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Cassação de cnh Sorocaba suspensão de cnh sorocaba



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09/12 - Nissan tenta bloquear acesso de Ghosn a apartamento no Rio de Janeiro
Ex-presidente da empresa está detido em Tóquio desde 19 de novembro, suspeito de conspirar para encobrir cerca de metade de seu rendimento real de US$ 88 milhões. A Nissan afirmou que está tentando impedir que o ex-presidente da empresa, o brasileiro Carlos Ghosn, tenha acesso a um apartamento no Rio de Janeiro, citando o risco de que o executivo, preso e removido do seu posto por acusações de fraude financeira, possa destruir provas. Ghosn está detido em Tóquio desde a prisão, em 19 de novembro, suspeito de conspirar com o ex-diretor da Nissan Greg Kelly para encobrir, a partir de 2010, cerca de metade de seu rendimento real de US$ 88 milhões em cinco anos. Carlos Ghosn está preso no Japão. Imagem de outubro de 2018 mostra o executivo em Paris Regis Duvignau/Reuters  Autoridades de Tóquio estenderam a detenção até o prazo máximo de 10 de dezembro. Um tribunal do Brasil concedeu a Ghosn acesso à propriedade, cuja dona é a Nissan, no bairro de Copacabana, mas a empresa afirmou em comunicado neste domingo que está recorrendo da decisão para uma corte superior. Ghosn teria comprado e reformado imóveis em 4 países com fundos da Nissan Prisão de Carlos Ghosn: o que se sabe até agora  “A Nissan está cooperando com as autoridades para investigar os crimes por parte de seu ex-presidente, e está trabalhando para impedir a destruição de potenciais evidências, o que pode ocorrer com o acesso à residência em questão”, disse um porta-voz da montadora. Uma pessoa próxima aos promotores de Tóquio afirmou à Reuters que Ghosn, Kelly e a Nissan serão indiciados na segunda-feira.  “A Nissan identificou sérias contravenções relacionadas à declaração salarial do senhor Ghosn. A empresa está fornecendo informações ao Ministério Público japonês e está cooperando totalmente com as investigações. Continuaremos a fazer isso”, disse o porta-voz da empresa. Saiba quem é e qual a trajetória de Carlos Ghosn Fernanda Garrafiel e Roberta Jaworski/G1
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07/12 - Novidades no Salão de Los Angeles são destaque no ‘AutoEsporte’
Saiba também a importância de manter o calibrador em dia, na edição do próximo domingo. Veja os destaques do programa AutoEsporte de domingo (9) Picapes com portas removíveis, SUVs com foco no mercado americano e esportivos clássicos renovados: o ‘AutoEsporte’ deste domingo (9) mostra tudo que foi destaque no São de Los Angeles. A repórter Cris Amaral vai ao evento para ver de perto esses novos utilitários. O repórter Luiz Razia dirige um Jaguar XK120 e um Cobra Shelby, chamados de “Réplicas Brasileiras”, modelos que fazem sucesso no exterior, mas são fabricados no Brasil. Já o repórter Cesar Urnhani explica a importância de manter o calibrador em dia. Uma vez descalibrado, potencializa-se o risco da entrada de água no pneu, quando há um defeito no pressurizador. Ainda nesta edição, o piloto da MotoGP Jorge Lorenzo fala sobre a mudança de sua equipe e faz uma análise da temporada 2018. O ‘AutoEsporte’ vai ao ar aos domingos, logo após o ‘Globo Rural’.
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07/12 - Jeep Wrangler recebe uma estrela em testes de impacto do Euro NCAP
Modelo teve pior classificação para proteção do tórax do passageiro em impactos frontais. Unidade avaliada era da versão Sahara, com 4 portas e em seu nível de equipamentos padrão. Jeep Wrangler vai mal em teste de colisão do Euro NCap O novo Jeep Wrangler apresentou resultados insatisfatórios em seu primeiro teste de impactos pela Euro NCAP, conquistando apenas uma estrela entre 5 na proteção para adultos. O modelo foi apresentado ao Brasil no Salão de São Paulo. A unidade avaliada pelo instituto de segurança veicular é vendida na Europa, na versão Sahara, com 4 portas e em seu nível de equipamentos padrão. Ou seja, sem itens como fixação de cadeirinhas infantis (Isofix), airbags de joelhos, airbags laterais, assistente de mudança de faixa, frenagem autônoma e pré-tensionador dos cintos traseiros. A região do tórax foi o ponto crítico nos testes de impactos frontais. Na avaliação frontal a 45°, a proteção ao tórax do motorista recebeu classificação "Weak" (fraco). No frontal chapado, a mesma região do motorista ficou com nota "Marginal" (regular), enquanto o passageiro recebeu a pior classificação, "Poor" (pobre). Jeep Wrangler 2018 após teste de colisão feito pelo Euro NCap Euro NCap/Divulgação
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07/12 - Paládio: Para que serve o mineral, mais caro que o ouro
O preço do paládio, metal raro cuja produção está concentrada principalmente em dois países, subiu cerca de 50% em apenas quatro meses. Folhas de paládio são mostradas em fábrica de joias no Japão, em foto de arquivo de 2009 Yuriko Nakao/Reuters Há um mercado em ascensão que deve grande parte do sucesso a uma das maiores ondas da indústria automotiva: o paládio. O preço deste metal raro vem subindo há um ano, mas nesta semana superou o valor do ouro pela primeira vez em 16 anos. O paládio atingiu um novo recorde de US$ 1.253,30 (cerca de R$ 4.850,00) por onça (cerca de 31 gramas) na quarta-feira, ultrapassando o ouro em cerca de US$ 10, e fechando a US$ 1.249,50 de acordo com a London Metal Exchange (LME), o maior mercado de metais do mundo. Há apenas dois anos, no entanto, a mesma quantidade de paládio era cotada a US$ 681. Uma das principais razões para este aumento está na polêmica desencadeada na indústria automotiva pelo uso de carros com motor a diesel. Desconfiança A Volkswagen, montadora alemã, admitiu em 2015 que havia utilizado um software em milhões de veículos para conseguir burlar controles ambientais. O presidente da companhia, Martin Winterkorn, teve de renunciar. Desde então, a empresa é alvo de ações judiciais, inspeções e multas milionárias. Mas as acusações de alteração nos motores se estenderam a outras montadoras, como a Daimler e a PSA Peugeot-Citroën, investigadas por autoridades de países como França e Alemanha por possíveis fraudes. Como resultado, a imagem dos carros a diesel foi seriamente arranhada e os consumidores começaram a desconfiar desses produtos, principalmente na Europa, afirma o analista do setor metalúrgico do ICBC Standard Bank, Marcus Garvey, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC. Mas qual é a relação disso com o paládio? Desde o ano passado, as vendas de carros a gasolina na Europa superam a de veículos a diesel, segundo a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA, na sigla em inglês). Isso não acontecia desde 2009. E o paládio é um elemento essencial para a fabricação de catalisadores que são colocados nos sistemas de escapamento de veículos a gasolina. Congestionamento próximo da cidade de Irschenberg, na Alemanha Michaela Rehle/Reuters/Arquivo Demanda maior, oferta estável "Na Europa, o diesel se tornou o tipo de motor mais difundido. Mas o que aconteceu nos últimos anos teve um impacto", explicou Garvey. A isso se soma o aumento na compra de carros na China e na Índia, onde são vendidos mais veículos a gasolina. Esses fatores fizeram a demanda por paládio crescer. "Mas a oferta, estimada em um milhão de onças por ano, praticamente não mudou nos últimos quatro anos", afirmou. No ano passado, os carros a diesel foram os únicos veículos que registraram queda nas vendas no continente. Os europeus compraram mais carros híbridos, elétricos, a gás natural e até a gasolina, que emitem mais CO2. "As autoridades devem estar cientes de que uma mudança repentina da tecnologia a diesel para gasolina levará a um aumento nas emissões de CO2, uma vez que a penetração de motores que funcionam com energias alternativas permanece baixa", disse o secretário-geral da ACEA, Erik Jonnaert. Alto preço 'justificado' A preocupação de Jonnaert é que os veículos a gasolina consolidem esse avanço sobre o mercado dos carros a diesel. Os primeiros, que representaram 45,8% dos novos registros em 2016, chegaram a 48,5% em 2017. O diesel, por sua vez, caiu de 49,9% para 46,3%. Entre 75% e 80% do paládio extraído das minas são utilizados na fabricação de catalizadores, de acordo com os dados do ICBC Standard Bank. Esses dispositivos são responsáveis pela conversão de gases nocivos, como hidrocarbonetos ou monóxido de carbono, em vapor d'água e CO2, composto que também polui, mas em menor grau. Ao contrário do que acontece com outros metais, como o cobalto, cujo preço aumentou muito porque alguns investidores o armazenaram para especular, Garvey acredita que os altos preços do paládio são "justificados". O analista explicou que, apesar do alto custo, o atual maquinário da indústria automotiva não suporta outros materiais além do paládio. E, embora possa se adaptar a outros tipos, levaria "pelo menos dois ou três anos". Além disso, a maioria dos produtores não respondeu ao aumento da demanda. Um subproduto O paládio, como lembrou o especialista, costuma ser extraído como um subproduto da platina na África do Sul e do níquel na Rússia, onde são encontrados os principais depósitos desse metal precioso. "O preço da platina tem se mantido estável, por isso não compensa aumentar sua extração para obter mais paládio. Na Rússia, tampouco há previsão para produzir mais", afirmou. Garvey acredita que não haverá novas minas de paládio até dentro de dois ou três anos, mas que a demanda continuará. "Nós usamos como referência a Suíça, onde está o maior mercado de paládio. É lá que esse metal é armazenado e vendido." As exportações de paládio saltaram para níveis não vistos desde agosto do ano passado, segundo dados da alfândega suíça. Em outubro passado, as exportações do metal no país europeu chegaram a 1,3 toneladas. Em comparação com outubro de 2017, o aumento foi de 60%. Por outro lado, as importações de metal em outubro foram de 1,2 toneladas, segundo a agência de notícias Reuters. "Ou seja, está saindo mais paládio da Suíça do que entrando", o que Garvey interpreta como uma forte demanda que não cairá em breve.
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07/12 - Volkswagen Jetta ganha nova versão de entrada 250 TSI por R$ 99.990
Sedã perde itens como bancos de couro, faróis de neblina e câmera de ré, mas mantém faróis de led, 6 airbags e motor 1.4 turbo. Volkswagen Jetta 250 TSI é a nova versão de entrada do sedã Divulgação/Volkswagen O Volkswagen Jetta ganhou uma configuração mais barata para tentar reforçar as vendas (que não vão bem). Batizado apenas de Jetta 250 TSI, o modelo parte de R$ 99.990 e custa R$ 10 mil a menos em relação à Comfortline. Alguns equipamentos precisaram ficar de fora. Os bancos de couro deram lugar aos de tecido, as rodas são de 16 polegadas e são 4 alto-falantes contra 6 das demais. O sedã deixa de oferecer também câmera de ré, GPS, chave presencial, volante revestido de couro, iluminação para os pés do motorista e retrovisor interno antiofuscante. Jetta de entrada tem painel analógico, mas mantém central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay Divulgação/Volkswagen Mesmo com a diferença de preços, porém, o Jetta "mais em conta" permanece bem equipado, com ar-condicionado digital de duas zonas, faróis de led, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, 6 airbags e controle de estabilidade. Central multimídia com tela de 8 polegadas e conectividade com Android Auto, Apple CarPlay e MirrorLink, start-stop, freio de estacionamento eletrônico e assistente de partida em rampas também estão presentes. O conjunto mecânico é o mesmo das versões Comfortline (R$ 109.990) e R-Line (R$ 119.990): motor 1.4 turbo de até 150 cavalos de potência e câmbio automático de 6 marchas. Jetta "básico" tem rodas aro 16 e dispensa faróis de neblina, mas faróis de led são de série Divulgação/Volkswagen Mal nas vendas Mesmo ainda cheirando a novidade, o Jetta perdeu terreno entre os sedãs médios. De acordo com a associação de concessionários, a Fenabrave, o sedã da Volks teve 3.999 unidades vendidas no acumulado de 2018, ficando atrás de Toyota Corolla, Honda Civic, Chevrolet Cruze, Nissan Sentra e Ford Focus Fastback. Em novembro foram 387 exemplares emplacados. Como comparação, o líder Corolla registrou 5.023 emplacamentos no mesmo mês. No acumulado foram 53.880, ou seja, quase 50 mil carros a mais.
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07/12 - Nissan GT-R50 será produzido em edição limitada por R$ 4,4 milhões
As únicas 50 unidades já podem ser encomendadas, mas as entregas serão feitas entre 2019 e 2020. Modelo marcará os aniversários do estúdio Italdesign e do superesportivo GT-R. Nissan GT-R50 feito em parceria com a Italdesign teve sua produção confirmada; visual já é o da versão final Divulgação/Nissan A Nissan confirmou a produção do GT-R50 como uma nova interpretação do GT-R "convencional". As únicas 50 unidades do superesportivo custarão 990 mil euros cada (R$ 4,4 milhões) e serão entregues entre 2019 e 2020. Apresentado como conceito em grandes eventos, como o Festival de Velocidade de Goodwood e o circuito de Spa-Francorchamps, o GT-R50 se tornará realidade para comemorar os 50 anos da Italdesign em 2018 e do GT-R em 2019. Nissan GT-R50 comemorará os 50 anos do GT-R e do Italdesign Divulgação/Nissan No visual, o modelo seguirá quase que fielmente os traços já vistos no protótipo. A diferença ficará para a possibilidade de escolha das combinações de cores internas e externas, além do pacote de acabamento da cabine. Até agora, a única informação técnica divulgada pela marca é a potência do modelo: preparado pela Nismo, ele entregará 720 cavalos de potência. O GT-R50 já está em pré-venda pelo site www.gt-r50.nissan. Nissan GT-R50 ganha interior luxuoso Divulgação/Nissan
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07/12 - Nissan anuncia recall de mais 150 mil carros por novos problemas de inspeção
A campanha será oficializada no dia 13 de dezembro, mas o caso atingirá apenas o Japão. A marca passa por outro escândalo, a prisão do executivo brasileiro Carlos Ghosn, ex-CEO da empresa. Hiroto Saikawa, presidente da Nissan, durante coletiva de imprensa após a prisão de Carlos Ghosn Issei Kato/Reuters Afetada nos últimos meses por um escândalo vinculado à inspeção de seus veículos no Japão, a Nissan anunciou nesta sexta-feira (7) que descobriu novos problemas e divulgou um recall de 150 mil veículos. Esta é mais uma notícia ruim para a Nissan, que enfrenta um momento difícil com a detenção em 19 de novembro de Carlos Ghosn, destituído alguns dias depois da presidência do conselho de administração do grupo, por suspeitas de sonegação fiscal. Este número se soma ao 1,15 milhão de automóveis já convocados desde a revelação, no último trimestre de 2017, de más práticas nos controles feitos nas fábricas do arquipélago. O recall, que será divulgado em 13 de dezembro, "está limitado ao Japão", informou a empresa em um comunicado. Initial plugin text
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07/12 - OMS divulga relatório sobre mortes no trânsito e sugere redução de velocidade em áreas urbanas
Para a Organização Mundial da Saúde, a velocidade máxima nas cidades deveria ser de 50 km/h. Ainda segundo a entidade, foram 1,35 milhão de mortes registradas no trânsito em 2018. Carros envolvidos em acidente com 4 mortes em Nova Odessa Renato Silva / Varal de Notícias Os acidentes de trânsito matam cada vez mais pessoas em todo o planeta, com 1,35 milhão de óbitos por ano, alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS), preocupada com a falta de medidas de segurança nos países mais pobres. Em seu relatório mundial sobre segurança nas estradas, a OMS afirma ainda que os acidentes de trânsito são atualmente a principal causa de morte entre crianças e jovens com idades entre 5 e 29 anos. Nos últimos anos, o número de mortes nas estradas em todo o mundo aumentou de modo constante, com 1,35 milhão de falecimentos registrados em 2018. Em uma comparação, a OMS contabilizou mais de 1,2 milhão de mortos em um documento publicado em 2009. "Estas mortes representam um preço inaceitável para a mobilidade", afirmou o diretor geral da OMS, dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, em um comunicado. "Não há desculpa para a passividade. Este relatório é um apelo aos governos e seus sócios para que adotem medidas muito mais importantes", completou. A OMS destaca, no entanto, que "as taxas de mortalidade em relação ao tamanho da população mundial estabilizaram nos últimos anos", o que sugere que "os esforços em segurança de trânsito em alguns países de renda média e alta mitigaram a situação". Analistas atribuem os resultados positivos em grande parte a legislações mais severas relacionadas aos principais riscos no trânsito, como a velocidade, o consumo de álcool, a direção perigosa e a ausência de cintos de segurança, capacetes de motociclistas ou cadeirinhas para crianças. A OMS também ressalta a importância de infraestruturas mais seguras, como pistas reservadas para ciclistas e motociclistas, assim como de reforçar as condições de segurança dos veículos, como o controle eletrônico da estabilidade e dos freios. Apesar de uma situação melhor nos países ricos, o número de mortes nas estradas não caiu em nenhum país de renda baixa, sobretudo pela ausência de medidas para melhorar a segurança, afirma o relatório. O risco de morte nas estradas continua sendo três vezes maior nos países pobres em comparação às nações mais ricas, com as taxas mais elevadas de mortalidade na África (26,6 para cada 100.000 habitantes) e as menores na Europa (9,3 para cada 100.000 habitantes). Desde a última edição do relatório da OMS, há 3 anos, três regiões do mundo registraram queda nas taxas de mortalidade nas estradas: América, Europa e o Pacífico Oeste. A queda mais expressiva aconteceu nesta última região. Brasil e redução de velocidade O relatório faz importantes atribuições ao Brasil, como a redução de mortes no trânsito após a instauração de leis mais rígidas contra a união de álcool e direção (Lei Seca) e o início da obrigatoriedade de freios ABS em todas as motos do mercado a partir de 2019. Por outro lado, coloca o país na pior classificação referente ao limite de velocidade em áreas urbanas. A Organização sugere que todas as cidades do mundo adotem velocidades máximas de 50 km/h nas áreas urbanas e 30 km/h em áreas residenciais e/ou com grande circulação de pessoas.
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07/12 - Dono do carro mais antigo de fabricação brasileira, colecionador 'garimpa' Romi-Isettas há 24 anos
As unidades do Romi-Isetta, primeiro veículo de fabricação nacional, foram produzidas em Santa Bárbara d'Oeste, cidade que completou 200 anos nesta semana. Tadeu Seabra e André Beldi trabalham juntos há 23 anos; Romi-Isetta azul foi o quinto produzido em Santa Bárbara d'Oeste Arthur Menicucci/G1 A intimidade com que o publicitário André Beldi, de 37 anos, refere-se ao “carrinho” Isetta é compatível com a relação de 24 anos que ele construiu com o modelo. O colecionador, que possui oito unidades do veículo, é dono de uma peça rara: o quinto Romi-Isetta produzido, mas o único entre os cinco que está em circulação. Os Romi-Isettas foram fabricados entre 1956 e 1961 em Santa Bárbara d'Oeste (SP) e são os primeiros veículos de passeio de produção em série no Brasil. Segundo a Fundação Romi, há aproximadamente 200 carros do modelo cadastrados atualmente. O “chassi 5” de Beldi é o mais antigo deles. O restante virou sucata, supõe o colecionador, que é de Sorocaba (SP). “[A quinta] É a Romi-Isetta mais antiga registrada hoje no Brasil e, por consequência, é o carro fabricado no Brasil mais antigo existente”. Dos oito Isettas de Beldi, seis são da Romi e os outros dois produzidos pela montadora alemã BMW. Do total, quatro estão restaurados e os demais precisam passar pelo processo de recuperação. Colecionador de Romi-Isetta possui 5º carro mais antigo produzido no Brasil Beldi possui outros modelos de carros antigos em sua coleção, mas tem no Isetta sua “paixão de infância”. Desde os 3 anos ele se interessa pelo “carrinho em forma de gota e com uma porta". “Meu primeiro contato com Romi-Isetta foi aos três anos, foi com meu tio, que tinha uma Romi-Isetta de lata da década de 50, um brinquedo, e eu já com três anos gostava disso”, conta. A paixão por carros antigos não é difícil de explicar, já que é quase hereditária. Beldi conta que tanto o avô quanto o pai, Antônio Beldi, e o tio passaram o gosto para ele. “Meu pai sempre falou que ia comprar uma Romi-Isetta e eu, quando vi a foto da Romi-Isetta, criança, me apaixonei mesmo”. O publicitário teve contato com uma Romi-Isetta de verdade aos 13 anos, quando o pai finalmente comprou o carro. “Grudou o amor pela Romi-Isetta no sangue e hoje nós acabamos garimpando alguns modelos”, explica. Esta unidade comprada por Antônio foi fabricada em 1959 na cor vermelha. Romi-Isetta vermelha é a primeira adquirida pela família de André Beldi Arthur Menicucci/G1 “Eu acho que a Romi-Isetta encanta todo mundo. Todas as pessoas que veem uma Romi-Isetta sempre sorriem, dão um tchauzinho. Principalmente criança. Restauração e ‘garimpo’ A partir do primeiro Romi-Isetta, Beldi iniciou duas atividades que, pelo menos até agora, o acompanham por toda a vida. A restauração de veículos e a procura por outros automóveis, que ele denomina de garimpo. “Quando nós compramos [o primeiro], ela não funcionava. Estava bem deteriorada e com 15 anos eu comecei a fazer funcionar junto de um mecânico amigo meu. E dos 16 aos 18 anos foi a fase de restauração da Romi-Isetta”, relembra. Romi-Isetta verde de André Beldi é o 35º produzido pela empresa de Santa Bárbara d'Oeste Arthur Menicucci/G1 O carro comprado pelo pai segue com o publicitário e em ótimo estado de conservação. “Ai começou esse hobby de buscar, garimpar. Acho que com 18 anos eu restaurei a primeira e a partir de então começaram a aparecer outros modelos”. Além de adquirir veículos, a paixão por carros antigos gerou uma amizade que dura 23 anos. O mecânico Tadeu Seabra é um ano mais novo que Beldi e trabalha com o publicitário desde a restauração do primeiro Romi-Isetta, quando ambos eram adolescentes. “Tem um mecânico que trabalha comigo há 23 anos, o Tadeu, e ele que me ajudou a mexer nesses carros desde jovem. Eu sou mais curioso, ele que mexe”, brinca. A tarefa de fazer os carros funcionarem é de Seabra, que demonstra extenso conhecimento sobre cada Isetta. Em uma conversa com Seabra e Beldi, é difícil definir qual se empolga mais ao falar das histórias que envolvem os carros. Publicitário de 37 anos, André Beldi possui oito unidades Isetta Arthur Menicucci/G1 A "hereditariedade" do gosto por carros antigos aparece também na família do mecânico. Seabra conta que o filho dele, que tem menos de 2 anos de idade, inaugurou as palavras ao pronunciar "pipe", em referência a jipe. "Já está indo para o mesmo caminho". O carro mais antigo O quinto carro mais antigo fabricado em série no Brasil foi adquirido por Beldi há seis anos. Segundo ele, o Romi-Isetta estava deteriorado e precisou de uma restauração geral. "Foram dois anos para deixá-la completamente original, funcionando e impecável", disse o publicitário. "A número cinco possui até o estofamento original de fábrica. Acho que só três Romi-Isetta possuem esse tecido original no banco", completa. O carro foi descoberto por um amigo de Beldi que produz réplicas de Romi-Isetta em fibras de vidros. Ele ligou para o publicitário e avisou que o "chassi cinco" estava no Rio de Janeiro. Beldi, que fazia uma viagem, disse que estava voltando e ficaria com o veículo. Chassi com final 5 representa que carro foi o quinto na linha de montagem da Romi em Santa Bárbara d'Oeste Arthur Menicucci/G1 "Estava na mão de uma pessoa que possuía esse carro e ficou jogado em uma garagem por muitos anos. Eu acabei comprando por indicação desse meu amigo", afirma. Beldi também é dono da primeira Romi-Isetta fabricada na cor amarela. Essa foi adquirida há dois anos e ainda precisa ser restaurada. "É uma [ano] 1958, a primeira fabricada em cor amarela da linha de produção nacional. Também comprei desse meu amigo, ele que me indicou as duas" Paixão Dos 24 anos de relação com os compactos, Beldi gosta de contar principalmente a história da primeira, adquirida pelo pai e que permanece na família. Ele lembra da expectativa com a chegada do carro e do quanto uma simples volta pelas ruas atraía a atenção. Beldi tem outros quatro Isettas que aguardam restauração Arthur Menicucci/G1 "Nós estávamos passando em São Paulo, em uma rua chamada Rua Tutóia, e passamos em frente a uma oficina e eu olhei para dentro da oficina e vi a Romi-Isetta lá no cantinho jogada. Ai eu falei 'pai, olha uma Romi-Isetta lá' e meu pai resolveu parar para ver". O negócio foi fechado somente no dia seguinte, após Antônio Beldi ligar para o proprietário. "Passava noite esperando, não durmia esperando o carro e quando chegou foi só alegria". "Lembro que meu amigos ajudaram a ficar empurrando, eu sentei dentro do carro e eles empurraram na rua só para a gente sentir a sensação de andar em uma Romi-Isetta". "A Romi-Isetta sempre foi um sucesso entre as pessoas. Com 18 anos eu tirei carta e comecei a pilotar a Romi-Isetta na minha cidade e todo mundo conhecia, as meninas achavam um máximo, então sempre foi um sucesso" Romi-Isetta possui uma porta e tem capacidade para duas pessoas Arthur Menicucci/G1 Quando o garimpo acaba? Beldi deixa claro que, para essa pergunta, a resposta é "nunca". "Sempre que aparece uma oportunidade, sempre que se encontra alguma coisa abandonada, vale a pena ficar, porque é um registro histórico, não volta mais". "Preservar a história por meio do automóvel é muito importante". O publicitário afirma que gostaria de adquirir Isettas italianas ou francesas, consideradas mais raras. "Pelo carro antigo a gente consegue contar a história de um período. Através do design, da tecnologia, da inovação, da mecânica". André Beldi possui oito Isettas, sendo que quatro são produzidos pela Romi, em Santa Bárbara d'Oeste Arthur Menicucci/G1 Veja a página especial dos 200 anos de Santa Bárbara d'Oeste
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07/12 - Fiat convoca recall de 81 mil unidades de Uno, Palio e Grand Siena por airbags defeituosos
Campanha é mais um episódio na série de chamados envolvendo os airbags da Takata, que podem expelir fragmentos metálicos contra os ocupantes. Participam modelos 2012 e 2013. Fiat Palio Divulgação A Fiat anunciou nesta sexta-feira (7) um recall de 81.697 unidades divididas entre modelos 2012 e 2013 de Uno, Palio e Grand Siena por problemas nos airbags fornecidos pela Takata. Os atendimentos começarão na próxima segunda-feira (10). Veja os chassis envolvidos no final da matéria. De acordo com a marca, a exposição dos veículos a altas variações de temperatura e umidade absoluta pode resultar na degradação do deflagrador do airbag do motorista e/ou do passageiro. Com isso, em caso de acidentes com potencial abertura dos airbags, há risco de que as bolsas se rompam pela pressão excessiva e dispersem fragmentos metálicos contra os ocupantes, causando danos físicos graves ou até fatais. Para a troca do módulo, a Fiat orienta que os proprietários das unidades envolvidas façam o agendamento do reparo (que é gratuito e leva cerca de 2 horas) em uma concessionária da marca. Para mais informações estão disponíveis o telefone 0800 707 1000 e o site oficial da fabricante. Recall - Uno, Palio e Grand Siena Initial plugin text
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06/12 - Vendas superam previsão e indústria automotiva retoma patamar de 2015
Mas, apesar do avanço da demanda no mercado interno, a produção vem caindo por conta da retração das exportações, provocada pela crise na Argentina. A venda de veículos vai superar as projeções da indústria automobilística em 2018. A última previsão da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) indicava um crescimento de 13,7%, mas, nesta quinta-feira (6), o presidente da entidade, Antonio Megale, disse que o avanço ficará em torno de 15%, num total próximo de 2,5 milhões de unidades. Isso significa voltar ao patamar de 2015. Produção de veículos Jorge Duenes/Reuters O resultado de novembro voltou a ficar acima das expectativas do setor. Foram emplacados 230,9 mil veículos novos em novembro, o que representou um crescimento de 13,1% em relação ao mesmo período de 2017. A média diária de licenciamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus ficou em 11,5 mil unidades. “O mercado voltou a crescer de forma vigorosa”, disse Megale, que divulga, esta manhã, os resultados de novembro. No acumulado do ano, foram vendidos 2,2 milhões de veículos, o que representou um avanço de 15% em relação aos mesmos 11 meses de 2017. O segmento de caminhões continua surpreendendo. De janeiro a novembro foram licenciados 68,3 mil caminhões, um crescimento de 49%. Produção Apesar do avanço da demanda no mercado interno, a produção da indústria automobilística vem caindo por conta da retração das exportações, provocada pela crise na Argentina, principal mercado das vendas externas de veículos produzidos no Brasil. Em novembro, a produção caiu 1,6% na comparação com o mesmo mês de 2017, num total de 245,1 mil unidades. Já no acumulado do ano, houve crescimento, de 8,8% na comparação com os 11 meses de 2017. O total de 2,7 milhões de unidades produzidas de janeiro a novembro indica que a produção em 2018 ficará próxima de 3 milhões de veículos, o melhor resultado dos últimos três anos. Exportações A crise argentina continua a afetar as exportações de veículos. O volume embarcado em novembro - 34,3 mil unidades - representou uma queda de 53% na comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano, houve uma retração de 15,3%, com 597,3 mil veículos. O resultado acumulado indica que o volume a ser exportado este ano ficará abaixo das previsões da indústria. Chegará no máximo a 650 mil unidades, segundo Megale. No ano passado, o Brasil exportou 766 mil veículos. De acordo com o dirigente, as exportações continuarão caindo no primeiro semestre de 2019 por conta da retração do mercado argentino. A queda nos volumes representou, consequentemente, uma queda de receita. Em novembro, as vendas externas de veículos somaram US$ 663,4 milhões, uma queda de 41,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Com US$ 10,4 bilhões, a receita acumulada no ano ficou 10% abaixo do mesmo período de 2017. Emprego Mercedes-Benz vai contratar até 600 temporários para fábricas de caminhões Mercedes-Benz/Divulgação O nível de emprego na indústria de veículos manteve-se praticamente estável em novembro. O setor fechou o mês com 111,7 mil funcionários, número 2,1% maior que o de um ano atrás. O presidente da Anfavea lembrou que o nível de automação tem aumentado em quase todas as empresas do setor. Ele espera que mais empregos sejam criados com o avanço da recuperação do mercado. Esta semana a Mercedes-Benz anunciou a cobertura de 600 vagas, temporárias inicialmente. Ao divulgar os resultados do setor, Megale disse que “o país tem tudo para crescer” em 2019. “Se as reformas forem implementaras logo no início (do novo governo), a economia vai crescer de maneira mais forte.”
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06/12 - 'Somos todos Carlos Ghosn': libaneses se mobilizam em apoio ao executivo preso no Japão
Nascido no Brasil, ex-presidente da Nissan tem família de origem libanesa. Ele está preso em Tóquio por suspeita de sonegação fiscal. Cartaz visto nesta quinta-feira (6), em Beirute, traz mensagem de apoio para Carlos Ghosn, preso no Japão Joseph Aid/AFP A capital libanesa amanheceu nesta quinta-feira (6) com o rosto do executivo franco-líbano-brasileiro Carlos Ghosn estampado em diversos cartazes pelas ruas. O presidente da montadora Renault continua preso em Tóquio, depois de ter sido demitido das japonesas Nissan e Mitsubishi Motors, por suspeita de fraude fiscal. Prisão de Carlos Ghosn: o que se sabe até agora "Somos todos Carlos Ghosn": é o slogan da campanha, realizada em inglês por uma empresa de publicidade libanesa, em apoio ao executivo. Um dos gerentes da sociedade e o idealizador da iniciativa Dany Kamal, afirma que teve a ideia por conhecer pessoalmente e admirar Ghosn. "É uma campanha contra a injustiça", explica Kamal. Para o publicitário, até que seja provado o contrário, Ghosn deve ser considerado inocente. O presidente da Renault é extremamente admirado no Líbano. Nascido em Porto Velho (RO), em 1954, deixou o Brasil ainda criança e se instalou em Beirute com a família, de origem libanesa. Na juventude, fez seus estudos superiores em Paris e começou sua carreira profissional na francesa Michelin. No entanto, Ghosn manteve fortes laços com os libaneses, viajando regularmente para o país que o homenageia com frequência. Em 2017, o rosto dele chegou a estampar selos postais. O empresário também investe no setor do vinho local e bancário. Desde que foi detido em Tóquio em 19 de novembro, acusado de dissimular 5 bilhões de iens (equivalente a cerca de R$ 164 milhões) em cinco anos em que liderou a Renault-Nissan-Mitsubishi, o executivo é alvo de uma onda de solidariedade no Líbano. Nas redes sociais, fotos de Ghosn ao lado da mensagem "Inocente" circulam desde sua detenção. "Você é um galho do cedro [árvore que é símbolo do Líbano] e estamos com você", diz um internauta no Facebook. Propaganda com a frase "somos todos Carlos Ghosn" é visto em Beirute, na terça-feira (4) Mohamed Azakir/Reuters Diplomacia libanesa em favor de Ghosn Não bastasse a onda de apoio da população, a diplomacia também se mobilizou em favor do empresário. No dia 27 de novembro, o ministro libanês das Relações Exteriores, Gebran Bassil, convocou o embaixador japonês em Beirute, Matahiro Yamaguchi, para questioná-lo sobre alguns pontos em relação às circunstâncias em que Ghosn foi preso. "O fênix libanês não será queimado pelo sol do Japão", afirmou o ministro do Interior do Líbano, Nohad Machnouk. Na quarta-feira (4), a promotoria de Tóquio solicitou uma nova ordem de prisão contra Ghosn por suspeitas de que o executivo também tenha declarado rendimentos abaixo do que realmente recebeu por outros três anos. As investigações também podem ser ampliadas por outros motivos, pois a Nissan acusa o empresário de ter cometido abusos de bens sociais, como o uso de residências de luxo às custas do grupo. Saiba quem é e qual a trajetória de Carlos Ghosn Fernanda Garrafiel e Roberta Jaworski/G1
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06/12 - Conheça a moto feita 'quase completamente' por uma impressora 3D
Chamada de Nera, a motocicleta tem chassi, carenagens e até pneus feitos pelo sistema. Apenas motor e parte elétrica são produzidos de maneira convencional. Nera é a moto feita por impressora 3D da empresa BigRep Hannibal Hanschke/Reuters A ideia de criar diversos objetos com o uso de uma impressora 3D vem ganhando força nos últimos tempos com novas empresas oferecendo este tipo de máquina. Mas que tal fazer a sua própria moto em casa? Essa vontade, por exemplo, levou a um jovem artesão brasileiro a construir uma moto de papelão em casa, mas sem a funcionalidade de um modelo real. Da Alemanha, a empresa BigRep promete resolver essa questão mostrando a "primeira moto totalmente feita por impressora 3D". Nera, da BigRep, é feita por impressora 3D Hannibal Hanschke/Reuters Chamada de Nera, a motocicleta tem todas as peças feitas pelo maquinário da empresa, inclusive, os pneus, que não necessitam de ar e são formados por uma espécie de "teia anatômica" para absorver os impactos. "Se você me perguntar de algo que tenho muito orgulho, eu respondo que é o pneu. Isso porque é um pneu de moto sem ar que é construído com uma geometria especial que você pode ver. Ele absorve todas as forças por seu material especial e pela geometria que foi projetada. Então, é uma maneira completamente nova de pensar sobre pneus ", disse Manuel Buening, diretor do projeto, em entrevista a Reuters. O modelo ainda não teve todos os detalhes técnicos revelado, mas é movido a energia elétrica. De acordo com a montadora, apenas os componentes elétricos, como fiação, motor e bateria não foram feitos por impressora 3D. Até os pneus da Nera são feitos por impressora 3D Hannibal Hanschke/Reuters Por enquanto, a Nera é apenas um projeto para a BigRep divulgar suas impressoras 3D, mas pode mostrar um caminho a ser seguido por veículos no futuro. Moto Nera, da BigRep Hannibal Hanschke/Reuters
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06/12 - Acidentes em rodovias federais mataram mais de 83 mil pessoas no Brasil em 10 anos
São registrados, em média, 23 óbitos por dia. De 2007 a 2017, PRF atendeu a mais de 1,6 milhão de acidentes em estradas de todo o país. Acidente deixa três feridos na BR-080, no Distrito Federal Corpo de Bombeiros do DF/Divulgação De 2007 a 2017, mais de 1,6 milhão de acidentes foram registrados nas rodovias federais que cortam o Brasil. Neles, 83.498 pessoas morreram e mais de 1 milhão ficaram feridas. São registrados, em média, 23 óbitos por dia. Os dados foram divulgados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta quinta-feira (6), na abertura da oitava edição da Operação Integrada Rodovida, lançada com o objetivo de reduzir a violência no trânsito das rodovias federais durante as comemorações de fim de ano, das férias escolares e do carnaval. Na série histórica, 2017 foi o ano que apresentou o menor número de mortes e acidentes dos últimos anos (veja gráfico abaixo). No ano passado, foram registrados 6.243 óbitos. De acordo com diretor-geral da PRF, Renato Dias, o Brasil faz parte da ação da Organização das Nações Unidas (ONU) Década de Ação pela Segurança no Trânsito. Por isso, de 2011 a 2020, todos os países que decidiram apoiar a ação precisam fazer um esforço para atingir a meta de 50% de redução de acidentes no trânsito. “De 2011 até a presente data, a nossa média anual já é impactante, pois conseguimos reduzir em 35% o número de feridos e mortos de acordo com o que é estipulado pela ONU”, comentou. Vítimas ficaram feridas em acidente na BR-470, no Paraná PRF/Divulgação Infrações Apesar da diminuição do número de acidentes e mortes, o número de infrações nas rodovias federais aumentou de 1.855.448 em 2007, para 6.023.826 em 2017 – um crescimento de 234% em uma década. As principais infrações são consumo de álcool, ultrapassagem e excesso de velocidade, de acordo com a PRF. Juntos, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia representaram 40% dos registros das infrações cometidas nas rodovias brasileiras no ano passado. Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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06/12 - Produção de veículos cai 1,6% em novembro, diz Anfavea
Queda é na comparação com o mesmo mês de 2017. No total, 245.126 unidades de carros, comerciais leves, ônibus e caminhões foram produzidas em novembro de 2018 pela indústria. Produção de veículos em novembro A produção de veículos teve queda de 1,6% em novembro, em comparação ao mesmo mês do ano passado, disse a associação das fabricantes, a Anfavea, nesta quinta-feira (6). Veja 10 carros e 10 motos mais vendidos em novembro de 2018 No total, 245.126 unidades de carros, comerciais leves, ônibus e caminhões foram produzidas em novembro de 2018 pela indústria, enquanto o número no mesmo mês de 2017 foi de 249.075 veículos. No entanto, ao comparar com outubro, quando a produção atingiu 263.186 unidades, a queda foi maior, chegando a 6,9%. Ao contrário da produção, a venda de veículos novos subiu 13,1% em novembro, informou a associação das concessionárias, a Fenabrave, na terça. Acumulado segue em alta Somando todos veículos produzidos no ano, de janeiro a novembro, a indústria alcançou 2.703.379 unidades, o que mostra alta de 8,8%, em relação ao mesmo período de 2017. Exportações em baixa O mês de novembro obteve mais um resultado negativo para as exportações no ano. Com 34.353 unidades enviadas para fora do Brasil, o volume representa queda de 53%, quando comparado a novembro de 2017, que chegou a 73.073 veículos exportados. Em relação a outubro, com o total de 38.734 unidades, a queda em novembro de 2018 foi de 11,3%. No acumulado do ano até novembro, o setor exportou 591.378 unidades, o que corresponde a baixa de 15,3%. Produção de veículos no Brasil Fabian Bimmer/Reuters
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06/12 - Palocci diz que Lula renovou MP em troca de dinheiro para filho
A MP 471, assinada em novembro de 2009 por Lula, prorrogou os benefícios fiscais concedidos às montadoras instaladas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Lula favoreceu montadoras em troca de propina para o filho, diz Palocci Em depoimento à Justiça Federal nesta quinta-feira (6), o ex-ministro da Fazenda do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Antonio Palocci, afirmou que o ex-presidente renovou uma medida provisória em troca de dinheiro para o filho Luís Claudio Lula da Silva. A compra de medidas provisórias é investigada na Operação Zelotes, deflagrada em 2015, que também apura irregularidades em decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda que julga processos das empresas envolvendo questões tributárias. A defesa do ex-presidente Lula disse que as declarações de Palocci tem "nítido objetivo de atacar a honra e a reputação" dele e de seu filho, Luís Claudio. Ainda segundo a defesa de Lula, Palocci sabe que suas afirmações "são mentirosas" e "não poderão ser confirmadas por qualquer testemunha". Em nota, a executiva nacional do PT afirmou que Palocci mentiu no depoimento e "não tem credibilidade para acusar Lula nem ninguém" (leia a íntegra da nota ao final desta reportagem). A defesa de Luís Claudio afirmou em nota que o filho de Lula jamais tratou de qualquer medida provisória ou de atos de governo com Palocci ou com qualquer outra pessoa. "Tampouco solicitou ou recebeu qualquer valor ilícito. Os valores por ele recebidos da Marcondes & Mautoni remuneraram serviços comprovadamente realizados na área de marketing esportivo e foram empregados na realização de um campeonato nacional de futebol americano amplamente divulgado, inclusive com a exibição de partidas por canais de televisão", ressaltaram os advogados de Luís Claudio. No depoimento desta quinta, Palocci disse que recebeu o filho do ex-presidente em seu escritório de consultoria entre o final de 2013 e o início de 2014. Segundo o ex-ministro, ele pediu apoio para fechar o orçamento de um evento que organizaria em 2014. O valor pedido seria em torno de R$ 2 e R$ 3 milhões. "Tenho testemunhas, registro de telefonema dele, agendas", afirmou o ex-ministro. Palocci disse que sempre falava com Lula quando alguém o procurava com pedidos. E que, neste caso, Lula disse que já estava resolvido porque já tinha falado com Mauro Marcondes. Mauro Marcondes era dono da Marcondes e Mautoni que, segundo relatório da Polícia Federal (PF), repassou R$ 2,5 milhões à LFT Marketing Esportivo, empresa de Luís Claudio Lula da Silva, por uma consultoria. Ainda segunda a PF, o conteúdo da consultoria foi copiado da internet. Esse pagamento está sendo investigado na Operação Zelotes. “Eu fui falar com o ex-presidente Lula para ver se ele me autorizava a fazer isso. Sempre que alguém pedia em nome do ex-presidente Lula eu consultava o ex-presidente Lula. Aí que o presidente Lula me falou que não precisa atender o Luís Claudio, porque eu já resolvi esse problema com o Mauro Marcondes", explicou Palocci. Marcondes chegou a ser preso, em 2016, em uma das fases da Operação Zelotes. “Aí eu perguntei inclusive: Mas então porque ele me procurou? Ai o ex-presidente disse: porque ele não sabe que eu fiz isso. Mas pode esquecer que eu já resolvi o problema”, completou. "Aí ele e me contou que foi através da renovação da 471 [medida provisória], que foi feita através de uma emenda parlamentar, na Câmara dos Deputados, que renovou os benefícios da Caoa e da Mitsubishi a partir daquele ano. E que ele tinha pedido uma contribuição, para que o Mauro Marcondes pedisse uma contribuição às empresas, e essa contribuição seria transferida ao filho dele", concluiu Palocci durante depoimento à Justiça Federal. MPF pede bloqueio de R$ 24 milhões em bens e valores de Lula e do seu filho Luís Cláudio Operação Zelotes Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Lula editou a medida provisória para favorecer empresas do setor automotivo em troca de recebimento de propina. Ele é réu por corrupção passiva nesta ação penal desde setembro de 2017. Também são réus o ex-ministro e chefe do gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, e outras cinco pessoas. A defesa do ex-presidente afirmou que o petista jamais praticou qualquer ato ilícito e que é alvo de perseguição política. Em novembro do ano passado, o Ministério Público Federal de Brasília pediu para a Justiça o bloqueio de R$ 24 milhões em bens e valores do ex-presidente e de seu filho, Luís Cláudio. Leia a íntegra da nota divulgada pelo PT: NOTA DO PT Ao depor hoje para a 10a. Vara Federal de Brasília, Antônio Palocci acrescentou mais uma falsidade às 12 mentiras que já havia contado sobre Lula, numa negociação fraudulenta com a Lava Jato, para sair da cadeia e receber de volta pelo menos R$ 43 milhões dos R$ 80 milhões que os investigadores encontraram em suas contas bancárias. A acusação contra Lula e seu filho Luís Cláudio, no âmbito da Operação Zelotes, é uma farsa montada a partir de reportagem mentirosa do jornal “Estado de S. Paulo” em outubro de 2015; uma ficção relacionando Medida Provisória de 2009 a pagamentos por serviços prestados em 2014. Mesmo sendo óbvia a mentira, procuradores de Brasília usaram a reportagem para incluir Lula e seu filho numa denúncia sobre corrupção na Receita Federal. A Medida Provisória 471 foi editada em 2009, com aprovação unânime do Congresso Nacional, para prorrogar por 5 anos a vigência de incentivos fiscais criados no governo de Fernando Henrique Cardoso e que levaram a indústria automotiva a se instalar nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Os incentivos foram renovados em 2013, pela MP 627. Ao contrário do que alegam os acusadores de Lula, a medida não foi feita para beneficiar a empresa A, B ou C, mas para promover a industrialização e gerar dezenas de milhares de empregos de qualidade, como ocorreu nos polos automotivos de Camaçari (BA), Fortaleza, Goiana (PE), Manaus e Anápolis (GO). Foi uma bem-sucedida política de desenvolvimento regional. Desde que a ação, apesar de esdrúxula, foi aceita pela Justiça, em 2017, nenhuma testemunha confirmou as acusações levianas do Ministério Público, pois elas não se sustentam nem em provas nem nos fatos nem na lógica. Somente Antônio Palocci se dispôs a sustentar essa farsa, depois de vender a alma à Lava Jato. Ele acusou Lula sem que o juiz lhe tivesse perguntado nada sobre o ex-presidente. Perguntado sobre a tramitação da Medida Provisória 471, em 2009, respondeu que foi absolutamente normal, para em seguida dizer que teria conversado sobre isso com Lula e com Luís Cláudio, quatro anos depois, e reforçou a ficção jornalística que deu início ao processo. Interrogado pela defesa de Lula, Palocci foi obrigado pelo juiz a responder que não há testemunhas das supostas conversas que narrou, nem com Lula nem com Luís Cláudio. E teve de confirmar que sua falsa acusação faz parte da delação negociada com a Lava Jato. Ou seja: é uma testemunha que depõe com interesse próprio, pois pode perder os benefícios se não for comprovada a delação. Palocci não tem credibilidade para acusar Lula nem ninguém. Seus depoimentos e delações servem à caçada que setores do sistema judicial movem contra Lula e o PT, em conluio com a grande mídia, e em sintonia com Jair Bolsonaro. Comissão Executiva Nacional do PT São Paulo, 6 de dezembro de 2018
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06/12 - Uber planeja retorno de transporte com carros autônomos após acidente fatal
A empresa assumirá uma postura mais cautelosa com os planos depois de uma mulher morrer atropelada por um de seus modelos autônomos nos Estados Unidos. Carro autônomo da Uber em testes nos EUA Eric Risberg/AP A companhia de transporte urbano por aplicativo Uber está avaliando o retorno de serviços com carros autônomos, mas a empresa decidiu assumir uma postura muito mais cautelosa enquanto tenta se recuperar de um acidente fatal que causou a suspensão do programa. Depois que receber aprovação do governo do Estado norte-americano da Pensilvânia, o Uber planeja iniciar o serviço com "um punhado" de carros em um trajeto entre dois escritórios da empresa em Pittsburgh, onde a companhia lançou seus veículos autônomos em 2016, afirmou a porta-voz Sarah Abboud. Isso marcará o primeiro teste de carros sem motorista do Uber em vias públicas desde que a empresa suspendeu as operações quase nove meses atrás após um acidente que matou um pedestre no Arizona. O lançamento em escala menor marca uma grande mudança em da empresa em relação à operação anterior com veículos sem motorista. A empresa anteriormente lançou a frota de carros autônomos em vias públicas em alta velocidade, à noite, em áreas lotadas de pedestres e com um único motorista de reserva no banco da frente. Agora, os carros não vão operar à noite ou em dias chuvosos e não vão ultrapassar 40 km/h, disse Abboud. Dois funcionários da empresa estarão nos bancos da frente e a companhia não tem planos de retomar viagens com passageiros nos carros autônomos, um serviço lançado pela empresa em 2016. Abboud afirmou que o Uber está esperando aprovação do departamento de Transporte da Pensilvânia e que não iniciará os testes antes disso. Em março, autoridades no Arizona suspenderam a licença do Uber para testar carros autônomos depois que um dos veículos atropelou uma mulher que atravessava uma rua durante a noite. O Uber tem um acordo com a Volvo para comprar até 24 mil carros e recentemente a Toyota investiu US$ 500 milhões para desenvolver veículos autônomos com o Uber.
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06/12 - Tesla abre licitação para erguer fábrica na China
Primeira fábrica da marca fora dos Estados Unidos deverá começar a funcionar no segundo semestre de 2019, de acordo com o prefeito de Xangai. Tesla terá em Xangai sua primeira fábrica fora dos EUA Reuters A Tesla abriu uma licitação para construção de uma fábrica de veículos em Xangai e pelo menos um empreiteiro começou a compra de materiais para a instalação, de acordo com fontes e documentos analisados pela Reuters, na indicação mais clara de que a obra é iminente. Terreno para nova fábrica foi comprado por US$ 140 milhões Marca pode chegar ao Brasil em breve Os detalhes, anteriormente não relatados, revelam que a estatal Shanghai Construction Group está participando da licitação, enquanto uma unidade da China Minmetals está preparando materiais para as fundações da fábrica. A unidade fabril de US$ 2 bilhões, a primeira da Tesla na China, é uma grande aposta da montadora norte-americana de veículos elétricos para reforçar sua presença no maior mercado automotivo do mundo, cujas vendas foram afetadas pelo aumento das tarifas sobre as importações dos Estados Unidos. A fábrica será também a primeira de automóveis totalmente controlada por estrangeiros na China. A Tesla, liderada pelo presidente-executivo, Elon Musk, começou a buscar propostas de empresas que interessadas em construir a fábrica, de acordo com duas fontes e um documento de construção em uma plataforma oficial de licitações local. Bandeira vermelha demarca terreno onde será a fábrica chinesa da Tesla Reuters O Shanghai Construction Group está entre várias empresas que fizeram ofertas no processo licitatório, disseram as duas fontes. Enquanto o Shanghai Baoye Group, uma subsidiária da China Minmetals, está se preparando para a entrega de uma grande quantidade de estacas de concreto e pontas de aço na segunda quinzena de dezembro, mostrou um documento no site da gigante dos metais. A Tesla não comentou o assunto. O Shanghai Construction Group não respondeu a um pedido de comentário e um representante da Baoye confirmou o envolvimento da empresa no empreendimento. O governo de Xangai disse que o prefeito Ying Yong visitou o local da fábrica e que o trabalho de preparação estava quase completo e a construção começaria em breve. Ying pediu à empresa que "acelere" o trabalho na fábrica e disse que a produção começará em algum momento no segundo semestre do próximo ano, segundo a declaração.
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05/12 - Honda Elite 125 é lançado no Brasil por R$ 8.250 para ser o scooter mais barato da marca
Modelo chega às concessionárias em dezembro com freios CBS de série. Posicionado abaixo do PCX 150, modelo vai concorrer com o Yamaha Neo 125. Honda Elite 125: conheça detalhes do scooter A Honda revelou nesta quarta-feira (5) o preço de seu novo scooter no Brasil, o Elite 125, que custa R$ 8.250, em versão única, com freios combinados (CBS) de série. VÍDEO: saiba como anda a nova Yamaha Lander 250 Principal lançamento da Honda no ano, o Elite 125 chega às concessionárias da empresa agora em dezembro para ficar posicionado abaixo do PCX 150, atual scooter mais vendido no país. O Elite faz parte de 9 lançamentos anunciados pela montadora japonesa para o Brasil entre o final de 2018 e o começo de 2019. Além do scooter, a Honda vai lançar em breve o país a nova geração da CB 1000 R. Veja fatos do Elite 125: Motor de 1 cilindro e 124,9 cc 9,34 cv de potência e 1,05 kgfm de torque Câmbio automático CVT Tanque de 6,4 litros Luzes de LED Altura do assento: 772 mm Freios do tipo CBS Painel digital 4 opções de cores: vermelho, azul, branco e preto Espaço para bagagens sob o assento Honda Elite 125 Divulgação Scooters em alta Apesar de o setor de motos estar se recuperando apenas este ano no Brasil, os scooters vinham obtendo bons resultados os últimos anos, mesmo com a crise geral do setor. E a chegada do Elite 125 mostra que o segmento terá ainda mais força. O PCX atual é vendido por R$ 11.272, ou seja, o Elite vai atuar em uma faixa abaixo desse valor para ser um concorrente do Yamaha Neo, que custa R$ 8.290. O modelo chegará para ser um substituto tardio do Lead, que saiu de linha em 2017. Honda Elite 125 Honda/Divulgação Motor de 9,34 cavalos Quando foi anunciado em outubro, o Elite ainda deixava um mistério no ar: os detalhes de seu motor. Dessa vez, a montadora revelou que se trata de um inédito motor de 1 cilindro e 124,9 cc, que é capaz de atingir potência máxima de 9,34 cavalos a 7.500 rpm, isso para um torque de 1,05 kgfm a 6.000. Com é esperado de um scooter, o modelo utiliza câmbio automático do tipo CVT. Seu chassi do tipo underbone é de aço, e sua configuração permite ao modelo ter uma plataforma plana para os pés. Embaixo do assento também existe espaço para levar objetos. Na dianteira, o Elite 125 tem garfo telescópico com curso de 90 mm conectado a uma roda de 12 polegadas com pneu de medida 90/90-12. Atrás, o sistema de monoamortecedor tem regulagem na carga da mola, curso de 70 mm e conta com pneu medida 100/90-10. Honda Elite 125 Honda/Divulgação Tamanho das rodas Algo que lembra bastante o Lead é o tamanho de suas rodas: possui uma de 12 polegadas, na dianteira, e outra de 10 polegadas, na traseira. São rodas consideradas pequenas, o que indica seu uso mais urbano. O PCX, por exemplo, tem rodas de 14 polegadas em ambos os eixos. Honda Elite 125 Honda/Divulgação Honda Elite 125 Honda/Divulgação Honda Elite 125 Honda/Divulgação Honda Elite 125 Honda/Divulgação
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05/12 - Empresa do Google começa serviço de táxi 'sem motorista' nos Estados Unidos
Waymo fez estreia de veículos autônomos pagos na região de Phoenix. Motorista humano fica ao volante, mas apenas para intervir em caso de emergência. Carro autônomo da Waymo roda por Phoenix, nos EUA Caitlin O’Hara/Reuters A Waymo, empresa que faz parte do grupo Alphabet do Google, começou nesta quarta-feira (5), em Phoenix, nos Estados Unidos, a oferecer um serviço pago de táxis autônomos. Com pouco alarde, a empresa começou a cobrar dos passageiros o uso de seus veículos sem motorista em uma área de aproximadamente 160 quilômetros em quatro bairros na região de Phoenix - Chandler, Tempe, Mesa e Gilbert -, onde testa sua tecnologia desde 2016. Produzir receita é um marco estratégico, colocando a Waymo à frente dos rivais norte-americanos, principalmente a Cruise Automation, da General Motors, e o Uber Technologies, que ainda não lançaram seus próprios serviços autônomos pagos. Todos estão correndo para conquistar clientes e recuperar bilhões de dólares investidos no desenvolvimento da tecnologia. Serviço da Waymo oferece táxis autônomos em Phoenix, nos EUA Caitlin O’Hara/Reuters Como funciona? Para usar o serviço do Waymo, apelidado de Waymo One, os usuários devem baixar um aplicativo e fornecer um número de cartão de crédito, semelhante aos serviços de compartilhamento de viagens Uber e Lyft. Um motorista humano estará ao volante, mas apenas para intervir em caso de emergência. Grandes desafios permanecem, começando com obstáculos técnicos. Um táxi Waymo One testado pela Reuters na semana passada mostrou-se lento e instável às vezes. Se os clientes continuarão usando o serviço, quando não forem mais novidades, ainda é uma incógnita. As leis para veículos autônomos nos Estados Unidos ainda são uma colcha de retalhos incoerente, um obstáculo significativo para a rápida expansão. Veículo da Waymo funciona como táxi autônomo Caitlin O’Hara/Reuters Serviço limitado Por enquanto, o serviço do Waymo está limitado a "centenas" de pessoas, com um preço equivalente ao praticado por Uber e Lyft. Uma viagem de 15 minutos e 4,8 km custa US$ 7,59, um pouco acima dos US$ 7,22 oferecidos pela Lyft. "Com o tempo, esperamos tornar o Waymo One disponível para ainda mais membros do público", disse o presidente-executivo da Waymo, John Krafcik, na quarta-feira. "A tecnologia autônoma é nova para muitos, por isso, estamos procedendo com cuidado." A empresa vem testando seus carros sem motorista há uma década. Sua frota, atualmente com 600 veículos, registrou mais de 10 milhões de milhas em vias públicas e em cerca de 25 cidades dos EUA. O Alphabet não revela seu investimento total, mas especialistas do setor estimam que esse valor seja superior a US$ 1 bilhão.
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05/12 - Volkswagen pode usar fábricas da Ford nos EUA para produzir carros
Montadoras estão desenvolvendo parceria global. Volkswagen também considera construir 2ª fábrica nos EUA. O CEO da Volkswagen, Hebert Diess, fez declaração após reunião na Casa Branca, na terça-feira (4) Kevin Lamarque/Reuters O presidente-executivo da Volkswagen disse na terça-feira (4), após uma reunião na Casa Branca, que a montadora alemã está desenvolvendo a aliança com a Ford e poderia usar as fábricas da montadora americana para construir carros. Volkswagen e Ford podem formar nova aliança na América Latina O CEO da VW, Herbert Diess, disse que a empresa também está "considerando construir uma segunda fábrica de automóveis" nos Estados Unidos, acrescentando: "Estamos em negociações bastante avançadas e dialogamos com a Ford Corporation para construir uma aliança automotiva global, que também fortaleceria Indústria automotiva americana ”. O presidente executivo da Ford, Bill Ford Jr., disse a repórteres em um evento perto de Detroit na terça-feira que conversas com a Volkswagen sobre uma aliança estão "muito bem". Perguntado sobre os comentários de Diess de que a VW poderia usar parte da capacidade não utilizada da Ford para a produção de carros, Bill Ford disse que as empresas "ainda não conseguiram essa granularidade em nossas negociações". Ele disse que não queria falar muito sobre a aliança com a Volkswagen até que a montadora tivesse "muitas coisas definitivas para falar". Fim da autonomia das montadoras A proposta aliança entre a Volkswagen e a Ford sugere que os dias de independência das montadoras acabaram, já que as tarifas, novas tecnologias e regras de emissões mais rígidas fragmentam os mercados que antes eram globais. As empresas que antes buscavam veículos com apelo global para criar economias de escala agora buscam vantagens em segmentos específicos do mercado, como utilitários esportivos híbridos, picapes norte-americanas ou carros urbanos europeus. Possível compra de fábrica da GM Joseph Spak, analista da RBC Capital Markets, disse que os comentários de Diess aumentaram as chances de a Volkswagen de usar parte da capacidade não utilizada da Ford como parte de uma parceria mais ampla. Spak também disse que uma montadora europeia ou asiática poderia tentar adquirir parte da capacidade não utilizada da General Motors Co. A GM anunciou na semana passada que pretende desativar cinco plantas norte-americanas. "A Volkswagen pode ter um pouco de poder de negociação, já que algumas das instalações da GM poderiam ser compradas (embora isso possa afetar suas intenções mais amplas com a Ford)", escreveu Spak. A Volkswagen tem uma fábrica de montagem em Chattanooga, Tennessee. Sobre a necessidade de uma nova fábrica, Diess disse que a empresa está em "negociações bastante avançadas no Tennessee, mas também pode haver outras opções". Diess disse que a VW não assumirá uma participação acionária na Ford como parte de sua aliança. "Estamos construindo uma aliança com a Ford que fortalecerá a posição da Ford na Europa, porque compartilharemos plataformas", disse ele. "Podemos usar a capacidade da Ford aqui nos EUA para construir carros para nós."
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05/12 - Volkswagen diz que última geração de motores a combustão será lançada em 2026
Escândalo envolvendo fraudes nos níveis de emissões de diesel em 2015 fizeram com que o grupo alemão tomasse novos rumos, como a eletrificação de seus modelos. Volkswagen e-Golf é a configuração totalmente elétrica do hatch médio Reuters O chefe de estratégia da Volkswagen disse na última terça-feira (4) que a principal marca da montadora alemã vai desenvolver a geração final de veículos usando tecnologia a combustão em 2026. A Volkswagen fez uma mudança estratégica para veículos movidos a bateria após o escândalo envolvendo as emissões de diesel em 2015, o que forçou a montadora a pagar mais de 27 bilhões de euros em multas por esconder níveis de poluição excessiva. "O ano de 2026 será o último de produção na plataforma de motores a combustão, disse Michael Jost ao Handelsblatt Automotive Summit da sede da Volkswagen, em Wolfsburg. Um porta-voz confirmou que as declarações de Jost significam que a marca VW se concentrará em veículos elétricos. A montadora seguirá adaptando os carros a gasolina e diesel para atender padrões ambientais durante a vida útil dos veículos, mas agora está comprometida a passos radicais para combater o aquecimento global, afirmou Jost. Como forma de cumprir as metas do acordo climático de Paris, a Volkswagen mudou suas referências de desenvolvimento de carros para incluir a meta de radicalmente cortar os níveis de poluição de dióxido de carbono na produção também, segundo o executivo.
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05/12 - Ghosn enfrenta novas acusações e mais um pedido de prisão no Japão
Brasileiro está preso desde 19 de novembro. Ex-presidente da Nissan, ele é acusado de sonegação fiscal. Carlos Ghosn está preso no Japão. Imagem de outubro de 2018 mostra o executivo em Paris Regis Duvignau/Reuters A Promotoria de Tóquio solicitou uma nova ordem de prisão contra Carlos Ghosn por suspeitas de que o executivo também declarou rendimentos abaixo do que realmente recebeu por outros três anos, informa a imprensa japonesas. Prisão de Carlos Ghosn: o que se sabe até agora Carlos Ghosn, demitido da presidência nos conselhos de administração da Nissan e da Mitsubishi Motors após sua detenção em Tóquio em 19 de novembro, está preso desde então por ter ocultado das autoridades financeiras quase 5 bilhões de ienes (38 milhões de euros) de rendimentos em cinco anos, de acordo com os investigadores japoneses. As novas acusações contra o executivo, que segundo a imprensa poderiam resultar na prorrogação de sua detenção durante 22 dias a partir de 10 de dezembro, incluem a ocultação de 4 bilhões de ienes (31 milhões de euros) de seus rendimentos durante outros três anos. As investigações também podem ser ampliadas por outros motivos, algo habitual no Japão, pois a Nissan acusa Ghosn de ter cometido abusos de bens sociais, como o uso de residências de luxo às custas do grupo. Ghosn está em uma cela de uma prisão da zona norte de Tóquio. Os advogados de defesa não podem acompanhar as audiências e o regime de visitas é muito limitado. Saiba quem é e qual a trajetória de Carlos Ghosn Fernanda Garrafiel e Roberta Jaworski/G1 Initial plugin text
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04/12 - Detran de MS solicita prorrogação de 60 dias no prazo de implantação da Placa Mercosul
Resolução do Contran prorrogou o prazo até 31 de dezembro. O diretor-presidente do Detran-MS informou que o estado não possui empresas credenciadas suficientes para trocar as placas de toda a frota. O Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) pediu prorrogação de 60 dias no prazo para a implementação da placa de identificação veicular, a chamada Placa Mercosul, no estado. O ofício foi enviado ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) na última semana. De acordo com o diretor-presidente do Detran-MS, Roberto Hashioka Soler, Mato Grosso do Sul não possui número suficiente de empresas credenciadas para atuar na troca das placas da frota de todo o estado. A Placa Mercosul foi criada para ser um padrão entre os países do Mercosul. Detran-MS/Reprodução O prazo para adoção das novas placas seria até 1° de dezembro, mas foi pulicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira (30) a Resolução 748 do Contran (Conselho Nacional do Trânsito) que resolve, entre outras coisas, estender o prazo para até 31 de dezembro para o Detran em Mato Grosso do Sul, outros onze estados, e no Distrito Federal. Ao G1, Hashioka informou que a expectativa é que o Detran-MS consiga realizar as trocas até o fim do novo prazo. Disse ainda que as empresas que prestarão o serviço serão selecionadas via cadastro de empresas licenciadas pelo Denatran, ou através de licitação.
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04/12 - Caoa Chery Tiggo 2 tem recall de 3.575 unidades no Brasil
Problema no chicote do módulo de controle eletrônico pode afetar carros de ano/modelo 2017 a 2019; veja os chassis envolvidos. Chery Tiggo 2 Chery/Divulgação A Caoa Chery anunciou nesta terça-feira (4) o recall do Tiggo 2 1.5 L, de ano/modelo 2017 a 2019, para reparo no chicote do módulo de controle eletrônico. No total, 3.575 unidades estão envolvidas no chamado. Veja os chassis envolvidos: De JA000929 a KA006473 (Não sequenciais) Data de fabricação: De 23/05/2017 a 11/09/2018 De acordo com a montadora, em razão da vibração natural do veículo, o chicote poderá criar atritos com partes metálicas localizadas no compartimento do motor, podendo gerar curto circuito ou o rompimento do chicote. A Caoa Chery alerta que alguns veículos poderão apresentar o acendimento das luzes no painel de instrumentos, falhas no sistema de injeção e/ou oscilação da marcha lenta e, ainda, impedimento da partida ou desligamento do motor, acarretando na perda da assistência à frenagem, causando risco de colisões e acidentes que podem provocar lesões graves e, em casos extremos, fatais. O atendimento nas concessionárias já começou e o tempo estimado para o serviço, que é gratuito, é de 18 minutos. A montadora também recomenda aos consumidores e proprietários para que fiquem atentos a eventuais dificuldades na partida, possíveis irregularidades no funcionamento do motor ou, ainda, ao acendimento de luzes de advertência no painel de instrumentos. Nesse caso, é indicado que o cliente entre em contato imediatamente com uma concessionária da empresa mais próxima e leve o veículo para inspeções e verificações, e para a troca das peças defeituosas. Para mais informações, a empresa disponibiliza o telefone 0800-772-4379 e o site www.caoachery.com.br.
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04/12 - Mercedes-Benz vai contratar até 600 temporários para fábricas de caminhões
Do total de contratações, 400 metalúrgicos já estão sendo selecionados para ingressar na companhia em janeiro, a maior parte na fábrica do ABC paulista. Mercedes-Benz vai contratar até 600 temporários para fábricas de caminhões Mercedes-Benz/Divulgação A Mercedes-Benz vai contratar até 600 funcionários temporários, com contratos de um ano, para suas fábricas de ônibus e caminhões em São Bernardo do Campo (SP) e Juiz de Fora (MG) em 2019, anunciou a montadora nesta terça-feira (4). Do total de contratações, 400 metalúrgicos já estão sendo selecionados para ingressar na companhia em janeiro, a maior parte na fábrica de São Bernardo do Campo. Duzentas outras vagas serão preenchidas em abril, na fábrica paulista, "desde que o mercado de caminhões mantenha a tendência de expansão", afirmou a companhia. Depois de quatro anos, a montadora volta a produzir com dois turnos em caminhões, tanto em São Bernardo do Campo quanto em Juiz de Fora (MG), e com três turnos em algumas áreas que incluem motores, câmbios e eixos. O presidente-executivo da companhia para América Latina, Philipp Schiemer, afirmou a jornalistas que cerca de 12 mil pessoas já se candidataram para 400 posições em aberto. "Faz muito tempo em que não estávamos otimistas assim", disse Schiemer. "Se conseguirmos aprovar as reformas da previdência e tributária, acredito que teremos uma boa chance de que a recuperação da economia ocorra mais rápido." Segundo o executivo, as renovações de frota dos clientes já começaram a acontecer neste segundo semestre, motivadas por um ritmo mais forte de vendas e tendem a se acentuar ainda mais em 2019 e nos próximos anos, considerando um ambiente econômico mais favorável. As vendas de caminhões estão sendo puxadas por atividades ligadas ao agronegócio, como transporte de grãos, cana-de-açúcar e madeira, assim como pela mineração, logística, combustíveis e produtos químicos, afirmou a montadora. A expectativa da Mercedes-Benz é que o mercado brasileiro como um todo deva fechar 2018 com vendas de cerca de 80 mil caminhões e 14 mil ônibus. Para 2019, a companhia espera crescimento sobre esta base. No acumulado de janeiro ao final de novembro, a Mercedes-Benz acumula crescimento de vendas de caminhões de cerca de 45 por cento sobre o mesmo período do ano passado, para cerca de 19 mil unidades. As vendas de ônibus da companhia acumulam alta de 29% até o fim de novembro, para 6.912 veículos. A empresa prevê investir entre este ano e 2022 cerca de R$ 2,4 bilhões, metade dos quais a ser aplicado até 2019.
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04/12 - Audi vai investir 14 bilhões de euros em carros elétricos e autônomos
Montante será alocado até 2023. Plano da montadora é investir um total de 40 bilhões de euros nos próximos anos. Audi RS4 no Salão do Automóvel de São Paulo Fabio Tito/G1 A Audi, a marca de luxo do Grupo Volkswagen, anunciou nesta terça-feira que vai investir 14 bilhões de euros até 2023 em mobilidade elétrica, digitalização e direção autônoma. No total, o investimento projetado pela montadora alemã para os cinco anos chega a 40 bilhões de euros, informou a Audi em um comunicado. A empresa também planeja medidas de reestruturação que irão gerar 1 bilhão de euros este ano. "Esta rodada de planejamento traz uma mensagem clara: estamos assumindo uma abordagem muito sistemática sobre mobilidade elétrica e vamos nos focar nisso muito mais no futuro", disse o presidente interino do conselho de administração da Audi, Bram Schot. "Estamos consistentemente priorizando nossos recursos para produtos e serviços orientados ao futuro que sejam altamente atrativos e relevantes para o mercado."
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04/12 - Promotores do Japão têm nova acusação contra Ghosn e prisão deve ser prolongada, diz jornal
Detido em Tóquio desde 19 de novembro, executivo brasileiro deve ficar em prisão até o final do ano. Ex-presidente da Nissan, ele é acusado de sonegação fiscal. Carlos Ghosn está preso no Japão. Imagem de outubro de 2018 mostra o executivo em Paris Regis Duvignau/Reuters Promotores de Tóquio planejam apresentar nova acusação contra o executivo Carlos Ghosn por sonegação, o que deve manter o ex-presidente do conselho de administração da Nissan Motor preso até o final do ano, publicou o jornal Sankei nesta terça-feira (4). Prisão de Carlos Ghosn: o que se sabe até agora Ghosn está preso em Tóquio desde 19 de novembro, sob suspeita de conspirar com o ex-diretor representante da Nissan Greg Kelly para reduzir o valor de seus ganhos em cerca de 50% em relação ao valor real de 10 bilhões de ienes (88 milhões de dólares), ao longo de cinco anos desde 2010. Autoridades de Tóquio ampliaram a prisão do executivo na sexta-feira até o máximo de 10 de dezembro por causa da acusação anterior. Citando fontes confidenciais, o Sankei publicou que promotores planejam prender Ghosn e Kelly em 10 de dezembro pelo mesmo crime, mas em relação ao período entre 2015 e 2017, durante o qual ambos supostamente subestimaram a renda de Ghosn em cerca de 4 bilhões de ienes. Se as autoridades aprovarem o prazo máximo neste caso, Ghosn e Kelly devem continuar em custódia até 30 de dezembro, segundo o jornal. Representantes dos promotores de Tóquio não comentaram o assunto. Ligações para o advogado de Ghosn, Motonari Otsuru, não foram respondidas. No Japão, suspeitos de crimes podem ser mantidos em custódia por 10 dias e esse prazo pode ser ampliado em 10 dias se a justiça atender a pedido da promotoria. No final do período, os promotores têm que encaminhar uma acusação formal ou deixar os acusados sair da cadeia. Entretanto, os promotores podem prender os suspeitos por um crime separado, algo que faz o processo começar de novo, o que, algumas vezes, leva os suspeitos a serem detidos por meses sem que acusações formações sejam apresentadas e sem fiança. Saiba quem é e qual a trajetória de Carlos Ghosn Fernanda Garrafiel e Roberta Jaworski/G1
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04/12 - Veja 10 carros e 10 motos mais vendidos em novembro de 2018
Chevrolet Onix e Honda CG 160 estão disparados como os mais vendidos do ano. O ranking dos veículos mais vendidos em novembro de 2018 não teve surpresas no topo das categorias carros e motos, como mostram os emplacamentos divulgados pela associação das concessionárias, a Fenabrave. Entre os carros, a liderança é absoluta do Chevrolet Onix, que teve 22.277 unidades vendidas e já pode comemorar o fechamento do ano como o mais vendido - ele acumula 190.816 unidades de janeiro a novembro. O destaque, no entanto, ficou para o Volkswagen Gol, que voltou a figurar na segunda posição entre os mais vendidos, com 8.836 carros emplacados. Do lado das motos, a Honda CG 160 continua insuperável e têm 230.770 vendidas em 2018 até o mês de novembro. Carros e motos mais vendidos em novembro de 2018 Divulgação/Fenabrave
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04/12 - Chevrolet Spin tem nova versão dedicada ao público PCD por R$ 69.900
Com as isenções de IPI e ICMS para pessoas com deficiência, o modelo sai por R$ 54.300. Ar-condicionado, central multimídia e câmbio automático são de série. Chevrolet Spin dedicada ao público PCD (pessoas com deficiência) é a mais barata com câmbio automático Divulgação/Chevrolet A Chevrolet Spin ganhou uma configuração mais em conta dedicada ao público PCD (Pessoas com Deficiência). Com preço cheio de R$ 69.900, o modelo sai por R$ 54.300 quando aplicadas as isenções de IPI e ICMS previstas para carros até R$ 70 mil no programa de inclusão. Sem nome específico, a versão PCD é derivada da LT e oferece ar-condicionado, piloto automático, retrovisores elétricos, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, direção elétrica e rack de teto. Chevrolet Spin para PCD interior Divulgação/Chevrolet A grade é pintada de cinza, enquanto retrovisores e maçanetas são da cor da carroceria. Há rodas de liga leve de 15 polegadas. Na mecânica, permanece o motor 1.8 flex associado ao câmbio automático de 6 marchas.
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04/12 - IPVA 2019 em Minas Gerais: veja calendário de pagamento e descontos
Quem quitar à vista terá 3% de desconto; outros 3% serão deduzidos do imposto de quem pagou débitos em dia em 2017 e em 2018. Estado deve arrecadar R$ 5,44 bilhões para um total de 9,7 milhões de veículos emplacados em Minas Reprodução/TV Globo A Secretaria de Fazenda de Minas Gerais divulgou, nesta terça-feira (4), a escala de pagamento do IPVA 2019. O imposto começa a vencer em 14 de janeiro, para os carros com placas com finais 1 e 2 (veja tabela abaixo). Neste ano, o Governo dará desconto de 3% para quem quitar o IPVA em parcela única e mais 3% automaticamente sobre o valor do imposto dos veículos que tiveram todos os seus débitos (imposto, taxas e eventuais multas) pagos em dia nos anos de 2017 e 2018. Os contribuintes podem pagar o imposto em cota única, com desconto de 3%, ou em três parcelas, nos meses de janeiro, fevereiro e março. O valor mínimo para parcelamento é de R$ 150. O pagamento já pode ser feito em terminais de autoatendimento autorizados com o Renavam do veículo. Você pode baixar a guia de arrecadação pela internet. Pelos cálculos da Secretaria da Fazenda, em todo o estado, 2,8 milhões de veículos (29% da frota) receberão o novo benefício, batizado de “Bom Pagador”. Além do IPVA, o contribuinte deve ficar atento ao vencimento da Taxa de Renovação do Licenciamento Anual de Veículo (TRLAV), com valor de R$ 102,41. O prazo máximo para o pagamento deste tributo é 1º de abril. Redução O Governo diz que houve redução de 3,17% do IPVA em relação a 2018. O estado deve arrecadar R$ 5,44 bilhões para um total de 9,7 milhões de veículos emplacados até 19 de outubro. Escala de pagamento do IPVA MG
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04/12 - Polo e Virtus ganham versão para pessoas com deficiência por R$ 69.990
Configuração batizada de Sense tem motor turbo no hatch e aspirado no sedã, mas conteúdo de equipamentos é o mesmo. Volkswagen Polo ganha versão para PCD, Sense Divulgação/Volkswagen Os Volkswagen Polo e Virtus ganharam versões dedicadas ao público PCD (Pessoas com Deficiência). Chamadas de Sense, elas têm configurações diferentes para os modelos, mas saem pelo mesmo preço: R$ 69.990. O Polo é equipado com motor 1.0 turbo de até 128 cavalos de potência e câmbio automático de 6 marchas. Entre os equipamentos, o hatch oferece ar-condicionado, controles de estabilidade e tração, retrovisores elétricos, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, sensores de ré e direção elétrica. Volkswagen Virtus Sense tem motor 1.6 e câmbio automático de 6 marchas Divulgação/Volkswagen Não há rodas de liga leve, faróis de neblina e repetidores de seta nos retrovisores, deixados para trás na redução dos preços. Já o Virtus precisou fazer mais uma economia e substitui o motor 1.0 turbo do Polo pelo 1.6 de até 120 cavalos de potência. O câmbio é automático de 6 marchas e o pacote de equipamentos segue o do "irmão" hatch. Para ambos os modelos a Volkswagen não oferece pacotes opcionais e, para a carroceria, só estão disponíveis as cores preto, branco e vermelho. Volkswagen Polo e Virtus Sense têm ar-condicionado e controle de estabilidade de série Divulgação/Volkswagen
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03/12 - SC tem até 31 de dezembro para implantar placas padrão Mercosul, determina Contran
Prazo anterior era 1º de dezembro. Detran afirma que ainda não há número suficiente de empresas credenciadas para fazer o serviço. Entenda os detalhes do novo padrão de placas adotado no Mercosul Karina Almeida/G1 O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) deu prazo até o dia 31 de dezembro para que Santa Catarina comece a implantar as placas padrão Mercosul para veículos. A data foi anunciada na sexta-feira (30). O G1 ainda aguarda resposta do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SC) sobre a medida. Na semana passada, antes do novo anúncio do Contran, o Detran-SC informou que iria prorrogar o prazo estabalecido até então, que era 1º de dezembro, por causa do número insuficiente de empresas credenciadas no Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) para fazer o serviço. No entanto, não deu data para o início do procedimento. O padrão Mercosul precisa ser adotado para o primeiro emplacamento e para quem tiver a placa antiga, no caso da troca de município ou propriedade. Cronograma Esta foi a quarta mudança no calendário de adoção desse tipo de placa no Brasil, que já é usada na Argentina e no Uruguai. Foi anunciada em 2014, deveria ter entrado em vigor em janeiro de 2016, foi adiada para 2017 e depois por tempo indeterminado. A obrigatoriedade chegou a ser interrompida graças a decisão judicial, mas o governo recorreu. As últimas alterações envolveram autorização para reduzir o tamanho caso as placas não se encaixem nos veículos e a retirada dos símbolos de identificação de estado e município. Veja mais notícias do estado no G1 SC
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03/12 - Gol é o 2º mais vendido em novembro; Creta encosta no HR-V no acumulado
Chevrolet Onix segue líder com ampla vantagem e 22.277 unidades emplacadas no mês; veja lista com os 20 mais vendidos. Volkswagen Gol 2019 Marcelo Brandt/G1 A venda de carros em novembro teve como destaque o bom desempenho do Volkswagem Gol, que voltou a figurar na 2ª posição entre os mais vendidos, ficando apenas atrás do líder Chevrolet Onix, informou a associação das concessionárias, a Fenabrave, nesta segunda-feira (3). No entanto, a vantagem do modelo da GM para seus concorrentes ainda é enorme. O mais vendido Onix ficou com 22.277 unidades em novembro, enquanto o Gol teve 8.836 unidades emplacadas; na sequência, o Ford Ka apareceu com 8.834 unidades. Entre os SUVs, o Hyundai Creta figurou em 9º lugar em novembro e está "colado" no Honda HR-V no acumulado. Hyundai Creta 2019 Fabio Tito/G1 Veja os 20 carros mais vendidos em novembro: Chevrolet Onix: 22.277 unidades Volkswagen Gol: 8.836 Ford Ka: 8.834 Hyundai HB20: 8.395 Chevrolet Prisma: 7.598 Renault Kwid: 7.092 Fiat Argo: 6.078 Volkswagen Polo: 5.644 Hyundai Creta: 5.171 Fiat Strada: 5.158 Renault Sandero: 5.110 Toyota Corolla: 5.023 Jeep Compass: 5.008 Fiat Mobi: 4.258 Chevrolet Spin: 4.179 Nissan Kicks: 4.040 Volkswagen Virtus: 3.955 Fiat Toro: 3.922 Jeep Renegade: 3.845 Ford Ka Sedan: 3.695
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03/12 - Venda de veículos novos sobe 13,1% em novembro, diz Fenabrave
Foram vendidas 230.938 unidades, contra 204.181 no mesmo mês de 2017. No acumulado do ano, emplacamentos chegaram a 2,33 milhões. Concessionária de carros em São Paulo Fábio Tito/G1 A venda de veículos novos subiu 13,1% em novembro, segundo a associação de concessionárias, a Fenabrave. De acordo com o balanço divulgado nesta segunda-feira (3), foram 230.938 unidades emplacadas, contra 204.181 no mesmo período do ano passado. O volume engloba automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. No ano, já foram vendidos 2,33 milhões de veículos, quantia 15,1% superior aos 2,02 milhões registrados entre janeiro e novembro de 2017. Gol é o segundo em novembro e Creta encosta no HR-V no acumulado Apenas entre os automóveis e comerciais leves, novembro teve 221.317 exemplares novos emplacados. O número é 12,2% maior do que no mesmo mês de 2017. Na época, foram vendidas 197.240 unidades. Entre as demais categorias de veículos, as motos tiveram alta de 17,7% de alta em novembro, com 76.839 unidades emplacadas, ante 65.291 em novembro passado. A alta entre caminhões e ônibus foi ainda maior, de 41,2% no primeiro caso, e 28,8% no segundo. A maior alta percentual, no entanto, foi de implementos rodoviários, com 84,6% mais em novembro. Marcas e modelos A Chevrolet encerrou mais um mês na liderança do mercado brasileiro, e se encaminha para fechar também o ano como a marca mais popular do país. Em novembro, a marca americana teve 20,46% de participação, com 45.271 veículos emplacados. A segunda colocada foi a Volkswagen, com 33.305 veículos e 15,05% do mercado. A Fiat fecha o "pódio", com 26.864 unidades e 12,14%. Entre os carros, o Chevrolet Onix foi novamente o mais vendido, com 22.277 exemplares, número maior do que a venda do segundo e terceiro colocados somados. Estes postos foram ocupados por Volkswagen Gol, com 8.836 unidades, e Ford Ka, com 8.834. Veja abaixo os 10 modelos mais vendidos em novembro: GM Onix: 22.277 unidades Volkswagen Gol: 8.836 Ford Ka: 8.834 Hyundai HB20: 8.395 GM Prisma: 7.598 Renault Kwid: 7.092 Fiat Argo: 6.078 Volkswagen Polo: 5.644 Hyundai Creta: 5.171 Fiat Strada: 5.158
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03/12 - Subaru anuncia recall do Outback 2018 por possível 'pane seca'
No total, 16 unidades estão envolvidas no chamado. Reparo gratuito começa em 15 de abril de 2019. Subaru Outback no Salão do Automóvel Fábio Tito/G1 A Subaru anunciou nesta segunda-feira (3) o recall do Outback 3.6, modelo 2018, por possível "pane seca" nos veículos, caso onde o veículo para por falta de combustível. No total, 16 unidades estão envolvidas. O início do serviço de reparo gratuito será a partir de 15 de abril de 2019, com o tempo de realização de 1 hora. Até lá, a montadora alerta aos proprietários que fiquem atentos ao ponteiro de nível de combustível, além da luz de advertência de reserva. De acordo com a montadora, uma falha na programação do software que calcula a autonomia pode levar o motorista a achar que ainda existe combustível no tanque, mesmo quando este já estiver no fim. Veja os chassis envolvidos no recall: Ano/modelo 2018 - de JG150036 a JG160461 (não sequenciais) Data de fabricação: de 18 de setembro de 2017 a 29 de junho de 2018 Caso a "pane seca" ocorra, o motor para de funcionar e também a assistência de frenagem do veículo, que fará o motorista a necessitar de maior esforço para frear o veículo. Isso poderá resultar em risco de colisão e acidentes, além de lesões graves e, em casos extremos, fatais. Para mais informações, a empresa disponibiliza o telefone 0800 770 2011 e o site www.subaru.com.br.
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03/12 - CB Twister 2019 chega com freios CBS na versão de entrada e novas cores
Modelo da Honda mantém as características de sucesso, como o câmbio de 6 marchas Modelo topo de linha da Honda CB Twister está disponível na cor laranja e com freios ABS Divulgação Ano após ano a Honda trabalha para melhorar as suas motos. E não foi diferente na nova Honda CB Twister. O modelo 2019 ganhou importantes melhorias na segurança e no design. A CB Twister 2019 está disponível em duas versões: CBS e ABS. A versão de entrada, como o próprio nome já deixa claro, traz de série agora os freios CBS. Essa tecnologia é focada em aumentar a segurança do motociclista e de seu eventual passageiro. Da expressão em inglês Combined Brake System, o sistema CBS distribui a frenagem da moto entre as duas rodas de maneira equilibrada, proporcionando maior estabilidade na redução de velocidade. Ao acionar o pedal do freio traseiro, um sistema hidráulico transfere uma parte do esforço para a roda dianteira. Modelo de entrada vem com freios CBS e está disponível na cor vermelha Divulgação Já a versão topo de linha traz de série o ABS, conhecido sistema de freios que evita o travamento das rodas e proporciona mais controle ao piloto durante as frenagens de emergência. Câmbio de 6 marchas Ótimo para pegar a estrada, o câmbio de seis marchas é um dos diferenciais da Honda Twister Divulgação O confiável motor monocilíndrico OHC de quatro válvulas e 249,5 cm³ continua lá, sempre acoplado ao câmbio manual de seis marchas ótimo para pegar a estrada sem gastar muito combustível. Rende 23cv e conta com funcionamento suave e robusto. Com ele, a CB Twister encara o trânsito cotidiano e ainda topa pegar a estrada no fim de semana. Mas isso não é tudo. A CB Twister 2019 passa a contar com piscas totalmente em LED e também tem novas cores: laranja e vermelho para a versão ABS e vermelho, branco e prata metálico na CBS. Todas que combinam perfeitamente com os grafismos inspirados nas equipes de corrida da Honda e proporcionam ainda mais esportividade. Ah, a Twister tem garantia de 3 anos e o óleo é grátis em sete revisões. Quer saber mais? Veja o infográfico abaixo. Divulgação
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03/12 - Trump anuncia que China aceita cortar tarifas de carros dos EUA
No Twitter, presidente americano fez anúncio sem dar mais detalhes do acordo. China e EUA negociaram 'trégua' na guerra comercial durante o G20. Governo chinês aceita reduzir ou até eliminar tarifas sobre automóveis importados dos EUA A China aceitou "reduzir e eliminar" as tarifas dos automóveis importados dos Estados Unidos, anunciou o presidente presidente Donald Trump, depois de estabelecer com o presidente chinês, Xi Jinping, uma trégua na guerra comercial entre as duas principais economias do mundo. "A China concordou em reduzir e eliminar as taxas dos automóveis que entram na China a partir dos EUA. Atualmente, a tarifa é de 40%", escreveu Trump no Twitter, que se reuniu no sábado com Xi Jinping após o encontro de cúpula do G20 em Buenos Aires. As Bolsas da Ásia registraram alta nesta segunda-feira, após a notícia de que Washington e Pequim concordaram com uma trégua de três meses para não impor novas tarifas, enquanto negociam um acordo mais detalhado. Com o acordo entre os países, os índices acionários chineses registraram seu maior ganho diário em um mês. Veja a cronologia da tensão comercial entre EUA e China Como foi o acordo? No sábado, Trump e Xi estabeleceram uma pausa na guerra de tarifas que afetou os mercados ao redor do planeta durante meses. Os presidentes dos EUA e da China têm no G20 o primeiro encontro desde que o governo americano elevou tarifas sobre mais de US$ 200 bilhões de importações chinesas em julho AFP/Getty via BBC O presidente americano chamou de "incrível" o pacto com o qual Washington espera reduzir o gigantesco déficit comercial com Pequim e ajudar a proteger a propriedade intelectual dos Estados Unidos. Trump se comprometeu a não cumprir a ameaça de elevar de 10% para 25% as tarifas das importações de produtos chineses no valor de 200 bilhões de dólares a partir de 1 de janeiro. Em troca, a China deve comprar uma quantidade "muito importante" de produtos agrícolas, de energia, industriais e outros bens dos Estados Unidos. Trump não publicou nenhum tuíte posterior no domingo para explicar quais tarifas de automóveis serão eliminadas e quais serão reduzidas. A China reduziu em julho as tarifas de importação de automóveis de 25% a 15%. Mas com o aumento da tensão comercial, Pequim impôs aos veículos americanos uma taxa adicional de 25%, o que elevou a carga de impostos a 40%. O presidente dos EUA, Donald Trump (à direita na mesa), e o presidente da China, Xi Jinping, juntamente com as delegações dos dois países, durante jantar após a cúpula do G20 em Buenos Aires Saul Loeb / AFP Photo
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02/12 - Toyota Hilux 'esportiva' lançada no Salão de SP custará R$ 206.990
Versão GR-Sport será a versão topo de linha, com série limitada a 420 unidades. Preparação inclui mudanças na suspensão, mas não tem motor mais potente. Toyota Hilux GR-S Marcelo Brandt/G1 Um dos lançamentos da Toyota no Salão do Automóvel de São Paulo, a Hilux GR-Sport, teve seu preço definido cerca de um mês após o início do evento. Cada uma das 420 unidades será vendida por R$ 206.990, o que faz dela a versão topo de linha, R$ 10 mil mais cara do que a SRX. A Hilux GR-Sport é o primeiro produto vendido no Brasil da Gazoo Racing, a divisão esportiva da Toyota. São 4 níveis diferentes de preparação. Ela é produzida na Argentina, junto com as demais versões. Toyota Hilux GR-Sport Marcelo Brandt/G1 A picape recebe o segundo, chamado GR-Sport. Nesse caso, não há mudanças em motor, escape ou câmbio, apenas nos acertos de suspensão, molas e amortecedores. A Hilux segue com motor 2.8 diesel de 177 cavalos e câmbio automático de 6 marchas. O visual do modelo recebeu alterações polêmicas. É o caso da pintura com grafismos em preto e vermelho. Retrovisor, maçanetas e rodas são pintados de preto, enquanto a grade frontal troca o logotipo da fabricante pelo nome Toyota em letras garrafais. Toyota Hilux GR-S Marcelo Brandt/G1 Veja o preço de todas as versões da Hilux Flex SR Cabine Dupla 4x2 manual - R$ 111.990 SR Cabine Dupla 4x2 - R$ 117.990 SRV Cabine Dupla 4x2 - R$ 129.990 SRV Cabine Dupla 4x4 - R$ 140.990 Diesel Chassi-cabine 4x4 manual - R$ 121.530 Cabine simples STD 4x4 - R$ 125.560 Cabine dupla STD Narrow 4x4 - R$ 138.010 Cabine dupla STD Power Pack 4x4 - R$ 140.490 Cabine dupla SR 4x4 - R$ 160.490 Cabine dupla SRV 4x4 - R$ 179.990 Cabine dupla SRX 4x4 - R$ 196.990
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01/12 - Contran dá novo prazo para implantação de placa do Mercosul em veículos do Acre
Acre tem até dia 24 de dezembro para começar implantação. Prazo anterior era 1º de dezembro. Placas com padrão Mercosul começaram a ser instaladas no Acre a partir de 24 de dezembro TV Globo O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) deu um novo prazo para a implementação das placas padrão Mercosul no Acre. O estado tem até o dia 24 de dezembro para começar a instalar o novo modelo de placas. O prazo anterior era 1º de dezembro. Agora, cada estado terá um prazo específico. O Ministério Público do Acre (MP-AC) havia instaurado um procedimento preparatório para investigar o processo de substituição das placas dos veículos no estado. O órgão recomendou ainda ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-AC) que solicitasse ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) o adiamento do uso das novas placas por um período mínimo de 60 dias. Após receber a recomendação, a diretora do Detran-AC, Shirley Torres, afirmou ao G1 que o órgão iria protocolar um pedido junto ao Denatran de adiamento por 30 dias. O diretor-geral em exercício, Fábio Ferreira, afirmou que o Detran-AC está preparando o sistema para que no dia 24 de dezembro possa viabilizar a implantação da placa padrão Mercosul em todo o estado. “Já temos hoje seis empresas estampadoras credenciadas no estado, já foram vistoriadas três empresas e nós acreditamos que no dia 24 de dezembro, todas as empresas e o sistema Detran estarão prontos para fazer o emplacamento da placa Mercosul no estado do Acre”, afirmou. Quem precisa trocar O novo padrão só precisa ser adotado para o primeiro emplacamento e, para quem tiver a placa antiga, no caso da troca de município ou propriedade. O novo padrão tem 4 letras e 3 números, diferente do modelo usado até então, com 3 letras e 4 números. Outra diferença é que a cor do fundo das placas será sempre branca. O que varia é a cor da fonte. Para veículos de passeio, cor preta, para veículos comerciais, vermelha, carros oficiais, azul, em teste, verde, diplomáticos, dourado, e de colecionadores, prateado. 'Novela' das placas Este é a quarta mudança no cronograma de adoção da placa do Mercosul no Brasil. O padrão já é usado na Argentina e no Uruguai. Ela foi anunciada em 2014, deveria ter entrado em vigor por aqui em janeiro de 2016, foi adiada para 2017 e depois por tempo indeterminado. Uma disputa judicial chegou a interromper a obrigatoriedade, mas o governo recorreu e retomou os emplacamentos. Os últimos capítulos envolveram uma autorização para a redução do tamanho caso as placas não se encaixem nos locais determinados nos veículos e a retirada dos símbolos de identificação de estado e município.
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