/Marcelo Brandt/Fabio Tito/G1/Divulgação Depois do Salão Duas Rodas 2017, muitos lançamentos de motos estavam programados para 2018. Parte deles já chegou às lojas no 1º semestre, mas novidades aguardadas, como Kawasaki Ninja 400 e Dafra Apache 200 RTR, ainda estão por vir e chegam até o final do ano. Carros 2018: veja 60 lançamentos esperados até o fim do ano Os segmentos que vão receber novas motocicletas são variados. Temos opções desde aventureiras, como a Royal Enfield Himalayan e as BMW F 750 GS e F 850 GS, até uma estradeira de alto luxo, no caso, a Honda Gold Wing. Veja lista de motos aguardadas: BMW F 750 GS A BMW já confirmou que vai atualizar a linha GS de média/alta cilindrada no Brasil. Seguindo a sua atualização natural, a F 700 GS deve ser substituída pela F 750 GS, que foi apresentada no último Salão de Milão. Além de novo visual, a moto teve evolução no motor. BMW F 750 GS e F 850 GS BMW/Divulgação F 850 GS Assim como a sua irmão F 750 GS, a F 850 GS será a substituta natural da F 800 GS, mas ainda não há uma data definida pela montadora. Assim como a F 750 GS, a F 850 chega no último trimestre do ano e será montada em Manaus. Dafra Apache 200 RTR Um dos principais destaques do Salão Duas Rodas 2017, a Apache 200 RTR será lançada no Brasil ainda no segundo semestre de 2018. Feita na Índia, a moto substituirá a atual Apache 150. A Dafra planeja novidades importantes para sua linha de motos urbanas em 2018. A principal delas será a Apache 200 RTR, modelo que substituirá a atual Apache 150. Dafra Apache 200 RTR no Salão Duas Rodas 2017 Marcelo Brandt/G1 Ducati Supersport Para tornar sua linha de esportivas mais acessível, a Ducati criou a Supersport. O nome foi resgatado do passado e o motor de 2 cilindros vem da linha Hypermotard: são 937 cc e 113 cavalos de potência. As primeiras unidades chegam às concessionárias em agosto. Ducati Supersport S Ducati/Divulgação Honda CB 1000 R Ainda não há confirmação da Honda, mas a CB 1000 R pode ser uma opção para o mercado brasileiro. Desde que a antiga CB 1000 R deixou de ser vendida por aqui, a montadora esta sem atuar no segmento de alta cilindrada. Recentemente, o modelo teve a patente registrada no país. Honda CB 1000 R Divulgação/Eicma Gold Wing Passando por sua maior mudança desde 2001, a nova geração da Honda Gold Wing está bem mais moderna e começa a ser vendida no Brasil neste 2º semestre. O modelo conta com modos de pilotagem, acelerador eletrônico, controle de tração, assistente de subidas, sistema start e stop e airbag. Honda Gold Wing no Salão Duas Rodas 2017 Marcelo Brandt/G1 Kawasaki Ninja 400 A Kawasaki Ninja 400 chega ao Brasil em 2018 para substituir a Ninja 300. O modelo ficou mais potente, com 45 cavalos, e ganhou novo visual. Kawasaki Ninja 400 no Salão Duas Rodas Marcelo Brandt/G1 Z900 RS Utilizando como a naked Z900, a Kawasaki criou um modelo com visual retrô, mas com cara clássica. O motor também mudou para favorecer o torque em baixos giros. Custando R$ 48.990, a moto chegou às lojas em julho. Kawasaki Z900 RS Rafael Miotto/G1 Royal Enfield Himalayan Depois de começar sua operação no Brasil em 2017, a Royal Enfield deve expandir sua linha no país. Depois das clássicas Bullet e Classic, o próximo passo será ampliar sua atuação para o segmento trail com a Himalayan. A expectativa é que a moto chegue no 2º semestre. Royal Enfield Himalayan Rafael Miotto / G1 Continental GT 650 Ainda não há nada confirmado oficialmente, mas a Royal Enfield pode trazer suas novas motos com motores de 2 cilindros ao Brasil. Uma delas é a Continental GT 650, modelo inspirado nas café-racers e versão mais “bombada” da Continental GT 500. Interceptor 650 Além da GT 650, a Royal também pode apostar da Interceptor 650, que traz o mesmo motor de sua “irmã”, porém, com linhas ainda mais clássicas. Royal Enfield Interceptor e Continental Royal Enfield/Divulgação
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09/08 - Produção de motos sobe 34,7% em julho, diz Abraciclo
Com 96.277 unidades feitas, alta é na comparação com mesmo mês de 2017. Em relação a junho, produção cresceu 92,1%. Linha de montagfem de motos em Manaus Ive Rylo/G1 A produção de motos no Brasil subiu 34,7% em julho, com 96.277 motos feitas, informou a associação das fabricantes, a Abraciclo. O desempenho foi em comparação ao mesmo período do ano passado, que teve 71.482 unidades produzidas. Em relação ao mês de junho, quando 50.118 motos foram montadas no país, o crescimento foi de 92,1%. Já no acumulado dos sete meses, saíram das linhas de produção 590.961 motos, alta de 19,3% sobre o mesmo período do ano passado (495.232 unidades). De acordo com a entidade, fatores como a ampliação da oferta de crédito e maior participação do consórcio estão sendo fundamentais para bons resultados. O desempenho baixo em junho ocorreu devido aos reflexos da greve dos caminhoneiros, no final de maio. Exportações em baixa Em julho foram exportadas 5.229 motocicletas fabricadas no Brasil, o que representa queda de 37,6% sobre o mesmo mês do ano passado, que alcançou 8.380 motos. Na comparação com junho, com 4.404 unidades, houve alta de 18,7%. Com relação ao desempenho no acumulado dos sete meses, foram exportadas 46.259 motocicletas, aumento de 13,4% sobre as 40.797 unidades registradas no mesmo período do ano passado. Os principais destinos neste período foram, pela ordem, a Argentina, Estados Unidos e Colômbia.
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09/08 - Suzuki, Yamaha e Mazda admitem irregularidades em testes de emissões no Japão
Montadoras não infringiram nenhuma lei, mas resultados sobre consumo de combustível e emissões de poluentes foram obtidos em condições inválidas. No centro, o presidente da Suzuki, Toshihiro Suzuki, participa de coletiva de imprensa nesta quinta-feira (9), em Tóquio, no Japão Akiko Matsushita/AP As montadoras Mazda, Suzuki e Yamaha fizeram testes irregulares de veículos para consumo de combustível e emissões poluentes, disse o governo japonês nesta quinta-feira (9), revelando novos casos de falhas de conformidade por parte dos fabricantes. Os resultados vieram à tona depois que o governo ordenou às montadoras que checassem suas operações após revelações de testes inadequados na Subaru e na Nissan no ano passado. A conduta das montadoras em todo o mundo vem sendo intensamente investigada depois que a alemã Volkswagen admitiu, em 2015, a instalação de software secreto em centenas de milhares de carros a diesel nos Estados Unidos para enganar os testes de emissões e que 11 milhões de veículos poderiam ter dispositivo similar instalado em todo o mundo. Nos casos japoneses, as montadoras não infringiram nenhuma lei nem provocaram recalls massivos. Mas uma lista crescente de irregularidades manchou a imagem da indústria do país. Suzuki, Mazda e Yamaha liberaram avaliações de veículos para emissões ou eficiência de combustível até mesmo em casos onde eles foram testados em condições inválidas, o ministério japonês declarou disse em uma declaração. Erros relacionados a pequenas alterações na velocidade dos veículos durante o teste devem ter invalidado os resultados. As montadoras examinaram os testes que realizaram em diferentes períodos de tempo e, no caso da Suzuki, elas se estenderam até 2012. Kiyotaka Shobuda, diretor executivo da Mazda, explica testes realizados em veículos da montadora nesta quinta-feira (9), em Tóquio, no Japão Kim Kyung-Hoon/Reuters Nenhuma das montadoras encontrou problemas significativos com as emissões reais e o desempenho da economia de combustível dos veículos, que foram destinados à venda no Japão, e não planejam nenhum recall. A Suzuki, quarta maior montadora do Japão, disse que, de 12.819 veículos de amostra testados para economia de combustível e emissões desde junho de 2012, cerca de 50% deles foram inspecionados indevidamente. "Peço desculpas e vou liderar os esforços para evitar a recorrência", disse o presidente-executivo da Suzuki, Toshihiro Suzuki, em entrevista coletiva. A Mazda disse que houve irregularidades em 4% das inspeções similares em seus carros, ou pouco mais de 70 veículos. No caso da Yamaha, irregularidades foram encontradas em 2% das inspeções, ou apenas um punhado de veículos. Tanto a Mazda quanto a Yamaha se desculparam.
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09/08 - Símbolo cult, Mustang chega aos 10 milhões de exemplares vendidos
Ford fez festa e desfile em Michigan. O primeiro Mustang foi apresentado na primavera boreal de 1964, em Nova York. Mustang vendeu 10 milhões de unidades e a Ford fez festa e desfile em Michigan Jeff Kowalsky / AFP O Mustang, carro cult e símbolo da cultura americana, chegou aos 10 milhões de exemplares vendidos nesta quarta-feira (8), o que motivou uma grande festa na sede da Ford, em Michigan. VÍDEO: G1 avalia a nova geração do Mustang As comemorações ocorrem em um momento-chave para a Ford, quando as vendas do Mustang caem nos Estados Unidos, mas crescem no exterior, em mercados como China e Alemanha. Para comemorar este marco na história do carro que tem o nome dos cavalos selvagens do oeste dos EUA, a Ford recorreu à nostalgia. Bob Herrlis, que na época era um adolescente e hoje se tornou um estudioso da história do automóvel, lembra do lançamento do Mustang: "as pessoas ficaram entusiasmadas com este carro (...) que representava a liberdade". O primeiro Mustang foi apresentado na primavera de 1964, em Nova York. Em janeiro passado, a Ford exibiu uma edição limitada de seu modelo Bullitt Mustang, cujo nome é inspirado no famoso filme de 1968 no qual Steve McQueen percorria as ruas de San Francisco dirigindo um Mustang. "O Mustang é o cupê esportivo mais vendido na Alemanha e nos Estados Unidos", recordou nesta quarta o diretor da Ford, Jim Hackett. Mustang completou 10 milhões de unidades produzidas. Empresa fez comemoração em Michigan, nos EUA Ford/Divulgação História de amor "Não posso pensar em outro automóvel nacional que não seja o Mustang para contar a história de amor dos americanos com os carros", disse John Heimann, historiador do automóvel da Universidade de Dayton, em Ohio. Na festa desta quarta, a Ford exibiu o primeiro Mustang vendido no planeta, que permanece com seu comprador original. Proprietários de Mustang participaram de um percurso de 30 km entre a sede do grupo, em Dearborn, subúrbio de Detroit, e a fábrica de Flat Rock, onde os novos carros esportivos são montados. "Fazem parte da minha vida há muito tempo", disse Mike Magri, proprietário de cinco Mustangs, enquanto esperava para participar do desfile. Os Mustang serão em breve os únicos sedãs da Ford produzidos nos EUA, além de um modelo do Focus. Todos os demais veículos são picapes, 4x4 e SUVs. A Ford vendeu apenas 81.000 Mustang em 2017 nos EUA (0,5% do mercado), segundo a Autodata, mas o esportivo seduz cada vez mais o público estrangeiro. Desde que começou a ser exportado, em 2015, o Mustang é o carro esportivo mais vendido no mundo. Primeiro Mustang foi apresentado em 1964 Ford/Divulgação Atual geração do Ford Mustang, que é vendida no Brasil Marcelo Brandt/G1
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08/08 - Como funciona o câmbio CVT
Denis Marum explica como a tecnologia resolveu problemas como o solavanco na troca de marchas e como essa transmissão ajuda a economizar combustível. Denis Marum: como funciona o câmbio CVT Muita gente se sente desconfortável quando o assunto é transmissão. São vários modelos de câmbios com princípios de funcionamento diferentes. Temos: transmissões mecânicas automatizadas de primeira geração (uma embreagem) automatizadas de segunda geração (duas embreagens) transmissões automáticas transmissões CVT, de primeira e segunda geração. A competição acirrada está entre o câmbio automático, o automatizado de dupla embreagem e o câmbio CVT. Considerado pelos seus usuários como um grande parceiro na economia de combustível, o CVT começou a ser desenvolvido há mais de 50 anos e, mesmo com bons resultados, ele vem sendo aprimorado ano após ano. O princípio de funcionamento é simples: vamos lembrar da sua bicicleta? Ela possui várias coroas atreladas aos pedais e várias catracas unidas ao eixo da roda traseira (veja na foto abaixo). Bicicleta possui várias coroas atreladas aos pedais e várias catracas unidas ao eixo da roda traseira Denis Marum/G1 Toda vez que você troca de marcha, a corrente muda (pula) de catraca, alterando o desempenho da bicicleta. Mas essa mudança de marcha também produz, quase que instantaneamente, ruído e uma sensação de vazio na força da perna que você aplica nos pedais. Assim como na bicicleta, em todos os câmbios dos carros cujas transmissões possuem engrenagens ocorre uma perda de potência e torque no momento das trocas de marcha. Com o objetivo de tirar esse solavanco na troca de marchas, o câmbio CVT eliminou as engrenagens principais da transmissão. É como se, na bicicleta, eliminássemos aquele “cone” formado pelas catracas e colocássemos um cone liso e maciço. E se, no lugar da corrente (própria para rodas dentadas), colocássemos uma cinta capaz de deslizar pelos diversos diâmetros do cone, gerando infinitas marchas sem ter que dar os saltos indesejados de uma marcha para outra. Com isso a velocidade do carro pode aumentar sem que necessariamente a rotação do motor aumente. Sem perdas de potência ou de torque, essa eficiência se traduz em economia de combustível. O câmbio CVT é mais uma das grandes obras da engenharia automobilística: fazer a cinta deslizar pelas polias cônicas exigiu um projeto composto de uma série de mecanismos, circuitos hidráulicos e comandos eletrônicos, para gerenciar seu funcionamento. Prós e contras A parte boa - economia de combustível, baixo ruído, baixa vibração, pouca manutenção e boa aceitação no mercado. A parte ruim - manutenção cara, exigência de óleo original específico de cada montadora (não duvide), alto custo para troca do óleo e filtros. E, se a correia principal quebrar, comece a rezar: possivelmente terá que colocar um câmbio novo. Infelizmente, algumas montadoras tratam da troca de óleo de transmissões em seus manuais de forma muito simplista. Saiba que a principal causa de danos aos câmbios CVT e automáticos é a falta de troca do óleo. Para quem gosta do câmbio CVT e tiver curiosidade, sugiro pesquisar mais sobre o desenvolvimento deste tipo de transmissão e a responsabilidade que o óleo assume nesses projetos. Até a próxima! Denis Marum escreve no G1 sobre cuidados com o carro G1 Guia Prático do G1: quais as vantagens e desvantagens Guia Prático #51: câmbio CVT é mais econômico? Entenda como funciona Guia Prático do G1: como funciona o câmbio automático Guia Prático: saiba como funciona um câmbio automático
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08/08 - Conselho da Tesla diz que Musk iniciou conversas sobre tirar empresa da bolsa na semana passada
Diretoria diz que está 'avaliando próximos passos'. Analistas estão céticos sobre a capacidade de Musk de reunir apoio financeiro suficiente para concluir o negócio. Imagem do Tesla Roadster no espaço SpaceX via AP O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, iniciou conversas com a diretoria da empresa na semana passada sobre possível saída fabricante de carros elétricos da bolsa de Nova York, disseram alguns membros do conselho nesta quarta-feira (8). "Isso incluiu a discussão sobre como sair da bolsa poderia servir melhor aos interesses de longo prazo da Tesla e também abordou o financiamento para que isso ocorra", disseram os membros do conselho. Na última terça-feira (7), Musk tuitou que estava considerando fechar o capital da empresa a um valor de US$ 420 por ação. A postagem do empresário fez as ações da empresa dispararem na bolsa, com alta de 10,9% no encerramento de terça. Reuniões sobre o tema Os membros do conselho disseram que se encontraram várias vezes na semana passada com Musk e estavam avaliando os próximos passos. A declaração veio de seis membros do conselho, incluindo James Murdoch, diretor executivo da Twenty First Century Fox e Brad Buss, que atuou como diretor financeiro da SolarCity até 2016. Outros membros do conselho mencionados no comunicado incluem Robyn Denholm, Ira Ehrenpreis, Antonio Gracias e Linda Johnson Rice. Tesla tem nove membros do conselho, que também inclui Musk, seu irmão Kimbal Musk e Steve Jurvetson. Vários analistas de Wall Street estavam céticos sobre a capacidade de Musk de reunir apoio financeiro suficiente para concluir o negócio. Mas alguns disseram que um acordo pode se materializar se Musk conseguir alinhar o financiamento certo. As ações da Tesla caíram 3% no início do pregão após fecharem com alta de 10,9%, a US$ 379,57, na terça-feira. Elon Musk, presidente da Tesla Reuters
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08/08 - Ford revela novo SUV de 'baixo custo' feito na China
Modelo chega às lojas chinesas em 2019 e foi desenvolvido em parceria com a Jianling. Ford Territory Ford/Divulgação A Ford revelou nesta quarta-feira (8), na China, o SUV Territory, desenvolvido para ser um produto de baixo custo. O modelo foi desenvolvido em parceria com a Jianling Motors Corporation (JMC) e chegará às lojas do país em 2019. De acordo com a montadora, o carro terá um "preço atrativo", que ainda não foi definido. Também não há informações se o Territory será vendido em outros mercados. Apesar de ser um produto acessível, o SUV terá uma ampla gama de motorizações. Além de motor a gasolina, opções híbridas estarão disponíveis, sendo uma "híbrida leve" e outra plug-in - que possibilita o recarregamento em tomadas. Com luzes de LED em seu exterior, o Territory está equipado também com sistemas de assistência de condução, com assistente pré-colisão e piloto automático adaptativo. A produção será feita na fábrica da Jianling em Xiao Lan, onde as montadoras possuem uma joint-venture. 50 novidades para a China Além do Territory, a Ford anunciou um plano de lançar 50 carros novos ou renovados no país até 2025.
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07/08 - Elon Musk diz que Tesla pode deixar de ter ações na bolsa e valor da empresa aumenta
Ações da montadora sobem 11% após presidente revelar ideia no Twitter. Musk confirmou a intenção em e-mail a funcionários, dizendo que depende da aprovação dos acionistas. Elon Musk, fundador da Tesla Joe Skipper/Reuters O presidente da Tesla, Elon Musk, revelou na tarde desta terça-feira (7), no Twitter, que está cogitando tirar as ações da empresa da bolsa. Após a postagem, as ações da fabricante de carros elétricos tiveram a negociação suspensa temporariamente na bolsa de Nova York. Depois da retomada, elas dispararam, fechando com alta de 10,9%, a US$ 379,57, levando o principal índice da bolsa a quase bater um recorde histórico. Com a alta desta terça, a Tesla passou a ter um valor de mercado de US$ 62,65 bilhões. Initial plugin text agitar o mercado, Musk fez outros posts, dizendo que a permanência dos atuais investidores estava garantida e que só não podia dar a saída da bolsa como certa porque depende da aprovação dos acionistas. "Estou pensando em fechar o capital da Tesla a US$ 420 (preço por ação). Financiamento garantido", disse Musk, no começo da tarde, sem detalhar o plano. Após agitar o mercado, o empresário fez outros posts, dizendo que a permanência dos atuais investidores estava garantida e que só não podia dar a saída da bolsa como certa porque depende da aprovação dos acionistas. O sul-africano tem cerca de 20% das ações da montadora. Mais cedo, houve rumores de que um fundo árabe havia comprado de 3% a 5% da Tesla. A empresa não confirmou. A Tesla entrou para a bolsa em 2010 e chegou a ser a montadora de maior valor em algumas ocasiões em 2017, superando General Motors e Ford. Bolsa é 'distração' Após a série de tuítes, Musk enviou um e-mail aos funcionários da montadora, explicando que o motivo para cogitar fechar o capital era melhorar a operação da fábrica, que tem sido influenciada pela instabildade do mercado de ações. "Como empresa na bolsa, estamos sujeitos às mudanças selvagens no preço das nossas ações, que podem ser uma distração importante para todos os trabalhadores da Tesla, que são todos acionistas", afirmou Musk. O empresário também citou que continuar na bolsa significa ter a pressão de entregar resultados positivos no 3º trimestre, tendo que tomar decisões que podem ser corretas para aquele período de tempo, mas ruins no longo prazo. Musk disse ainda que a Tesla poderia voltar a abrir capital futuramente, quando "entrar em uma fase de crescimento mais lento e previsível". Sob pressão Desde o ano passado, o presidente da montadora tem sido pressionado a acelerar a produção de seu novo e mais "popular" carro elétrico, o Model 3, para alcançar resultados prometidos aos acionistas. Pátio da fábrica da Tesla em Richmond, na Califórnia Stephen Lam/Reuters No meio do caminho, além de problemas na linha, Musk chegou até a denunciar uma suposta sabotagem de um funcionário. No começo do mês passado, com algumas horas de atraso, a Tesla cumpriu sua promessa de elevar a produção do Model 3 para 5 mil unidades até o fim de junho. A empresa tem encomendas para 420 mil unidades do modelo, lançado há 1 ano, e até agora entregou 28 mil. "Os últimos 12 meses foram os mais difíceis da história da Tesla", afirmou a empresa, na época, em nota. Inicialmente, a imprensa especializada chegou a dizer que não sabia se Musk estava falando sério sobre a intenção de deixar a bolsa por causa de seu histórico de postagens polêmicas. Além da Tesla, ele está à frente da Space X, especializada em transporte espacial e que recentemente enviou um carro ao espaço. Na carta aos funcionários, Musk disse que não pensa em uma fusão entre as duas empresas. Ele afirmou, no entanto, que a SpaceX opera muito melhor do que a Tesla por não ter ações negociadas na bolsa. 10 motivos pelos quais se fala tanto da Tesla Quem é Elon Musk, o multimilionário fundador da Tesla que enviou seu carro ao espaço
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07/08 - Fiat Strada chega à linha 2019; veja os preços
Inédita opção Freedom 1.4 de cabine dupla custa R$ 71.990. Adventure de cabine estendida sai de linha e preço sobe em todas as versões. Fiat Strada ganha versão Freedom Divulgação A Fiat anunciou nesta terça-feira (7) a chegada da linha 2019 da Strada às concessionários. Como novidade, a picape passa a ter a inédita versão Freedom 1.4 cabine dupla. Veja os preços: Fiat Strada Working 1.4 Cabine Simples – R$ 49.790 (antes, custava R$ 49.290) Fiat Strada Hard Working 1.4 Cabine Simples – R$ 56.490 (antes, custava R$ 55.890) Fiat Strada Hard Working 1.4 Cabine Estendida – R$ 64.990 (antes, custava R$ 64.190) Fiat Strada Hard Working 1.4 Cabine Dupla – R$ 67.990 (antes, custava R$ 67.190) Fiat Strada Freedom 1.4 Cabine Dupla – R$ 71.990 (versão nova) Fiat Strada Adventure 1.8 Cabine Dupla – R$ 79.490 (antes, custava R$ 78.690) Outros itens apontados pela montadora como novidade são os pneus Scorpion ATR (All Terrain) de série para as versões Adventure. Já as Working e Hard Working, em todos os tipos de cabine, agora oferecem pré-disposição para rádio (antena e 2 alto-falantes) de série. Da linha 2018, a Strada perdeu a opção Adventure 1.8 de cabine estendida. Freedom 1.4 A nova versão possui a terceira porta e pode ser equipada com central multimídia com tela de 6,2”, DVD, GPS e câmera de ré. Ela tem de série com rodas de liga leve 14”, faróis de neblina com detalhes cromados, para-choque com skid plate, capota marítima, maçanetas das portas e retrovisores na cor do veículo e sensor de estacionamento traseiro. Outros item da Freedom são vidros e trava elétricos, rádio B6 Connect, entrada USB para carregar dispositivos e ler dados, volante em couro com comando do rádio, iluminação do porta-luvas, retrovisores com ajuste elétrico, para-sóis com espelhos e novos bancos com tecido exclusivo da versão com bordado “Freedom” no encosto.
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07/08 - Carro elétrico movido a energia solar se recarrega enquanto anda
Desenvolvido pela alemã Sono Motors, modelo Sion tem 330 células solares conectadas ao teto, capô e laterais do veículo. Sono Motors testa carro elétrico movido a energia solar Andreas Gebert/Reuters Uma startup com sede em Munique, na Alemanha, aproveitou o forte sol da Baviera no verão europeu para testar o desenvolvimento final do sistema de recarga do seu carro Sion, um veículo solar totalmente elétrico que permite que você carregue as baterias enquanto dirige. A Alemanha provavelmente perderá sua meta de colocar 1 milhão de carros elétricos nas ruas até 2020, mas o governo disse em abril que está pronta para oferecer apoio a empresas que fabricam baterias para veículos elétricos. A Sono Motors, fundada em 2016, está desenvolvendo o Sion, um veículo totalmente elétrico que possui células solares integradas em sua carroceria. Pode ser carregado via energia solar, de tomadas de força convencionais ou outros carros elétricos. Sion, da Sono Motors, roda em Munique, na Alemanha Andreas Gebert/Reuters A produção começará no segundo semestre de 2019 em uma de suas fábricas alemãs e a empresa tem cerca de 5.000 pedidos. O plano é que o veículo seja vendido por 16.000 euros, cerca de US$ 18.540, no ano que vem. O Sion terá 330 células solares conectadas ao teto, ao capô e às laterais do veículo, e seu sistema de bateria oferecerá um alcance de cerca de 250 km antes de precisar ser recarregado. “Temos um aquecedor de assento, ar condicionado, um grande sistema de informações e entretenimento onde eu também posso conectar meu telefone interativamente, o que significa que eu realmente tenho um veículo completo que é muito simples, sem frescuras”, disse Laurin Hahn, co-fundador e presidente-executivo da startup. Sion, da Sono Motors, possui células solares em sua superfície Andreas Gebert/Reuters Sono Motors desenvolveu carro elétrico movido a energia solar que possui centra multimídia moderna Andreas Gebert/Reuters Painéis solares na superfície do Sion, da Sono Motors, são responsáveis por captar a energia Andreas Gebert/Reuters
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07/08 - Volkswagen Gol automático: primeiras impressões
Hatch ganha transmissão automática pela 1ª vez em quase 40 anos. Apesar do bom 'casamento' na parte mecânica, projeto com idade avançada joga contra. G1 andou no Volkswagen Gol automático Como diz o ditado: cachorro velho, novos truques. É isso que a Volkswagen espera do “novo” Gol. O hatch, que foi o carro mais vendido do Brasil por quase 30 anos, acaba de receber, pela primeira vez, um câmbio automático. Para apagar a má impressão da antiga transmissão automatizada I-Motion, a Volks escolheu uma caixa convencional, com conversor de torque e seis marchas, que já equipa os “primos” Polo, Virtus e Golf. Veja todos os preços das linhas Gol e Saveiro Polo e Virtus ganham motor 1.6 e câmbio automático Outros lançamentos que chegam até o fim do ano Volkswagen Gol 2019 Marcelo Brandt/G1 O Gol, no entanto, será o carro automático mais barato da marca. Oferecido em versão única, custa R$ 54.580, e traz o kit de itens básicos para um carro novo, composto por ar-condicionado, vidros e travas elétricas e direção hidráulica. Sim, o Gol é um dos poucos carros que oferecem assistência hidráulica, enquanto a maior parte dos modelos já conta com direção elétrica, mais leve. Ainda há outros aspectos em que o hatch se mostra ultrapassado. Completo por R$ 60 mil Volkswagen Gol 2019 Divulgação Alguns dos itens que deixam o Gol mais interessante são opcionais. A lista inclui sensor de estacionamento, volante com regulagem de altura, alarme, retrovisores na cor do veículo e com ajustes elétricos, vidros elétricos traseiros, rodas de liga leve de 15 polegadas e farol de neblina. O pacote com todos eles custa R$ 3 mil. Para ter a central multimídia são necessários outros R$ 2.100 para o melhor modelo. No fim das contas, o Gol mais completo sai por R$ 59.680, apenas R$ 3 mil a menos que o Polo com o mesmo conjunto mecânico. O Polo "básico" oferece menos equipamentos. No entanto, pesam a favor do novato um projeto bem mais moderno, com mais espaço e itens de segurança. Tabela de concorrentes do Volkswagen Gol Fotos: Marcelo Brandt/G1 e divulgação Como anda? Além do câmbio, o Gol também herdou o motor 1.6 de 16 válvulas do Polo. São 120 cavalos, em vez de 104 cv do 1.6 8V do Gol manual. Além dos 16 cv adicionais, o torque é 1,2 kgfm maior, de 16,8 kgfm. O G1 avaliou o Gol automático por uma semana. No primeiro contato, foi possível notar que o “casamento” entre motor e câmbio é harmonioso. Motor 1.6 de 120 cavalos é outra novidade no Gol Marcelo Brandt/G1 A caixa, fornecida pela japonesa Aisin, sabe aproveitar a força do motor em todas as faixas de rotação. Outro aliado é o baixo peso, de apenas 1.040 kg. O resultado da equação: carro leve mais motor eficiente é um hatch ágil e gostoso de dirigir. O Gol parece sempre pronto para entregar mais desempenho. Câmbio automático do Gol é fornecido pela japonesa Aisin Divulgação Uma ressalva é que, em algumas situações de uso urbano, o câmbio parece “ficar em dúvida” entre manter a segunda marcha, ou passar para a terceira. Fora isso, as mudanças são bastante suaves. Caso o motorista queira, ainda pode fazer, ele mesmo, as trocas, seja na alavanca, ou nas aletas atrás do volante. Ainda há um modo Sport, que faz as mudanças em rotações mais elevadas. Falando em esportividade, a suspensão rígida, marca registrada da Volkswagen, foi preservada no hatch. Velhos vícios Velhos vícios do Gol, como os limpadores convencionais e o ajuste do banco do motorista, que tem a base fixa Marcelo Brandt/G1 A atual geração do Gol completa 10 anos em 2018. Ainda que tenha acabado de ganhar cara nova, vinda da Saveiro, a idade já avançada deixa alguns vícios evidentes. O mais perceptível, como já dito, é a direção hidráulica, mais pesada do que aquelas com assistência elétrica, presente em praticamente todos os rivais. Mesmo comparando com o Hyundai HB20, a outra má exceção, as manobras são mais penosas no Gol. Outras características podem parecer insignificantes, mas, somadas, acabam deixando o Gol atrás da concorrência. É o caso das palhetas dos limpadores, que não são do tipo flat-blade (que "varrem" melhor a água), do ajuste de altura do banco, que só eleva a parte posterior do assento, e dos painéis de porta, com “cicatrizes” nos buracos da manivela do vidro e do pino da trava. Por fim, os porta-objetos são poucos e pequenos. Conclusão Volkswagen Gol 2019 Marcelo Brandt/G1 A chegada do câmbio automático ao Gol é tardia. Toda a concorrência já oferece esse tipo de câmbio, e o hatch, que foi pioneiro em algumas tecnologias, como a motorização flex, pode acabar perdendo espaço. Ainda assim, no fim das contas, ele é uma boa alternativa aos que não se importam com um projeto mais antigo, e têm a verba limitada. Onix, HB20, Ka e Etios custam mais, por exemplo. Mas essa situação não deve durar muito tempo, afinal uma nova geração está a caminho, e deve chegar em 2020. Até lá, a Volkswagen torce para que o Gol se mantenha firme entre os carros mais vendidos do país (hoje é o quinto colocado). Seu maior desafio, porém, será dentro da própria concessionária Volkswagen, com uma ameaça chamada Polo ao lado. Volkswagen Gol ganha câmbio automático Divulgação
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07/08 - Nissan planeja ofensiva 'verde' com Leaf e produção de híbridos no Brasil
Elétrico mais vendido no mundo será mostrado por aqui no Salão e vendido em 2019, mas aposta maior está na produção nacional de híbridos. Hatch Note também poderá chegar ao país. Nissan vai focar nos carros híbridos no Brasil Divulgação Enquanto prepara mais versões da Frontier, agora produzida na Argentina, e a nova geração do March para os próximos anos, a Nissan quer incluir o Brasil na onda dos veículos elétricos e híbridos, que consomem menos combustível e emitem menos poluentes. De acordo com José Luis Valls, presidente da Nissan para a América Latina, este passo só será realmente dado quando houver produção local de modelos híbridos em grande escala. Para ele, o Brasil deve ser o ponto de partida da eletrificação na região. Em entrevista ao G1, o executivo falou sobre esses planos, novos modelos, aumento da produção do Kicks em Resende (RJ) e também sobre o resultado ruim do March no último teste de colisão do Latin NCap. José Luis Valls, presidente da Nissan para América Latina Divulgação O ano começou muito bom para a indústria, mas agora já não vemos o mesmo otimismo. Qual o seu panorama e sua projeção para o setor como um todo e para a Nissan especificamente? O mercado brasileiro estava muito otimista no início do ano, com confiança do consumidor em alta, olhando para um mercado acima de 2,5 milhões (de unidades). A partir da greve (dos caminhoneiros) a confiança caiu um pouco, mas ainda pensamos que o Brasil está forte, quer uma mudança positiva, independente da eleição de outubro, que deve convergir para o centro e tentar fazer o que o país precisa. Estamos esperando que o mercado não varie muito de 2,5 milhões. É uma melhora com relação a 2017 (que teve 2,2 milhões). O Rota 2030 dará a estabilidade que o setor sempre pede? Foi bom ter o anúncio do Rota 2030 (novo regime para montadoras), que era uma continuidade tão esperada do Inovar Auto, com as regras do jogo. A legislação ainda não está pronta, mas mostra um direcionamento. Ainda precisamos de mais detalhes para decidir os investimentos a longo prazo. Estamos estabelecendo nossos investimentos futuros para ter o máximo de benefício do Rota 2030, ou seja, com um nível de emissões muito baixo. Vamos ser muito fortes em eletrificação, estamos trabalhando na possibilidade de trazer ao Brasil tecnologias híbridas de grande escala. "Precisamos de algo mais concreto para definir os investimentos com o Japão. O Rota 2030 hoje é só um rascunho." "O (elétrico) Leaf começará a ser vendido no Brasil no final do 1º trimestre, começo do segundo, do ano que vem. Mas o Leaf é um mercado pequeno, precisa de estações de recarga" Temos muito interesse de empresas que ligam pedindo, mas será um mercado pequeno. Nissan venderá carro elétrico Leaf no Brasil Luciana de Oliveira / G1 "Já o assunto híbrido não será tão pequeno. Vamos trabalhar nisso e acredito que o Brasil poderá ser um piloto, para que os países menores da região sigam depois." O híbrido que você diz já será a celula de combustível a etanol? Essa tecnologia ainda não está totalmente desenvolvida. O concreto é que estamos pensando em soluções híbridas que estão fazendo sucesso em outras partes no mundo, como no Japão. "É um motor elétrico, mas o que alimenta ele é um outro pequeno motor a combustão, que carrega uma bateria. Toda a tração das rodas é energia elétrica." Nissan testa tecnologia de célula de combustível a partir do etanol; van com esse recurso foi mostrada no Brasil em maio de 2017; na época, montadora dise que veículo poderia rodar até 600 km com 30 litros de álcool Divulgação O mais importante disso é que, além de ter emissões muito baixas e alta eficiência em economia de combustível, não precisa de infraestrutura de recarga. Com incentivos como o Rota 2030, nós empresários precisamos tomar decisões. Quando diz larga escala, quer dizer produção nacional... Precisamos de grande escala (para produzir no Brasil). Se alguém disser que vai produzir o Leaf, se não tiver grande escala, não dá. Já com a tecnologia híbrida e o Rota 2030, é possível pensar que você vai ter grande escala. O Brasil já é um mercado grande, o que ajuda muito. E depois posso expandir um pouco para os vizinhos, então essa escala é suficiente para o investimento local de novas tecnologias. Você acabou de voltar da Argentina, onde começou a produzir a Frontier. Com isso, vocês pretendem aumentar a oferta da picape no Brasil e trazer outros modelos do México, origem da Frontier até agora? As picapes que tem no Brasil hoje são da cota do México, por isso são poucas versões, volume pequeno. Agora vamos começar a receber todas as versões. Depois vamos trazer um pouco mais de Sentra e estamos analisando possibilidades. Não é um anúncio, mas na Argentina tem muito sucesso o (hatch) Note, que pode ser uma possibilidade para o Brasil. Também pensamos em outros produtos que ainda estão por vir. Na Argentina, a Nissan também anunciou uma flexibilização na fábrica em Resende (RJ). Quando essa ampliação deve ficar pronta e incluíra novos modelos? Precisamos incrementar a capacidade em Resende. Estou pressionando muito Marco Silva (presidente da Nissan no Brasil) para fazer mais Kicks. Hoje ele está contendo vendas do Kicks. "Não podemos mais aceitar pedidos de Kicks para PCD (para portadores de deficiência)." Já temos lista de espera até janeiro. O objetivo é ter mais capacidade até o final do ano, começo de 2019. O March passou por mais um teste do Latin NCAP e recebeu 1 estrela agora, com um protocolo mais exigente. Quais mudanças a Nissan pretende fazer no modelo? Estamos atentos aos últimos resultados do Latin NCap, que tem exigências que mudam mais rápido do que nós mudamos o carro. Mas acho que também devemos reagir a isso. Estamos trabalhando forte no sucessor do March. Perguntam-me sobre o Micra europeu (nome do March naquele mercado), ele não será competitivo por aqui. Então precisamos de um novo veículo com produção nacional, com novo desenho, atendendo a todas as exigências. "Agora não é uma situação que me deixa muito feliz (1 estrela), mas estamos acelerando o processo para o substituto do March." Nissan March em teste de colisão do Latin NCap Divulgação Não será no ano que vem, mas a médio prazo, porque estamos trabalhando concretamente já no modelo. Não é uma ideia. Será um veículo completamente novo, plataforma e motor. Já deve ter alguma coisa dele no Salão de São Paulo deste ano? No Salão não vamos falar disso (March). Vamos falar muito de eletrificação e novas tecnologias. Não somente falar, vamos mostrar coisas concretas como o Leaf, não somente uma ideia para o futuro. Vamos falar muito da picape (Frontier), agora com produção regional. É um negócio muito importante para nós, é o veículo mais importante da Nissan no mundo. Agora teremos todo tipo de versões, vamos cobrir 95% da gama de picapes. Na Argentina, a mesma fábrica da Frontier também produzirá a Renault Alaskan e a Mercedes-Benz Classe X. Como funciona essa parceria? É um projeto muito complexo. Uma fábrica da Renault, que nunca produziu picape. Vamos fazer a nossa, mas com a nossa arquitetura, plataforma. Faremos também uma picape para a Renault (Alaskan) e outra para a Daimler (dona da Mercedes, a Classe X). Elas têm seus componentes, suas mudanças no design, mas nós que vamos produzir para eles. Mercedes-Benz Classe X Divulgação Esse modelo será uma solução mais comum nos próximos anos para reduzir custos? Acho que sim. Não é somente uma solução, mas é o futuro para geração de escala, que nos permite ser mais competitivo em custos. E isso não será somente na produção especificamente, mas também com novas tecnologias. Agora somos a aliança número 1 no mundo em produção (Renault-Nissan-Mitsubishi), mas o que é mais importante nisso é escala para poder negociar. Haverá muitos investimentos em novas tecnologias, uma empresa pequena não terá dinheiro suficiente. Renault Alaskan Divulgação Ainda existe 'muita gente contra' carro elétrico, diz presidente da Nissan no Brasil
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06/08 - BMW faz recall do M5 por defeito no sensor do nível de combustível
Falha pode levar a uma pane seca e resultar em danos físicos aos ocupantes e terceiros. Nova geração do BMW M5 Divulgação A BMW anunciou nesta segunda-feira (6) o recall do modelo M5, fabricado entre 8 de março de 2018 e 21 de junho de 2018, por possibilidade de defeito no sensor do nível de combustível. De acordo com a montadora, pode ocorrer um mau funcionamento do sensor em virtude do posicionamento do tubo de combustível. Veja os chassis envolvidos de 52 unidades: G965626 G965629 G965748 G965751 G965754 G965757 G965760 G965764 G965765 G965776 G965779 G965849 G965864 G965868 G965953 G966045 G966103 G966118 G966131 G966179 G966182 G966184 G966186 G966208 G966210 G966297 G966331 G966386 G966391 G966395 G966396 G966449 G966470 G966476 G966525 G966529 G966552 G966585 G966705 G966870 G966872 G966898 G966925 G966967 G966977 G966989 G966991 G966995 G967052 G967094 G967112 G967113 Se a falha ocorrer, existe o risco de pane seca pela leitura incorreta da quantidade de combustível e, por consequência, a possibilidade de ocorrência de danos físicos e materiais aos ocupantes dos veículos e terceiros. O atendimento aos proprietários já começou e leva cerca de uma hora para o reparo. A empresa disponibiliza o telefone 0800 019 7097 e o site www.bmw.com.br/recall para mais informações.
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06/08 - Produção de veículos sobe 9,3% em julho, diz Anfavea
Alta é na comparação com o mesmo mês do ano passado; frente a junho, queda foi de 4,1%. Fábricas instaladas no Brasil produziram o total de 245.821 automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões. Produção de veículos no Brasil sobe 9,3% em julho, diz Anfavea Nacho Doce/Reuters A produção de veículos subiu 9,3% em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou a associação das montadoras, a Anfavea, nesta segunda-feira (6). Venda de veículos novos sobe 17% em julho As fábricas instaladas no Brasil produziram o total de 245.821 automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões no mês. Em julho de 2017, a produção foi de 224.840 unidades. No entanto, ao comparar o desempenho com junho, quando 256.305 veículos foram produzidos, o setor teve queda de 4,1%. Acumulado em alta de 13% De janeiro a julho, a indústria automotiva fabricou 1.680.327 unidades, chegando ao crescimento de 13% contra o mesmo período de 2017, que havia produzido 1.487.330 unidades nos 7 primeiros meses do ano. Exportações em baixa Em julho, as exportações somaram 51.358 veículos, uma queda de 21,7%, em relação ao mesmo mês de 2017, e baixa de 20,9%, na comparação com junho. No acumulado do ano, com 430.359 veículos exportados, a indústria tem queda de 2,8% no volume de veículos enviados para fora do país.
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06/08 - Seguro focado em roubo tem preço menor
Nova modalidade de seguro da HDI combina proteção e economia Roubos e furtos impulsionam criação de seguro focado nesses casos A ideia de oferecer serviços para necessidades pontuais dos clientes chegou também ao mercado de seguros. Hoje, é possível contratar uma proteção específica para roubo ou furto do veículo, por exemplo. Afinal, muitos motoristas precisam reduzir os custos nesta época de crise, mas não querem ficar vulneráveis em caso de perder o carro para os ladrões. Foi pensando nesse público que a HDI Seguros lançou o HDI FIT, uma modalidade de seguro que cobre situações de roubo e furto, um problema de segurança que atinge pequenas ou grandes cidades do país. “A frequência de roubos está muito grande. Hoje, no Brasil, rouba-se um carro por minuto. Isso mesmo: um por minuto, mais de 500 mil por ano. É um recorde mundial, infelizmente”, destaca Murilo Riedel, presidente da HDI. Murilo Riedel, presidente da HDI Divulgação Proprietário escolhe as coberturas Com base nessas estatísticas e observando o comportamento dos motoristas, foi criado o HDI FIT. Isso porque a primeira preocupação de quem tem carro ao buscar uma seguradora é em relação à perda do bem para os ladrões. “Mesmo com toda a crise que levou a um envelhecimento da frota, o motorista não quer ficar desprotegido. As pessoas querem ter opções mais em conta para a atual realidade financeira. Por isso, criamos esse produto”, explica Murilo. O foco do HDI FIT é proteger contra roubo e furto, mas a cobertura básica contempla também ocorrências de incêndio. A principal vantagem do produto é a flexibilidade na composição do preço final do seguro. O motorista pode, por exemplo, escolher, na contratação, quanto quer receber em caso de indenização, de 80% a 100% da Tabela FIPE. O segurado pode ainda contratar ou não a assistência 24 horas. São três opções: Essencial, Especial e VIP, que diferem pela quilometragem do guincho: 100 km, 300 km e ilimitada, respectivamente. O pacote de assistência conta com mais de 10 serviços, como socorro mecânico, troca de pneus, chaveiro e pane seca. Entre os opcionais estão ainda a contratação para Indenização Integral por Colisão e a cobertura de Responsabilidade Civil Facultativa para Veículos (MCF-V), que garante a indenização para terceiros nos sinistros de Danos Materiais e Corporais. O seguro HDI FIT está disponível para veículos com valor até R$ 70 mil, com até 20 anos de uso para veículos nacionais e até 10 anos para importados. Em alguns casos, a seguradora oferece um equipamento de monitoramento gratuito (em comodato). A necessidade ou não do rastreador é definida de acordo com a frequência de ocorrências na cidade do motorista e do modelo que será segurado. Quer saber mais sobre o HDI FIT? Clique aqui.
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06/08 - Honda Africa Twin tem recall por defeito no cavalete central
Chamado afeta 1.161 motos e o atendimento aos clientes começa no próximo dia 20 de agosto. Honda Africa Twin Travel Edition Honda/Divulgação A Honda anunciou o recall da CRF 1000L Africa Twin e CRF 1000L Africa Twin Travel Edition, de ano/modelo 2017 e 2018, para substituição do anel elástico do cavalete central. O chamado afeta 1.161 motos e o atendimento aos clientes começa no próximo dia 20 de agosto. Veja os chassis envolvidos 2017: CRF 1000L - 9C2SD0500HR de final 000002 a 100167 CRF 1000L Travel Edition - 9C2SD0510HR de final 00001 a 10085 2018: CRF 1000L - 9C2SD0500JR de final 000001 a 100337 CRF 1000L Travel Edition - 9C2SD0500JR de final 000001a 100023 De acordo com a montadora, foi detectado que com a motocicleta em movimento ou durante o acionamento do cavalete central, seu anel elástico poderá se romper. Esta situação pode levar ao desprendimento do cavalete central e consequentes danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros. A substituição é gratuita e deverá ser realizada em qualquer concessionária autorizada Honda. Para mais informações, a empresa disponibiliza o telefone 0800-701-3432 (de segunda a sexta-feira, das 09h às 17h - horário de Brasília) e o site www.honda.com.br/recall.
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06/08 - BMW pede desculpas por carros que pegam fogo na Coreia do Sul
Montadora fará recall de 106 mil veículos movidos a diesel no país asiático. Defeito no sistema de recirculação dos gases de escapamento provocam incêndios. Kim Hyo-joon, presidente da BMW da Coreia do Sul, pediu desculpas por casos de incêndio em carros Kim Hong-Ji/Reuters A BMW pediu desculpas por uma série de incêndios em motores na Coreia do Sul, estimados pelo Ministério de Transportes do país em 27 casos, entre janeiro e julho, o que provocou uma investigação do governo e uma grande reação dos consumidores. A montadora informou que lançará um recall de 106 mil veículos movidos a diesel, incluindo o 520d, a partir de 20 de agosto, citando defeitos no sistema de recirculação dos gases de escapamento como a causa dos incêndios. "Para a recente série de incêndios ocorridos no país, pedimos sinceras desculpas por causar preocupação e ansiedade entre as pessoas e autoridades do governo", disse o presidente da BMW da Coreia do Sul, Kim Hyo-joon, em uma entrevista coletiva na segunda-feira (6). A BMW, a segunda montadora estrangeira mais popular na Coréia do Sul, disse que soube dos problemas em 2016, mas identificou a causa raiz do problema em junho deste ano. A montadora anunciou uma "campanha técnica" na Europa, seguida de recalls na Coréia do Sul, citando taxas de falha semelhantes do sistema em ambas as regiões. Investigação do governo O Ministério dos Transportes da Coréia do Sul disse que pediu aos executivos da BMW que cooperem na investigação. O governo lançou a investigação sobre os modelos afetados em 16 de julho. Na semana passada, o ministro dos Transportes, Kim Hyun-mee, disse que o país investigaria o caso de maneira “completa e transparente” e tomaria medidas legais se necessário. Um total de 13 proprietários sul-coreanos de veículos BMW entraram com uma ação coletiva contra a montadora alemã na sexta-feira, alegando indenização no valor de 5 milhões de won (US$ 4.447,13) cada, dizendo que não poderiam dirigir seus carros com medo de que a peça defeituosa pudesse pegar fogo, relatou a agência de notícias Yonhap.
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05/08 - É #FAKE mensagem que diz que a PRF iniciou monitoramento de rodovias com drones
Texto que circula nas redes sociais é falso. Polícia Rodoviária Federal não começou a fazer monitoramentos nas estradas. Circula nas redes sociais uma mensagem que alerta as pessoas sobre a Polícia Rodoviária Federal ter dado início ao monitoramento de rodovias com o uso de drones. Mas ela é #FAKE. Polícia Rodoviária Federal afirma não ter iniciado o monitoramento de rodovias com drones Foto: G1 A Polícia Rodoviária Federal diz que a mensagem não é verdadeira. "A mensagem é falsa. Ainda não estamos usando drones para monitorar sistematicamente as rodovias federais", diz a corporação. Um boato também envolvendo drones já havia se espalhado nos últimos meses com um vídeo que mostrava um possível novo modelo de drone da PRF. Segundo a PRF, há, de fato, um programa de testes com drones em alguns estados, como em Mato Grosso do Sul e no Rio Grande do Sul. Mas o programa ainda está em fase de regulamentação. A PRF diz que não tem "nenhuma previsão de data" para implementar essa ferramenta na fiscalização. Ou seja, não há multas sendo aplicadas desse modo nas BRs citadas. A corporação diz, no entanto, que os drones são uma opção "aérea de observação com boa eficiência e custo relativamente baixo" e que podem, no futuro, "ampliar as possibilidade de monitoramento" das rodovias. A PRF ressalta ainda que, apesar de todo o início da mensagem ser falso, as dicas no final dela são importantes e devem ser seguidas, independentemente de haver ou não fiscalização. Mensagem alerta sobre monitoramento das rodovias com drones Foto: G1 Veja o texto da mensagem compartilhada: A Polícia Rodoviária Federal deu início ao monitoramento de rodovias com o uso de drones. As rodovias que já encontram-se sob monitoramento são as BRs 116, 101, 381, 324, 040, 153, 407 Tenha atenção nas estradas, respeite as sinalizações, mantenha os faróis ligados, use o cinto de segurança e não fale ao celular enquanto dirigir. Compartilhe a informação. Fato ou Fake está nas redes sociais e no WhatsApp; saiba como acessar e tirar dúvidas
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