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15/09 - Ativistas bloqueiam entradas do Salão do Automóvel de Frankfurt
Pelo 3º dia, ambientalistas protestam contra indústria automobilística na maior feira do setor e defendem banimento de carros nas cidades e transporte público gratuito. Manifestação reúne centenas de pessoas. Ativistas bloqueiam avenida que dá acesso ao Salão do Automóvel, em Frankfurt, neste domingo (15) Wolfgang Rattay/ Reuters Ativistas bloquearam neste domingo (15) entradas, incluindo a principal, do Salão do Automóvel de Frankfurt (IAA) em um protesto contra o que chamaram de "destruidores do clima e do meio ambiente" produzidos pela indústria automobilística. Esse é o terceiro dia que o evento é alvo de manifestações. Centenas de pessoas vestindo roupas de proteção brancas sentaram ou ficaram paradas em pé em frente a duas entradas do evento. Os manifestantes levavam cartazes com inscrições como "desapropriar montadoras" e "as ruas estão ocupadas chegou a hora de mudar o transporte". Alguns dos participantes circularam de bicicleta em volta do prédio da feira, causando também obstruções. Salão do Automóvel de Frankfurt é alvo de protestos de ambientalistas Segundo os organizadores do ato, os protestos visam interromper o IAA com bloqueios pacíficos. "Estamos assumindo uma posição clara contra o sistema de transporte destrutivo que é defendido pelo maior salão do automóvel do mundo", afirmaram. Os manifestantes defendiam ainda a proibição de carros em cidades, o transporte público gratuito e criação de ciclovias. "Uma mudança real para um transporte ecológico não é compatível com os interesses econômicos do lobby da indústria automobilística", ressaltaram os organizadores do protesto. Ativista usa máscara com a mensagem 'faça amor, não carros' durante protesto em Frankfurt, neste domingo (15) Michael Probst/AP De acordo com a polícia, os protestos foram pacíficos. Apenas algumas discussões entre manifestantes e visitantes da feira foram registradas. Os organizadores do Salão do Automóvel de Frankfurt pediram que os visitantes evitassem as entradas que foram bloqueadas. Esse foi o terceiro dia de protestos no Salão do Automóvel de Frankfurt. Na abertura da feira para o público, no sábado, cerca de 25 mil pessoas, segundo os organizadores, participaram de uma manifestação para exigir que ao setor automobilístico assuma sua responsabilidade como indústria poluidora do meio ambiente. A polícia registrou, porém, 15 mil manifestantes. Na quinta-feira, participantes do movimento ambientalista Fridays for Future e ativistas do Greenpeace promoveram um ato de protesto dentro da IAA no momento em que a chanceler federal alemã, Angela Merkel, visitava a feira. Manifestantes invadiram o estande da Volkswagen e subiram nos carros, portando cartazes com a inscrição "Klimakiller" (assassino do clima). Montadoras apresentam os novos modelos no IAA, que foi aberto por Merkel. Durante a visita ao local, a líder alemã elogiou os esforços do setor para o desenvolvimento de tecnologias neutras em termos de emissões que causam o aquecimento global. Ambientalistas, porém, criticam as montadoras pela demora de iniciar a transição da mobilidade eletrônica, por investirem cada vez mais em carros que consomem muito combustível, como as SUVs, e por se esquivarem das responsabilidades pela poluição do ar, especialmente devido emissões causadas por veículos movidos a diesel.
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14/09 - Salão do Automóvel de Frankfurt é alvo de protestos de ambientalistas
Cerca de 20 mil pessoas participam de atos exigindo o fim do motor de combustão e mais investimentos em meios de transporte alternativos. Mais de 10 mil ciclistas bloqueiam temporariamente duas estradas da região. Ambientalistas protestaram contra indústria automobilística neste sábado (14), em estrada de Frankfurt, Alemanha Michael Probst/AP Dezenas de milhares de ambientalistas protestaram neste sábado (14) no Salão do Automóvel de Frankfurt (IAA). No primeiro dia em que os portões da feira foram abertos ao público, os manifestantes usaram o evento como uma plataforma para exigir que ao setor automobilístico assuma sua responsabilidade como indústria poluidora do meio ambiente. As estimativas do número de participantes das manifestações variaram entre cerca de 15 mil, segundo a polícia, para 25 mil, na contagem dos organizadores. Mais de 10 mil compareceram de bicicleta, tomando parte numa passeata de ciclistas que bloqueou temporariamente duas estradas da região. Os manifestantes reivindicaram o fim do motor de combustão e uma reforma da política de transporte que incentive veículos com baixa emissão de carbono, como bicicletas, ônibus e trens. Outras acusações levantadas pelos manifestantes é que a indústria automobilística não está se movendo rápido o suficiente em direção a um meio transporte livre de emissões. Muitos também exigem medidas para desencorajar a compra de SUVs, considerados veículos especialmente prejudiciais ao meio ambiente. Alguns setores políticos alemães têm proposto ultimamente medidas para sobretaxar veículos utilitários esportivos ou mesmo proibi-los nos centros das cidades. Ambientalistas protestaram de bicicleta em estrada de Frankfurt neste sábado (14), primeiro dia do Salão do Automóvel Daniel Roland/AFP Os manifestantes exibiram faixas pedindo uma "transição do transporte" ou "Verkehrswende", em uma aparente referência à planejada "Energiewende", como o governo da Alemanha chama a transição para fontes renováveis de energia. No dia anterior, sexta-feira, participantes do movimento ambientalista Fridays for Future e ativistas do Greenpeace promoveram um ato de protesto dentro da IAA no momento em que a chanceler federal alemã, Angela Merkel, visitava a feira. Manifestantes invadiram o estande da Volkswagen e subiram nos carros, portando cartazes com a inscrição "Klimakiller" (assassino do clima).
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14/09 - Salão de Frankfurt em 7 destaques: da volta do Defender à força dos elétricos
BMW que não reflete a luz e clássicos também têm espaço no evento. Híbrido Lamborghini Sián atrai jornalistas no Salão de Frankfurt Daniel Roland/AFP O Salão do Automóvel de Frankfurt, o maior do mundo, segue até o próximo dia 22 com holofote sobre os carros elétricos e híbridos. Do Volkswagen que foi comparado ao Fusca ? pelo seu potencial de revolucionar ? aos hiperesportivos de quase 1.000 cavalos, praticamente todas as montadoras deixaram sua marca nessa onda "verde". O evento também marcou a volta de um ícone, o jipe Land Rover Defender, agora modernizado. E teve curiosidades, como o BMW cuja pintura não reflete a luz, e também um espaço para os clássicos. O G1 separou 5 destaques do evento, veja abaixo. A volta do Defender Em tempos de discussão sobre a saída do Reino Unido da União Europeia, um inglês roubou a cena em Frankfurt. A Land Rover apresentou no evento a nova geração do seu maior ícone, o Defender. O modelo já foi confirmado para chegar ao Brasil no próximo ano, totalmente modernizado. A nova carroceria de alumínio é 3 vezes mais rígida do que os modelos tradicionais, segundo a marca. A suspensão é independente e, em algumas versões, a ar, e com sistema que reage quase instantaneamente às condições do piso. Leia mais Salão de Frankfurt 2019: Land Rover relança o Defender ID, o elétrico que quer revolucionar Depois do escândalo do dieselgate, a Volkswagen virou seu "leme" na direção dos carros elétricos, que não emitem gases poluentes. O primeiro resultado concreto do plano ambicioso da marca foi apresentado em Frankfurt: o ID.3, a versão do compacto elétrico que chegará às lojas. Na apresentação, a montadora o comparou em importância ao Fusca. Com porte semelhante ao do Golf, o ID deverá ser vendido por cerca de 30 mil euros (R$ 135 mil) e a autonomia será entre entre 330 e 550 km. Leia mais Volkswagen ID.3 Reuters/Wolfgang Rattay Honda também entra na briga Outra versão final apresentada na feira é a do "Honda e", o primeiro compacto elétrico da montadora japonesa. O seu visual retrô é baseado no primeiro Civic. Com porte de Chevrolet Onix, ele deve ser vendido por preço parecido com o do Volkswagen ID, que é maior. Leia mais Salão de Frankfurt: 'Entre' no 1º carro compacto elétrico da Honda Lamborghini 'verde' Se todas as montadoras estão de olho no mercado de elétricos, as fabricantes de supercarros não quiseram perder a onda. A Lamborghini apresentou seu primeiro carro híbrido, o Sián, que junta motor 6.3 litros V12 a gasolina com um elétrico para resultar no conjunto mais potente feito pela marca, de 830 cv. Leia mais Lamborghini Sián, primeiro híbrido da marca italiana Tobias Schwarz/AFP 'Tesla' da Porsche Porsche Taycan é exibido no Salão de Frankfurt Reuters/Ralph Orlowski A Porsche também marcou seu espaço na "eletrificação" dos carros, lançando seu primeiro modelo do tipo. Antes de ser exibido no salão, o Taycan foi apresentado à imprensa especializada. Mirando o Tesla Model S, o esportivo tem 625 cavalos, e pode rodar até 450 km com uma carga da bateria. Leia mais BMW que não brilha Uma curiosidade do salão foi o X6 Vantablack, um conceito do SUV da BMW cuja pintura absorve quase 100% da luz. Resultado: não reflete nada. Será a reinvenção do "preto fosco"? Leia mais Salão de Frankfurt: conheça o BMW com pintura que não reflete a luz 'Velhinho' de R$ 18 milhões O maior salão também permite compra de carros... Não dos lançamentos, mas dos clássicos. E um deles, de 91 anos, é oferecido por R$ 18 milhões. Leia mais Mercedes-Benz SSK de 1928 está à venda no Salão de Frankfurt por 4 milhões de euros André Paixão/G1 Initial plugin text
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13/09 - TJ derruba lei que proibia serviço de mototáxi na cidade de São Paulo
Serviço passa a ser permitido na capital, já que profissão é regulamentada no país. Tribunal entendeu que Prefeitura e Câmara paulistanas não podem legislar sobre trânsito. Lei federal autoriza mototáxis no país, cabe a cada município regulamentar como serviço deve ser Reprodução/EPTV O Tribunal de Justiça de São Paulo julgou inconstitucional uma lei municipal de maio de 2018 que proibia o serviço de mototáxi na capital paulista. O Órgão Especial do Tribunal entendeu que a Câmara de Vereadores e a Prefeitura, ao aprovarem e sancionarem a lei, usurparam de uma competência sobre legislar sobre trânsito, que é exclusiva da União. A lei vigorava desde 6 de junho de 2018 e quem fosse flagrado descumprindo a regra estava sujeito à multa de R$ 1 mil. A motocicleta seria apreendida em caso de reincidência. Agora, o serviço volta a ser permitido em São Paulo. Uma lei federal de 2009, sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, regulamentou em todo o país as profissões de mototaxista e de motoboy, mas deixou a cargo dos municípios estabelecer as regras para o serviço, o que não tinha acontecido ainda na capital. Na justificativa para aprovarem a lei de SP, os vereadores afirmam que a lei é necessária para garantir a segurança dos munícipes. Eles destacam o alto número de acidentes com mortes envolvendo motocicletas e também o número de pessoas que ficaram com sequelas após os acidentes. A ação contra a lei foi proposta pelo Procurador-Geral de Justiça do Estado, em 25 de maio de 2019, alegando que o texto, de autoria de dois vereadores, viola diversos artigos da Constituição Federal, entre eles a competência da União para legislar sobre trânsito em todo o país, a livre iniciativa e a defesa do consumidor e a livre concorrência. Por votação unânime, no dia 11 de setembro, o Órgão Especial do TJ julgou a ação procedente. À TV Globo, a Prefeitura de São Paulo informou que "aguarda a publicação do acórdão da decisão" para se manifestar. Um dos aplicativos usados pelos mototaxistas, o Picap, manifestou-se sobre a decisão, afirmando que ela é "benéfica". "Sempre tivemos a convicção da legalidade do serviço de transporte individual com o uso de motocicletas de acordo com a regulamentação de âmbito federal", afirmou o aplicativo em nota. Mototáxi sem fiscalização põe em risco a segurança de passageiros Norma federal Pela lei federal, apenas maiores de 21 anos podem ser mototaxistas no país. É necessário ainda possuir uma habilitação específica para motocicletas há pelo menos dois anos. Os profissionais deverão trabalhar vestindo colete dotado de refletores. As motos serão obrigadas a instalar equipamentos de segurança como os mata-cachorros na parte dianteira, à frente do motor, e antenas corta-pipas, que deverão ser inspecionados semestralmente, além de ter identificação especial. Os municípios foram autorizados pela lei federal apenas a regulamentar questões específicas de funcionamento desses serviços, como locais de circulação e tarifas cobradas pelos mototaxistas, por exemplo, que passarão a usar placas vermelhas de identificação.
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13/09 - Prefeitura apaga a cor vermelha das ciclovias de São Paulo
Vermelho foi substituído por uma faixa branca. Nova coloração faz parte do novo Plano Cicloviário da cidade. Prefeitura reforma e troca cor das ciclovias em São Paulo A Prefeitura de São Paulo trocou a cor e a sinalização de algumas ciclofaixas da cidade. O vermelho foi substituído por uma faixa branca, para que os motoristas identifiquem a ciclofaixa, e uma faixa pontilhada amarela foi adicionada no meio das vias, indicando que os usuários podem circular nos dois sentidos. Outra alteração fica por conta do vermelho que será pintado na proximidade dos cruzamentos, buscando alertar os ciclistas para um local mais perigoso. Segundo informações da prefeitura, essas alterações fazem parte do novo Plano Cicloviário que ainda não tem data para ser oficialmente anunciado. A cor vermelha das ciclovias chegou a ser criticada por governos que associavam a tonalidade ao Partido dos Trabalhadores (PT). No entanto essa cor é adotada internacionalmente. Nova sinalização de ciclofaixas consiste em uma faixa branca e uma linha pontilhada Reprodução/TV Globo Confira as ciclofaixas que tiveram as obras de requalificação iniciadas em São Paulo: Ciclofaixa Bosque da Saúde; Ciclofaixa Saúde e Aratás; Ciclofaixa George Corbisier; Ciclofaixa Jupatis; Ciclofaixa Corifeu de Azevedo Marques; Ciclofaixa Jaguaré; Ciclofaixa Corifeu de Azevedo Marques; Ciclofaixa Artur Azevedo; Ciclofaixa Gomes de Carvalho; Ciclofaixa Alameda Nothmann; Ciclofaixa Parque Novo Mundo. Antiga sinalização de ciclofaixas de SP era vermelha com uma faixa amarela Reprodução/TV Globo
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13/09 - Chevrolet Onix 2020 parte de R$ 48.490; veja fotos, preços e versões
Opção de entrada, com motor de 3 cilindros aspirado, foi revelada nesta sexta (13). Mais vendido do Brasil ganha nova geração; veja os detalhes de Onix e Onix Plus, que substitui o Prisma. Chevrolet Onix 2020 Chevrolet/Divulgação A Chevrolet divulgou nesta sexta-feira (13) o preço da versão de entrada da nova geração do Onix, que é o carro mais vendido do Brasil. Sem o motor 1.0 turbo das demais opções, o Onix hatch 1.0 aspirado 2020 custa a partir de R$ 48.490. VEJA O ONIX ANTES/DEPOIS DAS MUDANÇAS O Onix Plus, como é chamada a nova geração do Prisma, também possui a versão 1.0 sem turbo, que parte de R$ 54.990. O sedã, inclusive, já está nas lojas e sendo faturado nas concessionárias. No caso do hatch, a chegada será em novembro. Veja os preços do novo Onix e Onix Plus (versão sedã): Onix 1.0 manual - R$ 48.490 Onix LT 1.0 manual - R$ 51.590 Onix 1.0 Turbo automático - R$ 55.590 Onix 1.0 LT Turbo manual - R$ 57.590 Onix 1.0 LT Turbo automático - R$ 62.890 Onix 1.0 LTZ Turbo manual - R$ 60.990 Onix 1.0 LTZ Turbo automático - R$ 66.290 Onix 1.0 Premier Turbo - R$ 69.990 Onix Plus 1.0 manual - R$ 54.990 Onix Plus Turbo automático - R$ 58.790 Onix Plus LT Turbo manual - R$ 61.190 Onix Plus LT Turbo automático - R$ 66.490 Onix Plus LTZ Turbo manual - R$ 65.790 Onix Plus LTZ Turbo automático - R$ 70.990 Onix Plus Premier - R$ 73.190 O que você achou do visual do Novo Onix? Initial plugin text Com a renovação, a linha 2020 do Onix recebeu 5 estrelas em teste de colisão feito pela entidade independente Latin NCap. A geração antiga havia recebido críticas sobre sua segurança e chegou a "zerar" na mesmas avaliação. Apesar do modelo novo, a Chevrolet decidiu manter o Onix antigo à venda, continuando com as gerações anteriores do hatch e do sedã e nelas adicionando o sobrenome Joy. Os preços dessas opções mais acessíveis ainda não foram divulgados. Painel do Chevrolet Onix 2020 Chevrolet/Divulgação Motores 1.0 turbo e 1.0 aspirado Onix e Onix Plus têm a maioria das versões com o motor 1.0 turbo de 3 cilindros de 116 cavalos de potência e 16,8 kgfm de torque. No entanto, a montadora também preparou versões de entrada com motor 1.0 de 3 cilindros com até 82 cavalos de potência e 10,6 kgfm de torque. Também existem dois tipos de transmissão para a linha Onix 2020. Os modelos podem ter câmbio manual ou automático, sempre com 6 marchas. Novo motor 3 cilindros do Chevrolet Onix 2020 Chevrolet/Divulgação De acordo com a montadora, o Onix Plus 1.0 Turbo faz de 0 a 100 km/h em até 9,7 segundos. A Chevrolet também divulgou os dados de consumo do Onix Plus com transmissão manual rodando: Gasolina: 17 km/l na estrada e 13,7 km/l na cidade Etanol: 12,2 km/l na estrada e 9,6 km/l na cidade Com câmbio automático, o consumo é o seguinte: Gasolina: 15,7 km/l na estrada e 12 km/l na cidade Etanol: 10,9 km/l na estrada e 8,6 km/l na cidade Chevrolet Onix Plus 2020, o 'novo Prisma' Chevrolet/Divulgação Versões do Onix 2020 hatch Onix 1.0 manual 6 airbags, assistente de partida em rampa, controle de estabilidade e tração, rádio e entrada USB dianteira e traseira. Preço R$ 48.490 Onix LT 1.0 manual Itens do Onix 1.0 mais: a central multimídia MyLink. Preço: R$ 51.590 Central multimídia MyLink no Chevrolet Onix 2020 Chevrolet/Divulgação Onix 1.0 Turbo automático 6 airbags, assistente de partida em rampa, controle de estabilidade e tração, rádio, entrada USB dianteira e traseira. Preço: R$ 55.590 Onix 1.0 LT Turbo manual Itens do 1.0 Turbo mais: faróis de neblina, rodas de liga leve aro 15", OnStar e Wi-Fi. Preço: R$ 57.590 Onix 1.0 LT turbo automático Itens do LT Turbo manual mais: controle de velocidade de cruzeiro e volante com revestimento especial. Preço: R$ 62.890 Onix 1.0 LTZ Turbo manual Itens do LT Turbo manual mais: abertura de porta e partida de motor sem chave, acendimento automático dos faróis, câmera de ré e carregador de celular sem fio. Preço: R$ 60.990 Chevrolet Onix 2020 tem versões com chave presencial Chevrolet/Divulgação Onix 1.0 LTZ Turbo automático Itens do LTZ Turbo manual mais: controle de velocidade de cruzeiro. Preço: R$ 66.290 Onix Premier Turbo Itens do LTZ Turbo automático mais: rodas de liga leve aro 16", farol tipo projetor, luz de posição e lanternas em LED e bancos híbridos (com tecido e couro). Preço: R$ 69.990 Interior do Chevrolet Onix 2020 Premier Chevrolet/Divulgação Versões do Onix Plus (sedã) Onix Plus 1.0 manual 6 airbags, assistente de partida em rampa, controle de estabilidade e tração, entradas USB dianteira e traseira. Preço: R$ 54.990 Onix Plus Turbo automático 6 airbags, assistente de partida em rampa, controle de estabilidade e tração, rádio e entradas USB dianteira e traseira. R$ 58.790 Chevrolet Onix Plus 2020 é o 'novo Prisma' Chevrolet/Divulgação Onix Plus LT Turbo manual Itens do Onix Plus Turbo mais: faróis de neblina, rodas de liga leve de aro 15", OnStar e WiFi. Preço: R$ 61.190 Onix Plus LT Turbo automático Itens do LT Turbo mais: controle de velocidade de cruzeiro e volante com revestimento especial. Preço: R$ 66.490 Chevrolet Onix Plux 2020 tem opções com câmbio automático de 6 marchas Chevrolet/Divulgação Onix Plus LTZ Turbo manual Itens do LT Turbo manual mais: abertura de portas e partida do motor sem chave, acendimento automático dos faróis, câmera de ré e carregador de celular sem fio. Preço: R$ 65.790 Onix Plus LTZ Turbo automático Itens do LTZ Turbo manual mais: controle de velocidade de cruzeiro e volante com revestimento especial. Preço: R$ 70.990 Onix Plus Premier Itens do LTZ Turbo automático mais: rodas de liga leve de aro 16", farol tipo projetor, luz de posição e lanternas em LED e bancos híbridos (com tecido e couro). Preço: R$ 73.190 Interior da linha Onix Plus 2020 com bancos híbridos (couro e tecido) Chevrolet/Divulgação Sedã cresce, mas porta-malas diminui O Onix Plus ficou 194 milímetros mais longo do que o Prisma, enquanto o entre-eixos ganhou 41 mm. Com as alterações, o sedã ficou com 4.476 mm de comprimento, e sua largura é de 1.746 mm. O porta-malas do "novo Prisma" tem 469 litros, ou seja, ficou menor que o da geração anterior, que tinha 500 litros. Porta-malas do Chevrole Onix Plus Chevrolet/Divulgação Veja como o Onix 2020 se saiu no teste do Latin NCap: Antes mesmo de seu lançamento, a linha 2020 do Onix passou pelo teste de colisão do Latin NCap, ficando com a nota máxima de 5 estrelas. A avaliação foi feita com a versão sedã. Chevrolet Onix Plus recebe 5 estrelas em teste de colisão do Latin NCAP HB20 também muda Quem também muda neste mês é o HB20, maior rival do Onix. Ele chega à sua segunda geração e já teve todo o visual revelado. A apresentação será na próxima semana.
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13/09 - Salão de Frankfurt tem carro de 91 anos à venda por R$ 18 milhões
Maior evento automotivo do mundo também negocia carros ? mas só clássicos. Salão de Frankfurt 2019 tem espaço para os clássicos André Paixão/G1 No Salão de Frankfurt também é possível comprar carros. Mas as expositoras ainda não estão vendendo seus lançamentos exibidos na feira. Os negócios acontecem em um pavilhão exclusivo de carros clássicos -- a maior parte deles disponíveis para compradores com gostos (e bolsos) variados, inclusive de fabricantes que não estão entre as expositoras oficiais do evento. COBERTURA COMPLETA DE FRANKFURT A maior parte dos veículos é de marcas alemãs, sobretudo Mercedes-Benz e Porsche. É possível encontrar unidades do Porsche 911 da década de 1980 por menos de 45 mil euros (R$ 201,6 mil, na conversão do dia). Porsche 911 é um dos destaques da seleção de clássicos em Frankfurt André Paixão/G1 No entanto, conforme os modelos vão ficando mais raros, as etiquetas de preços também sobem. Se o orçamento chegar na casa dos 100 mil euros (R$ 224 mil), o visitante consegue adquirir uma Mercedes-Benz 280 SL, conhecida como Pagoda. Ainda que já estejam na casa das centenas de milhares de reais, esses valores ainda estão muito longe do teto para veículos clássicos exibidos em Frankfurt. Lado a lado, uma dupla de Mercedes formada por um Classe G de 2014, com míseros 35 km rodados, e um 280 SE de 1971, mas zero km, era exibida com placas de preços mostrando valores de 289 mil e 445 mil euros, respectivamente. Convertendo para reais, o preço alcança R$ 1,29 milhão para o jipe e R$ 1,99 milhão no caso do cupê, ambos em excelente estado de conservação. Mercedes-Benz 300 SL Asa de Gaivota no Salão de Frankfurt André Paixão/G1 Um Mercedes 300 SL, conhecido como Asa de gaivota, pelo tipo de abertura das portas, produzido em 1955 foi avaliado em 1,3 milhão de euros, o equivalente a R$ 5,8 milhões - quantia semelhante ao de outra unidade do 300 SL, mas de 1960. Aliás, a Asa de gaivota não é exatamente uma raridade nesse pavilhão. Alguns outros exemplares de um modelo considerado raro estavam disponíveis para visitação e compra de admiradores mais abonados. Só que o carro mais caro visto pelo G1 no Salão de Frankfurt supera em quase 4 vezes o preço do 300 SL. Ainda se trata de um Mercedes-Benz, mas fabricado 91 anos atrás. O SSK preto, de 1928, fica em um pequeno espaço, no fundo do pavilhão. Na placa com a descrição do modelo, nenhum preço. Mercedes-Benz SSK de 1928 está à venda no Salão de Frankfurt por 4 milhões de euros André Paixão/G1 Ao perguntar para o vendedor, a resposta vem quase sussurrada: 4 milhões de euros, valor suficiente para comprar ? com troco, 133 unidades do elétrico Volkswagen ID3, uma das principais estrelas do salão, exposta no hall vizinho. Se algum brasileiro quiser se arriscar, a conversão indica R$ 17,9 milhões. Mas é melhor começar a buscar passagens para Frankfurt, pois o salão só fica aberto ao público até o próximo dia 22. Mercedes SSK preto, de 1928, clássico à venda no Salão de Frankfurt André Paixão/G1 Initial plugin text
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12/09 - SP tem maior inadimplência por falta de licenciamento de veículos em 4 anos
Apenas 51,6% dos veículos com placas 1, 2, 3 e 4 foram licenciados até julho, com 73,7% no mesmo período do ano passado. Números do Detran-SP também revelam que quantidade de autuações sobre essas infrações também caiu. Detran-SP registra aumento de inadimplentes por licenciamento Os motoristas do estado de São Paulo fizeram menos licenciamentos de carros e motocicletas no primeiro semestre deste ano, na comparação com os três últimos anos, de acordo com dados do Detran-SP. Os números também revelam que a quantidade de multas referentes a essas infrações também caiu. O licenciamento do veículo, também conhecido como Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), deve estar sempre no carro e ser renovado anualmente. Nesse documento, também consta o pagamento do seguro obrigatório, o DPVAT, e demanda que infrações e IPVA estejam quitados. Os proprietários recebem o boleto no valor de R$ 90,20, podem pagar online, e o prazo final para a renovação do CRLV depende do final da placa do carro. Em 2019, os limites para pagamentos começaram em abril, com placas de final 1, e seguem até dezembro, com placas de final 0. Até julho, quando foram licenciados os veículos com placas terminadas em 1, 2, 3 e 4 no estado de São Paulo, havia 8,5 milhões de veículos que deveriam ser licenciados, mas apenas 4,4 milhões pagaram devidamente as taxas. O número de pagamentos foi o menor em 4 anos, quando a quantidade de veículos licenciáveis no mesmo período, de abril a julho, se manteve por volta dos 8,5 milhões de carros e motos em São Paulo, mas aqueles que foram licenciados nos anos de 2016, 2017 e 2018 alcançaram cerca de 6 milhões. Ou seja, enquanto neste ano apenas 51,6% dos veículos de São Paulo foram licenciados, no ano passado este índice foi de 73,7%. Licenciamento entre abril e julho em SP Para o comentarista de mobilidade urbana Sergio Ejzenberg, o aumento da inadimplência no pagamento do licenciamento está mesmo ligada ao "aperto pelo qual a classe média atravessa com desemprego e achatamento salarial. As contas se acumulam e algumas ficam penduradas". "A economia patinando se reflete também na menor movimentação de pessoas e de mercadorias, gerando menos viagens e, consequentemente, menos exposição a infrações de trânsito", explicou Ejzemberg. Autuações Embora a inadimplência tenha aumentado no estado de São Paulo, as autuações por falta de licenciamento também foi a menor em 4 anos. O Detran-SP ainda não tinha dados relativos ao mês de julho até o fechamento desta reportagem, mas entre janeiro e junho deste ano, 77 mil veículos foram autuados pelo não pagamento do licenciamento. Em 2016 foram 108 mil, em 2017, 104 mil, e em 2018, 92 mil, no mesmo período, entre janeiro e junho. Autuações por falta de licenciamento em SP Para Renato Campestrini, advogado especialista em trânsito, a queda das autuações está diretamente ligada à redução das fiscalizações, talvez pela prioridade que a gestão pública do estado de São Paulo tenha dado a segurança pública, e não exatamente à segurança no trânsito no último semestre. "Quantas pessoas você conhece que foram abordadas em blitz nos últimos tempos? O efetivo para fiscalizar esse tipo de infração é relativamente pequeno, e só o estado faz. Acredito que o foco esteja sendo na segurança pública, e não na fiscalização dos documentos, que está ligada a uma questão fazendária", opinou o advogado. "Caso o governo deseje aumentar a fiscalização, a aposta poderia ser em mais instrumentos, como vídeo monitoramento e equipamentos. O Paraná é um estado-referência em fiscalização também, pois acontece com muita frequência e em uma ação conjunta entre estado e município", acrescentou Campestrini.
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12/09 - Hyundai divulga primeiras imagens do novo HB20S, a versão sedã do HB20
Principal novidade anunciada até o momento é o aumento na capacidade do porta-malas, que passa de 450 para 475 litros. Primeira imagem oficial do HB20S Divulgação/Hyundai A Hyundai divulgou as primeiras imagens do HB20S, a versão sedã do HB20. A segunda geração da "família" vai ser apresentada na próxima segunda (16). A frente dos dois modelos já tinha sido revelada na semana passada. Como ficou o HB20 hatch: FOTOS; Onix também muda; veja nova cara do hatch e do sedã Hyundai HB20S Divulgação Por ora, a única informação divulgada sobre o novo HB20S é que ele terá um porta-malas maior que a versão anterior, passando de 450 para 475 litros, com caimento bastante acentuando, o que, segundo a montadora, evidencia o prolongamento do vidro traseiro e proporciona ao modelo um "design mais esportivo". A imagem do sedã foi divulgada no mesmo dia em que a Chevrolet apresentou o novo Onix. Junto com o HB20, ele forma a dupla de carros mais vendidos do Brasil. A montadora americana aposta de forma mais forte na versão sedã, que antes era chamada Prisma, e agora passa a ser Onix Plus, e mira concorrentes maiores, como Volkswagen Virtus e Fiat Cronos. Nova geração do HB20 hatch Divulgação/Hyundai Compare com o HB20S antes e depois das mudanças ANTES Hyundai HB20S 2019 Divulgação/Hyundai DEPOIS Primeira imagem oficial do HB20S Divulgação/Hyundai ANTES Hyundai HB20S 2019 Divulgação/Hyundai DEPOIS Hyundai HB20S Divulgação O que você achou do visual do novo HB20? Initial plugin text O que você achou do visual do novo HB20? Initial plugin text
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12/09 - Nova geração do Chevrolet Onix recebe 5 estrelas em teste de colisão
Antes de seu lançamento oficial, carro ficou com nota máxima de segurança para ocupantes adultos e crianças. Latin NCap avaliou o Onix Plus, opção sedã, que será o 'novo Prisma'. Chevrolet Onix Plus recebe 5 estrelas em teste de colisão do Latin NCAP A nova geração do Chevrolet Onix recebeu 5 estrelas em avaliação de colisão divulgado pelo Latin NCap nesta quinta-feira (12). O teste de segurança foi divulgado pouco antes da apresentação oficial do modelo. VEJA COMO FICOU O ONIX E OS PREÇOS O carro ficou com nota máxima em proteção para ocupantes adultos e infantis. Na colisão, a entidade utilizou a versão sedã, chamada Onix Plus, que será a substituta do Prisma. A antiga geração do Onix havia recebido críticas sobre a segurança do veículo. Em teste realizado pelo Latin NCap em 2017, o modelo levou zero estrela em proteção para adultos por causa do mau desempenho na colisão lateral. Um novo teste foi realizado no início de 2018, após Onix e Prisma receberem mudanças estruturais, o que fez sua nota passar para 3 estrelas. Chverolet Onix de nova geração recebe 5 estrelas em teste de colisão Latin Ncap/Divulgação Nova geração do Onix A configuração sedã será a primeira a chegar às lojas, ainda em setembro, seguida do hatch, que deve começar a ser vendido até dezembro. As gerações anteriores do hatch e do sedã seguirão à venda, com o sobrenome Joy e, por isso, a Chevrolet já promoveu mudanças no Onix Joy, que ganhou visual atualizado e perdeu o nome "Onix" estampado na traseira. Veja preços e mais detalhes do novo Onix. Chevrolet Onix e Onix Plus Guilherme Fontana/G1 Chery Tiggo 3 recebe zero estrelas O Chery Tiggo 3, fabricado na China e não vendido no Brasil pela Caoa Chery, recebeu zero estrelas no teste frontal do Latin NCap. A nota foi dada para a proteção oferecida a motorista e passageiro. O carro tem dois airbags frontais padrão, mas segundo o relatório da Latin NCap, "a alta compressão registrada no peito do motorista no impacto frontal atingiu valores além dos limites biomecânicos permitidos" pelo teste. A estrutura do Tiggo 3 foi avaliada como instável. Para crianças, no banco traseiro, a nota do SUV compacto foi de 1 estrela, devido "à falta de recomendação do fabricante sobre os sistemas de retenção infantil".
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12/09 - Chevrolet revela nova geração de Onix e Onix Plus, que substitui o Prisma
Segunda geração do carro mais vendido do Brasil ganha nova família de motores 3 cilindros 1.0, aspirado e turbo, e novo visual. Chevrolet Onix em nova geração Guilherme Fontana/G1 A Chevrolet revelou nesta nesta quinta-feira (12) o Onix 2020, a segunda geração do carro mais vendido no Brasil. O hatch ganhou nova família de motores 1.0 de 3 cilindros, aspirado e turbo, além de novo visual. VEJA TODOS PREÇOS E VERSÕES DE ONIX E ONIX PLUS A versão sedã, Prisma, passa a ser chamada de Onix Plus e deverá ser o primeiro a chegar às lojas, ainda neste mês ? inclusive já está sendo faturado pelas concessionárias da marca. O hatch será lançado até dezembro. Faróis com projetores e LEDs nos faróis e no para-choque são exclusividades do Onix Premier. Guilherme Fontana/G1 As gerações anteriores do hatch e do sedã seguirão à venda, com o sobrenome Joy e, por isso, a Chevrolet já promoveu mudanças no Onix Joy, que ganhou visual atualizado e perdeu o nome "Onix" estampado na traseira. Interior do Onix Plus Premier pode ter a combinação de preto e cinza ou preto e caramelo, como na imagem Guilherme Fontana/G1 Não foram revelados os conteúdos de cada configuração. A montadora também manteve os carros fechados durante a apresentação para a imprensa, nesta quinta, em Porto Alegre. Apenas algumas imagens do interior do sedã foram divulgadas. O que sabe até agora é que o modelo terá 6 airbags, assistente de partida em rampas e controles de tração e estabilidade de série. A configuração topo de linha Premier, tanto do hatch quanto do sedã, será equipada com faróis e lanternas com LEDs, rodas de 16 polegadas, alerta de pontos cegos e sistema de estacionamento semiautônomo. O interior pode ter duas combinações diferentes: preto e cinza ou preto e caramelo. Chevrolet Onix e Onix Plus Guilherme Fontana/G1 Sedã cresce Onix e Onix Plus tem a maioria das versões com o motor 1.0 turbo de 3 cilindros de 116 cavalos de potência e 16,8 kgfm de torque. No entanto, a montadora também preparou versões de entrada com motor 1.0 de 3 cilindros com até 82 cavalos de potência e 10,6 kgfm de torque. Versão topo de linha Premier do Onix tem rodas aro 16 e lanternas de LED Guilherme Fontana/G1 Também foi divulgado o consumo da versão com câmbio automático: Etanol: cidade: 8,6 km/l estrada: 10,9 km/l Gasolina: cidade: 12 km/l estrada: 15,7 km/l Outros detalhes divulgados sobre o Onix Plus: ele é 194 milímetros maior do que o Prisma e terá 6 airbags (2 frontais, 2 laterais e 2 de cortina), wi-fi, partida sem chave, controlador de velocidade de cruzeiro, direção elétrica progressiva ? mas não está claro em quais configurações. Novo Chevrolet Onix Plus Guilherme Fontana/G1 A lista de equipamentos, ficha técnica, além de possíveis outras configurações dos carros, deverão ser divulgados até esta sexta (13), quando termina o evento. O que você achou do visual do Novo Onix? Initial plugin text Compare o Onix antes e depois das mudanças: ANTES Chevrolet Onix na primeira geração Divulgação DEPOIS Novo Chevrolet Onix Guilherme Fontana/G1 ANTES Chevrolet Onix na primeira geração Divulgação DEPOIS Novo Chevrolet Onix Guilherme Fontana/G1 ANTES Chevrolet Prisma na primeira geração Divulgação DEPOIS Chevrolet Onix Plus, novo nome do sedã Divulgação Mais seguro Também nesta quinta o modelo passou pelo teste de colisão do Latin NCap, obtendo 5 estrelas (número máximo). A avaliação foi feita com a versão sedã. Chevrolet Onix Plus recebe 5 estrelas em teste de colisão do Latin NCAP Multinacional O desenvolvimento do Onix foi feito por uma equipe de 1.800 pessoas de 14 países, e liderada por um brasileiro, Gregório Del Rio. A plataforma foi criada em parceria com a divisão chinesa da empresa. Por lá, o modelo já foi revelado em março passado. De acordo com a montadora, a nova geração do Onix terá opções com wi-fi, 6 airbags, carregador de celular wireless controle eletrônico de estabilidade e motor turbo, mas ainda não foi esclarecido se os equipamentos serão de série ou opcionais. HB20 também muda Quem também muda neste mês é o HB20, maior rival do Onix. Ele chega à sua segunda geração e já teve todo o visual revelado. A apresentação será na próxima semana. Veja mais fotos do novo Onix: Interior do Chevrolet Onix Plus Divulgação Chevrolet Onix Plus Divulgação Chevrolet Onix Plus Divulgação Novo Chevrolet Onix Guilherme Fontana/G1 Chevrolet Onix aparece em nova geração Chevrolet/Divulgação Onix Plus, nova geração do Chevrolet Prisma Divulgação
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12/09 - Honda CG 160 2020 chega às lojas; veja os preços
Sem mudanças mecânicas, moto mais vendida do Brasil segue com motor de 15,1 cv e ganhou novas cores e grafismos. Valores partem de R$ 8.990. Honda CG 160 2020 Honda/Divulgação A Honda CG 160 2020 chegou às concessionárias da marca no Brasil mantendo o mesmo conjunto da linha 2019. Como novidades, a moto mais vendida do Brasil ganhou apenas novas cores e grafismos. Motos 2019: veja 20 modelos esperados até o fim do ano Veja os preços da CG 2020: CG 160 Start: R$ 8.990 (custava R$ 8.432) CG 160 Fan: R$ 9.990 (custava R$ 9.990) CG 160 Titan: R$ 11.090 (custava R$ 10.752 Novas cores e grafismos Honda CG 160 Titan 2020 Honda/Divulgação Topo de linha, a CG 160 Titan ganhou novos grafismos, além da inédita cor azul escuro perolizado, que se junta as já conhecidas vermelho perolizado e azul perolizado. Na opção intermediária CG 160 fan, a novidade é a coloração prata, e a moto mantém as cores vermelho e preto. No caso da CG 160 Start, a estreia é a cor cinza, enquanto vermelho e preto continuam. Por enquanto, apenas os detalhes da CG Cargo 2020 ainda não foram revelados. Honda CG 160 Titan 2020 tem novos grafismos Honda/Divulgação Motor segue o mesmo A moto mantém o mesmo motor, do tipo monocilíndrico com sistema de comando de válvula no cabeçote, quatro tempos, arrefecido a ar e injeção eletrônica. Com 162,7 cc de cilindrada, é capaz de gerar 15,1 cv (etanol) e 14,9 cv gasolina) a 8.000 rpm. O torque máximo é de 1,54 kgf.m (etanol) e 1,40 kgf.m (gasolina) a 6.000 rpm. Honda CG 160 Fan 2020 Honda/Divulgação Todas versões estão equipadas com freios do tipo combinado (CBS), que repartem a força de frenagem entre a roda dianteira e traseira, quando o pedal de freio traseiro é acionado, como exige a legislação atual. No modelo 2018, a moto havia recebido atualização na suspensão dianteira, que recebeu o dispositivo do tipo SFF (Separated Function Fork). Honda CG 160 Fan 2020 Honda/Divulgação Honda CG 160 Start 2020 Honda/Divulgação
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12/09 - VÍDEO: 'Entre' no 1º carro compacto elétrico da Honda
Modelo troca espelho retrovisor por câmera e tem porte de Chevrolet Onix. Ele está no Salão de Frankfurt, que abre para o público nesta quinta (12). Salão de Frankfurt: 'Entre' no 1º carro compacto elétrico da Honda O visual fofinho e retrô já é conhecido por quem acompanha salões do automóvel... A Honda começou a mostrar a cara de seu primeiro carro compacto elétrico há 2 anos. Mas a versão que chegará às lojas faz sua estreia no Salão de Frankfurt, que abre ao público nesta quinta-feira (12). O G1 mostra em detalhes como é o "Honda e", que tem porte de Chevrolet Onix e, por isso, não deverá concorrer tão diretamente com o novo hatch elétrico da Volkswagen, o ID3, outra estrela do salão ? o alemão tem tamanho semelhante ao do Golf. Mas no preço eles se equivalem. A Honda pretende vender o "e" na Europa a partir de 30 mil euros (cerca de R$ 135 mil). Serão duas versões: uma com motor de 137 cavalos e outra, de 154 cv. A autonomia é de até 220 km. Retrô só no visual, elétrico da Honda troca espelho retrovisor por câmeras André Paixão/G1 O ar retrô é inspirado na primeira geração do Civic. Mas a nostalgia fica só no visual... o modelo esbanja modernidade: confira no vídeo acima. Primeira geração do Honda Civic, de 1972 Divulgação Initial plugin text
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11/09 - Chevrolet Onix Plus, o 'novo Prisma', já está sendo faturado nas concessionárias
Sedã será apresentado ainda nesta semana e deverá estrear motorizações de 3 cilindros, incluindo uma opção turbinada. Faturamentos começaram na segunda (9). Chevrolet Onix Plus brasileiro terá o mesmo visual do modelo chinês, da imagem Chevrolet/Divulgação As concessionárias da Chevrolet já começaram a faturar a versão sedã da nova geração do Onix, que será apresentada nesta semana e deixará de se chamar Prisma, adotando o nome Onix Plus. Segundo concessionários disseram ao G1, os faturamentos começaram nesta segunda-feira (9). A configuração de três volumes será a primeira a chegar às lojas, ainda em setembro, seguida do hatch, que deve começar a ser vendido até dezembro. As atuais gerações de ambos os modelos seguirão à venda com o sobrenome Joy e, por isso, a Chevrolet já promoveu mudanças no Onix Joy, que ganhou visual atualizado e perdeu o nome "Onix" estampado na traseira. Detalhes técnicos ainda são mantidos em segredo, mas o modelo deverá estrear uma nova família de motores de 3 cilindros: para as versões de entrada, um 1.0 com câmbio manual de 6 marchas; para as mais caras, um 1.0 turbo com câmbio manual ou automático, também de 6 marchas. Chevrolet Onix Plus flagrado no interior de São Paulo Lucas Franca de Oliveira/G1 O que se sabe sobre o Onix Plus O desenvolvimento foi feito por uma equipe de 1.800 pessoas de 14 países, e liderada por um brasileiro, Gregório Del Rio. A plataforma foi criada em parceria com a divisão chinesa da empresa. Por lá, o modelo já foi revelado. A Chevrolet ainda não divulgou as medidas do modelo. No entanto, a marca disse que ele não irá substituir nenhum produto atual. "Quero reforçar que esse modelo soma, e não substitui o Cobalt", explica Rodrigo Fioco, diretor de marketing da GM do Brasil. Isso quer dizer que ele terá porte maior do que Prisma atual, mas ligeiramente menor do que o Cobalt, que tem 4,48 metros de comprimento e 2,62 m de entre-eixos. Flagra do interior do novo Chevrolet Onix Plus Lucas Franca de Oliveira/G1 Segundo a vice-presidente de engenharia da Chevrolet, Fabíola Rogano, o porta-malas deve seguir a mesma lógica, de ter mais do que os 500 litros do Prisma, mas menos do que os 563 l do Cobalt. Além de crescido, o Onix Plus também será mais refinado para concorrer com outros sedãs recém-lançados, como Volkswagen Virtus, Toyota Yaris e Fiat Cronos. Atualmente, o Cobalt não consegue fazer essa função. Para isso, o novo sedã da Chevrolet deve trazer equipamentos compatíveis com uma faixa de preços mais alta, como acesso por chave presencial, faróis com projetores e assinatura de LED, rodas de 16 polegadas e carregador de celular por indução. Também é esperado que a GM ofereça um pacote reforçado em itens de segurança ? atualmente nenhum compacto da empresa oferece controles de tração e estabilidade ou airbags adicionais aos dois obrigatórios por lei.
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11/09 - Fusca clássico vira elétrico no Salão de Frankfurt, e pode custar até R$ 450 mil
Adaptação é feita em parceria com a Volkswagen, e utiliza conjunto do Up elétrico. Motor de 82 cv garante autonomia de 200 km e velocidade máxima de 150 km/h. Volkswagen Fusca elétrico André Paixão/G1 O ID.3 é considerado uma revolução pela Volkswagen. Mas outro carro elétrico da marca chamou atenção no Salão de Frankfurt: um Fusca, clássico, exatamente como nós, brasileiros, conhecemos. Aparentemente, a única "excentricidade" do modelo é a carroceria conversível - mas não é só isso. Um Fusca com motor elétrico foi lançado no evento pela empresa alemã eClassics, parceira da Volkswagen nesta empreitada. O eKäfer está exposto em um pavilhão destinado aos carros clássicos no Salão de Frankfurt. O nome vem da junção de Käfer, nome dado ao Fusca na Alemanha, e do prefixo "e", que remete à propulsão elétrica. Recarga utiliza padrão mais comum entre carros elétricos, o Type 2 André Paixão/G1 A empresa afirma que o motor elétrico e a bateria são originais da Volkswagen, os mesmos que equipam as versões elétricas do Up na Europa. Por outro lado, eles utilizam carrocerias clássicas, preparadas pela própria empresa, a partir de Fuscas de várias épocas. O motor possui 82 cavalos de potência, enquanto as baterias de 36,8 kWh garantem autonomia superior a 200 km. A recarga utiliza o padrão Type 2, o mais comum para elétricos, e carregar o suficiente para rodar até 150 km leva apenas uma hora. Segundo números de fábrica, o Fusca eletrificado acelera de 0 a 50 km/h em menos de 4 segundos, e chega aos 80 km/h em 8 segundos. A velocidade máxima é de 150 km/h. eKafer tem autonomia de até 200 km André Paixão/G1 Quer comprar um? Há 3 formas de adquirir um Fusca elétrico - ou um eKafer. A primeira, e mais barata delas, sai por 39,9 mil euros (R$ 178,7 mil, na cotação do dia), e inclui apenas a plataforma, equipada com motor elétrico, bateria, freios, suspensão e transmissão. Cabe ao dono fazer o ?casamento? com a carroceria desejada. O segundo pacote sai por 49.900 euros (R$ 223,5 mil), e inclui a plataforma e a carroceria, sem equipamentos opcionais. A empresa também falou que, por este preço, realiza a união da plataforma com uma carroceria do próprio cliente. No pacote mais barato, apenas a plataforma é entregue ao comprador André Paixão/G1 Por fim, o pacote mais caro e completo sai por 99,9 mil euros, ou R$ 447,5 mil, e contempla um veículo completo, já com opcionais como faróis de LED, central multimídia, capota de tecido e até bancos de couro. Provavelmente é um dos Fuscas mais caros à venda, mas também um dos mais legais. A eClassics afirmou que fez modificações na estrutura do Fusca para aguentar o peso extra das baterias. ?Não poderíamos usar os conjuntos originais de suspensão e freios do modelo original, então fizemos reforços, com material mais resistente, e que também torna a dirigibilidade melhor?, disse Martin Acevedo, diretor da eClassics. Volkswagen Fusca elétrico chega a 150 km/h Divulgação/Volkswagen No total, o veículo pesa 1.280 kg, contra cerca de 800 kg de um modelo convencional. Por outro lado, a potência também é aproximadamente 50% maior do que as configurações tradicionais a combustão. Também é possível realizar a conversão para elétrico a partir de outros modelos, como Karmann-Ghia e Porsche 356, ou até o clássico brasileiro SP2. A Volkswagen também afirmou que estuda estender a parceria para conversões usando sua nova plataforma para veículos elétricos, chamada de MEB. É o futuro e o passado se encontrando. Fusca elétrico é batizado de eKäfer - unindo o nome alemão do modelo e sua propulsão elétrica Divulgação/Volkswagen
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11/09 - Novo Onix chega para redefinir o significado de carro. Andreoli, Bárbara Coelho e Cartolouco mostram por quê
Durante uma live, apresentadores revelaram as novidades do modelo da Chevrolet, o carro mais vendido do Brasil. Acabou o mistério. Cheio de novidades no design, em segurança e em tecnologia, o Novo Onix 2020 foi apresentado nesta quinta-feira para todo o Brasil em um evento em Porto Alegre com o conceito de carro inteligente. Aqui no G1 os apresentadores Felipe Andreoli, Bárbara Coelho e Cartolouco mostraram em uma live os detalhes do carro, que chega nas versões hatch e a nova versão sedã, chamada de Onix Plus. As novidades começam pelo visual. O carro vem com um design esportivo e ao mesmo tempo dinâmico graças às proporções marcantes e às linhas atléticas. O Onix está maior em largura, distância entre-eixos e comprimento, em suas duas versões. No caso do Onix Plus, o comprimento é de 4.476 mm e a largura 1.746 mm. Forma e função acompanharam toda a execução do projeto de design. Um exemplo é a grade, dividida em duas partes. Mais estreita, a parte superior cria um conjunto harmônico com os faróis. Já a porção inferior é propositalmente maior para otimizar a refrigeração do motor, além de agregar uma percepção de performance. Os para-choques trazem elementos esculpidos em sua própria estrutura. Já o capô é marcado por vincos que conferem fluidez aerodinâmica ao veículo. Um dos elementos mais marcantes é a assinatura luminosa, que expressa uma atitude provocativa e permite identificar o novo veículo à distância, mesmo à noite. Os faróis do tipo ?projetor?, com elementos cromados, garantem melhor luminosidade e trazem uma proporção mais moderna ao veículo. A tecnologia, com certeza, teve destaque na apresentação, afinal o Onix é referência no mercado desde seu lançamento, em 2012. O novo veículo foi todo pensado dentro do conceito de carro inteligente. O Wi-fi embarcado (parceria com a operadora Claro) é capaz de conectar até sete dispositivos simultaneamente e conta com sinal 12 vezes mais intenso, chegando ao nível 4 em conectividade, o mais avançado do mercado. Outra novidade é o myChevrolet App, aplicativo que permite consultar desde informações do computador de bordo até acionar a partida remotamente, permitindo a climatização da cabine à distância. Ainda, várias funções do veículo também podem ser comandadas através de um relógio ?smart watch?. Mais uma vez, o Onix redefine o segmento trazendo também itens como carregador de celular wireless e assistente de estacionamento, hoje presentes em carros premium ou de segmentos superiores. O modelo também oferece o Onstar, o assistente virtual da Chevrolet. Performance com economia O motor também é novo e está disponível em duas configurações: 1.0 Aspirado (até 82 cv/10,6 kgfm) e 1.0 Turbo (até 116 cv/16,8 kgfm). Com isso, a Chevrolet aperfeiçoou a combinação entre performance e economia. O novo Onix Plus 1.0 Turbo Flex tem a melhor aceleração (0 a 100 km/h em 9,7s) e o melhor consumo de combustível (até 17 km/l) do segmento. A segurança também se destaca. A nova família de veículos Onix chega com seis airbags, controle de tração e estabilidade e assistente de partida em aclive como itens de série, disponíveis em todas as versões. O Onix é o carro mais vendido do Brasil por quatro anos seguidos. Hoje, vende mais do que o segundo e o terceiro colocado juntos e é a marca de automóvel mais buscada na internet. Com tantos avanços e as novidades mostradas nesta quinta-feira, o modelo reforça sua posição de liderança no Brasil e tem tudo para permanecer como um campeão de vendas. Gostou? Para reservar o seu acesse: www.novoonixplus.com.br Confira o comercial de lançamento do Novo Onix: *No trânsito, dê sentido à vida. *A manutenção de preços será valida até 31/12/2019 e está relacionada com o preço público sugerido da General Motors do Brasil à sua rede de concessionários. Para mais informações, consulte sua concessionária Chevrolet. *Wi-fi Embarcado é um Serviço prestado pela Claro S.A.
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11/09 - Mini elétrico é lançado no Salão de Frankfurt e será vendido no Brasil
Empresa afirma que estuda comercialização do Cooper SE para 2021. G1 apurou que o lançamento será no fim do ano que vem. Mini Cooper SE, versão elétrica do compacto André Paixão/G1 A Mini lançou nesta terça-feira (10) no Salão de Frankfurt, na Alemanha, a versão elétrica do Cooper, seu modelo mais emblemático. A produção na Inglaterra começa no novembro. Procurada, a Mini afirmou que há estudos para vender o modelo no Brasil em 2021. No entanto, o G1 apurou que o lançamento está confirmado ainda para o final do ano que vem. Batizado de SE, o Mini elétrico tem motor de 32,6 kWh, com bateria de íons de lítio subdividida em 12 módulos. São 187 cavalos de potência e torque instantâneo de 27,5 kgfm. Mini Cooper SE André Paixão/G1 Somados aos 1.365 kg do modelo (145 kg a mais em relação ao Cooper S), os números do SE resultam em uma aceleração de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos. A velocidade máxima é limitada em 150 km/h. A autonomia varia entre 235 e 270 km, de acordo com o modo de condução, que são quatro: MID (normal), Sport, Green e Green+. Na última, diversas funções são limitadas ou desativadas para maior rendimento da bateria, como ar-condicionado e aquecimento dos bancos. Mini Cooper SE André Paixão/G1 Initial plugin text
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10/09 - Salão de Frankfurt 2019
Veja como foi a cobertura do G1 no dia de apresentações do maior evento do ano para carros. Salão de Frankfurt 2019 Veja como foi a cobertura do G1 no dia de apresentações do maior evento do ano para carros. Carros elétricos e a volta do Land Rover Defender são destaques desta edição.
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10/09 - 'Preto fosco' reinventado: BMW mostra carro com pintura que não reflete
Marca alemã usou tecnologia aeroespacial no X6 Vantablack. Ainda como conceito, ele é um dos carros mais curiosos do Salão de Frankfurt. Salão de Frankfurt: conheça o BMW com pintura que não reflete a luz Lembra do "preto fosco", que foi uma febre quando surgiu o envelopamento dos carros? Pois a BMW virou o jogo e apresenta no Salão de Frankfurt uma pintura que absorve 99,8% da luz. Ou seja: não reflete nadinha. Assista no vídeo acima. É um dos carros mais curiosos do salão. A pintura, que parece um veludo, não deixa nem ver os vincos da carroceria. Mas não dá para dizer se ela tem um toque aveludado ou não: é proibido tocar na unidade exposta na Alemanha. Por enquanto, o X6 Vantablack ainda é só um conceito. Do que vai para as lojas ele só tem a grade ampla e iluminada do SUV. BMW X6 Vantablack André Paixão/G1 Initial plugin text
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10/09 - Volkswagen do Brasil desenvolve 3 modelos que serão globais e chegam nos próximos 3 anos
Além do recém-anunciado 'mini SUV' e da picape cujo conceito esteve no Salão de SP 2018, a montadora projeta outro SUV médio e também cupê. New Urban Coupé, conceito do novo "SUV" do Polo que será 100% desenvolvido no Brasil Divulgação/Volkswagen A Volkswagen desenvolve no Brasil 3 modelos que serão globais. Além do recém-anunciado "mini SUV" do Polo e da picape cujo conceito esteve no Salão de São Paulo, no ano passado, a montadora projeta outro SUV. Eles serão lançados nos próximos 3 anos. Alguns detalhes foram revelados nesta terça-feira (10), no Salão de Frankfurt, pelo presidente da empresa na América Latina, Pablo Di Si. ACOMPANHE A COBERTURA DE FRANKFURT Primeiro chega o "mini SUV", tem silhueta cupê, cujo conceito foi chamado de New Urban Coupé. Ele será posicionado abaixo do T-Cross, e chega já no início do ano que vem. A produção, na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, inclusive já começou. O modelo também será feito na Espanha. O segundo SUV que o Brasil vai desenvolver para ser global ainda não teve tantos detalhes divulgados. Não se sabe, por exemplo, quando chega, ou em qual fábrica será produzido. Di Si, no entanto, deu pistas sobre seu posicionamento. ?Não faz sentido um modelo muito grande, para vender 10 unidades por mês?. Isso indica que ele deverá ficar abaixo do Tiguan AllSpace. Uma possibilidade é uma variação cupê de um modelo médio, como o Tarek. Este, por sinal, já teve o produção na Argentina confirmada para o ano que vem, com lançamento esperado para 2021. "O segundo modelo teve a melhor aceitação nas clínicas que fizemos com os europeus. Ele é mais ousado do que o primeiro?, completou Di Si. ?Acredito que o segmento de SUVs vai se expandir. Antes, eles tinham apenas tamanhos diferentes. Agora, vão ter novas formas e silhuetas?, afirmou Pablo Di Si. O últimos dos modelos ?brasileiros? a ganhar o mundo será a picape média, cujo conceito esteve no Salão de São Paulo, no ano passado, com o nome preliminar de Tarok. Ela deve ser lançada em aproximadamente 3 anos. Ela tem porte para concorrer com a Fiat Toro e estará, ainda como conceito, na feira alemã no dia em que ela abre ao público, na próxima quinta (12). Também não há definição, segundo o presidente da Volks, de onde ela será produzida. Volkswagen Tarok André Paixão/G1
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10/09 - Land Rover Defender é revelado em Frankfurt e chega ao Brasil em 2020
Nova geração deixa o modelo mais tecnológico, com itens como 'capô transparente', e estreia estrutura de alumínio e suspensão a ar. Salão de Frankfurt 2019: Land Rover relança o Defender Em tempos de saída do Reino Unido da União Europeia, um inglês roubou a cena no Salão de Frankfurt. A Land Rover apresentou no evento a nova geração do Defender, maior ícone da marca. O modelo já foi confirmado para chegar ao Brasil no próximo ano. COBERTURA COMPLETA DE FRANKFURT O novo Defender será oferecido em 5 versões diferentes (S, SE, HSE, First Edition e X), com carrocerias 90 e 110. A primeira pode levar até 6 ocupantes, enquanto a segunda tem três opções de ocupação: 4, 5 ou 7 lugares. Land Rover Defender Newspress Entre as motorizações, há duas variantes a gasolina, e duas diesel. As primeiras são um 2.0 turbo de 300 cavalos de potência e um 3.0 de 6 cilindros de 400 cavalos com conjunto híbrido leve - uma bateria de 48V armazena energia cinética gerada pelas frenagens para auxílio em situações trânsito ou off-road intenso. Land Rover Defender Newspress As opções a diesel são 2.0 com dois níveis de potência, 200 cv ou 240 cv, e torque de 43,84 kgfm em ambas as configurações. O Defender é sempre equipado com câmbio automático de 8 marchas, fornecido pela ZF. Land Rover Defender e Series I Divulgação/Land Rover Estrutura e capacidades De acordo com a marca, a nova carroceria monocoque de alumínio é três vezes mais rígida do que os modelos tradicionais e a suspensão é independente. Outra novidade na construção é a suspensão a ar disponível em algumas versões, que acompanha o sistema Adaptive Dynamics, que monitora os movimentos do veículo 500 vezes por segundo. Com isso, a reação às condições de piso é quase que instantânea. Para o off-road, o sistema Terrain Response permite que motoristas mais experientes configurem os parâmetros do veículo como quiserem. Por outro lado, os inexperientes podem apenas acionar o sistema e deixar que a eletrônica faça como achar melhor. Land Rover Defender Newspress A carroceria tem 291 mm de distância do solo (20 mm a mais do que os outros modelos da Land Rover). Na versão 110, o modelo tem ângulo de aproximação de 38 graus, de partida de 28 e de saída de 40 graus. A capacidade de transposição é de 900 mm, enquanto a carga útil máxima é de 900 kg e a capacidade de reboque chega a 3.720 kg. Tecnológico O Defender ganhou capacidades lameiras, mas também tecnologia. Entre elas está o sistema de atualização de software automática, que faz download de novos dados de forma remota, deixando o veículo sempre atualizado sem a necessidade de uma visita à uma concessionária. Land Rover Defender Divulgação/Land Rover Há também o "capô transparente". Câmeras instaladas na parte de baixo do veículo revelam, na tela central de 12,3 polegadas, a visão escondida pelo capô. Também há o mesmo efeito para a traseira. Piloto automático adaptativo, assistente de pontos cegos, monitoramento de tráfego cruzado traseiro, head-up display e faróis full LED também estão na lista. Até uma proteção para a pintura está disponível para minimizar danos como arranhões. Land Rover relança o Defender, clássico que acabou modernizado Wolfgang Rattay/Reuters Initial plugin text
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10/09 - Mercedes-Benz confirma GLB para o Brasil e divulga planos de eletrificação
SUV que chega ao mercado brasileiro em 2020 é o primeiro modelo de 7 lugares assinado pela "grife" esportiva AMG. Mercedes-Benz GLB no Salão de Frankfurt Newspress A Mercedes-Benz confirmou nesta terça-feira (10), durante o Salão de Frankfurt, a chegada do GLB ao Brasil para o segundo semestre de 2020. Inicialmente, a versão escolhida foi a GLB 35, trazendo motor de 310 cv. O SUV é o primeiro modelo assinado pela AMG que pode levar até 7 passageiros. A marca também mostrou uma versão "convencional", a GLB 200, ainda sem confirmação para o Brasil. A configuração que será vendida por aqui é equipada com um motor 2.0 turbo de 4 cilindros, 310 cavalos de potência e 40,8 kgfm de torque, câmbio automático de 8 marchas e tração integral. De acordo com a marca, ele vai de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos. Mercedes-Benz GLB no Salão de Frankfurt Newspress Futuro próximo A Mercedes-Benz também aproveitou o evento para apresentar uma ousada estratégia para o futuro. Na Europa, a empresa prometeu zerar a emissão de dióxido de carbono na produção de veículos até 2022. A marca também disse que metade das suas vendas globais será de elétricos até 2030. Por fim, também se comprometeu a ter uma frota totalmente neutra em emissões de CO2 até 2039. Um próximo passo deve ser a chegada de um sedã de luxo elétrico. Em Frankfurt, os alemães exibiram o conceito Vision EQS. Para o momento, a Mercedes mostrou uma linha inteira de veículos híbridos plug-in, aqueles que podem ser carregados na tomada. Mercedes-Benz EQS Newspress No salão, estavam os classe A, B, C, E, S, GLC e GLE, além da EQV, uma van totalmente elétrica - nenhum deles, porém, foi confirmado para o Brasil. A prioridade da empresa, por enquanto, é a Europa, com leis mais rígidas de emissões já para os próximos anos. Um dos candidatos mais fortes para ser lançado nos próximos anos, porém, é o Classe A 250 e. Hatch e sedã aliam o já conhecido motor 1.3 turbo de 160 cavalos, com um elétrico de 102 cv. A potência combinada é de 218 cavalos de potência. Na Europa, o A 250 e tem preços partindo de 37,3 mil euros, cerca de um terço mais do que a versão a combustão de entrada. No Brasil, o A Sedan parte de R$ 149.990. Initial plugin text
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10/09 - Veja FOTOS do Salão de Frankfurt 2019
Carros elétricos são destaque do maior evento do ano para a indústria automotiva. Salão de Frankfurt 2019 Daniel Roland/AFP COBERTURA COMPLETA Híbrido Lamborghini Sián atrai jornalistas no Salão de Frankfurt Daniel Roland/AFP BMW X6 Vantablack, carro cuja pintura não reflete a luz Tobias Schwarz/AFP BMW X6 Vantablack Tobias Schwarz/AFP Réplica em madeira do Mercedes-Benz 300 SL Gullwing Roadster no Salão de Frankfurt Tobias Schwarz/AFP Réplica do Mercedes-Benz 300 SL Gullwing Roadster Tobias Schwarz/AFP Audi AI:Con Ralph Orlowski/Reuters Mercedes-Benz EQ Silver Arrow Ralph Orlowski/Reuters Chinês Hongqi S9 no Salão de Frankfurt Wolfgang Rattay/Reuters Carro-conceito elétrico da Mercedes-Benz EQ Silver Arrow Boris Roessler/AFP Mercedes-Benz exibe o conceito elétrico Silver Arrow Boris Roessler/AFP Land Rover relança o Defender, clássico que acabou modernizado Wolfgang Rattay/Reuters Land Rover Defender Newspress Honda "e": compacto elétrico japonês aparece em versão final no Salão de Frankfurt Wolfgang Rattay/Reuters Honda "e", o compacto elétrico da montadora japonesa com visual retrô Wolfgang Rattay/Reuters Volkswagen ID.3, compacto elétrico que a marca alemã compara com o Fusca, em termos de potencial revolucionário Reuters/Wolfgang Rattay Volkswagen ID.3 André Paixão/G1 Audi AI Trail Ralph Orlowski/Reuters Audi AI Trail Ralph Orlowski/Reuters Integrantes do Greenpeace protestam contra montadoras do lado de fora do Salão de Frankfurt Ralph Orlowski/Reuters Audi A1 é exibido em telão Michael Probst/AP Plug de recarga do Renault ZE Tobias Schwarz/AFP Chinesa FAW se apresenta no Salão de Frankfurt Wolfgang Rattay/Reuters Mercedes EQS, conceito elétrico da marca alemã Ralph Orlowski/Reuters BMW Vision M Next Wolfgang Rattay/Reuters Lamborghini Sián, primeiro híbrido da marca italiana Tobias Schwarz/AFP Lamborghini Sián Ralph Orlowski/Reuters Hyundai i10 Newspress Mercedes-Benz Vision Urbanatic, conceito da marca alemã Michael Probst/AP Smart EQ Fortwo Newspress Lamborghini Huracán Evo Spyder no Salão de Frankfurt Daniel Roland/AFP Initial plugin text
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10/09 - O que há por trás do declínio da Nissan, gigante japonesa dos automóveis
Na segunda-feira, o CEO da empresa, Hiroto Saikawa, anunciou que deixará cargo em meio a escândalo de pagamentos indevidos, em novo baque para montadora que foi referência no setor e teve recente queda vertiginosa nos lucros. A Nissan chegou ao fundo do poço? Essa é a pergunta que muitos se fazem depois do capítulo mais recente que afeta a fabricante japonesa: o anúncio na segunda-feira (9) da saída do CEO da empresa, Hiroto Saikawa, em meio a um escândalo envolvendo pagamentos indevidos. A derrocada teve início no ano passado, quando o então presidente da Nissan, Carlos Ghosn, foi preso sob acusação de crimes financeiros - ele nega os crimes. Além das crises sucessivas em sua direção, a fabricante japonesa também registrou péssimos resultados de venda em julho passado, os piores em uma década. Entre abril e junho deste ano, o lucro líquido da Nissan caiu quase 95% em comparação com o mesmo período do ano anterior. "Nós admitimos que os resultados são bastante medíocres", afirmou Saikawa, CEO da empresa à época. Os resultados negativos levaram a empresa a tomar medidas drásticas, entre elas a demissão de 12,5 mil funcionários - 10% da força de trabalho - a fim de reduzir sua produção global em 10% para o ano de 2022. Mas como se explica a derrocada desta montadora que já foi uma referência mundial no setor automobilístico? O escândalo Ghosn "A rentabilidade se viu afetada negativamente pelo declínio da receita e por fatores externos como custos de matéria-prima, flutuações cambiais e mudanças em cumprimento a normas regulatórias", afirmou a Nissan em comunicado em julho passado. Como seus concorrentes, a empresa vem tentando fazer grandes transformações tecnológicas para desenvolver veículos autônomos e para se adequar ao endurecimento das regras socioambientais. Entretanto, além do recuo em grandes mercados como União Europeia, Europa e Japão, a empresa atribui seus resultados negativos à sua mudança de estratégia após o escândalo em torno de seu ex-presidente Carlos Ghosn. Formado em engenharia pela Escola Politécnica e pela Escola Superior de Minas, ambas em Paris, o franco-brasileiro de ascendência libanesa e nigeriana começou a trajetória na Michelin - ocupando cargos na França e no Brasil. Na sequência, foi para a Renault. Ele se juntou à Nissan em 1999, depois que a empresa francesa comprou uma participação na montadora japonesa, e se tornou seu principal executivo em 2001. O empresário franco-brasileiro é conhecido por ter liderado a volta por cima da Nissan quando a empresa de automóveis estava à beira da falência. Na sequência, ele orquestrou a aliança da empresa japonesa com a Renault e a Mitsubishi. As três montadoras se transformaram no segundo maior grupo automobilístico do mundo - em 2017, no topo do mercado, atingiram 10,6 milhões de veículos comercializados. O declínio de Ghosn foi vertiginoso. O estilo de vida glamouroso desmoronou quando ele foi preso no ano passado a bordo do seu jatinho particular no aeroporto de Tóquio, acusado de ter subnotificado seus rendimentos na Nissan às autoridades. Ghosn estaria planejando uma aquisição da Nissan pela Renault, algo que enfrentava forte resistência de alguns no Japão - e segundo a mulher dele, essa seria a verdadeira razão pela qual a Nissan agiu contra ele. "Foi uma conspiração para se livrar dele." A Nissan, por sua vez, rejeita essa acusação de conspiração. De todo modo, as suspeitas contra Ghosn levaram a uma grande pressão contra a aliança empresarial entre Nissan, Renault e Mitsubishi. "O episódio fez com que a empresa se fragmentasse", afirmou à radio pública americana NPR Michelle Krebs, analista da empresa Autotrader. A Nissan não esconde o duro golpe que sofreu no escândalo, tanto que decidiu reduzir suas metas de vendas nos próximos quatro anos. Imagem em declínio Aos problemas da Nissan se somam, segundo especialistas, uma estratégia malograda voltada a aumentar sua fatia no mercado às custas da lucratividade. Por exemplo, a empresa japonesa apostou em realizar vender com grandes descontos a empresas de aluguel de veículos. Mas a estratégia acabou por reduzir lucros e "manchar" a imagem da marca. Michael Ramsey, analista da consultora Gartner, afirma que os consumidores viam os veículos da Nissan como "esportivos" e "confiáveis", mas a ânsia da empresa em expandir seu mercado pôs em xeque a avaliação do público. "Quem hoje compra um Nissan? A resposta não é mais tão óbvia", afirmou Ramsey à NPR. Outro fator apontado por especialistas é o avanço de concorrentes sul-coreanos, como Hyundai e Kia, que oferecem veículos de qualidade a preços mais baixos que a Nissan. George Augustaitis, analista da CarGurus, também critica a defasagem do design da marca japonesa. Segundo ele, à NPR, os modelos Rogue e Murano estão quase cinco anos desatualizados.
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09/09 - Lamborghini apresenta seu primeiro carro híbrido, o Sián
É o carro mais potente produzido pela marca italiana, com 830 cv. Outras marcas do grupo Volkswagen anteciparam novidades na véspera do Salão de Frankfurt. Lamborghini Sián é visto em público pela primeira vez na véspera do Salão de Frankfurt André Paixão/G1 A Lamborghini apresentou nesta segunda-feira (9), na véspera do Salão de Frankfurt, seu primeiro modelo híbrido, o Sián. O hipereresportivo tem 830 cavalos de potência (ou 819 hp), desenvolvidos por um motor 6.5 litros V12 a gasolina, o mesmo do Aventador, e por um elétrico de 48 volts. Isso faz dele o carro mais potente já produzido pela marca italiana, superando o próprio Aventador, com seus 780 cv. COBERTURA COMPLETA DE FRANKFURT A máquina acelera de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos e chega aos 350 km/h, segundo a fabricante. E ainda não é a versão definitiva. Apenas 63 unidades serão produzidas, número que replica o do ano de fundação da Lamborghini. O preço? Cada uma custa US$ 3,6 milhões (R$ 14,7 milhões) ? todas já estão reservadas, segundo a marca. Lamborghini Sián, primeiro modelo híbrido da marca André Paixão/G1 Lamborghini Sián, primeiro carro híbrido da marca André Paixão/G1 Além da Lamborghini, outras marcas do grupo Volkswagen anteciparam novidades que estarão no salão. A Volkswagen exibiu a versão final do seu elétrico compacto ID. E a Audi mostrou o novo RS7. Audi RS7 é apresentado na véspera do Salão de Frankfurt André Paixão/G1 Audi RS7 André Paixão/G1 Initial plugin text
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09/09 - Indústria automotiva da Alemanha tenta se recuperar no Salão de Frankfurt
Evento, que começa nesta terça-feira (10), terá mercado de olho nos investimentos das montadoras alemãs nos carros elétricos e com ausência de grandes marcas mundiais. BMW apresentou carros elétricos no Salão de Frankfurt de 2017 AP Photo/Martin Meissner Abandonado por alguns fabricantes e criticado por ambientalistas, o Salão de Frankfurt abre suas portas à imprensa nesta terça-feira (10), a fim de exibir uma vitrine do setor alemão ? atualmente debilitado, mas em busca de se renovar com as versões elétricas. O evento, que exibe o poderio desta indústria alemã, ocorrerá entre os dias 12 a 22 de setembro, em meio a uma crise. Salão de Frankfurt: veja 15 carros que devem ser destaque As gigantes japonesas Toyota e Nissan, as americanas General Motors e Fiat-Chrysler e as francesas Renault, Peugeot e Citroën estarão ausentes. Tampouco participam a americana Tesla, nem grandes grupos de luxo, como Bentley, Ferrari, Maserati e Rolls-Royce. "Nunca houve tantos cancelamentos. Já não é uma exposição internacional, é um salão nacional", lamenta Ferdinand Dudenhöffer, diretor do Center Automotive Research (CAR), sediado na Alemanha. Segundo ele, as dificuldades refletem a imagem de uma "indústria automotiva alemã em sofrimento, que padeceu do 'dieselgate' (escândalo dos motores manipulados da VW) e, depois, da transição elétrica fracassada". Em seu conjunto, o setor automotivo vive um período de turbulências: revoluções tecnológicas que requerem investimentos bilionários, guerras comerciais e a entrada em vigor de limites das emissões de CO2 na Europa a partir do ano que vem, que obrigam fabricantes a produzirem veículos elétricos. Conjuntura piorou Tudo isso ocorre em uma conjuntura pior, com um recuo de 5% do mercado mundial automotivo no primeiro semestre, destaca o especialista Eric Kirstetter, que chama atenção para a forte queda do setor na China e, em menor escala, na Europa. Neste contexto, o Salão de Frankfurt vai tentar trazer à tona o aspecto positivo, valorizando os novos modelos elétrico e híbridos (gasolina e elétrico). O novo 100% elétrico ID.3 da Volkswagen e o Porsche Taycan, esportivo elétrico que promete ir de 0 a 100 km/h em menos de três segundos, podem ser as estrelas do salão, que recebeu 800 mil visitantes em 2017. O mercado dos carros apenas elétricos, beneficiado pelos poderes públicos na China e na Europa, duplica-se a cada ano no mundo ? embora continue sendo marginal e claramente dominado pela Tesla. Na Europa, as vendas representam apenas 2% do mercado. Os alemães estão atrasados neste setor promissor. A BMW, por exemplo, não teve o sucesso esperado com seu veículo urbano i3, e precisa de um grande sedã equivalente ao da Tesla em seu catálogo. Mercedes e Audi acabaram de se lançar neste mercado. Já a Volkswagen ? que quer restaurar sua imagem após o 'dieselgate' ? prometeu investir US$ 30 bilhões em versões elétricas, uma aposta industrial arriscada, se não houver uma demanda à altura. Hostilidade O 'dieselgate' continua à espreita, porém. Três semanas depois do salão, a Alemanha inicia um enorme julgamento, em que 400 mil clientes exigirão o reembolso do valor de seus veículos. Esses clientes se consideram vítimas da manipulação dos motores, admitida pelo próprio grupo, que pretendia fazê-los parecer menos poluentes. Desde este escândalo, a hostilidade dos ambientalistas contra o setor do automóvel cresceu. Entre 15 mil e 20 mil manifestantes, segundo a polícia, devem ir no sábado ao parque de exposições de Frankfurt para exigir uma "revolução dos transportes". E centenas de militantes tentarão bloquear o salão no domingo. Na Alemanha, o setor automotivo e seus milhares de empregos parecem cada vez menos intocáveis. Políticos e empresários sofrem pressão para tomar ação contra as mudanças climáticas.
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09/09 - Volkswagen mostra o 'elétrico popular' ID.3 e revela novo logotipo da marca
Novidades apareceram na véspera do Salão de Frankfurt. Modelo tem autonomia entre 330 e 550 km, variando de acordo com a bateria, e estreia a nova linguagem visual da fabricante. Volkswagen ID.3 André Paixão/G1 A Volkswagen revelou nesta segunda-feira (9), na véspera do Salão de Frankfurt, a versão de produção do ID.3, primeiro integrante de sua linha de elétricos ID. A marca também apresentou seu novo logotipo, que chega na América Latina a partir de 2020. COBERTURA COMPLETA DE FRANKFURT Prometido como um "elétrico popular" na Alemanha, onde chegará à lojas a partir da metade de 2020, o ID.3 custará menos de 30 mil euros (R$ 135 mil) por lá. A montadora se referiu ao ID.3 como o terceiro capítulo mais importante de seus 82 anos de história, atrás do Fusca e do Golf. Além da Volkswagen, outras marcas do grupo mostraram novidades um dia antes do salão. Um destaque foi o Sián, o primeiro Lamboghini híbrido da história. Volkswagen ID.3 André Paixão/G1 Mais sobre o ID.3 O modelo tem três opções diferentes de baterias: 77 kWh, 58 kWh ou 45 kWh, sempre com motor de 204 cavalos de potência, tração traseira e garantia de 8 anos ou 160 mil km. Pela variação das baterias, a autonomia pode variar entre 330, 420 e 550 quilômetros. De acordo com a marca, é possível realizar em 30 minutos (em um carregador de 100 kW) uma recarga para rodar aproximadamente 290 quilômetros. Os compradores terão à disposição dois tipos diferentes de recarregadores domésticos - na mais completa o proprietário terá a possibilidade de controle por aplicativo no smartphone e manutenção remota. Volkswagen ID.3 André Paixão/G1 O ID.3 é o primeiro modelo feito a partir da plataforma modular para veículos elétricos da Volkswagen, a MEB, e tem dimensões próximas às do Golf. São 4,26 metros de comprimento, 1,80 metro de largura, 1,55 m de altura e 2,76 m na distância entre-eixos. O porta-malas tem 385 litros. Entre as tecnologias disponíveis, o modelo pode ter sistema multimídia com navegador atualizável, recarregador de celular por indução, sistema de som Beats com 8 alto-falantes e subwoofer, frenagem automática de emergência, frenagem pós-colisão e monitoramento de pedestres. Volkswagen ID.3 André Paixão/G1 A lista segue com assistente para mudanças involuntárias de faixa, frenagem automática em manobras (em velocidades entre 2,5 e 10 km/h), head-up display (visor posicionado próximo ao para-brisa) e comandos por voz. No ID.3, todos os botões, com exceção dos comandos de abertura/fechamento dos vidros e de ligar/desligar o pisca-alerta, são sensíveis ao toque - incluindo os comandos do volante. Os faróis são de matriz de LED com facho alto automático. Identidade visual renovada O elétrico é o primeiro modelo com a nova linguagem de design da Volkswagen. Sem a necessidade de ter grades para ventilação, a dianteira é marcada pelos faróis que remetem a olhos, que piscam quando o proprietário se aproxima do veículo com a chave. Volkswagen ID.3 André Paixão/G1 Por falar na iluminação, a Volkswagen descreve as luzes são "o cromado do futuro" e, por isso, alguns pontos específicos do ID.3 são iluminados - como a grade. De lado, o modelo tem inspiração em colmeias por, segundo a marca, serem "superleves, extremamente estáveis e absolutamente sustentáveis, simbolizando assim a ideia básica da plataforma MEB". As rodas podem ser de 18, 19 ou 20 polegadas. A traseira, com aspecto de minivan, tem grandes lanternas que invadem a tampa do porta-malas e logotipo iluminado. Volkswagen ID.3 André Paixão/G1 Novo logo Além de estrear a nova linha de modelos elétricos e a nova identidade visual da marca, o ID.3 também ficou responsável por inaugurar o novo logotipo da Volkswagen. Agora em linhas mais simples e em novas cores, a marca "descola" mais a parte inferior da letra "W" da borda e será iluminada nos veículos, nas instalações da fabricante e nas concessionárias Novo logo da Volkswagen André Paixão/G1 Veja o logo ANTERIOR: Stand da Volkswagen no Salão do Automóvel 2018 Fábio Tito/G1 De acordo com a marca, 171 mercados serão afetados pela mudança na comunicação visual. O primeiro passo será transformar as concessionárias na Europa, seguidas pela China. A partir de 2020, a novidade chegará nas Américas do Norte e do Sul. Cerca de 70 mil logos serão substituídos nas 10 mil instalações de concessionários pelo mundo. A mudança de posicionamento da fabricante também envolve a troca das vozes de suas propagandas. Até então faladas por homens, as campanhas darão lugar a uma voz feminina. Initial plugin text
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09/09 - Ford convoca recall de EcoSport, Ka e Ka Sedan por falha no reclinador dos bancos dianteiros
Atendimento para as 146.290 unidades afetadas começará no dia 14 de outubro. Ford EcoSport Freestyle Divulgação/Ford A Ford anunciou um recall para 146.290 carros, divididos entre EcoSport, Ka e Ka Sedan, por um problema no reclinador dos bancos dianteiros. Os proprietários das unidades afetadas poderão agendar o reparo a partir de 14 de outubro. De acordo com a fabricante, "o mecanismo de reclinação manual do encosto dos bancos pode ter sido montado sem uma de suas três travas internas". Com isso, o travamento pode falhar em um acidente, deixando os encostos dianteiros soltos. A inspeção e o reparo, que consiste na substituição da estrutura do encosto dos bancos, são gratuitos conforme previsto em lei. A marca disponibiliza o telefone 0800 703 3673 para maiores informações aos proprietários. Veja detalhes dos modelos envolvidos: Participam da campanha 25.403 unidades do EcoSport, 83.545 do Ka e 37.342 do Ka Sedan. Recall - Ford Ka e EcoSport Initial plugin text
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09/09 - Presidente da Nissan renunciará no dia 16 de setembro
Hiroto Saikawa admitiu na semana passada ter recebido pagamentos indevidos. De acordo com a empresa, objetivo da saída é "passar o bastão" para uma nova geração de líderes. Hiroto Saikawa, presidente da Nissan Issei Kato/Nissan A Nissan anunciou nesta segunda-feira (9) que seu presidente-executivo, Hiroto Saikawa, vai renunciar ao posto na próxima segunda (16). De acordo com o presidente do conselho da montadora, Yasushi Kimura, o objetivo é "passar o bastão" para dirigentes mais novos. "Saikawa recentemente indicou sua inclinação a renunciar e, de acordo com seu desejo de passar o bastão para uma nova geração de líderes da Nissan, ele renunciará em 16 de setembro", disse Yasushi Kimura à agência de notícias Reuters. Na semana passada, Hiroto Saikawa admitiu ter recebido pagamentos superiores ao que lhe correspondia, que era baseado nas altas das ações do grupo japonês (veja mais abaixo). O atual diretor de operações do grupo, Yasuhiro Yamauchi, assumirá o cargo interinamente, e o comitê de nomeação do Conselho de Administração planeja nomear um sucessor para Saikawa "antes do final de outubro", afirmou Kimura. Pagamentos indevidos Hiroto Saikawa, que assumiu a direção executiva da Nissan em 2017, no lugar de Carlos Ghosn, admitiu na semana passada à imprensa japonesa ter recebido uma remuneração superior a que lhe correspondia. Escândalo Carlos Ghosn: o que se sabe até agora "Recebi uma retribuição sob uma forma que não corresponde às normas em vigor. Acreditava que era fruto de um procedimento correto", declarou Saikawa à imprensa, segundo a agência de notícias Jiji. Saikawa pediu perdão "pela perturbação provocada" e garantiu que vai devolver o dinheiro recebido indevidamente. Os pagamentos questionados foram realizados com base no mecanismo conhecido como "stock appreciation rights" (SAR), pelo qual os dirigentes podem receber um prêmio em dinheiro vinculado ao aumento do valor da ação do grupo durante um período definido. Saikawa assumiu a presidência da Nissan no ano anterior à prisão de Ghosn, que aconteceu em novembro passado. O executivo brasileiro foi indiciado por violações financeiras, mas negou irregularidades, dizendo que foi vítima de um complô por parte da direção da montadora. Em abril último, Ghosn foi solto, sob fiança, e agora se prepara atualmente para seu julgamento, previsto para 2020.
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09/09 - Nissan Kicks ganha série limitada a partir de R$ 81.840
As 950 unidades têm acabamentos exclusivos, como detalhes em laranja no interior e partes pintadas de preto no exterior. Nissan Kicks Special Edition Divulgação/Nissan A Nissan apresentou uma série especial para o Kicks limitada a 950 unidades. Baseada na configuração S, a "Special Edition" parte de R$ 81.840 com câmbio manual e R$ 88.840 com transmissão automática CVT. As mudanças mas a edição limitada são estritamente estéticas. Por fora, o modelo ganha grade, retrovisores e teto pintados de preto, e maçanetas na cor da carroceria. Uma plaqueta na tampa do porta-malas identifica a série. A grade preta já existe na versão dedicada ao público PCD. Na cabine as novidades ficam mais aparentes: o tecido dos bancos e dos painéis de porta recebem detalhes em laranja. Nissan Kicks Special Edition Divulgação/Nissan A mesma tonalidade está presente nas costuras do material que imita couro aplicado no painel - acabamento presente apenas na versão mais cara, a SL, mas que aparece na série especial. De série, o Kicks Special Edition tem direção elétrica, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, central multimídia com conexão com Android Auto e Apple Carplay e volante com ajuste de altura e profundidade. A mecânica é a já conhecida que combina o motor 1.6 flex de 114 cavalos de potência e 15,5 kgfm de torque e câmbio manual de 5 marchas ou automático CVT. Nissan Kicks Special Edition Divulgação/Nissan
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09/09 - Salão de Frankfurt: veja 15 carros que devem ser destaque
Mais uma vez, elétricos são principais atrações: Volkswagen promete modelo 'revolucionário', enquanto Porsche vai de esportivo de 600 cv. Evento terá 12 marcas a menos do que em 2017. Salão de Frankfurt 2017 AP Photo/Michael Probst Maior evento das fabricantes de automóveis no ano, o Salão de Frankfurt começa nesta terça-feira (10) com apresentações para a imprensa. Os carros elétricos serão, mais uma vez, o fio condutor do evento, mas a lista de marcas ausentes também chama a atenção. As fabricantes têm participado cada vez menos de grandes salões. Custos elevados e dúvidas sobre o retorno em vendas são as principais razões. Desta vez, serão 12 a menos em relação à edição passada (o evento é bienal). Ficarão fora desta edição Toyota, Lexus, Subaru, Mazda, Suzuki, Kia, SsangYong, Citroën, Ferrari, Maserati, Bentley e Bugatti, além de outras tradicionais empresas, que já não estiveram em 2017, e não retornaram agora, como Nissan, Peugeot, Mitsubishi, Fiat, Jeep e Alfa Romeo. Mesmo assim, o IAA, como o evento é chamado, terá uma lista de importantes novidades. Entre os carros mais esperados estão Volkswagen ID3, Honda E e Porsche Taycan, todos movidos a eletricidade. O Salão de Frankfurt também marcará o retorno de uma lenda: o Land Rover Defender. Um dos jipes mais famosos da história chega em nova geração, após alguns anos de atrasos. Veja abaixo uma lista de 15 modelos que devem dar as caras na feira. Audi A3 Hatch e sedã totalmente renovados devem ser a maior revelação da Audi em Frankfurt. Os modelos, lançados no início da década, já carecem de renovação, e ficarão mais tecnológicos e refinados ? além de possivelmente ganharem configurações híbridas. Audi RS6 Audi RS6 Divulgação Uma das peruas mais velozes do mundo, uma nova RS6 acabou de ser apresentada. Ela mantém o V8 de 4 litros biturbo, mas a potência subiu para 600 cavalos. Com um novo câmbio automático de 8 marchas, além da tração integral, acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,6 segundos. Audi RS Q3 Outra novidade da divisão esportiva da Audi, o RS Q3 já foi flagrado em testes pela Europa. Ele deve manter a fórmula da versão anterior: motor 2.5 turbo de 5 cilindros, mas com um considerável incremento de potência: passa de 310 cv para 400 cv, assim como em outro esportivo, o TT RS. BMW Série 1 BMW Série 1 Divulgação A BMW não deve assistir a Audi ter todas as atenções de hatches compactos em Frankfurt. Ainda que o novo Série 1 já tenha sido mostrado, ele fará sua primeira aparição pública no IAA. Aos puristas, um aviso: o hatch deixou de ter opção de tração traseira ? agora as rodas motrizes são as da frente. BMW X6 BMW X6 Divulgação/BMW Os últimos lançamentos da BMW têm adotado uma generosa grade no conhecido formado de ?duplo rim?. Mas o novo X6, apresentado início de julho, foi um pouco além. Além da peça ser bem grande, ela ganhou iluminação. O resultado poderá ser conferido no Salão de Frankfurt, a primeira ocasião em que o SUV poderá ser visto pelo público. Honda E Honda e Divulgação Dono de um nome simples e visual "simpático", o Honda E promete ser um dos carros mais carismáticos do IAA. Ele também está no páreo como um dos mais importantes lançamentos. Isso porque é uma grande aposta da fabricante japonesa para um carro urbano ? sua autonomia de 200 km confirma essa vocação. Seu motor elétrico tem 150 cv e 31 kgfm, números respeitáveis para um compacto. Land Rover Defender A chegada do novo Defender certamente é um dos momentos mais esperados do Salão de Frankfurt. Depois de um certo atraso no desenvolvimento do projeto, a nova geração de um dos carros mais capazes já feitos foi confirmada. A própria Land Rover já mostrou diversas fotos do modelo com disfarces. As vendas, porém, só devem começar no ano que vem. Lamborghini híbrida Sites especializados do exterior dão como certa a aparição de um novo supercarro da marca italiana. O modelo pode ser o sucessor do Aventador, e tem grandes chances de ganhar um conjunto híbrido. Se os rumores se confirmarem, será o primeiro Lamborghini a contar com a ajuda de um motor elétrico. Mercedes-Benz EQV Mercedes-Benz EQV Divulgação A sigla EQ está se tornando conhecida na Mercedes-Benz. O EQC foi o primeiro modelo da nova família de elétricos da empresa. Agora, para o IAA, os alemães confirmaram (e já até mostraram imagens) do segundo membro: a van EQV. Baseada na Classe V, tem motor elétrico com potência de 204 cv, e baterias que garantem autonomia de até 405 km. Mercedes-Benz GLA Apesar de a EQV ser um veículo elétrico, quem deve mesmo roubar as atenções no pavilhão da Mercedes é a segunda geração do GLA. O crossover tem aparecido com frequência rodando camuflado pela Europa. Nas fotos, é possível ver que o modelo cresceu. Seu visual deve ser inspirado nos recentes lançamentos da marca da estrela de três pontas. Mini E Mini Cooper SE Divulgação/Mini Mostrado em julho, o primeiro Cooper totalmente elétrico dará as caras pela primeira vez na Alemanha. Batizada de SE, a nova opção tem autonomia de 270 km, originária de baterias de íons de lítio. Com 187 cv, é um pouco menos potente do que o S, de 192 cv, mas garante torque instantâneo de 27,5 kgfm. E seu peso é só 145 kg maior do que a versão a combustão. Opel/Vauxhall Corsa Opel Corsa vira elétrico em sua 6ª geração Opel/Divulgação Corsa ainda é um nome bastante lembrado aqui no país. Mas a realidade é que a Chevrolet tirou o veículo de linha há alguns anos, e, na Europa, o Corsa atual é da Opel, que nem faz mais parte da General Motors. Sob comando da PSA, o compacto ganhou uma nova geração, que inclui até uma versão elétrica, a única apresentada até agora. Tem autonomia de até 330 km. Porsche Taycan Conceito do Porsche Taycan Porsche/Divulgação Outro caso de primeiro veículo elétrico de uma fabricante. E o Taycan promete estrear em grande estilo. O esportivo terá motor de mais de 600 cv e poderá acelerar de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos. Tudo isso com autonomia superior a 500 km. Por fim, ainda deve trazer uma evolução na forma de recarga, com possibilidade de ter 80% da carga em menos de 15 minutos. Renault Captur Renault Captur 2020 Divulgação/Renault O SUV compacto está de cara nova na Europa. Na verdade, é justo dizer que o modelo passou por uma reformulação completa, que inclui até uma inédita configuração híbrida. Só que os brasileiros podem ter que esperar novidades para o Captur brasileiro. Isso porque ele não tem sequer a mesma base do veículo europeu. Lá, ele usa a plataforma do Clio, é menor, embora mais refinado. Volkswagen ID3 Volkswagen ID.3 foi apresentado nesta quarta-feira (8) Volkswagen/Divulgação O último modelo da lista tem tudo para ser a principal atração do Salão. A própria Volkswagen o considera um divisor de águas em sua história, assim como foi o Fusca. Caberá ao veículo estrear o novo logotipo da empresa. O ID.3 é tratado como um ?elétrico popular?, e terá preço partindo de 30 mil euros, na Europa. A Volkswagen promete autonomia de 330 a 550 km, de acordo com as baterias escolhidas.
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09/09 - Navio que transportava carros tomba e deixa desaparecidos na costa dos EUA
Embarcação tombou na costa da Geórgia neste domingo (8). 20 pessoas, entre elas o piloto, foram resgatadas. Navio cargueiro virou perto de um porto na costa da Geórgia, nos EUA, no domingo (8) Tara Jones via AP Um navio cargueiro de uma companhia sul-coreana tombou e pegou fogo na costa da Geórgia, nos Estados Unidos, na manhã de domingo (8). O acidente, que aconteceu perto do porto de Brunswick, deixou quatro pessoas desaparecidas. Três delas foram encontradas com vida nesta segunda-feira. Autoridades americanas informaram que 20 pessoas, entre elas o piloto, foram resgatadas em segurança. Os desaparecidos estavam na casa de máquinas do navio. "Quando fumaça e chamas começaram a aparecer, nossas equipes avaliaram que a situação era muito arriscada para entrar no navio e tentar localizar as quatro pessoas que estão desaparecidas", disse o capitão da Guarda Costeira John Reed. Navio que transportava carros tomba e deixa desaparecidos na costa dos EUA Foram ouvidos barulhos dentro do navio Golden Ray, mas ainda não se sabe se eles mostram que os sul-coreanos desaparecidos estão vivos, de acordo com as equipes de salvamento. As buscas mobilizam barcos e helicóptero nesta segunda-feira (9). O navio pertence a uma empresa do grupo Hyundai. Ele tinha parado horas antes no porto de Brunswick. A embarcação transportava vários carros, de acordo com a Associated Press. A empresa, procurada pela emissora americana, não se pronunciou sobre o incidente. As causas do acidente estão sendo investigadas.
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07/09 - Conheça a cidade onde patinetes estão substituindo carros
Em Portland, nos EUA, 34% das viagens de patinetes acontecem no lugar do uso de automóveis. G1 mostra como é andar com o veículo na cidade 'hipster', que tem 620 quilômetros de malha cicloviária. E quais desafios eles enfrentam. Moradores de Portand, nos EUA, trocam carros por patinetes elétricos De apenas um brinquedo esquecido no tempo, os patinetes se tornaram uma alternativa de meio de transportes em grandes cidades. Grandes cidades como Paris, Los Angeles, Berlim, São Paulo e Rio aderiram aos veículos elétricos compartilhados. Mas muitas questões ainda estão no caminho dos patinetes, e ainda não existem estudos profundos sobre seus benefícios ou eventuais malefícios. Com um jeitão "hipster", Portland, na costa oeste dos Estados Unidos, funciona como um laboratório para dar alguma luz ao caso e mostra que os patinetes estão substituindo os carros em várias viagens. VÍDEO: 10 dicas para andar de patinete O lugar é conhecido por incentivar transportes alternativos e ser amigável ao uso de bicicletas. Portland lidera o ranking americano entre as cidades que mais utilizam esses veículos como meio de transporte, e não apenas lazer. Números de 2017 mostram que 6,3% da população usa as "bikes" para ir e vir. Para isso, a cidade tem uma malha cicloviária de 620 quilômetros, que reúne ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. São Paulo, que também ganha cada vez mais bicicletas e patinetes como alternativa de transporte, tem 498 km. Trocando carros por patinetes Portland se antecipou à chegada das operadoras de patinetes e criou um programa piloto. Com uma autorização temporária em sua primeira fase, o projeto foi de 23 de julho a 30 de novembro, liberando as empresas a colocarem nas ruas 2.043 patinetes. Em contrapartida, a cidade exige que as empresas passem informações sobre os deslocamentos para o departamento de trânsito, além de promover seu uso em pontos não centrais da cidade. Cada operadora tem que espalhar todo dia parte de sua frota em pontos mais periféricos, não apenas no centro. Relatório aponta que patinetes estão substituindo carros em Portland, nos Estados Unidos Rafael Miotto/G1 No período da primeira fase do programa foram realizadas 700 mil viagens de patinetes na cidade, com mais de 1,2 milhão de quilômetros percorridos. O levantamento apontou que 34% dos moradores da cidade que utilizaram patinetes o fizeram em substituição ao carro. No caso dos visitantes, o número é ainda maior com 48% deixando de usar um automóvel. "É um número substancial. Muitas dessas viagens poderiam ser em carros, mais tráfego e potencialmente mais poluição", explica Dylan Rivera, da autoridade de trânsito da cidade. No momento, Portland está na segunda fase de seu projeto piloto, que agora é maior e vai até 2019. "Isso mostra que os patinetes podem ser parte do futuro do transporte em Portland", afirma Rivera. Localização de Portland Arte G1 Portadores de deficiência reclamam Mesmo com uma estrutura viária mais preparadas para os patinetes, Portland também enfrenta eventuais problemas e reclamações sobre seu uso, apesar de 63% de seus cidadães verem os pequenos veículos de 2 rodas de forma positiva. Com calçadas largas e bem pavimentadas, a cidade é considerada uma das melhores para andar a pé nos Estados Unidos. Isso faz com que muitos deficientes físicos possam rodar sozinhos com cadeiras de rodas e andadores, e os patinetes estão, de certa forma, roubando este espaço. Apesar ser proibido, muitos usuários rodam de patinete nas calçadas ou simplesmente os estacionam bloqueando o percurso das pessoas. Mesmo com proibição e multas, alguns usuários ainda usam patinetes nas calçadas de Portland. Rafael Miotto/G1 "Nós acreditamos que todos devem ser capazes de se mover com segurança pelas calçadas de nosso estado, livremente, e sem medo de ser ferido", disse a associação dos direitos de deficientes do Oregon, em comunicado. A entidade também reclama do modo atual de relatar reclamações sobre os patinetes. Na primeira fase, as queixas iam direto para o departamento de trânsito, mas agora, elas vão primeiro para as empresas, que depois as repassam para o governo. Patinetes são proibidos de rodar em praças, parques e calçadas em Portland, nos Estados Unidos Rafael Miotto/G1 Dylan Rivera, do departamento de trânsito. aponta que a mudança foi feita para tornar o sistema mais eficaz, já que as empresas podem resolver diretamente o problema e em horários não comerciais. "As reclamações que recebíamos nos finais de semana só eram checadas na segunda", explica Rivera. Casos de vandalismo contra os patinetes também ocorreram em Portland. A polícia do condado da Multnomah, onde fica Portland, recolheu o total de 57 patinetes e bicicletas compartilhadas do fundo do rio Willamete, que corta a cidade. Polícia retirou 57 patinetes e bicicletas compartilhadas do rio Willamette Multnomah Co Sheriff/Divulgação Regras mais rígidas Com base nas reclamações feita na primeira fase do programa, a cidade tomou medidas mais rígidas e multas começaram a ser aplicadas nesta segunda etapa. É cobrado US$ 15 para quem estacionar de maneira errada e US$ 50 por rodar em calçadas. De acordo com o órgão de trânsito da cidade, o total de 340 multas e advertências foram registradas entre 26 de abril e 31 de julho. No Brasil, São Paulo definiu um sistema semelhantes de multas em sua regulamentação para patinetes. O G1 contatou a prefeitura local, mas os dados sobre quantas penalidades foram aplicadas ainda não foram divulgados. Patinetes são perigosos? Casos fatais de acidentes com patinetes já foram registrados pelo mundo. Em Paris, um homem de 25 anos morreu ao se chocar com um caminhão, e no Reino Unido a youtuber Emily Hartridge morreu em acidente parecido. Em Atlanta, nos EUA, 4 mortes de usuários foram registradas desde maio, o que fez a cidade proibir os veículos de rodarem pela noite. Mas os patinetes são realmente perigosos? Patinetes rodando em Portland, nos Estados Unidos Rafael Miotto/G1 Até o momento, nenhum acidente fatal aconteceu com usuários de patinetes em Portland. O departamento de saúde do condado de Multmonah registrou o total de 176 feridos relacionados ao uso de patinetes, entre 25 de julho e 20 de novembro de 2018, sem casos graves. Do total, 83% foram casos em que o usuário caiu sozinho e o restante estava relacionado a um entrevero com carros, caminhões, pedestres e outros patinetes. No período, isso representou 5% dos ferimentos de trânsito. Apesar de o número de ferimentos relacionado a patinetes ter crescido com a popularização de seu uso, nenhum caso foi severo o suficiente para necessitar de transporte de emergência. Vai dar rolê de patinete? Veja dicas: Patinete elétrico: saiba como andar Initial plugin text
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06/09 - Ford anuncia reestruturação e mais de 250 funcionários entram em greve no interior de SP
Sindicato dos metalúrgicos diz que trabalhadores do Campo de Provas de Tatuí (SP) reivindicam pacote de benefícios para quem for demitido. Paralisação será julgada pela Justiça na próxima semana. Campo de Provas da Ford em Tatuí, no interior de São Paulo Divulgação/Ford Funcionários do Campo de Provas da Ford, em Tatuí (SP), decidiram nesta sexta-feira (6) continuar com a greve após o anúncio de demissões sem oferta de pacote de benefícios por parte da empresa. Segundo o presidente do sindicato dos metalúrgicos da cidade, Ronaldo da Mota, são 270 trabalhadores que aderiram à paralisação desde segunda-feira (2). O motivo, segundo ele, é porque não está sendo oferecido um pacote de benefícios para quem está sendo desligado, como houve em São Bernardo do Campo. ?A empresa anunciou a reestruturação e isso vai gerar demissões. Inicialmente informaram que iriam demitir aproximadamente 20 funcionários visando uma reestruturação para a terceirização dos serviços da montadora. Mas não deram nenhum pacote e sabemos que isso vai levar ao fechamos do campo e provas?, afirma. Funcionários da Ford entram em greve em Tatuí Arquivo Pessoal/Ronaldo da Mota Ainda segundo o presidente do sindicato, a reestruturação se deve aos custos de cada funcionário, que variam entre R$ 9 e R$ 11 mil, comparados ao salário de um terceirizado, que custaria valores próximos de R$ 2 e R$ 3 mil. Ronaldo explicou ao G1 que os trabalhadores tentaram uma conciliação em uma audiência no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, em Campinas, mas não houve acordo. ?Nós propomos parar por 90 dias com a greve até dar um tempo para criarem um pacote de benefícios para os funcionários que serão demitidos. Mas não aceitaram. Propomos parar 60 dias e nada também. Então, vamos continuar com a greve?, diz. Ainda segundo o sindicalista, a empresa entrou com uma liminar para considerar a greve ilegal. A paralisação será julgada pela Justiça na próxima semana. Em nota, a Ford afirmou apenas que fará uma readequação em seu quadro de funcionários do Campo de Provas de Tatuí como parte do amplo processo de reestruturação organizacional feito pela montadora nos últimos meses. *Com informações da TV TEM Veja mais notícias no G1 Itapetininga e Região
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06/09 - Brasil e Argentina assinam acordo automotivo que prevê livre comércio só a partir de 2029
Expectativa era de que essa relação começasse já no ano que vem, quando vence o acordo atual. Presidente argentino comemorou adiamento. Brasil e Argentina assinam acordo de livre comércio automotivo Brasil e Argentina assinaram nesta sexta-feira (6) o acordo que prevê livre comércio de carros entre os dois países a partir de 2029. O país sul-americano é o maior cliente da indústria brasileira nesse setor, mas as vendas têm caído com a crise econômica que o mercado argentino enfrenta nos últimos anos (veja ao fim da reportagem). Isso tem impactado nos resultados das exportações de automóveis do Brasil, que caíram 41,5% no 1º semestre na comparação com o mesmo período de 2018. Regra 'flex' O novo acordo deve começar a valer daqui a cerca de 1 mês, mas, enquanto não vigora o livre comércio, ele manterá o chamado sistema flex do acordo atual, fechado em 2016. Ele prevê uma regra de comércio pela qual as exportações de carros e autopeças de um país para o outro não podem ultrapassar uma vez e meia o valor que esse país importa do vizinho. Ou seja, a cada US$ 1,5 exportado, é permitido importar US$ 1. Com o novo acordo, Brasil e Argentina poderão aumentar gradualmente o nível das exportações, até o livre comércio começar a valer. Veja o cronograma: Veja como é e como fica o acordo automotivo Brasil-Argentina GloboNews Menos exigências de peças nacionais O novo acordo também reduz o percentual de peças locais exigidos dos carros que serão vendidos pelos dois países, o chamado índice de nacionalização ou conteúdo regional. "Para um automóvel brasileiro ser exportado para a Argentina com tarifa zero (atualmente), ele tem que cumprir um conteúdo regional de 60%. E, agora, com o novo acordo, esse conteúdo regional cai para 50%", anunciou Lucas Ferraz, secretário de comércio exterior da economia do Brasil. Essa queda não valerá para autopeças. Para elas, o índice de conteúdo regional será mantido em 60% e, depois de 7 anos, passa a valer o que foi negociado pelo acordo Mercosul-União Europeia. O ministro da Economia, Paulo Guedes, destacou que estados brasileiros que quiserem atrair uma fábrica internacional e usarem incentivos fiscais para isso perderão os benefícios do novo acordo. "O que já existe está em andamento e segue em andamento. Mas, daqui para frente, quem tentar artificialmente ganhar competitividade às custas de manipulação de subsídios perde o tratamento preferencial", afirmou. Híbridos e elétricos Haverá uma cota específica para veículos híbridos e elétricos a partir de 1º de janeiro de 2020. Inicialmente, ela será de 15 mil unidades. E crescerá progressivamente, a 3.500 unidades por ano, até chegar ao final de 2029 com o total de 50 mil unidades que poderão ser comercializadas por cada país. Carros 'premium' Também vai existir uma cota para os chamados veículos "premium", que têm maior conteúdo tecnológico e, portanto, requerem um índice de conteúdo importado mais alto do que o vigente no acordo, explicou o secretário Lucas Ferraz. "Temos uma cota bilateral de 10 mil unidades, com um teto de 2 mil unidades", afirmou. E o índice de nacionalização das peças será de 35% ? para carros mais simples, serão exigidos 50%. Adiamento do livre comércio A regra atual tem beneficiado o Brasil, que tradicionalmente tem exportado mais do que importado da Argentina. Mas o comércio bilateral de veículos e autopeças é relevante para ambos os países. Na época em que o acordo atual foi fechado, em 2016, existia a expectativa do governo de que o livre comércio começasse ainda no ano que vem, quando ele deixaria de valer. O presidente argentino, Mauricio Macri, que disputa a reeleição, comemorou o adiamento da relação de livre comércio entre os países para daqui a 10 anos. "Solucionamos o principal problema com nosso grande sócio comercial. Em 2020 deveria começar o livre comércio automotivo. É melhor para a nossa indústria acordar 10 anos de adequação e estabelecer prazos de integração até 2029", escreveu Macri no Twitter. Ele foi representado na cerimônia de assinatura do acordo pelo ministro de Produção e Trabalho, Dante Sica. Honda encerra produção de carros na Argentina A associação brasileira das montadoras, Anfavea, também considerou que o prazo será benéfico. ?Embora o livre comércio só esteja previsto para entrar em vigor em julho de 2029, esse escalonamento de 10 anos traz um cenário de previsibilidade e segurança jurídica para a indústria automobilística", disse o presidente da entidade, Luiz Carlos Moraes. Neste ano, a Anfavea convocou uma "corrida contra o tempo" por competitividade na indústria automotiva brasileira após o anúncio do acordo Mercosul-União Europeia, que vai zerar a tarifa de importação de carros europeus em 15 anos após começar a valer. Brasil tem mandado menor carros para a Argentina desde 2017, diante da crise do país vizinho Luciana de Oliveira/G1 Valor que o Brasil consegue com vendas de carros para a Argentina ficou perto do que gasta comprando carros daquele país em 2018 Luciana de Oliveira/G1
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06/09 - Chevrolet atualiza visual do Onix Joy, que conviverá com a nova geração
Versão de entrada do hatch passa a ter o mesmo desenho das versões mais novas vendidas atualmente. Chevrolet Onix Joy ganha visual atualizado Divulgação/Chevrolet O novo Onix ainda nem chegou e a Chevrolet já começou a reorganizar sua linha. A versão de entrada Joy, que até então tinha a cara mais antiga do modelo, ganha o mesmo visual das demais configurações para continuar à venda ao lado da nova geração. Os preços não foram divulgados. A estratégia continuará a mesma. Na prática, a atual geração do Onix, batizada de Joy e com mecânica, acabamento e equipamentos mais simples, conviverá com a nova, que chega até o final deste ano mais sofisticada e com motor turbo. Novo Chevrolet Onix/Prisma: o que se sabe até agora Na aparência, o modelo fica idêntico às versões mais caras. É possível notar nas imagens, porém, a ausência do nome Onix na tampa traseira. Apenas o logo "Joy" está presente. Nome "Onix" deixa de aparecer na traseira Divulgação/Chevrolet O quadro de instrumentos mantém a iluminação alaranjada. Entre as cores disponíveis estão branco, prata, cinza, preto, vermelho e azul. Equipamentos e opcionais De série, o hatch de entrada é equipado com ar-condicionado, direção elétrica, travas e vidros elétricos. Central multimídia (um modelo mais simples do que a MyLink) e retrovisores elétricos são oferecidos como acessórios. Interior do Onix Joy tem iluminação alaranjada; central multimídia é acessório Divulgação/Chevrolet O pacote de acabamento Black adiciona rodas de 15 polegadas com calotas escurecidas, logotipos da Chevrolet e retrovisores em preto, maçanetas da cor da carroceria e luzes diurnas de LED. A Chevrolet não confirma, mas o modelo deve continuar equipado com motor 1.0 de 80 cavalos de potência e câmbio manual de 6 marchas.
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06/09 - Land Rover Range Rover Evoque: primeiras impressões
SUV compacto de luxo virou 'mini Velar' na segunda geração. Equipamentos fartos e motor de 300 cv agradam, mas preço é maior até do que o de modelos maiores. Evoque muda e fica parecido com o Velar; G1 testou Em 2011, a Land Rover causou alvoroço ao lançar o Range Rover Evoque, um SUV compacto de luxo, com visual bastante ousado para os padrões da época ? foi até copiado pela chinesa Landwind. Depois dele, a concorrência tratou de caprichar mais no desenho de seus modelos, e a própria marca inglesa bebeu dessa fonte para criar novos modelos. Um deles é o Velar, de 2017, que aprimorou esse estilo, e agora inspira a segunda geração do Evoque. Mini Velar Range Rover Evoque Marcelo Brandt/G1 Lanternas, grade e interior parecem ter sido feitos como uma reprodução em menor escala do Velar. Ainda assim, a essência do Evoque original foi mantida. E isso pode ser visto na linha ascendente na lateral e nos faróis afilados. Na cabine, com exceção dos painéis de porta, da alavanca de câmbio e da cobertura do quadro de instrumentos, é praticamente impossível diferenciar os dois modelos. E isso é um ótimo sinal. Range Rover Velar (direita) e Evoque Marcelo Brandt/G1 O interior é de muito bom gosto. Há pouquíssimos botões ? quase todas as funções podem ser controladas pelas duas telas no console. E o acabamento é bastante caprichado, praticamente sem plástico duro. Clubes dos R$ 300 mil Aliás, Evoque e Velar também ficaram mais próximos também nos preços. O Evoque encareceu, e agora chega aos R$ 322.300, valor da versão avaliada pelo G1, a topo de linha HSE R-Dynamic. A quantia assusta, até porque esbarra em veículos do segmento acima. Range Rover Evoque Marcelo Brandt/G1 Por esse preço, é possível colocar na garagem as versões topo de linha de Audi Q5, BMW X3, Mercedes-Benz GLC e Volvo XC60 (veja tabela de concorrentes). Todos são bem maiores do que o Evoque, mas ficam devendo capacidade off-road. Com exceção do XC60, que tem 407 cv, o Range Rover também é mais potente do que o trio alemão ? todos ficam na casa dos 250 cv. Tabela de concorrentes do Range Rover Evoque Fotos: divulgação Pode parecer difícil justificar a compra do Evoque, ainda mais diante dos modelos citados acima. Mas a Land Rover fez um bom trabalho no pacote desta versão topo de linha. Há faróis full-LED com acendimento automático, sensores de chuva e de estacionamento dianteiro e traseiro, teto solar panorâmico, ar-condicionado com duas zonas de temperatura, acesso sem chave, partida por botão, bancos em couro, com ajustes elétricos na dianteira, rodas de 20 polegadas, assistentes de ponto cego, saída de faixa e de frenagem de emergência, 6 airbags e porta-malas com abertura elétrica. Por meio das duas telas no console central, os ocupantes também podem acessar sistemas importantes do veículo, como a ventilação e um novo recurso, que torna o capô do carro ?transparente?. Usando câmeras na grade e nos retrovisores, a tela projeta uma imagem de 180 graus da frente do carro. Capô 'transparente' é tecnologia do novo Range Rover Evoque Marcelo Brandt/G1 Pé na terra Isso promete ajudar a enfrentar ruas estreitas. Mas a verdadeira razão para ter sido criada, é ajudar em trilhas fora-de-estrada. Aliás, o sistema de tração 4x4, batizado de Terrain Response 2, também concentra seu menu nas telas, eliminando os botões. Ainda que o maior desafio off-road do Evoque deva ser encarar a estrada de terra batida da entrada do sítio, ele está preparado para encarar em terrenos mais acidentados. Tela inferior pode concentrar informações de áudio, tração e climatização do Evoque Marcelo Brandt/G1 A evolução do sistema de tração inclui um modo automático, em que o veículo identifica o terreno e prepara a melhor configuração. Se o motorista preferir escolher manualmente, poderá alternar entre os modos asfalto, areia, grama-cascalho-neve e lama. O carro ainda faz aclives e declives de forma automática, sem a necessidade de o motorista acelerar ou frear. Range Rover Evoque Marcelo Brandt/G1 Zona de conforto Depois de mostrar do que é capaz nas trilhas da região de Pardinho, interior de São Paulo, o Evoque retornou ao ambiente onde se sente mais à vontade: estradas asfaltadas. Ali, a maior das virtudes do SUV de luxo aparece: a suavidade. Da cabine, ainda que o carro esteja a 120 km/h, o isolamento acústico filtra todos os ruídos vindos de fora. Isso acaba por mascarar também o som do motor. O 2.0 de quatro cilindros, 300 cavalos e 40,8 kgfm inclusive, é uma novidade no Evoque. Ele já é usado no próprio Velar, e também no Jaguar F-Type. Com ele, o SUV esbanja fôlego, a pode acelerar de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos. O gerenciamento da potência cabe ao excelente câmbio automático de 9 marchas, fornecido pela ZF. Range Rover Evoque ganhou interior com duas telas Marcelo Brandt/G1 Híbrido, mas de leve Outra novidade no Evoque é a chegada do sistema híbrido leve. Usando uma bateria de 48V e um gerador conectado ao motor por uma correia, o conjunto garante cerca de 15 cv extras em acelerações. Por outro lado, ajuda a recuperar a energia em desacelerações e frenagens, ajudando a melhorar o consumo em até 6%. Ao final do teste, o computador de bordo registrada média de 7,1 km/l de gasolina (o único combustível que este motor bebe). Vale lembrar que o número acabou comprometido pelo trecho off-road, onde o consumo é bem pior. 99% novo Range Rover Evoque Marcelo Brandt/G1 A Land Rover afirma que este Evoque é 99% novo, na comparação com a primeira geração. Aquele 1% restante, segundo a empresa, são as maçanetas das portas. Mesmo com a nova plataforma, o Evoque não cresceu. Ele manteve o comprimento de 4,37 m do modelo lançado em 2011. Só que aproveitamento de espaço é melhor, com o entre-eixos 2 cm generoso, chegando a 2,68 m. Quem cresceu foi o compartimento de bagagens, chegando a 591 litros ? 16 a mais do que antes. Range Rover Evoque Marcelo Brandt/G1 O Evoque é cerca de 30 cm menor do que seus rivais de preço ? Q5, X3, GLC e XC60 medem cerca de 4,65 metros. Enquanto isso, os concorrentes em porte custam sempre menos que R$ 250 mil. Para tentar equilibrar as coisas, a Land Rover já anunciou a chegada da versão equipada com motor 2.0 turbo de 250 cv. Custando R$ 281.600, ela que deverá briga em melhores condições com seus rivais. Ainda assim, mesmo tendo passado por uma renovação completa, o Evoque mais do que nunca vai precisar do rostinho bonito para atrair a clientela.
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05/09 - Presidente da Nissan admite ter recebido pagamento indevido
Sucessor de Carlos Ghosn na montadora, Hiroto Saikawa teria recebido uma remuneração superior a que lhe correspondia. Hiroto Saikawa, presidente da Nissan, durante coletiva de imprensa após a prisão de Carlos Ghosn Issei Kato/Reuters O presidente-executivo da Nissan, Hiroto Saikawa, admitiu nesta quinta-feira (5) ter recebido uma remuneração superior a que lhe correspondia, informou a mídia japonesa. "Recebi uma retribuição sob uma forma que não corresponde às normas em vigor. Acreditava que era fruto de um procedimento correto", declarou Saikawa à imprensa, segundo a agência de notícias Jiji. Escândalo Carlos Ghosn: o que se sabe até agora Saikawa, que assumiu a direção executiva da Nissan em 2017, no lugar de Carlos Ghosn, pediu perdão "pela perturbação provocada" e garantiu que vai devolver o dinheiro recebido indevidamente. A confissão de Saikawa ocorre após a publicação de uma série de artigos sobre investigações internas da Nissan sobre possíveis pagamentos irregulares ligados à cotação das ações do grupo, que teriam beneficiado Saikawa e outros executivos. O caso será analisado pelo conselho de administração da Nissan no final deste mês, segundo a imprensa. A montadora considera que o caso não viola a lei, informou a agência Kyodo, citando fontes anônimas. Os pagamentos questionados foram realizados com base no mecanismo conhecido como "stock appreciation rights" (SAR)", pelo qual os dirigentes podem receber um prêmio em dinheiro vinculado ao aumento do valor da ação do grupo durante um período definido. Saikawa assumiu a presidência da Nissan no ano anterior à prisão de Ghosn, que aconteceu em novembro passado. O executivo brasileiro foi indiciado por violações financeiras, mas negou irregularidades, dizendo que foi vítima de um complô por parte da direção da montadora. Em abril último, Ghosn foi solto, sob fiança, e agora se prepara atualmente para seu julgamento, previsto para 2020.
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05/09 - Honda divulga detalhes e imagens da versão final de carro elétrico compacto
Modelo substitui espelhos retrovisores por câmeras e tem autonomia de até 220 km. Honda "e" tem visual nostálgico Divulgação/Honda A Honda divulgou os primeiros detalhes e imagens oficiais do compacto elétrico "e", que será apresentado durante o Salão de Frankfurt na próxima semana. O modelo faz parte da promessa da marca de ter uma linha 100% eletrificada na Europa até 2025. Visualmente o modelo quase não mudou em relação à sua versão conceitual, apresentada no Salão de São Paulo, em 2018. Permanece o estilo retrô com os conjuntos de iluminação redondos, totalmente iluminados por LEDs, assim como a grade fechada e o teto com efeito "flutuante". Também estão lá as maçanetas embutidas, que privilegiam a aerodinâmica e se destacam da carroceria quando o carro é destravado - mesma solução vista no Jaguar F-Type e no Range Rover Velar, por exemplo. Os retrovisores externos são substituídos por câmeras compactas, cujas imagens são reproduzidas por duas telas de 6 polegadas dentro do veículo. Compacto elétrico substitui os retrovisores por câmeras Divulgação/Honda Especificações técnicas O Honda "e" será oferecido com duas configurações diferentes de potência para a bateria de 35,5 kWh: com 136 ou 154 cavalos de potência, sempre com 32,1 kgfm de torque instantâneos. Com a versão mais potente, o compacto vai de 0 a 100 km/h em aproximadamente 8 segundos. A autonomia máxima, segundo a marca, é de 220 km, e a bateria pode ser recarregada de zero a 80% em 30 minutos em um sistema de recarga rápida. Honda e Divulgação/Honda Tecnologia Substituir os retrovisores por câmeras não é a única solução "high tech" do "e". O elétrico também é equipado com 5 telas - sendo 2 delas de 12,3 polegadas cada uma. O sistema de entretenimento oferece opções de conectividade e comandos por voz. Quem também está presente é a inteligência artificial através do Honda Personal Assistant, que cria conversas naturais com o motorista para atender a comandos e necessidades. Interior do "e" tem 5 telas - as duas principais têm 12,3 polegadas cada uma Divulgação/Honda Por fim, o aplicativo Honda+ permite que o proprietário veja, pelo celular, as condições do veículo, controle a climatização, monitore a localização, cheque a carga e a autonomia disponíveis, além de buscar a estação de recarga mais próxima. O mesmo aplicativo pode ser utilizado como uma chave digital, permitindo que o carro seja trancado e destrancado pelo celular.
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05/09 - Produção de veículos cai 7,3% em agosto, diz Anfavea
Comparação é com o mesmo mês do ano passado. As exportações caíram 34,6%. Produção e exportação de veículos caem em agosto A produção de veículos no Brasil caiu 7,3% em agosto, com relação ao mesmo mês do ano passado. As exportações tiveram queda ainda maior, de 34,6%. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (5) pela Anfavea, a associação dos fabricantes. Foram feitas 269.809 unidades durante o último mês, contra 291.099 em agosto de 2018. Os números incluem a produção de automóveis, comerciais leves, caminhões (de semileves a pesados) e ônibus. A maior queda ficou para o segmento de ônibus, com produção 10,8% menor. Entre os caminhões, os números caíram 10,7%, enquanto para veículos leves (automóveis e comerciais leves), 7,9%. No acumulado do ano, porém, os números são positivos. De janeiro a agosto deste ano foram produzidas 2.011.106 unidades, enquanto no mesmo período do ano passado foram 1.971.268. O crescimento é de 2%. Licenciamentos Ainda segundo a Anfavea, com dados do Renavam/Denatran, os licenciamentos também caíram na comparação entre os meses de agosto de 2019 e 2018: eles ficaram 2,3% menores. Honda inaugura fábrica de Itirapina (SP) com produção do Fit Gabrielle Chagas/G1 Neste ano foram 242.985 veículos licenciados no país, contra 248.623 no ano passado. Quando divididos em categorias, apenas os veículos leves tiveram queda, de 3,4%. Caminhões e ônibus cresceram 26,5 e 29,5%, respectivamente. Exportações As exportações continuam na tendência de queda em relação ao ano passado. Em agosto deste ano, elas caíram 34,6% em relação ao ano passado. Foram 36.717 unidades, contra 56.104. Nesse caso, todos os segmentos sofreram com baixas: os veículos leves tiveram exportações 34,6 menores, contra 20,8% nos ônibus e 37,4% nos caminhões. No acumulado do ano, mais números negativos. De janeiro a agosto deste ano, foram exportados 37,9% menos veículos do que no mesmo período do ano passado. A queda foi de 484.840 para 300.859 unidades. Empregos O fechamento de turnos e até de fábricas inteiras já refletem na queda de empregos na indústria automotiva. Também comparando os meses de agosto de 2019 e 2018, o número de empregados passou de 132.519 para 128.153 - queda de 3,3%.
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