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Cassação de cnh Sorocaba suspensão de cnh sorocaba



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19/04 - Trabalhadores da Ford aprovam acordo de estabilidade de emprego até 2019
Unidade onde são produzidos o Fiesta e caminhões tem 3.200 funcionários. Sindicato reclama que montadora não tem investido nela. Imagem do pátio da fábrica em São Bernardo do Campo em 2016 REUTERS/Paulo Whitaker Os trabalhadores na Ford em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, aprovaram nesta quinta-feira (19) um acordo para estabilidade no emprego até novembro de 2019. A unidade possui 3.200 funcionários e produz o Fiesta, além de caminhões das linhas Cargo e Série F. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC reclama que a montadora não tem investido na fábrica. Os projetos de carros mais recentes, do Novo Ka, Ka Sedan e da reestilização do EcoSport, por exemplo, ficaram com a unidade de Camaçari (BA). “O acordo tranquiliza os trabalhadores, mas não o sindicato. Pautamos a estabilidade justamente porque não há o investimento em novos produtos. Caso a empresa nos comunique este investimento, voltaremos para as negociações. Queremos ter produção no ABC por muitos anos e precisamos construir esta negociação”, explicou o coordenador da representação sindical na empresa, José Quixabeira de Anchieta. Segundo a entidade, caso haja novos investimentos na unidade, o acordo poderá ser revisto. A convenção prevê ainda reposição da inflação na data-base da categoria (1º de setembro), o pagamento da PLR (Participação dos Lucros e Resultados) corrigida pelo do INPC e a antecipação para fevereiro 2019 do pagamento da primeira parcela do 13º salário daquele ano. Após um ajuste de mão de obra, que ainda será realizado pela fábrica, os trabalhadores da área administrativa (mensalistas) também serão contemplados pelo acordo de estabilidade. Volkswagen A Volkswagen também tem acordos de estabilidade com funcionários. Em São Bernardo do Campo, na fábrica da Anchieta, o pacto garante os empregos até 2021 desde que assegurado um volume de produção de 120 mil unidades no ano. Recentemente, a unidade abriu o terceiro turbo e está perto da capacidade máxima. Há um acordo semelhante em São José dos Pinhais (PR). Em Taubaté, a estabilidade é até 2022, também condicionada a meta de produção.
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19/04 - Com câmbio de seis marchas, CB Twister é eficiente e econômica
Melhora nas acelerações e nas retomadas estão entre os atrativos da moto, que também vem com visual arrojado. A Honda CB Twister 250 - uma das principais motos de entrada no segmento de alta cilindrada no Brasil - chegou repaginada e com mais atrativos na versão 2018. Entre os itens que mais chamam atenção está a volta do câmbio de seis marchas, o reforço na segurança e visual arrojado, com novas cores e grafismos. Com um dos melhores custos benefício do mercado, ela ainda está com uma superpromoção até o fim de maio. O motor monocilíndrico OHC de quatro válvulas e 249,5 cm³ conta com seis em vez de cinco marchas na transmissão, o que contribui para acelerações e retomadas de velocidade. Com a marcha extra, a Twister fica mais eficiente ao mesmo tempo em que mantém baixo o consumo. Imagine duas escadas de mesmo tamanho, uma com cinco e outra com seis degraus. Na segunda opção, a subida é mais suave e menos desgastante. A mesma lógica pode ser aplicada ao motor com uma marcha extra. E isso é um dos destaques da Twister 2018. Visual também é importante para uma motocicleta e a Twister se destaca pela aparência arrojada e detalhes que a tornam imponente na estrada. A carenagem tem visual naked e o farol dianteiro possui aparência agressiva. O banco, além de confortável, conta com mais apoio para o piloto e um final elevado para o carona. Na versão 2018, a Twister também chama atenção pelas cores e grafismos. Entre as opções está a Prata Metálico, disponível nos modelos ABS e STD, que conta com traços modernos e agressivos, e rodas vermelhas, com uma pegada customizada. A STD ainda tem opcões em Vermelho e Azul Perolizados, com as rodas pretas. Reforço na segurança Na parte traseira, a lanterna com lente cristal fica saliente na rabeta e é tanto parte da estética quanto dos itens de segurança da Twister. Seu desenho e posicionamento facilitam a visualização por veículos mais altos, como caminhões e ônibus, prevenindo acidentes noturnos. Seus freios a disco nas rodas traseira e dianteira, além de versão com ABS, garantem frenagem eficientes. A Honda CB Twister 250 é considerada o melhor negócio do motociclismo e tem o maior valor de revenda entre as motos. E até o dia 31 de maio de 2018, ela está saindo a partir de R$ 13.990, com frete incluso. Confira no infográfico mais detalhes da moto: Divulgação
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19/04 - Volkswagen pode comprar fatia maior da fabricante de caminhões Navistar
Grupo alemão também indica uma possível abertura de capital de seus negócios com caminhões. Navistar, fabricante de caminhões e ônibus dos EUA, pode ter a Volkswagen como acionista majoritária Divulgação A Volkswagen está aberta a comprar uma participação majoritária na fabricante norte-americana de caminhões Navistar "em algum momento", afirmou a empresa, em um momento em que o grupo automotivo alemão se prepara para uma possível oferta de ações de seus negócios com caminhões. A Volkswagen Caminhões & Ônibus comprou 16,9% de participação na Navistar International em 2016 e na semana passada juntou forças com a Hino Motors, da Toyota , para competir com as rivais globais Daimler e Volvo . A Volkswagen planeja converter sua divisão de caminhões, que inclui a Scania e a MAN, em uma empresa pública como prelúdio de uma potencial oferta de ações. "(Assumir o controle da Navistar) faria sentido em algum momento", disse Matthias Gruendler, vice-presidente financeiro da Volkswagen Caminhões & Ônibus. A tomada de controle exigiria entre 3 bilhões e 4 bilhões em custos extras e pode ser apoiada por recursos a serem gerados por uma oferta pública inicial (IPO) de ações, disse o executivo, sem estimar se estava se referindo a dólares ou euros. "A cooperação (com a Navistar) está funcionando mundo bem", acrescentou. A Volkswagen pagou US$ 256 milhões pela participação na Navistar, ampliando o acesso ao mercado norte-americano para o grupo alemão.
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19/04 - Motorista bêbado que causar acidente com vítima agora tem pena maior
Com mudança na lei, delegado não poderá mais determinar fiança nesse caso. Código de Trânsito também passa a incluir 'cavalo de pau' e outras manobras radicais entre crimes. Motorista embriagado que causar acidente com vítima agora terá pena maior Começam a valer nesta quinta-feira (19) as mudanças no Código de Transito Brasileiro (CTB) que aumentam a punição e diminuem as brechas para motoristas embriagados ou drogados que causarem acidentes com vítimas no trânsito. Sancionada em dezembro passado, a alteração define que motoristas bêbados enquadrados na lei de trânsito por homicídio culposo (sem intenção de matar) cumpram pena de 5 a 8 anos de prisão, além de o direito de dirigir suspenso ou proibido. Antes, a pena por causar acidente com morte era de 2 a 4 anos, o que permitia que o delegado responsável pelo flagrante estipulasse uma fiança, que poderia liberar o motorista imediatamente. Com a elevação da pena, o delegado não pode mais determinar a fiança porque a lei permite isso apenas em crimes com pena máxima de 4 anos. Código de Trânsito endurece pena de motorista embriagado que causar acidente Karina Almeida/G1 Agora, apenas um juiz poderá decidir pela liberdade ou não do motorista, seja por meio de habeas corpus, pedido de liberdade provisória ou de relaxamento da prisão. "Quando a pena era menor, o acusado não ficava preso. Ele era preso em flagrante, pagava fiança e saía. Agora ele não vai sair rapidamente", afirma Andréa Resende, especialista em Direito de Trânsito. Como o crime continua apontado como culposo no Código de Trânsito, segue existindo a possibilidade de converter a pena de prisão em pena alternativa, como pagamento de cestas básicas ou trabalho comunitário. Entra em vigor lei que endurece punição para motorista embriagado Se deixar feridos Nos casos em que há lesão corporal culposa (feridos sem intenção), a punição para o motorista passou de 6 meses a 2 anos para 2 a 5 anos. Nestes casos, o delegado também não poderá conceder fiança. "Não tinha o constrangimento de ficar preso", explica Anna Julia Menezes, advogada criminalista. Com a pena aumentada, não é possível pedir a suspensão condicional do processo. Voltada a pena igual ou inferior a 1 ano, ela dá a possibilidade de evitar o processo e manter o motorista como réu primário com o cumprimento de certas condições, como pagamento de multa. Se for pego no bafômetro Nada muda com relação a multas e punições administrativas ao motoristas flagrados bêbados, tenham se envolvido em acidente ou não. A punição para quem for pego no bafômetro é multa de R$ 2.934,70, além da suspensão da carteira de habilitação por 1 ano. E é a mesma para quem se recusa a fazer o teste. O bafômetro não é a única forma de constatar embriaguez: quaisquer sinais que indiquem alteração da capacidade psicomotora podem servir de prova pela autoridade no local. 'Cavalo de pau' vira crime A nova redação da lei também transforma a "exibição ou demonstração de perícia" ao volante em crime, no mesmo artigo que fala sobre "corrida, disputa ou competição automobilística não autorizada", os famosos "rachas". De acordo com advogados, essas exibições e manobras podem ser um "cavalo de pau", acelerar muito cantando os pneus, empinar a moto ou qualquer manobra radical que crie alguma situação de risco. Código de Trânsito passa a punir manobra radical arriscada Karina Almeida/G1 Antes essas manobras agressivas sem vítimas estavam sujeitas apenas a multa (R$ 2.934,70) e suspensão da habilitação, mas agora o motorista também pode pegar prisão de 6 meses a 3 anos. Em casos com feridos graves, a pena é de 3 a 6 anos de prisão. Se houver morte, a reclusão passa de 5 a 10 anos. Importância da fiscalização De acordo com advogados consultados pelo G1, a mudança poderá reduzir o sentimento de impunidade nos crimes de trânsito, mas a fiscalização e a educação têm papel principal em diminuir a incidência. "Diminuir os crimes de trânsito depende de campanhas de conscientização, campanhas educacionais. Não adianta criar leis mais impositivas sem dar orientação aos motoristas", afirma Andréa Resende. Já João Paulo Martinelli, da Faculdade de Direito do IDP-São Paulo, acredita que as penas para os crimes de trânsito estão desproporcionais. "A pena para homicídio culposo é muito maior agora para os casos que envolvam veículo automotor. Se o sujeito está manuseando arma de fogo, ela dispara e acerta alguém, um caso de homicídio culposo, aplica-se uma pena de 1 a 3 anos", explicou. "Atualmente, o que impede que as pessoas dirijam embriagadas é a blitz. Ela é muito mais eficaz do que a lei", completou.
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19/04 - Carro seminovo: como fazer um bom negócio na compra
Os carros seminovos, que têm até 3 anos de uso, são o tipo de carro mais negociado no Brasil.   Em 2017, mais de 5 milhões passaram a ter um novo dono. Dá para entender por que esta a "faixa etária" é tão interessante para os consumidores: além dos valores mais convidativos em relação ao carro zero, é um veículo que dificilmente vai trazer aborrecimentos no curto prazo. Isso porque eles têm, em média, de 1.000 km a 35.000 km rodados.   Outro ponto interessante é que carros feitos a partir de 2014 saíram de fábrica obrigatoriamente com airbags frontais e freios ABS. E os seminovos podem ter outros recursos, como o Bluetooth.   Mas, por que alguém se desfaz de um carro tão novo? Possivelmente, o VENDEDOR se decepcionou com o carro. Pode ter achado o motor fraco ou que faltou conforto. Mas a maioria se decepciona mesmo é pela quantidade de vezes que teve que levar o carro à concessionária para fazer reparos em garantia.   Isso pode ser uma vantagem para o COMPRADOR: se aquele motor e o conforto oferecido satisfazem as  necessidades dele, todos os pequenos problemas de fabricação foram resolvidos pelo antigo proprietário.   Então, é só curtir? Nem tanto.   A REVISÃO DOS 35.000 KM   É preciso se preparar para alguns gastos que virão logo -e, possivelmente, este é mais um motivo para o VENDEDOR colocar um seminovo à venda. Depois de 35.000 km rodados, é necessário substituir pneus, bateria, discos e pastilhas de freio e, talvez, os amortecedores. O gasto é significativo e precisa entrar na sua conta!     Se você tiver como pagar o carro à vista e também bancar os custos dessa manutenção, o seminovo pode ser um bom negócio. Se tiver que financiar, melhor rever seus planos: invista o valor que pagaria nas parcelas e, depois de um tempo,  conseguirá comprar um carro gastando muito menos. VEJA TAMBÉM: Seminovo básico ou usado completão? Veja o que é melhor Como escolher um carro usado de 4 a 8 anos   SERÁ QUE FOI BATIDO?   Pode ser que o VENDEDOR tenha decidido abrir mão do seminovo por causa de alguma batida. Para ele "acabou o encanto".   Se você, COMPRADOR, não se importar com uma ou duas peças repintadas -- até porque a maioria das pessoas nem é capaz de identificar uma repintura -- aproveite para pedir desconto.   Mas, atenção: é preciso tomar algum cuidado e identificar as dimensões do sinistro. Para fazer uma compra tranquila, leve o carro a uma dessas empresas de vistoria.   NÃO PULE ESTES PASSOS   Além do que foi dito acima, veja o mínimo que você precisa fazer antes de comprar um carro, por mais "novinho" que pareça ser:   - como regra geral, a primeira coisa a fazer ao avaliar um carro é ir direto ao manual do proprietário;   - verifique se o vendedor efetuou as revisões e as trocas de óleo;   - se não puder dar uma volta no carro, ao menos peça para ligá-lo e, caso alguma luz de alerta do painel permaneça acesa quando o motor estiver funcionando, peça que o vendedor faça o reparo necessário;   - ainda com o manual nas mãos verifique as datas das revisões e as respectivas quilometragens. Com isso, dá para ter uma ideia se a quilometragem está proporcional e se o carro foi bem cuidado;   - peça a um despachante para verificar se o carro não está alienado (ainda em financiamento), se o IPVA está em dia ou se constam multas a serem quitadas.   Até a próxima!   CONFIRMA MAIS DICAS SOBRE CARROS USADOS NO GUIA PRÁTICO DO G1   Como checar a documentação antes da compra do usado   Este carro já foi batido? Veja como descobrir     Saiba avaliar um carro seminovo com manchas e riscos   Quanto vale o meu carro? Veja avaliações de pessoa física, revenda e concessionária  
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18/04 - SsangYong retoma venda de carros no Brasil; veja os preços
São 4 modelos, que vão de R$ 84.990 a R$ 129.990. Inicialmente, rede terá 9 concessionárias em 5 estados. Linha de veículos da SsangYong Divulgação A sul-coreana SSangYong divulgou nesta quarta-feira (18) a tabela de preços dos 4 modelos que começam a ser vendidos no final deste mês. Veja os preços: Tivoli (SUV) - R$ 84.990 Tivoli XLV (SUV)- R$ 97.990 Korando (SUV) - R$ 129.990 Actyon Sports (picape) - R$ 129.990 Os modelos SsangYong Tivoli Divulgação O Tivoli é o carro-chefe da SsangYong. O SUV compacto chega para concorrer com Nissan Kicks, Hyundai Creta e Honda HR-V. Ele será vendido em versão única, com motor 1.6 de 128 cavalos e 16,3 kgfm e câmbio automático de 6 marchas. Tem 4,20 metros de comprimento (os modelos acima estão na casa dos 4,30m) e 2,60 m de entre-eixos. Entre os itens de série, há ar-condicionado com duas zonas de temperatura, rodas de 18 polegadas, central multimídia, bancos de couro, controles de tração e estabilidade e retrovisor antiofuscante. SsangYong XLV Divulgação O XLV compartilha com o "irmão menor" o conjunto mecânico e a lista de equipamentos. Mas tem carroceria alongada em 25 cm, resultando em um porta-malas de 720 litros. A chamada Linha Diesel é composta por dois modelos - o SUV Korando e a picape Actyon Sports. Ambos trazem motor 2.2 de 178 cv e tração 4x4. Ela é integral no Korando e tem opção de reduzida na Actyon Sports. SsangYong Korando Divulgação Rede de concessionárias A SsangYong começará uma nova fase no Brasil com 9 pontos de venda. Eles serão inaugurados até o final de abril. São três lojas em São Paulo e uma em cada uma das cidades a seguir: Campinas (SP), Salvador, Feira de Santana (BA), Brasília, Caxias do Sul (RS) e Chapecó (SC). Ainda nesta primeira fase, a marca espera expandir a rede para 30 concessionárias. SsangYong Actyon Sports Divulgação
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18/04 - Motoristas de Ferrari e BMW são pegos a mais de 200 km/h no Reino Unido
Eles ficarão até 12 meses sem a habilitação para dirigir e pagarão multas de até R$ 5,7 mil. BMW e Ferrari são flagradas a mais de 200 km/h em rodovia no Reino Unido Cumbria Police/Divulgação Dois motoristas foram pegos dirigindo a mais de 200 km/h em uma estrada no Reino Unido. Um deles dirigia uma Ferrari a 217 km/h, e o outro uma BMW, que aparentemente fazia uma ultrapassagem a 233 km/h. O caso foi registrado em setembro passado, mas nesta semana os dois foram julgados e punidos com suspensão da habilitação e multa de até R$ 5,7 mil. De acordo com a BBC, o motorista da Ferrari tem 39 anos e trabalha como vendedor de carros. Ele tinha acabado de pegar o esportivo em Glasgow e o levaria até Northampton - um trajeto de cerca de 550 km. Ele ficou proibido de dirigir por 3 meses e deve pagar multa equivalente a R$ 5,3 mil. Já a BMW está registrada no nome de uma empresa. Como o motorista não foi identificado, o diretor da companhia recebeu suspensão de 12 meses e multa de R$ 5,7 mil. Ele tinha recuperado a habilitação apenas há 10 dias, depois de ficar suspenso por dois anos por dirigir embriagado e sem a habilitação, informou a BBC. Diversos países europeus começaram nesta semana uma campanha sobre os perigos de guiar acima da velocidade permitida.
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18/04 - Últimas unidades do Dodge Viper e do Challenger Demon serão leiloadas juntas
Dupla que soma mais de 1.500 cv serão de uma única pessoa. Dinheiro arrecadado irá para ONG. Últimos Viper e Challenger Demon serão leiloados juntos Divulgação Oportunidade única para quem tem muito dinheiro: a Fiat Chrysler vai leiloar em um único lote o último Dodge Viper e a última unidade da edição limitada Challenger SRT Demon. A dupla, que soma mais de 1.500 cv de potência, será oferecida em vermelho para um comprador único no final de junho, nos Estados Unidos. A empresa não informou qual é o valor estimado do lote, mas todo o dinheiro arrecadado irá para a organização não-governamental United Way, que tem projetos sociais nas áreas de educação e saúde. Último Viper Último Dodge Viper será este vermelho, segundo Ralph Gilles Reprodução/Instagram/Ralph Gilles A última unidade dessa geração do Viper saiu da linha de produção em Detroit em agosto passado, com motor V10 de 8.4 litros, com cerca de 654 cavalos de potência e 82,95 kgfm de torque, o maior para um esportivo com motor aspirado (sem turbo), de acordo com a marca. No último ano, algumas edições limitadas comemoraram os 25 anos do Viper. Mesmo com preço inicial a partir de US$ 90 mil (cerca de R$ 285 mil), as vendas cresceram 33% com a notícia do fim da linha. A última unidade deve valer bem mais que isso. Challenger SRT Demon Dodge mostra Challenger Demon de 852 cv A versão mais poderosa do "muscle car" é um dos modelos de produção mais rápidos do mundo na aceleração atualmente. Seus 852 cavalos no motor V8 fazem com que o carro acelere de 0 a 96 km/h em 2,3 segundos. O Demon alcança os 160 km/h em 5,1 segundos e percorre 400 metros, partindo da imobilidade, em 9,65 segundos. A produção foi limitada ao modelo 2017 com um total de 3,3 mil unidades. Interior do Dodge Challenger Demon Divulgação
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18/04 - Etanol cai 21% nas usinas de SP em três semanas, mas bombas não acompanham
Nas bombas dos postos, o preço médio por litro recuou apenas 0,9% no mesmo período. Preço do etanol cai nas usinas de SP, mas postos não acompanham Reprodução/TV Fronteira Os preços do etanol hidratado acumularam queda de mais de 20% nas últimas três semanas nas usinas de São Paulo, principal produtor nacional, mas nos postos de combustíveis do estado a retração é praticamente nula, de acordo com dados da consultoria Datagro e da agência reguladora ANP. O período coincide com o início oficial da nova safra no centro-sul do Brasil, com crescente produção de etanol na região. "A cadeia de comercialização não está transmitindo (ao consumidor) essa queda (no produtor)", resumiu o presidente da Datagro, Plinio Nastari. Conforme monitoramento da Datagro ao qual a Reuters teve acesso, o litro do hidratado, usado diretamente nos tanques de veículos flex, cedeu para R$ 1,522 na última segunda-feira nas usinas paulistas, queda de 21% nos últimos 20 dias. Nas bombas dos postos de São Paulo, porém, a cotação está em R$ 2,848 por litro, recuo de apenas 0,9% no mesmo período, conforme pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). "O que deveria estar acontecendo é a queda de preço ao produtor ser transmitida ao consumidor, e a relação de preço entre hidratado e gasolina ter diminuído. Isso geraria um consumo ainda maior para o hidratado", avaliou. A paridade entre as cotações do hidratado e da gasolina C, seu concorrente direto, está atualmente em 71,1% no estado de São Paulo, acima dos 70% a partir dos quais abastecer com álcool é considerado vantajoso, dada a diferença de desempenho entre os dois produtos. Nastari evitou comentar quais as razões por trás do não repasse aos consumidores. Segundo a Datagro, em virtude da necessidade das usinas de cana de recompor o fluxo de caixa em meio ao quadro baixista no mercado de açúcar, muitas foram levadas a antecipar o início das operações a fim de aproveitar os preços ainda atrativos do etanol no início do mês de março, o que acabou por pressionar fortemente os preços no começo da safra. Expectativa Para o diretor da comercializadora Bioagência, Tarcilo Rodrigues, a ponta final da cadeia deve observar cotações mais baixas para o etanol nos próximos dias. Isso porque, segundo ele, parte do varejo ainda estava realizando estoques adquiridos a valores mais altos e, por isso, segurou o máximo que pôde os preços do biocombustível nas bombas para não arcar com eventuais prejuízos. "Esse é um momento cruel para as distribuidoras", disse, referindo-se ao sazonal período de forte queda nos preços do etanol nas usinas, típico de início de safras. O sócio-executivo da GO Associados Fernando Marcato concorda. "Eles veem até quanto faz sentido baixar (o preço do etanol) nas bombas para manter a margem", comentou. Rodrigues, da Bioagência, afirmou ainda que os preços firmes da gasolina, acima de R$ 4, contribuem para a manutenção do hidratado. Os valores do derivado de petróleo têm se mantido firmes na esteira de valores altos também nas refinarias da Petrobras. Nesta terça-feira, a estatal elevou a cotação do combustível fóssil para uma nova máxima dentro da era de reajustes diários. A nova sistemática de formação de preços da companhia, em vigor desde julho do ano passado, busca seguir as oscilações nos mercados internacionais de petróleo e gasolina, de modo que os combustíveis vendidos pela empresa mantenham alguma paridade ante o exterior. Nos últimos dias, as cotações nas refinarias vêm renovando máximas à medida que os valores internacionais do petróleo têm se fortalecido. Procurada pela Reuters, a Plural, associação que responde pelas distribuidoras de combustíveis, citou a "alta carga tributária" que incide sobre os produtos como fator responsável pelas cotações elevadas nas bombas. Já a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) não respondeu de imeadiato a um pedido de comentário.
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18/04 - Polícia alemã faz busca e apreensão na Porsche e na Audi por 'dieselgate'
Executivos da Porsche e da Audi são investigados no escândalo de motores a diesel que emitem mais poluição que o permitido. Altos executivos da Porsche são investigados no caso do "dieselgate" Shannon Stapleton/Reuters Autoridades alemãs realizaram uma grande operação de busca e apreensão em escritórios da Porsche nesta quarta-deira (17), como parte das investigações sobre o escândalo de manipulação dos dados de emissões de motores a diesel, que ficou conhecido como "dieselgate". Promotores públicos alemães da cidade de Stuttgart, onde a empresa é sediada, investigam funcionários antigos e atuais da empresa, que pertence ao grupo Volkswagen, incluindo um membro do conselho administrativo. Cerca de 190 agentes vasculharam dez instalações da Porsche nos estados da Baviera e Baden-Württemberg. Entre os suspeitos investigados pela promotoria estão, além de um membro do conselho administrativo, um alto funcionário da empresa e um ex-funcionário, todos suspeitos de envolvimento em fraudes e publicidade fraudulenta. VÍDEO: entenda o "dieselgate" da Volkswagen Entendao escândalo da Volkswagen com motores a diesel A Porsche confirmou as buscas em suas instalações, assim como a apreensão de documentos por parte dos investigadores. Tanto a promotoria quanto a empresa evitaram revelar os nomes dos suspeitos que estão sendo investigados. Mais de dois anos e meio após a Volskwagen admitir que trapaceava nos testes de emissões dos motores a diesel nos Estado Unidos, a empresa e algumas de suas marcas subsidiárias continuam sob investigação. No início do ano, promotores alemães ampliaram as investigações para incluir também a Audi, que desenvolveu um motor a diesel que continha o software ilegal que manipulava os dados das emissões e foi instalado em cerca de 80 mil modelos Volkswagen, Porsche e Audi. A Audi confirmou que duas de suas instalações também foram alvo de buscas nesta quarta-feira, nas cidades de Ingolstadt e Neckarsulm. A polícia da Baviera e a Promotoria Pública de Munique se encarregaram da operação. Até o momento, o único detido pelos promotores bávaros é o ex-CEO da Porsche Wolfgang Hatz. Hatz, preso em setembro do ano passado, foi chefe do departamento de desenvolvimento de motores da Audi entre 2001 e 2007. Depois, ele assumiu um cargo de direção na Volkswagen e, em 2011, foi nomeado para liderar o setor de pesquisa e desenvolvimento da Porsche. VÍDEO: conheça o "cemitério" de carros da Volks nos EUA Escândalo do diesel faz Volkswagen guardar mais de 300 mil carros recomprados nos EUA
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17/04 - Volkswagen vai fazer rival do Honda WR-V no ABC paulista a partir de 2020
Ocupando lugar do 'aventureiro' CrossFox, modelo vai ser feito sobre a mesma plataforma do Polo. Ele concorrerá também com Chevrolet Onix Activ. Fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) Divulgação O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC "furou" a Volkswagen e afirmou, nesta terça-feira (17), que a marca irá produzir um novo crossover compacto na unidade de São Bernardo do Campo (SP) a partir de 2020. Posteriormente, a montadora confirmou a informação ao G1. O novo produto ainda não tem nome ou desenho definitivo - por ora, ele é tratado como "CUV". No entanto, a Volks afirmou que ele terá a mesma arquitetura MQB, usada em modelos como Polo e Virtus. O G1 apurou que ele será menor do que a dupla. PRESIDENTE DA VOLSKWAGEN FALA SOBRE LANÇAMENTOS DA MARCA No último dia 9, no lançamento do SUV Tiguan, a montadora exibiu em uma tela o desenho de um carro coberto, chamando-o de "novo crossover", termo relacionado a um veículo que tem características de mais de um tipo de carroceria, como minivan e SUV. E apontou como rivais o Honda WR-V, Chevrolet Onix Activ e Hyundai HB20X. Na Volks, o representante desse segmento era o CrossFox, que parou de ser produzido no Paraná. Não se sabe de qual carro o novo modelo vai derivar. Volkswagen CrossFox deixou de ser produzido Divulgação Entre-eixos menor Ao G1, Wellington Damasceno, diretor-executivo do sindicato e funcionário da Volks, afirmou que o modelo terá entre-eixos encurtado na comparação com o Polo, cuja medida é de 2,56 m. A carroceria final também pode ficar aquém dos 4,05 m de comprimento do hatch. Família de SUVs Na família de SUVs, o "aspirante" ficará abaixo do T-Cross, também feito com a mesma base do Polo, que começa a ser produzido no Paraná, em 2019, para brigar com os SUVs compactos Honda HR-V e Jeep Renegade, entre outros. O crossover será parte da série de lançamentos da empresa, que começou no ano passado, com o Polo. Até 2020 serão 20 novos produtos, entre eles uma nova picape. Entre os SUVs, além do crossover, do T-Cross e do Tiguan, haverá espaço para um modelo maior, ainda não divulgado. Além disso, será feito o sucessor do Gol. Fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo André Paixão/G1 Fábrica quase cheia Atualmente, a unidade de São Bernardo do Campo produz Polo, Virtus e Saveiro. Para abrigar os dois primeiros, a fábrica da Anchieta abriu mão de produzir o ex-líder de vendas, Gol, que passou a ser feito em Taubaté (SP), junto com Voyage e Up. Na unidade da Anchieta, a produção aumentou, voltando a ser em 3 turnos, e agora está próxima da capacidade total. Segundo o sindicato, são produzidos 1.036 veículos por dia, enquanto o volume máximo é de 1.091. Ainda de acordo com a entidade, somente se a capacidade máxima for atingida é que a unidade poderá compartilhar com outra fábrica o excedente de um dos seus 4 modelos.
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17/04 - Detran-SP cria aplicativo que permite que indicar condutor que levou multa com selfie
Indicação do real condutor pode ser feita quando a infração não foi cometida pelo proprietário, mas por alguém a quem ele emprestou o veículo. Aplicativo do Detran-SP permite a indicação do condutor com uma selfie Reprodução/Detran-SP O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) lançou um aplicativo que permite ao proprietário indicar com uma selfie o condutor que dirigia o veículo no momento em que levou uma multa - o que evita mandar a indicação por Correios. A indicação do real condutor pode ser feita quando a infração não foi cometida pelo proprietário, mas por alguém a quem ele emprestou o veículo. Isso permite que a pontuação seja atribuída à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) correta. A selfie pode ser feita para todos os condutores registrados no estado de São Paulo em veículos autuados pelo Detran-SP. Para acessá-la, basta estar cadastrado no portal do Detran-SP e baixar o aplicativo, disponível para celulares Android e iOS. Feito o cadastro, o proprietário deve acessar a opção "Indicação de Condutor" no app e selecionar a infração. Depois de conferir os dados da infração e do veículo, ele se identifica tirando uma selfie e assinando na tela. Caso o dono do veículo não seja registrado em São Paulo ou até mesmo não tenha CNH, ele pode incluir uma fotografia de um documento de identificação, como o RG. Para identificar o condutor que vai receber a autuação, o procedimento é semelhante: preenchimento do CPF, número da CNH, selfie e assinatura. As assinaturas devem sempre ser idênticas às da CNH. A indicação de condutor – Conforme estabelece a legislação federal de trânsito, as multas são sempre registradas no veículo, com base na placa. Quando o condutor não é identificado no momento da infração, o trâmite pode ser feito pelo correio, presencialmente ou pela internet. Esse procedimento está previsto resolução 404/2012 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A lei só permite que o dono do veículo indique outro motorista para receber os pontos quando a infração não foi cometida por ele. Por exemplo: se o pai empresta o carro ao filho e ele comete uma infração, quando a notificação da autuação chegar o pai deverá indicar o filho para receber os pontos. Em média, 5.500 pedidos de indicação são enviados ao Detran-SP por mês, dos quais 3.500 são aceitos.
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17/04 - Jaguar Land Rover faz recall de 5 modelos no Brasil
Evoque, Discovery Sport, Velar, XE e F-Pace correm risco de incêndio por falha no sistema de combustível. Range Rover Evoque 2016 Divulgação A Jaguar e Land Rover Brasil anunciou nesta terça-feira (17) um recall que envolve 1.152 unidades de cinco modelos diferentes do grupo, por causa de risco de incêndio no compartimento do motor. São afetados os modelos Range Rover Evoque, Discovery Sport, Velar, Jaguar XE e F-Pace, com motor 2.0 a gasolina, produzidos entre 18 de outubro de 2017 e 29 de janeiro de 2018. CHASSIS ENVOLVIDOS Range Rover Evoque - 99JVA2BX0JT002128 a 99JVA2BXXJT002685 e SALVA5BX2JH280736 Land Rover Discovery Sport - 99JCA2BX0JT203261 a 99JCA2BXXJT203915 Land Rover Range Rover Velar - SALYA2BX0JA717721 a SALYA2BXXJA734381 Jaguar XE - SAJAB4BXXJCP28815 a SAJAB4BXXJCP36364 Jaguar F-Pace - SADCA2BX0JA269891 a SADCA2BXXJA282924 Jaguar F-Pace Divulgação De acordo com a fabricante, a flauta de combustível não foi fabricada com as especificações corretas, o que pode provocar vazamento de combustível. Caso o combustível entre em contato com superfícies quentes do motor, há risco de incêndio. Nenhum acidente foi registrado no Brasil até agora, segundo a empresa. Os proprietários devem agendar a substituição gratuita da peça em uma concessionária. O tempo estimado de reparo é de 60 minutos. Em caso de dúvidas, é possível entrar em contato com a Land Rover pelo telefone 0800 0122733 e com a Jaguar pelo 0800 7291420, das 9h às 18h de segunda a sexta-feira. Range Rover Velar Divulgação
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17/04 - China vai acabar com restrições ao capital estrangeiro em montadoras
Atualmente, grupos estrangeiros não possuem mais de 50% de uma montadora e são obrigados a se associar com marcas locais. Veículos no porto de Lianyungang, na China Stringer/Reuters A China vai retirar progressivamente, até 2022, as restrições que impedem as montadoras de automóveis estrangeiras de possuir uma participação majoritária em uma filial no país. A medida era uma promessa do presidente Xi Jinping para abrir a economia ao exterior. Atualmente, os grupos estrangeiros não podem possuir mais de 50% de uma empresa do setor de automóveis na China. Além disso, são obrigados a estabelecer associações com empresas locais e em número limitado. O teto será suprimido em 2018 na produção de veículos elétricos e híbridos, em 2020 para os veículos comerciais e em 2022 para os carros particulares, informou a agência de planejamento em um comunicado. "Após cinco anos de transição, todas as restrições serão suprimidas", afirmou a agência. A partir de 2022 os investidores estrangeiros também poderão investir em mais de duas coempresas no setor automobilístico. De modo paralelo, Pequim suprimirá este ano os limites na participação dos investidores estrangeiros no setor da construção naval (em particular na concepção, produção e reparo de barcos), assim como na construção aeronáutica. Estados Unidos e União Europeia (UE) pedem há anos o fim das restrições chinesas ao capital estrangeiro e pedem que a China abra sua economia nestes setores, dominados por grupos estatais. A China é o maior mercado automobilístico do mundo, com 28,9 milhões de veículos vendidos em 2017, segundo a associação CAAM. Apesar da obrigação de uma associação com grupos chineses, as marcas estrangeiras representavam 55% do mercado no primeiro trimestre de 2018.
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17/04 - Volkswagen Tiguan Allspace: primeiras impressões
Nova geração estreia com carroceria longa e capacidade para até 7 passageiros. Dirigibilidade agrada, mas equipamentos mais interessantes são restritos à versão topo de linha. Volkswagen Tiguan Allspace André Paixão/G1 A Volkswagen começou com alguns anos de atraso sua imersão no segmento de SUVs. O primeiro dos 5 lançamentos confirmados pela marca desta categoria é a nova geração do Tiguan, que desembarca no Brasil na versão com carroceria longa, chamada de Allspace. São 3 versões, com preços de R$ 124.900, R$ 149.990 e R$ 179.990. As duas primeiras são equipadas com o conhecido e competente motor 1.4 turbo de 150 cavalos e 25,5 kgfm e câmbio de dupla embreagem e 6 marchas. A última é mais potente. Tem o mesmo motor 2.0 turbo de 220 cv e 35,7 kgfm do Golf GTI. De diferente, ela tem tração integral e câmbio de dupla embreagem, mas com 7 marchas. PRESIDENTE DA VOLKSWAGEN FALA SOBRE LANÇAMENTOS Papel principal Volkswagen Tiguan Allspace Divulgação Antes de começar a avaliar o Tiguan, é necessário entender o contexto do segmento. Do fim do ano passado até agora, essa faixa ganhou reforços no elenco. O Chevrolet Equinox “puxou a fila”, em setembro. Depois dele, estrearam, praticamente juntos, Peugeot 5008 e a nova geração do Honda CR-V, ambos em março. O Tiguan chega como mais um concorrente para ganhar o papel de protagonista. Mas será que tem atributos para isso? Para desenvolver este roteiro, o G1 avaliou a versão intermediária do Tiguan, chamada de 250 TSI Comfortline. Ela custa R$ 150 mil e deve representar a maior parte das vendas. A marca não detalha a divisão por configuração nem a expectativa de vendas do Tiguan. Tabela de concorrentes do Volkswagen Tiguan Allspace Fotos: Divulgação Repertório básico Assim como em outros modelos, a Volks deixou de fora desta opção os itens mais legais do catálogo. É preciso pagar R$ 30 mil para subir de versão e ganhar, além do motor mais potente e tração integral, acesso e partida ao veículo sem a necessidade de chave nas mãos, abertura elétrica do porta-malas, controle de velocidade adaptativo, que segue o veículo da frente, frenagem automática de emergência e quadro de instrumentos digital. Mas seu repertório básico não é de todo ruim. O pacote de itens série inclui equipamentos interessantes como a terceira fileira de bancos, ar-condicionado com 3 zonas de regulagem de temperatura, bancos de couro com ajustes elétricos para o motorista, faróis de LED, sensores de luz, chuva e estacionamento (dianteiros e traseiros), retrovisor antiofuscante, central multimídia de 8 polegadas e câmera de ré. O único opcional é o grande teto solar panorâmico, por R$ 4 mil. Segundo ato Porta-malas do Tiguan acomoda 686 litros Divulgação No segundo ato, o Tiguan se sai melhor. Ele é bem maior e mais espaçoso do que a primeira geração. Se bem que a comparação não é totalmente justa, afinal o Tiguan Allspace é a versão de carroceria longa do SUV – a opção mais curta não será oferecida no país. Seus 4,70 metros de comprimento e 2,79 m de entre-eixos fazem dele 28 cm mais comprido e 18 cm maior no interior do que o Tiguan antigo. No porta-malas, uma nova “surra”. São 686 litros (quando vão 5 passageiros), contra 470 litros da geração anterior. Quando os bancos extras estão montados, o volume cai consideravelmente, para 216 litros. Mesinhas dos bancos traseiros do Tiguan Allspace Divulgação Dito isso, o espaço para os 5 ocupantes é excepcional. Para os que vão na fileira do meio, há mesinhas retráteis e saída central de ventilação com regulagem de temperatura. Ainda existe a possibilidade de rebater parcialmente o encosto e deslizar o assento, para aumentar o tamanho do porta-malas. Como na maior parte dos SUVs para 7 pessoas deste porte, os passageiros da última fileira sofrem. O processo é simples e o acesso é razoável, mas o espaço só é bom para crianças. Um adulto de 1,70 m fica com as pernas bastante flexionadas e a cabeça raspando no teto. Espaço para passageiros da terceira fileira no Tiguan é bastante apertado Divulgação Desenvolve bem O Tiguan é o oitavo carro do grupo Volkswagen no Brasil a receber o motor 1.4 turbo. Ele chega em sua versão flex, com 150 cv e 25,5 kgfm. Só que o Tiguan é o maior e mais pesado carro a ter este propulsor, que tem que empurrar quase 1.600 kg. Ainda assim, o 1.4 se mostra valente. Todo o torque está disponível em uma faixa baixa de rotações – apenas 1.400 rpm. E a curva permanece reta até 3.500 rpm, garantindo força em quase todas as situações. Motor 1.4 do Volkswagen Tiguan Allspace Divulgação Quase todas, porque em subidas é possível notar que falta certo vigor. Nada comprometedor, mas que coloca o Tiguan atrás de seu maior rival, o Equinox. Nas demais situações, o Tiguan se sai bem. A Volks afirma que ele acelera de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos. Seu câmbio bem escalonado garante o bom aproveitamento da potência e do torque. A sensação de dirigir o Tiguan é bastante parecida com a de outros carros da marca, como o próprio Golf, considerando, claro, a diferença nas proporções. A ergonomia é perfeita, e o carro “veste” o motorista. Cabine do Tiguan tem acabamento de boa qualidade Divulgação Briga boa O Tiguan é o mais recente lançamento da categoria considerada média – cerca de 4,70 m de comprimento e preço na casa dos R$ 150 mil. Daquela lista de rivais do início do texto, o Volkswagen divide com o Equinox a primazia de estar em cartaz em mais lugares – as duas marcas possuem as maiores redes de concessionárias do país. A Peugeot fica em desvantagem neste aspecto. Mas o 5008 compensa com uma cabine mais sofisticada e o melhor nível de equipamentos entre estes novos SUVs. Volkswagen Tiguan, Chevrolet Equinox, Honda CR-V e Peugeot 5008 Divulgação Já o Honda CR-V se apoia na boa imagem da marca para tentar triunfar. Mas isso pode não ser o suficiente, já que ele tem menos itens de série e custa muito mais que os rivais. Deste seleto clube, todos lançam mão do turbo. O Tiguan é o menos potente, no entanto. Seus 150 cv ficam abaixo dos 165 cv do 5008, dos 190 cv do CR-V. Bastante fora da curva aparece o Equinox, esbanjando 262 cv. Conclusão O Tiguan Comfortline chega ao mercado com o texto afiado. São poucas versões e um único opcional, teto solar elétrico (que custa R$ 4 mil). A boa atuação é garantida pelo conjunto mecânico eficiente e a capacidade para levar até 7 pessoas – ainda que com aperto. O SUV da Volkswagen é um ator esforçado. Ele até conseguiria o papel principal no segmento dos médios, mas o Equinox rouba a cena com um pacote melhor de equipamentos e um motor 112 cv mais potente. Volkswagen Tiguan Allspace Divulgação
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17/04 - Operário morre em acidente de trabalho na fábrica da Jeep no Grande Recife
Segundo nota da empresa, que fica em Goiana, fato ocorreu na área de prensas em que são movimentados moldes. Fábrica da Jeep, em Goiana, na Região Metropolitana do Recife Inês Campelo/Jeep/Divulgação O operário Vandson Milton da Silva, de 23 anos, morreu em um acidente de trabalho ocorrido na segunda-feira (16), na fábrica da Jeep localizada em Goiana, no Grande Recife. Por meio de nota, a empresa FCA informou que o fato aconteceu na área de apoio a prensas em que são movimentados os moldes a serem usados pelo equipamento de produção. A FCA informou, ainda, que o trabalhador, que não teve o nome divulgado, foi levado para o Hospital Memorial de Goiana. A unidade de saúde confirmou que o rapaz deu entrada durante a tarde da segunda-feira (16). A empresa disse que está apurando as causas do acidente de trabalho e alertou os colaboradores para a necessidade de cumprimento das normas de segurança. A FCA ressaltou na nota que a área onde ocorreu o acidente fatal conta com normas operacionais e procedimentos rigorosos. Na nota, a FCA lamentou a morte do trabalhador e assegurou que está prestando apoio aos familiares dele. Também expressou solidariedade aos colaboradores e familiares. A empresa salientou que a a fábrica foi inaugurada em 2015 e que, até agora, não havia sido registrado acidente fatal na unidade. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Trabalho. O corpo do homem foi enterrado na tarde desta terça-feira (17), no Cemitério de Abreu e Lima, no Grande Recife. Confira a nota na íntegra A FCA confirma a ocorrência de acidente de consequências fatais em sua planta de Goiana, Pernambuco. A empresa prestou imediata assistência ao colaborador acidentado e o removeu a Hospital Memorial de Goiana, para continuidade dos socorros necessários. A empresa está assistindo à família do colaborador. O acidente ocorreu na área de apoio a prensas, em que são movimentados os moldes a serem utilizados pelo equipamento. Trata-se de área que conta com normas operacionais e procedimentos de segurança muito rigorosos. Todos os operadores são capacitados com treinamento com foco na segurança operacional. A empresa é certificada pela norma internacional de segurança e saúde OHSAS 18001 e adota protocolos rigorosos de segurança do trabalho. Jamais ocorreu acidente fatal desde a inauguração da planta em abril de 2015. A empresa está investigando as causas do acidente e alertou todos seus colaboradores para a necessidade do estrito cumprimento das normas de segurança. A empresa lamenta o ocorrido e expressa sua solidariedade a todos os colaboradores e familiares.
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16/04 - Auto Esporte mostra como nasceu o visual do Fiat Cronos
Programa deste domingo apresentou as peculiaridades do design e outros atributos desse sedã inovador. Com pegada esportiva, o Fiat Cronos é um sedã que vem chamando a atenção pelo design arrojado e inovador. Neste domingo, o Auto Esporte mostrou como o novo modelo da Fiat nasce, ou seja, como ele sai da tela do computador para virar realidade. Você sabia que o protótipo físico do carro é desenhado com argila? Sim, como uma escultura de arte, tudo isso para deixar as linhas mais fluídas. O piloto de teste do Auto Esporte conheceu os detalhes da concepção do carro, como o espaço onde são definidas as cores e texturas internas de cada modelo. A designer Paula Fujii falou sobre os traços bem emblemáticos do Fiat Cronos, como a linha marcante que circula todo o veículo e do spoiler integrado na dianteira, disponível em todas as versões. Inspirado no design italiano, o Fiat Cronos chega com motorização Firefly 1.3 ou E.torQ 1.8, tecnologia embarcada que mantém motorista e ocupantes conectados e, ainda, muitos sistemas de segurança, como o controle de estabilidade e tração. O Auto Esporte, claro, também testou o Fiat Cronos em pista. Quer ver tudo sobre o teste e os detalhes do design? Assista ao vídeo. Programa mostra como nasceu o visual do Fiat Cronos
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16/04 - Jac T40 ganha câmbio automático e motor mais potente por R$ 10 mil a mais
Nova versão 1.6 do aspirante a SUV custa R$ 69.990. Com câmbio manual e motor 1.5, ainda sai por R$ 59.990. Jac T40 agora tem versão com câmbio automático do tipo CVT Divulgação A Jac lançou nesta segunda-feira (16) uma outra versão do seu modelo mais popular atualmente, o T40. Com câmbio automático do tipo CVT e um inédito motor 1.6 de 138 cv, o aspirante a SUV custa a partir de R$ 69.990 - um acréscimo de R$ 10 mil sobre o modelo manual com motor 1.5 de 127 cv. Além do câmbio automático e do motor mais potente, a nova versão inclui sistema start-stop, que desliga o motor automaticamente para economizar combustível. Jac T40 Divulgação Por R$ 72.990, o T40 CVT acrescenta retrovisor interno antiofuscante, controle de cruzeiro, faróis com acendimento automático, rack de teto, multimídia de 8 polegadas, câmera de ré, volante e bancos revestidos em couro sintético. A parte ruim do "upgrade" é que o novo motor 1.6 ainda não é flex, aceita apenas gasolina. De janeiro a março, o T40 emplacou 718 unidades, o que dá uma média de 240 por mês. A expectativa da Jac é mais que duplicar esse número com a versão CVT. Primeiras impressões: T40 com câmbio manual Jac T40 tem novo painel de instrumentos Divulgação POr R$ 72.990, T40 CVT vem com bancos em couro sintético Divulgação
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16/04 - Novo BMW M5 pode ser reservado no Brasil por R$ 694.950
Sexta geração do esportivo vem com motor V8 biturbo de 600 cv. Nova geração do BMW M5 Divulgação A BMW começou nesta segunda-feira (16) a receber reservas do novo M5 no Brasil. Quem quiser ser um dos primeiros a ter a sexta geração do esportivo por aqui vai desembolsar nada menos do que R$ 694.950. A maior novidade no sedã trabalhado pela divisão "M" é a chegada da inédita tração integral, mas o motor 4.4 V8 biturbo também foi incrementado e agora desenvolve 600 cv - 40 cv a mais que a geração anterior. Interior do BMW M5 Divulgação Para o alívio dos puristas, o M5 terá 5 modos diferentes para a seleção da tração. Em um deles, a força é enviada apenas para as rodas traseiras. Nos demais modos de condução, é o carro quem define qual a melhor distribuição. De acordo com dados de fábrica, o novo M5 acelera de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos. Para chegar aos 200 km/h, o modelo leva apenas 11,1 segundos, número melhor do que o 0 a 100 km/h de diversos carros nacionais. A velocidade máxima é limitada em 250 km/h. Se o comprador quiser, pode comprar o pacote M Driver, que eleva a máxima para 305 km/h. O câmbio é automático de 8 marchas. Nova geração do BMW M5 Divulgação Motor V8 do BMW M5 Divulgação
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16/04 - Musk rebate revista e diz que Tesla será lucrativa nos próximos dois trimestres
The Economist afirmou que a montadora de carros elétricos precisará de financiamento adicional neste ano. Elon Musk rebate revista e diz que Tesla será lucrativa neste ano Joe Skipper/Reuters A Tesla será rentável no terceiro e quarto trimestres deste ano e não terá que levantar recursos com investidores, disse o presidente-executivo Elon Musk, elevando as ações da montadora de carros elétricos. A empresa já buscou este mês minimizar as especulações de Wall Street de que seria necessário retornar aos mercados de capitais este ano para levantar mais recursos à medida que aumenta a produção do automóvel Model 3, considerado crucial para sua lucratividade a longo prazo. A montadora, que tem ficado aquém das prometidas metas de produção e luta com a repercussão negativa de um acidente fatal com um automóvel usando o sistema Autopilot, disse há 10 dias que teria um fluxo de caixa positivo no terceiro trimestre. Fábrica da Tesla na Califórnia, EUA Noah Berger/Reuters Musk foi um pouco mais longe em uma resposta tuitada em relação ao uma reportagem da revista The Economist, que citava estimativas de que Tesla precisaria de US$ 2,5 bilhões a US$ 3 bilhões em financiamento adicional neste ano. "A The Economist costumava ser chata, mas inteligente com uma sagacidade seca perversa. Agora é apenas chata", escreveu Musk. "A Tesla será lucrativa e o fluxo de caixa positivo no terceiro e quarto trimestres, então não há necessidade de levantar dinheiro", completou. A corretora Jefferies, de Wall Street, que deu a estimativa de financiamento citada pela The Economist, disse em nota na semana passada que espera que o risco de refinanciamento siga alto para o empreendimento do Vale do Silício até que possa consistentemente produzir 10 mil automóveis Model 3 por semana. A empresa não alcançou novamente sua meta de produção semanal de 2,5 mil no fim do primeiro trimestre, e analistas e gerentes de fundos duvidam da capacidade da Tesla de manter o crescimento da produção para os prometidos 5 mil automóveis Model 3 por semana em três meses.
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16/04 - Com base na lei de usucapião, mecânico se torna dono de jipe 1942 deixado por amigo para restauração em Goiás
Veículo, produzido para abastecer tropas na guerra, ficou abandonado e sendo corroído pelo tempo durante anos até ser reformado. Idoso construiu peças após pesquisas na internet. Mecânico consegue na Justiça se tornar dono de jipe 1942 deixado por amigo para restauração Wagner Soares/TJ-GO O mecânico Luiz Antônio Teixeira de Biazi, de 62 anos, conseguiu na Justiça se tornar proprietário de um jipe Dodge, ano 1942, de cor verde, deixado em sua oficina por um amigo há cerca de 25 anos, em Porangatu, na região norte de Goiás. A posse do veículo, produzido para abastecer as tropas americanas durante a Segunda Guerra Mundial, foi dada com base na lei de usucapião - quando se dá a propriedade por posse prolongada de algo. A decisão foi da juíza Patrícia Passoli Ghedin na última terça-feira (10). Após a sentença, ele agora aguarda apenas a emissão do documento em seu nome para passear com o "possante". Em entrevista ao G1, Luiz Antônio disse que um amigo, já falecido, adquiriu o carro e deixou com ele para que fosse restaurado. Cerca de dez anos depois, ele reapareceu, disse que não tinha como arrumá-lo e afirmou que o mecânico poderia ficar com ele ou "jogá-lo fora". "O jipe estava apodrecendo. O tempo acabou com ele. Nunca tive vontade de arrumá-lo para mim, mas quando ele me deu, fui olhar e pensei: 'vamos fazer essa coisa andar'", disse ao G1. A tarefa, segundo ele, foi árdua. Como o veículo é raro e bastante antigo, conseguir peças originais - ou ao menos parecidas - era quase impossível. Então, o mecânico resolveu ele próprio produzi-las. "Da estrutura, aproveitei muito pouco. Ia em lojas e ferros-velhos, mas não achava nada. Então comecei a pesquisar na internet e fazia eu mesmo as peças", afirma. O idoso disse que não sabe estimar, nem por alto, quanto gastou na restauração. Mas depois de três anos, o jipe estava pronto para rodar. Orgulhoso, Luiz segura decisão judicial que lhe confere propriedade do jipe Wagner Soares/TJ-GO Documentação No entanto, ainda havia um problema: Luiz Antônio não tinha qualquer documento que comprovasse a propriedade do veículo. Por isso, o jipe ficou cerca de dez anos parado dentro da garagem. "Eu funcionava ele e dava apenas umas voltinhas aqui no quarteirão. Não tinha os documentos. Se a fiscalização me parasse, tinha medo de ir preso", conta. Após ouvir um conhecido dizer que passou por situação semelhante e conseguiu na Justiça se tornar dono do carro, ele fez o mesmo. Depois de alguns meses, foi realizada na última terça-feira (10) a audiência em que foi concedida a ele a propriedade do veículo. Agora ela aguarda somente que o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) altere o documento do jipe para poder rodar de forma regularizada. Ver o carro rodando, além de um orgulho, será uma forma de homenagear o amigo, que lhe deu o veículo. "Ele ia gostar muito, pois tinha vontade de ver o jipe pronto e rodando", salienta. Veja outras notícias da região no G1 Goiás.
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15/04 - Câmbio com 2 alavancas? Veja como é a troca de marchas no caminhão Fenemê
Motorista tem que usar as duas mãos para encaixar a marcha correta no famoso modelo dos anos 50 e 60. Veja como é feita a troca em vídeo. Câmbio do Fenemê: entenda como se troca de marchas no caminhão A extinta FNM (Fábrica Nacional de Motores) deixou saudade nos fãs de seus robustos caminhões, vendidos, principalmente, durante as décadas de 50 e 60 no Brasil. Ainda hoje existe uma mística em torno de como se deve trocar a marcha desses veículos, que têm duas alavancas de câmbio. Tanto que a internet está cheia de vídeos de pessoas mostrando como se faz: até o cotovelo vira aliado. Isso porque, alguns momentos, o motorista acaba usando as duas mãos ao mesmo tempo para encaixar a marcha correta nos Fenemês. O colecionador Oswaldo Strada, um dos maiores colecionadores de Fenemês do Brasil, explica como são feitas as trocas de marcha. Assista no vídeo acima. MAIS SOBRE FENEMÊ VÍDEO: colecionador perdeu a conta de quantos Fenemês tem FOTOS: conheça a coleção de Fenemês de Oswaldo Strada Viciado em Fenemês perde a conta de quantos caminhões tem Duas alavancas são usadas para passar as marchas de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Painel de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1
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14/04 - 'Airbags mortais', Camaro renovado, chefões de montadoras e mais destaques da semana em carros
Brasil ainda tem 1 milhão de carros com airbags defeituosos. E presidentes de Volkswagen e Renault falaram sobre preço do carro no Brasil, entre outros temas, em entrevista ao G1. Confira os destaques de 7 a 13 de abril em carros e motos: 5 anos dos 'airbags mortais' Inflador de airbag da takata (no detalhe) já causou recall de milhões de carros no mundo inteiro e pelo menos 8 mortes REUTERS/Joe Skipper O escândalo dos airbags da Takata, que é fornecedora de diversas marcas, completou 5 anos nesta semana. Eles são ligados a mais de 20 mortes no exterior. O G1 levantou que mais 1 milhão de carros no Brasil ainda estão equipados com o item defeituoso. Confira se seu carro foi chamado para recall dos airbags mortais Camaro renovado Chevrolet Camaro 2019 Divulgação A Chevrolet apresentou nos Estados Unidos a primeira reestilização da sexta geração do Camaro. A versão mais recente do esportivo havia sido lançada em 2015, e chegou ao Brasil no ano seguinte. Agora, a marca fez mudanças consideráveis na dianteira. E o carro passa usar a mesma transmissão automática de 10 marchas do grande rival, Ford Mustang. Ford Focus também mudou Ford Focus Vignale de 4ª geração Divulgação Depois de 20 anos da primeira, a Ford mostrou a quarta geração do Focus na Europa, onde o modelo terá muito mais tecnologia e uma inédita versão "aventureira" chamada de Active. Com a palavra, os 'chefões' Presidente da Volkwagen, Pablo Di Si, e da Renault, Luiz Pedrucci, em entrevista ao G1 G1 Na série de entrevistas do G1 com presidentes das montadoras que mais vendem no Brasil foi a vez de Volkswagen, com Pablo Di Si, e Renault, com Luiz Pedrucci. O preço do carro foi um dos principais assuntos: Presidente da Volkswagen diz que não dá para fazer carro barato com nota máxima em segurança; Preço do carro passa pelo quanto o cliente está disposto a pagar, diz presidente da Renault Veja também o que pensam os 'chefões' de GM, Fiat, Toyota, Honda e Nissan Nova geração do Tiguan Volkswagen Tiguan Allspace Divulgação A Volkswagen lançou a nova geração do Tiguan no Brasil, partindo de R$ 124.900; veja todos os preços e versões. O SUV importado é o primeiro de uma série de lançamentos da marca para o segmento que mais "bomba" atualmente. Recall do EcoSport Ford EcoSport 2018 Marcelo Brandt / G1 Também no Brasil, a Ford anunciou o recall do EcoSport, 2018 e 2019, com motorização 1.5. De acordo com a empresa, uma polia do motor pode se quebrar e fazer o motor parar de funcionar sozinho. O chamado envolve 21 mil unidades. Curtas e rápidas: O Grupo Volkswagen trocou de comando. Saiu Matthias Müller, que assumiu quando o escândalo do 'dieselgate' estourou, e entrou Herbert Diess, que cuidava só da marca Volkswagen. Além dela, agora ele chefiará Audi, Porsche, Lamborghini, entre outras; Presidente da Uber diz que ainda acredita nos carros autônomos, mesmo após acidente fatal com veículo da empresa; EUA investigam se pneu da Goodyear tinha falha que causou acidentes com motor-homes
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14/04 - Caminhões Fenemê: colecionador mostra dezenas de FNM que restaurou no interior de SP; FOTOS
Empresário Osvaldo Strada tem como hobby colecionar caminhões da 'Fábrica Nacional de Motores' e conta que gasta ao menos R$ 200 mil por veículo restaurado. Caminhão FNM sendo montado para a coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM sendo montado para a coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM sendo montado para a coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Initial plugin text Galpão guarda boa parte da coleção de caminhões FNM de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Galpão guarda boa parte da coleção de caminhões FNM de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Galpão guarda boa parte da coleção de caminhões FNM de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Galpão guarda boa parte da coleção de caminhões FNM de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Osvaldo Strada, colecionador de caminhões FNM, entre algumas de suas 'joias' na casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Osvaldo Strada, colecionador de caminhões FNM, entre algumas de suas 'joias' na casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhões FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhões FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Acabamento em couro de caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe do câmbio de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Interior de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Painel de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Painel de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Pedais de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Paralamas com o primeiro logotipo da marca em um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe do para-choque de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe frontal de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe da roda de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe da grade frontal de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe frontal de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe das buzinas de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe dos faróis de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe da janela de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe frontal de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe da maçaneta de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP). Na parte de baixo, o escudo da italiana Alfa Romeo Fábio Tito/G1 Ganchos frontais de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Placa entre lanternas e com detalhes da marca de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhes traseiros de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe bordado no tapete de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe da marcha de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Duas alavancas são usadas para passar as marchas de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Farol frontal de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Farol frontal de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Farol frontal de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Dianteira de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Detalhe lateral de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1
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14/04 - Colecionador de caminhões 'viciado' em Fenemê já perdeu a conta de quantos tem
Paixão de Oswaldo Strada são veículos dos anos 50 e 60 da FNM, apelidados de Fenemê. Ele usa de mais de um galpão para guardar e restaurar suas 'joias', que podem custar até R$ 450 mil. Viciado em Fenemês perde a conta de quantos caminhões tem Certas pessoas colecionam figurinhas, bonecos, sapatos... e alguns, mais extravagantes, podem ter uma garagem repleta de carros. Mas a escolha do empresário Osvaldo Strada, de 61 anos, foi um pouco além: ele é dono de mais de 30 caminhões, em sua maioria da extinta montadora brasileira FNM (Fábrica Nacional de Motores), conhecida como Fenemê. FOTOS: Veja a coleção de Fenemês no interior de SP É importante ressaltar o “mais de 30 caminhões” porque nem mesmo o dono sabe quantos são. “Eu precisaria contar. Alguns estão aqui e outros em outros lugares. A verdade é que se torna algo realmente compulsivo”, diz. Osvaldo Strada, colecionador de caminhões Fenemê, entre algumas de suas 'joias' na casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Filho de caminhoneiro, Strada - sim, este é o sobrenome dele- é analista de sistemas aposentado e diz que está tentando se livrar do "vício". “Minha filha quis me internar. Eu me curei, eu já prometi em casa”, garante. A metodologia desenvolvida para a cura, segundo ele, é não vai comprar mais nenhum caminhão antes que termine de restaurar os que já tem. São 15 já totalmente restaurados e mais 10 na fila para a renovação. E quando foi a última peça, Seu Osvaldo? “Faz um mês e meio”, explica o colecionador. Fanático por Fenemês, o empresário Osvaldo Strada criou estrutura com oficina para restaurar e cuidar dos caminhões Fábio Tito/G1 Quanto vale? Não há como chegar ao valor específico de cada Fenemê da coleção, mas é possível ter uma ideia. Algumas unidades foram utilizadas na construção de Brasília, inaugurada em 1960, e compradas por cerca de R$ 4,5 mil em leilão. Mas os gastos para deixar os modelos impecáveis fazem a valor subir bastante, diz o colecionador. “Não gastei menos de R$ 200 mil em nenhum caminhão restaurado aqui.” Produzidos nas décadas de 50 e 60, muitos dos caminhões que ele tem precisaram passar por uma restauração completa. “Por exemplo, um caminhão muito parecido com o Fenemê 55 que tenho aqui foi vendido por R$ 450 mil”, explica o colecionador, que diz receber muitas propostas, mas não vende de jeito nenhuma de suas “joias”. Interior de um caminhão FNM da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 A coleção Tudo começou no ano 2000, quando Osvaldo comprou um Fenemê prata. “Eu comprei meu primeiro caminhão para passear, foi até engraçado. Fui comprar um carro novo e achei muito caro. Falei para o vendedor que por aquele preço comprava um caminhão. Então ele me 'disse compre então'. Eu fui e comprei mesmo”, diz Osvaldo. Mas a paixão pelos pesados vinha desde a infância e foi inspirada em seu pai Orlando Strada. “Meu pai era caminhoneiro, mas nunca deixou eu comprar um caminhão. Então despois que ele morreu, comprei o meu primeiro”, conta o colecionador. Com o tempo, a coleção foi crescendo e Osvaldo focou nos Fenemês, da antiga Fábrica Nacional de Motores, também por ser o caminhão que seu pai utilizava. Mas para guardar e restaurar tantos caminhões, ele precisou criar a própria oficina. Em Pilar do Sul, no interior de São Paulo, ele conta com equipe de funileiro, mecânico e o gerente-geral do projeto, Adalberto Texeira. “Eu não sabia nada quando comecei, e aprendi tudo sobre o processo de restauração aqui”, explica Adalberto Teixeira, responsável pela restauração dos caminhões. Caminhão Fenmê da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Qual é o maior clássico das estradas brasileiras? Initial plugin text História da FNM Criada durante a 2ª Guerra Mundial, a Fabrica Nacional de Motores, como o próprio nome indica, era especializada em fazer motores e ficava em Xerém, no Rio de Janeiro. Depois do fim do conflito, a FNM começou a fazer caminhões com mecânica Alfa Romeo e chassis e cabine brasileiros. Os Fenemês diviram as estradas com outros caminhões clássicos, como o Scania "Jacaré" e o "Muriçoca". Sem muita evolução técnica com o passar do tempo, a empresa vendida para a Fiat em 1977, que acabou encerrando a produção dos Fenemês. Duas alavancas são usadas para passar as marchas de um caminhão Fenemê da coleção de Osvaldo Strada em sua casa em Pilar do Sul (SP) Fábio Tito/G1 Caminhões Fenemês restaurados por Osvaldo Strada Fábio Tito/G1 Initial plugin text
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13/04 - Novo presidente da Volkswagen diz que vai aprofundar mudança, e não fazer revolução
Diess assume lugar de Matthias Müller, que entrou no cargo no auge do escândalo do 'dieselgate'. Ele diz que seguirá focando em carros elétricos, à digitalização e a novas formas de deslocamento. Herbert Diess, na primeira entrevista coletiva como presidente do grupo Volkswagen Fabian Bimmer/Reuters O novo presidente do grupo Volkswagen prometeu intensificar reformas para mobilidade do futuro e deixar para trás os estragos do "dieselgate", como ficou conhecido o escândalo de manipulação do nível de emissões poluentes de seus veículos. "A ideia é aprofundar a mudança, e não uma revolução", anunciou Herbert Diess nesta sexta-feira (13) em Wolfsburg, em sua primeira entrevista coletiva. Ele dirigia apenas a marca Volkswagen e agora assume uma empresa mergulhada em uma interminável crise de imagem desde que foi revelado, em 2015, que a manipulação de 11 milhões de veículos a diesel para ocultar o nível real de emissões de poluentes. "Vamos dar prioridade aos (carros) elétricos, à digitalização e a novas formas de deslocamento. Também vamos continuar a mudança na cultura da empresa", prometeu o austríaco de 59 anos, que destacou um projeto de continuidade, em vez da ruptura com o passado. Seu antecessor, Matthias Müller - que deixou a presidência na última quinta (12), embora sua saída fosse anunciada pela imprensa alemã há vários dias -, já tinha iniciado uma reestruturação maciça orientada para a redução de gastos. Müller continuará no grupo como conselheiro. Diess não está na mira da Justiça, como Mller. O novo CEO trabalhava na BMW e chegou à VW logo antes de o escândalo explodir. Desafio de reorganizar Além da mudança de direção, a reorganização da Volkswagen será feita com uma modificação da própria estrutura deste império automotivo. A empresa, com 12 marcas, concentrará operações em 6 delas e criará uma entidade dedicada à China. Também vai preparar o lançamento de sua divisão de caminhões e ônibus na bolsa de valores. A Volkswagen anunciou em paralelo uma parceria estratégica com a japonesa Hino Motors, do grupo Toyota, para fortalecer a tecnologia que equipa suas concessionárias e preparar o sindicato antes do IPO, o que não será feito neste ano. Fama de poupador Diess, com reputação de poupador, deve organizar essa mudanças em momentos em que o futuro do diesel, produto estratégico, parece comprometido. O grupo conseguiu, apesar de tudo, se manter em 2017 no primeiro lugar em vendas, à frente da Toyota. Com 11,35 bilhões de euros, seu lucro líquido se duplicou 2017 em relação aos 5,4 bilhões de euros de 2016. No ano do escândalo, o grupo relatou um prejuízo inédito de 1,6 bilhão de euros por gastos ligados ao "dieselgate". Diess tem o apoio unânime dos principais acionistas, as famílias herdeiras Porsche-Piëch. Como símbolo desta confiança, ele se torna diretor da marca VW, do grupo Volkswagen e de pesquisa e desenvolvimento, um campo de comando ainda mais amplo que o do "superchefe" que era Martin Winterkorn, que deixou o cargo em 2015.
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13/04 - Tecnologia a serviço do conforto e segurança no Fiat Cronos
Central multimídia com comandos de voz está entre os avanços do sedã. Tecnologia auxilia na conectividade e na segurança do Fiat Cronos Divulgação A tecnologia sempre foi destaque na Fiat e, agora com o Fiat Cronos, a inovação foi além. Motorista e passageiros contam com uma série de itens que os mantêm conectados durante toda a viagem, além de aumentarem o conforto e segurança. Um dos destaques deste o pacote tecnológico do Fiat Cronos é a Central Multimídia Uconnect™ 7”, compatível com Apple CarPlay e Android Auto. Sua a tela touch de 7 polegadas, com alta resolução e estilo flutuante, facilita o acesso aos comandos. Quer ouvir sua música preferida, buscar orientações de direção, precisa responder uma mensagem? Com um simples toque, tudo pode ser resolvido. Além disso, conexões USB e via Bluetooth deixam você conectado o tempo todo. A atenção na estrada é fundamental e os apps são ferramentas importantes atualmente para os motoristas. No Fiat Cronos é possível manter as mãos no volante e acessar alguns dos aplicativos mais relevantes. Para tanto, o carro vem com um volante multifuncional através do qual dá para acessar o WhatsApp e o Waze. E mais, é possível definir as rotas para cada destino através de comando de voz. Central Multimídia Uconnect™ mantém motorista e passageiros conectados Divulgação Além do multimídia O pacote tecnológico do Fiat Cronos inclui muitos outros itens voltados para facilitar e garantir a segurança da viagem. Na porta do carro, o motorista já conta com a funcionalidade do sistema Keyless Entry’N’Go, que abre as portas com a simples aproximação, com a chave no bolso. O carro é equipado com o sistema Start&Stop, que ajuda na economia de combustível, pois desliga automaticamente o motor com o veículo parado, e religa ao acionar a embreagem ou liberar o pedal do freio nas versões automáticas. A automatização está por todos os lados no Fiat Cronos. Quando se tranca o carro, o sistema de rebatimento elétrico Folding recolhe os espelhos. Os retrovisores também contam com as Puddle Lamps, lâmpadas que iluminam o chão quando você vai entrar ou sair do carro, além de contarem com a função Tilt Down, que inclina o retrovisor direito ao engatar a marcha a ré para facilitar a visão. Volante multifuncional conta com comandos para central multimídia, Waze e WhatsApp Divulgação Comandos automáticos O Fiat Cronos ajuda o motorista para que ele tenha total foco na direção. A calibragem, costumeiramente esquecida, é mantida em dia graças ao sensor de pressão dos pneus, que avisa quando é hora de enchê-los. Já o crepuscular identifica quedas na luminosidade e aciona lanternas e faróis quando necessário. E se começar a chover os limpadores de para-brisa são ativados com os primeiros pingos. Tudo automaticamente. O Fiat Cronos é um sedã com cara de esportivo desenhado com inspiração no design italiano, que une requinte, robustez e sensualidade. Equipado com motores Firefly 1.3 e E.torQ 1.8, tem opções de câmbio manual, automatizada e automática de seis marchas. Quer conhecer mais sobre o Fiat Cronos? Clique em cronos.fiat.com.br.
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13/04 - Design italiano inspira novo sedã com pegada esportiva
Visual do Fiat Cronos conta com linhas musculosas e sensuais que conectam todos os elementos. Design italiano com estilo esportivo é marca do Fiat Cronos Divulgação Com linhas musculosas e sensuais e pegada de esportivo, o Fiat Cronos teve seu projeto inspirado no design italiano para criar um sedã diferente do que você está acostumado a ver. Os traços marcantes e arrojados, no entanto, não deixam de lado a elegância e o conforto esperados da categoria, em uma mistura harmoniosa e inovadora. Você já ouviu falar no termo wraparound? Esse conceito é aplicado no design quando se pensa um projeto no qual todos os elementos sejam interligados e foi assim que se desenhou o Fiat Cronos. No carro, todas as partes são conectadas por uma linha que circula a carroceria. Dos faróis dianteiros até o porta-malas, das portas ao capô e o teto, tudo no sedã faz parte de uma coisa só, o que dá ao veículo um perfil alongado. A parte frontal do sedã, por exemplo, atrai o olhar pela sedução do design italiano. O capô se destaca por seu visual alongado e muscular, diferente do que se vê na categoria. O para-choque tem linhas que se aliam às asas laterais, em um conjunto que transmite esportividade, robustez e dinamismo ao modelo. Visual sensual e robusto atrai na parte frontal do Fiat Cronos. Divulgação Esse design, de ar sensual e esportivo, é também refinado, com faróis dianteiros alongados, que invadem as laterais do carro, com guias de LED e centro cromado. Ao longo da lateral, a sensação muscular volta na superfície escultural, que conecta todos os elementos até a traseira elevada e larga, o que amplia a percepção de volume no carro, com faróis angulados e harmoniosos. Espaço interno tem acabamento superior Divulgação Espaço e conforto interno Esse design com linhas dinâmicas segue na parte interna, que mantém a sensação de se estar em um esportivo italiano, mas sem abrir mão do conforto dos ocupantes. Os bancos, por exemplo, parecem abraçar passageiros e motorista. Todos os ocupantes podem viajar com conforto, em um sedã que apresenta acabamento de qualidade superior, especialmente se comparado aos concorrentes. Detalhes como o apoio para braço entre os bancos da frente fazem diferença, por proporcionar uma condução mais cômoda, principalmente quando aliada à direção elétrica progressiva, mais leve, econômica e eficiente. Um dos destaques do Fiat Cronos é seu porta-malas. Entre os maiores da categoria, ele possui capacidade para 525 litros. E ainda pode ser ampliado com o rebatimento dos bancos traseiros. Seu design foi pensado para apresentar um visual claro, o que facilita a acomodação das bagagens. O Fiat Cronos chega ao mercado com motores Firefly 1.3 Flex, com câmbios manual ou automatizado, e E.torQ 1.8, com transmissão manual ou automática de seis marchas. Elementos tecnológicos, de segurança e conforto estão entre seus atrativos, como a direção elétrica progressiva, Controle Eletrônico de Estabilidade, Hill Holder, sistema Start&Stop, Central Multimídia Uconnect™, entre outros. Quer conhecer mais sobre o Fiat Cronos? Clique em cronos.fiat.com.br.
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13/04 - Porta-malas espaçoso é destaque no Fiat Cronos
Com capacidade para 525 litros, compartimento pode ser ampliado com o rebatimento dos bancos. Amplo, porta-malas do Fiat Cronos tem capacidade para levar tudo que você precisa Divulgação Se você procura um carro com espaço para levar tudo que quiser sem perder o estilo e a esportividade, o Fiat Cronos é o ideal. O novo sedã da Fiat tem um dos maiores porta-malas entre seus concorrentes diretos e pode acomodar muito bem tanto quem viaja com muitas pessoas, seja família grande ou amigos, quanto quem sozinho precisa levar muitos objetos. O porta-malas tem 525 litros de capacidade. E isso é muito útil, em especial com tantos feriadões programados para o ano. Vai pegar a estrada com a família e tem que carregar muitas malas e os brinquedos das crianças? Não tem problema, cabe tudo nele, sem precisar ocupar parte dos bancos. Rebatimento amplia espaço Mesmo com grande capacidade no porta-malas, pode ser que você ainda precise de mais espaço para levar objetos importantes ou maiores. Para resolver esse problema, basta rebater os bancos traseiros do Fiat Cronos. E são várias as opções de rebatimento. Uma família com um filho pequeno pode aumentar a capacidade de carga sem perder a segurança. Por exemplo, vocês precisam levar malas, objetos do bebê e o carrinho, que é mais largo. Basta rebater a parte central e a lateral esquerda, acomodar tudo, e ainda sobrará espaço para instalar a cadeirinha no banco com o sistema Isofix. Bancos traseiros podem ser rebatidos para ampliar ainda mais o espaço Divulgação O Fiat Cronos é o novo sedã com pegada esportiva da marca. Inspirado no design italiano, com linhas robustas e sensuais, ele conta com motorização Firefly 1.3 ou E.torQ 1.8, tecnologia embarcada que mantém motorista e ocupantes conectados como a Central Multimídia Uconnect™ e sistemas de segurança como o controle de estabilidade e tração. Quer conhecer mais sobre o Fiat Cronos? Clique em cronos.fiat.com.br.
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13/04 - Sedã com cara de esportivo, Fiat Cronos chega cheio de novidades para o mercado
Novo carro da Fiat tem design inspirado nos italianos, conforto, alta tecnologia e potência. Design italiano foi inspiração para novo sedã da Fiat Divulgação Prepare-se para mudar seus conceitos sobre sedãs. O Fiat Cronos, novo modelo da Fiat, chega para radicalizar, com uma pegada esportiva, inspirada no design italiano, mais arrojado, com visual robusto e dinâmico, mas sem deixar de lado a elegância típica dos sedãs sofisticados. Além disso, o conforto e a tecnologia completam os atrativos do carro. O design marcante é o primeiro grande diferencial do Cronos. O capô é musculoso e alongado, diferente do que se costuma ver no segmento e as linhas frontais dinâmicas reforçam a esportividade. Todos os elementos, da frente até a traseira, são unidos pelo conceito wraparound, o que deixa o carro alongado e elegante. Na parte de trás, se destaca o porta-malas amplo, com capacidade para 525 litros, um dos maiores da categoria. Porta-malas de 525 litros é um dos destaques do Fiat Cronos Divulgação Essa esportividade também é sentida na condução do carro, que conta com duas motorizações: E.torQ 1.8 16V de 139 cv (câmbio manual ou automático) e Firefly 1.3 (câmbio manual ou automatizado). A versão 1.8, além de passar a sensação de potência, chega com a opção de um câmbio automático de 6 marchas, que podem ser acionadas tanto na alavanca quanto pelas borboletas no volante, reforçando ainda mais o sentimento de se estar em um verdadeiro esportivo. Tecnologia por dentro e por fora Antes mesmo de entrar no carro, a tecnologia embarcada facilita a vida do motorista. Graças ao sistema Keyless Entry’N’Go, você só precisa se aproximar das portas com a chave no bolso que elas destravam, e a partida tem a comodidade de ser por botão sem chave. Para entrar no carro à noite, as Puddle Lamps localizadas no retrovisor iluminam o chão. Gosta de conectividade? Dentro do veículo, a Central Multimídia Uconnect™ conecta os ocupantes aos sistemas Apple CarPlay e Android Auto. A tela touch de 7 polegadas com design flutuante dá acesso a streaming de músicas, telefone, mapas, aplicativos de mensagens, entre outros, e oferece também comando de voz. Para o motorista, o volante multifuncional conta com botões para acessar com segurança o Waze e o Whatsapp na central Multimídia. Tecnologia embarcada no Fiat Cronos mantém ocupantes conectados Divulgação Facilidades e segurança Diversos sensores facilitam o trabalho do motorista. Começou a chover? Ao sinal dos primeiros pingos, os limpadores de para-brisa são ativados. Escureceu? O Sensor Crepuscular acende os faróis, para que sua atenção seja total na estrada. A direção elétrica, aliás, é outra atração. Mais leve e econômica, tem resposta rápida aos comandos do motorista. Na hora de dar ré, a câmera traseira se mostra na tela da central multimídia e traz ainda linhas dinâmicas. A dirigibilidade do Fiat Cronos é facilitada por uma série de sistemas a serviço do motorista. Um deles é o Hill Holder, que ajuda nas partidas em aclives ao manter os freios acionados por até dois segundos depois de tirar o pé do freio. Os controles de estabilidade e tração também são importantíssimos. Ao detectar uma manobra brusca, como o desvio de um buraco, ele estabiliza o carro através do acionamento dos freios ou redução do torque. Quer conhecer mais sobre o Fiat Cronos? Clique em cronos.fiat.com.br.
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13/04 - Polícia Rodoviária Federal tem sistema na internet para ajudar a recuperar carros roubados
Sinal envia mensagens para agentes num raio de 100 quilômetros do local da ocorrência. Cadastro do veículo pode ser feitos pelo site da PRF ou pelo telefone 191.  PRF cria sistema que ajuda a recuperar carros roubados A Polícia Rodoviária Federal tem um sistema na internet para ajudar a recuperar carros roubados ou furtados. É o Sinal (Sistema Nacional de Alarmes), um serviço que permite a quem tiver seu veículo roubado, furtado, em sequestro ou clonado se cadastrar no portal da PRF e garantir que os agentes próximos ao crime sejam notificados imediatamente. O registro vai facilitar a identificação do carro extraviado enviando uma mensagem automática ao telefone funcional de todos os agentes em serviço no raio de 100 quilômetros da ocorrência ou na rota de passagem do veículo. O cadastro pode ser feito no site da PRF ou telefone 191. “Os agentes que estiverem no raio de 100 quilômetros, recebem informações com as características do carro e já ficam alerta, A mensagem é enviada para os celulares funcionais quando o veículo ainda está em fuga. É preciso informar a placa, o modelo e a cor do veículo”, disse o porta-voz da PRF, José Hélio Macedo. A probabilidade de recuperar o veículo roubado é maior nas primeiras horas após a ocorrência. Ou seja, quanto mais rápido for a notificação, maior a chance de ter o veículo de volta. A PRF ressalta que o cadastramento do registro no Sinal não substitui a necessidade do boletim de ocorrência na Polícia Civil. Vale lembrar que segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) houve um crescimento de 18% no comparativo entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano com o mesmo período de 2017. Janeiro e fevereiro de 2018 Carros roubados 10.078 no RJ Carros furtados 2.423 no RJ Janeiro e fevereiro de 2017 Carros roubados 8.492 no RJ Carros furtados 2.667 no RJ Total em 2017 Carros roubados 54.367 no RJ Carros furtados 15.708 no RJ Dados da PRF de 2017 Veículos recuperados: 7.028 no Brasil Veículos recuperados: 1.387 no Rio de Janeiro Quase 20% do total de veículos recuperados pela PRF em todo o Brasil foram em rodovias federais do Rio de Janeiro.
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13/04 - 'Airbags mortais' ainda equipam mais de 1 milhão de veículos no Brasil
Caso de airbags da Takata, que gerou o maior recall da história e é ligado a 22 mortes, completa 5 anos. Inflador de airbag da takata (no detalhe) já causou recall de milhões de carros no mundo inteiro REUTERS/Joe Skipper Mais de 1 milhão de carros brasileiros ainda possuem os chamados “airbags mortais”, fornecidos pela fabricante japonesa Takata. São equipamentos defeituosos que abrem com tanta força que atiram pedaços de metal contra os ocupantes. Há cerca de uma semana, o G1 pediu às 15 fabricantes que fizeram ao menos um recall dos "airbags mortais" o número de veículos envolvidos e o índice de atendimento. Chevrolet, Subaru e Ford informaram que não iriam disponibilizar essas informações. A BMW não forneceu os números de recalls atendidos. Veja mais abaixo. VEJA SE SEU CARRO ESTÁ NO RECALL DOS 'AIRBAGS MORTAIS' 22 mortes O escândalo veio à tona 5 anos atrás. Envolveu, em todo o mundo, mais de 30 milhões de veículos de diversas marcas: o maior recall da história. O defeito também está relacionado com as mortes de pelo menos 22 pessoas, além de 180 feridos (conheça a história de algumas vítimas). Não há relato de nenhuma ocorrência no Brasil. No país, mais de 2 milhões de carros, de 15 diferentes marcas, foram chamados para a troca da peça defeituosa, chamada insuflador, durante esses 5 anos. A grande maioria é da Honda e da Toyota. A Ford foi a mais recente, com recall aberto no mês passado. Entenda o caso dos 'airbags mortais' da Takata; Brasil tem recalls O conserto é gratuito. No entanto, o índice de atendimento das chamadas sequer atingiu 50%. Isso significa que apenas cerca de 800 mil proprietários tiveram o defeito reparado. Veja abaixo o percentual de veículos atendidos das demais marcas, por ordem de volume. Toyota e Lexus Toyota Corolla Divulgação A Toyota foi a marca que mais convocou veículos para recalls pelos “airbags mortais”. Até agora, foram 882.748 unidades de 7 modelos diferentes. A conta também inclui carros da Lexus, a divisão de luxo do grupo. Deste montante, 41,3% já recebeu atendimento. Isso representa 364,5 mil carros. Ou seja, mais de meio milhão de proprietários ainda não submeteram os veículos ao reparo. Veículos chamados: 882.748 Índice de atendimento: 41,3% Veículos atendidos até março: 364,5 mil Modelos envolvidos: Etios, Corolla, Hilux, RAV4, Fielder, SW4 e Lexus IS 300 Onde consultar os veículos em recall: www.toyota.com.br/servicos/recall Honda Primeira geração do Honda City Divulgação Encostada na Toyota, a Honda é a segunda marca que mais tem veículos chamados para recall pelos airbags da Takata. São 871.320 carros de 5 modelos. Destes, pouco menos de 280 mil, ou 32%, já tiveram o defeito solucionado. Isso quer dizer que quase 600 mil unidades ainda necessitam realizar a troca dos airbags da Takata. Em julho do ano passado, a marca firmou parceria com o Detran de São Paulo para conseguir notificar clientes que tenham carros envolvidos em campanhas. Veículos chamados: 871.320 Índice de atendimento: 32% Veículos atendidos até março: cerca de 280 mil Modelos envolvidos: Civic, City, Fit, CR-V e Accord Onde consultar os veículos em recall: www.honda.com.br/suaseguranca Nissan Nissan Frontier Divulgação A Nissan é a terceira marca com mais carros convocados para recall. De acordo com a fabricante, são 224,5 mil unidades de 10 modelos diferentes. Desde abril de 2013, foram 14 campanhas. A marca não informa, no entanto, o índice total de atendimento ou o número de unidades já reparadas. A empresa divide o percentual pela idade dos veículos. Para veículos mais novos, com até 5 anos de uso, 75% já atenderam aos recalls. Na faixa intermediária, entre 5 e 10 anos, o índice cai para 35%. Para os mais velhos, com mais de 10 anos, o valor é ainda mais baixo, de apenas 10%. A justificativa da marca é que, quanto mais antigo o veículo, mais difícil encontrar o dono atual para que ele seja notificado da necessidade do recall. Veículos chamados: 224,5 mil Índice de atendimento: não foi divulgado um percentual geral. A marca diz que o índice é de 75% em carros de até 5 anos, 35% em carros com idade entre 5 e 10 anos e 10% em carros com mais de 10 anos de fabricação Modelos envolvidos: March, Versa, Sentra, Frontier, Livina, Grand Livina, Tiida, X-Trail e e Pathfinder Onde consultar os veículos em recall: www.nissan.com.br/servicos/recall-nissan.html Mitsubishi Mitsubishi Pajero Full Divulgação Quarta marca com mais veículos envolvidos em recalls, a Mitsubishi tem 4 modelos chamados em campanhas para troca de airbags da Takata. São eles: L200, Lancer Evo e Pajero Full. Este último teve ao menos 3 recalls diferentes. Segundo a Mitsubishi, 32,3% dos modelos já foram reparados. Isso representa 21,8 mil veículos. Veículos chamados: 67.713 Índice de atendimento: 32,3% Modelos envolvidos: L200, Lanver Evo e Pajero Full Onde consultar os veículos em recall: https://www.mitsubishimotors.com.br/recall Fiat Chrysler (FCA) Jeep Wrangler 2012 Divulgação/Pedro Bicudo O grupo FCA tem 23,2 mil veículos das marcas Fiat, Jeep, Chrysler e RAM convocados para recalls no país. São 7 modelos diferentes: Uno, Palio, Grand Siena, Renegade, Wrangler, 300 e 2500, com datas de produção entre 2004 e 2013. A FCA não informou um número exato, mas afirma que o índice de atendimento é de aproximadamente 25%. Considerando este dado, cerca de 5,8 mil veículos das marcas já receberam reparo. Ou seja, outros 17,4 mil ainda não foram consertados. Veículos chamados: 23.292 Índice de atendimento: cerca de 25% Veículos atendidos: cerca de 5,8 mil Modelos envolvidos: Fiat Uno, Palio e Grand Siena, Jeep Renegade e Wrangler, Chrysler 300C e RAM 2500 Onde consultar os veículos em recall: Fiat - www.fiat.com.br/ja-tenho-um-fiat/fiat-recall/uno-outubro-17.html Chrysler - www.chrysler.com.br/#!recall Jeep - www.jeep.com.br/recall-carros-jeep.html RAM - www.ram.com.br/recall-carros-ram.html Volkswagen Volkswagen Tiguan Divulgação Um dos melhores índices de atendimento é da Volkswagen. Só que o número de unidades chamadas também é irrisório, perto das demais fabricantes. Das 33 unidades do Tiguan convocadas em 2016, 32 já fizeram o reparo. Isso representa 97% do total. A marca não confirma que a Takata é a fabricante dos airbags, mas também não especifica a fornecedora. Veículos chamados: 33 Índice de atendimento: 97% Veículos atendidos: 32 Modelos envolvidos: Tiguan Onde consultar os veículos em recall: www.vw.com.br/pt/servicos/recall.html Audi Audi Q5 Divulgação Todas as 13 unidades de Q5 e SQ5 chamadas para recall já foram atendidas. Assim como a Volkswagen, a Audi não confirma que a Takata é a fabricante dos airbags, mas também não especifica a fornecedora. Veículos chamados: 13 Índice de atendimento: 100% Veículos atendidos: 13 Modelos envolvidos: Q5 e SQ5 Outras fabricantes Veja informações sobre os recalls das que não divulgaram o índice de atendimento. BMW Veículos chamados: 4.415 Índice de atendimento: não divulgado Modelos envolvidos: Série 3, Série 5 e X5 Onde consultar os veículos em recall: www.bmw.com.br/pt/ssl/recall.html Chevrolet Veículos chamados: não informado Índice de atendimento: não divulgado Modelos envolvidos: Agile e Montana Onde consultar os veículos em recall: www.chevrolet.com.br/servicos/recall.html Subaru Veículos chamados: não informado Índice de atendimento: não divulgado Modelos envolvidos: Impreza (hatch, WRX e STI), Forester, Legacy, Outback e Tribeca Onde consultar os veículos em recall: www.subaru.com.br/recalls-subaru Ford Veículos chamados: 2.316 Índice de atendimento: não divulgado Modelos envolvidos: Ranger Onde consultar os veículos em recall: https://www.ford.com.br/servico-ao-cliente/recall/ O que são 'airbags mortais' O falha na abertura de airbags fabricados pela Takata se tornou pública em 2013. No entanto, uma investigação dos Estados Unidos indica que as montadoras tinham conhecimento da falha 10 anos antes. A partir de 2014, quando a falha passou a ser associada a mortes no exterior, o fato ganhou destaque no Brasil. Insuflador de airbag da Takata pode lançar pedaços de metal contra os passageiros REUTERS/Joe Skipper O defeito está na vedação do insuflador, onde fica o gás que faz o airbag ser acionado. A falha pode fazer essa peça trincar e também alterar o gás, devido à exposição à umidade. Assim, quando há uma colisão e o airbag deve ser acionado, ele não abre corretamente, e explode. O insuflador (que tem peças metálicas) se parte e seus pedaços são atirados contra os ocupantes dos veículos. Até por isso, os ferimentos de algumas vítimas foram confundidos com facadas ou tiro. O caso da Takata motivou o maior recall da história. A fornecedora se declarou culpada e aceitou pagar uma multa de US$ 1 bilhão nos EUA. Initial plugin text VEJA COMO FUNCIONA UM AIRBAG SEGURO: Veja como é feito o airbag e como se posicionar
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12/04 - Venda da Takata para empresa chinesa é concluída e nome vai mudar
Empresa japonesa ficou conhecida pelo escândalo dos 'airbags mortais'. Negócio foi de R$ 5,45 bilhões, e nova empresa irá se chamar Joyson Safety Systems. Takata foi vendida para grupo chinês pelo equivalente a R$ 5,45 bilhões REUTERS/Toru Hanai A Takata, fabricante japonesa de autopeças envolvida no escândalo dos "airbags mortais", teve sua venda para a Key Safety Systems concluída. A nova dona da Takata é um braço do grupo chinês Ningbo Joyson Electronic Corporation, que pagou o equivalente a R$ 5,45 bilhões pela empresa. A venda havia sido anunciada em junho, mas só foi concluída agora em abril. A nova empresa passará a se chamar Joyson Safety Systems. De acordo com a agência de notícias Reuters, após o anúncio da transação, Shigehisa Takada, presidente da Takata e neto do fundador, renunciou ao cargo. O escândalo dos airbags mortais completou 5 anos, e já resultou em recalls de mais de 30 milhões de veículos (incluindo unidades no Brasil). A falha também causou a morte de 22 pessoas, além de ferimentos em outras 180. Além da imagem afetada, a Takata também vinha sofrendo na parte financeira. Foram três anos seguidos de prejuízos, entre 2014 e 2016. Em junho de 2017, a empresa pediu recuperação judicial nos Estados Unidos e no Japão. Airbags feitos pela Takata causam recall de milhões de veículos REUTERS/Joanna Zuckerman Bernstein Após o escândalo, a empresa se declarou culpada e fechou acordo com a justiça americana para pagar US$ 1 bilhão como compensação pelo defeito. Segundo o comunicado da Joyson, a Takata ainda ficará responsável pela área relacionadas a seus inflatores defeituosos, e deixa a empresa japonesa, reestruturada como parte do processo de falência dos EUA e do Japão, responsável por essas operações. Uma falha na vedação do insulflador, onde fica o gás que abre o airbag, pode fazer essa peça trincar e também alterar o gás, devido à exposição à umidade. Assim, quando o airbag é acionado em uma colisão, ele não abre normalmente, mas explode. O insuflador se parte e seus pedaços são atirados contra os ocupantes dos veículos. Os ferimentos de algumas vítimas foram confundidos com facadas ou tiro.
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12/04 - VÍDEOS: G1 entrevista presidentes de montadoras
Comandantes das marcas que mais vendem no Brasil falam sobre preço do carro, tecnologias do futuro e o que falta para o país ser mais competitivo. Comandantes das marcas que mais vendem no Brasil falam sobre preço do carro, tecnologias do futuro e o que falta para o país ser mais competitivo.
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12/04 - Grupo Volkswagen anuncia troca de presidente e novas divisões
Herbert Diess, que chefiava apenas a marca Volkswagen, assume o comando no lugar de Matthias Müller. Herbet Diess é o novo presidente do Grupo Volkswagen no lugar de Matthias Müller Fabian Bimmer/Reuters O Grupo Volkswagen confirmou nesta quinta-feira (12) a substituição do então presidente-executivo Matthias Müller por Herbert Diess, que antes chefiava apenas a marca Volkswagen. No ápice do escândalo dos motores a diesel adulterados, em 2015, Müller foi chamado para substituir o dirigente anterior, Martin Winterkorn, forçado a renunciar. Müller, ex-presidente da filial Porsche, assinou um contrato até 2020 e lançou uma reestruturação maciça centrada em veículos elétricos e na redução de custos, com a intenção de tirar a Volkswagen da tempestade. "(Müller) não só conduziu a Volkswagen com segurança durante aquele período, como realinhou fundamentalmente a estratégia, começou uma mudança cultural e fez com que o grupo continuasse nos trilhos, mais robusto do que nunca", afirmou a fabricante em comunicado. Novas divisões O Grupo Volkswagen também possui as marcas Audi, Skoda, Seat, Bentley, Bugatti, Lamborghini, Porsche, Ducati, Volkswagen Caminhões, MAN e Scania. Essas marcas serão agrupadas por tipo de negócio em 3 grupos: Volume, Premium e Super Premium. A empresa não divulgou a divisão completa nestes quesitos. Reações à mudança Matthias Müller assumiu o comando do grupo Volkswagen no meio do escândalo "dieselgate" Hannibal Hanschke/Reuters "Müller chegou claramente como um gestor de crise e a maior parte desta tarefa já foi realizada", avaliou Jürgen Pieper, analista automotivo no banco Metzler, entrevistado pela agência France Presse (AFP). O escândalo, que rendeu uma série de processos contra o grupo nos Estados Unidos e na Europa, custou, desde então, cerca de 25 bilhões de euros à fabricante. A Volkswagen é acusada de ter alterado o software de 11 milhões de veículos para ocultar o nível real de suas emissões de óxido de nitrogênio (NOx), um gás muito poluente, associado a problemas respiratórios e cardiovasculares. Embora o novo dirigente Herbert Diess também seja alvo de um dos muitos processos em curso, sua chegada tardia à empresa lhe torna menos vulnerável aos casos judiciais, segundo observadores. "Uma evolução em outra direção é positiva", considera Jürgen Pieper, descrevendo Diess como um "administrador muito bom de custos", que parece em sua opinião "a melhor solução para a sucessão, pelo menos para os próximos cinco anos". Escândalo do diesel faz Volkswagen guardar mais de 300 mil carros recomprados nos EUA Diess foi chamado em 2015 por essas duas famílias para assumir a marca Volkswagen e pode se orgulhar de ter duplicado, em dois anos, a rentabilidade da marca, simultaneamente beneficiando as contas do grupo. A fabricante voltou a marcar, no ano passado, lucros recordes, mais que dobrando seu lucro líquido, com 11,35 bilhões de euros. Contudo, apesar dos ares de mudança e da vontade de acelerar a eletrificação parcialmente iniciada por Diess, a Volkswagen ainda deve esclarecer seu caminho, entre a queda do diesel, muito estratégico para a indústria automobilística alemã, e o auge dos modelos elétricos e autônomos. Para os modelos de luxo elétricos, em particular, as fabricantes alemãs estão lutando para se atualizar frente à concorrência, sobretudo americana. Embora Diess seja conhecido por sua abertura a este novo mundo, nesta terça o próprio afirmou que "precisamos do diesel, o diesel tem futuro".
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12/04 - Volkswagen se junta ao grupo Toyota para fazer caminhão autônomo
Elétricos e híbridos também estão nos planos da parceria da VW com a Hino. Presidentes da Hino (esq), marca do grupo Toyota, e da Volkswagen Caminhões e Ônibus selam parceria para desenvolver veículos de carga autônomos, elétricos e híbridos Toru Hanai/Reuters A Volkswagen e a Hino, marca do grupo Toyota, anunciaram nesta quinta-feira (12) que se unirão para fazer caminhões autônomos, elétricos e híbridos. O acordo prevê que as empresas se mantenham independentes, mas seus executivos trabalharão juntos para o desenvolvimento dessas tecnologias. Segundo o presidente da Hino Motors, Yoshio Shimo, a parceria aconteceu porque as companhias se respeitam e têm objetivos comuns. Andreas Renschler, presidente-executivo da divisão de caminhões e ônibus da Volks, disse que o acordo é estratégico para a empresa por causa da força da Hino na Ásia.
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12/04 - Produção de motos sobe 12,2% no 1º trimestre de 2018, diz Abraciclo
Foram produzidas 259.537 unidades nos 3 primeiros meses do ano.  Produção de motos da Honda em Manaus Gabriel Machado/G1 AM A produção de motos subiu 12,2% no 1º trimestre de 2018, informou a associação das fabricantes de motos, a Abraciclo, nesta quinta-feira (12). De acordo com a entidade, foram 259.537 unidades feitas de janeiro a março, superando as 231.381 motos do mesmo período de 2017. Desde 2011, a indústria de motos do Brasil vem enfrentando quedas consecutivas. A expectativa da associação é que a produção fecha 2018 com alta de 5,9%, enquanto as vendas devem subir 1,6%. As fabricantes acreditam que o setor chegou ao fundo do poço em 2017, e aguardam a retomada para este ano. Produção de motocicletas cresce 12,2% no 1º trimestre de 2018
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12/04 - Volvo lança seu primeiro caminhão 100% elétrico
Primeiros modelos de 16 toneladas para uso urbano entram em operação na Suécia. Volvo FL Electric começa a operar na Suécia Divulgação A Volvo lançou nesta quinta-feira (12) seu primeiro caminhão 100% elétrico na Suécia. O FL Electric de 16 toneladas tem autonomia para percorrer até 300 quilômetros com uma carga de bateria. Segundo a fabricante, o modelo pode ser usado principalmente em entregas urbanas ou em lugares fechados, já que não há emissão de poluentes. As primeiras unidades entrarão em operação em Gotemburgo, mas as vendas no restante da Europa começam em 2019. Ainda não há previsão para o Brasil. Caminhão elétrico da Volvo terá autonomia de 300 km Divulgação O FL Electric tem motor que desenvolve o equivalente a 176 cv e 43,3 kgfm de torque. Uma recarga completa de bateria deve levar até 2 horas em um recarregador rápido (DC). A Volvo já tem experiência em veículos pesados elétricos, com cerca de 4 mil ônibus entregues desde 2010. Início da transição Dona da Mercedes-Benz, a Daimler já entregou seus primeiros caminhões elétricos por meio de sua unidade Mitsubishi Fuso, que produz em Portugal e no Japão. A MAN, marca de caminhões e ônibus do grupo Volkswagen, começa a testar neste ano modelos elétricos de 9 e 11 toneladas, desenvolvidos pela filial brasileira. A produção em Resende (RJ) deve começar em 2020. Quem também investe no segmento é a americana Tesla, que promete um veículo de 36 toneladas com autonomia de 800 km para 2019. Tesla lançou também seu primeiro caminhão REUTERS/Alexandria Sage
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12/04 - Papa Francisco benze carro elétrico de Fórmula E
Pilotos brasileiros Lucas Di Grassi e Nelsinho Piquet participaram do encontro com o papa Francisco. Papa Francisco benze carro elétrico da Fórmula E Osservatore Romano/Handout via Reuters O papa francisco benzeu nesta quarta-feira (11) o carro oficial do campeonato de Fórmula E no Vaticano. A benção matinal aconteceu na frente da residência do papa. Cerca de 50 pessoas participaram do ato, entre pilotos e membros de equipes, incluindo os brasileiros Lucas Di Grassi e Nelsinho Piquet. Uma corrida urbana de Fórmula E, que usa carros elétricos, será organizada pela primeira vez em Roma neste sábado, num traçado de 2,8 km desenhado no bairro sul da cidade. Initial plugin text No final de 2017, o papa Francisco já havia benzido uma Lamborghini Huracán, presenteada pela montadora italiana e colocada a leilão para financiar projetos de caridade. O preço do modelo gira em torno de 200 mil euros (mais de R$ 780 mil), mas se espera que o carro do papa seja arrematado por um valor mais alto. Initial plugin text Papa recebeu pilotos e membros de equipes da Fórmula E Osservatore Romano/Handout via Reuters
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12/04 - Preço do carro passa pelo quanto o cliente está disposto a pagar, diz presidente da Renault
Luiz Pedrucci participa de série de entrevistas do G1 com 'chefões' de montadoras. Ele também explicou recalls do Kwid e falou do que esperar da marca neste ano, entre outros temas. G1 entrevista presidente da Renault, Luiz Pedrucci A picape Alaskan será o principal lançamento da Renault neste ano. Mas os esforços para aumentar a participação da marca nas vendas de carros no Brasil ainda se concentram no pequeno Kwid. O preço inicial, de R$ 29.990, foi um chamativo no lançamento do sucessor do Clio, em agosto último. Um dos raros modelos que partem de menos de R$ 35 mil, o Kwid sofreu um reajuste na versão básica, sem ar-condicionado, no mês passado. Mas ainda ficou dentro desse limite. "Quem define o preço é quanto o cliente está disposto a pagar pelo carro versus as opções que ele tem dentro do mercado", resumiu Luiz Pedrucci, presidente da Renault, ao G1. Na série de entrevistas com as montadoras que mais vendem no Brasil, o executivo falou sobre polêmicas envolvendo quanto se cobra pelos carros zero no país. Renault Kwid Divulgação "A gente muitas vezes vê os clientes comentando: 'Nossa, mas esse carro na Europa custa tanto. Fazendo a conta aqui, transformando de euro para real, daria tanto'. Mas as condições são completamente diferentes" Pedrucci, que assumiu o posto no Brasil em meados do ano passado, engrossou o coro com outros "chefões" de montadoras, dizendo que os impostos são 50% do preço de um carro no país. Presidente da Renault do Brasil fala sobre o preço do carro "A nossa posição é manter o Kwid como um carro acessível dentro daquilo que é o mercado nacional. Agora, quem vai definir isso vai ser a economia, vai ser o mercado, vai ser a inflação, vai ser a taxa de juros. Tem muita coisa envolvida", afirmou. O presidente da Renault falou ainda sobre a perda da exportação do Duster para a filial colombiana, os recalls precoces do Kwid e os desafios para os carros elétricos. Veja abaixo mais trechos da entrevista. Surpresa e recalls Presidente da Renault do Brasil fala sobre segurança Recém-chegado às lojas, em novembro, o Kwid foi chamado para 2 recalls: um pelo freio e outro por causa do tubo de combustível. Outra falha levou a um terceiro recall em janeiro, de novo por um problema relacionado ao motor. "Nenhum dos 3 recalls foram gerados por algum problema com um cliente. Eles foram recalls preventivos, através daquilo que a gente encontrou quando o carro chegou à concessionária, quando a concessionária foi fazer o teste de rodagem antes de entregar o carro" "Por mais testes que a gente faça, ele (o carro) pode encontrar algumas situações de uso, do dia a dia, que são diferentes", completou. Por outro lado, Pedrucci disse que o Kwid surpreendeu muita gente ao alcançar 3 estrelas, das 5 possíveis, nos testes de colisão independentes do Latin NCap. "Nas redes sociais, tinha até bolão (...) O Kwid, por ser um carro de preço acessível, as pessoas achavam que, necessariamente, precisava ser um carro inseguro. A gente mostrou que não" Alaskan vem agora; Koleos, não Presidente da Renault do Brasil fala sobre 2018 para a empresa Perguntado se o Kwid ganhará uma versão "aventureira", que costuma ser bem recebida no Brasil, Pedrucci disse apenas: "Estamos trabalhando em algumas ideias". A próxima estreia está definida, e não tem nada de compacta. "Este ano a gente vai trabalhar para apresentar a Alaskan, que é a picape, no Salão de São Paulo" Renault Alaskan Divulgação O modelo, que usa a mesma base da Nissan Frontier e da futura picape da Mercedes-Benz, começa a ser vendido no Brasil "no final do ano ou logo no começo do ano que vem". Feito na Argentina, será rival da Chevrolet S10. Por falar em salão, o SUV Koleos, maior e mais luxuoso do que Captur e Duster, que estava no evento em 2016, não voltará a dar as caras tão cedo. "Estamos tentando apertar os planos para chegar o mais rápido possível. Mas este ano, com certeza, não." Renault Koleos Divulgação A crise acabou? Presidente da Renault do Brasil fala sobre a indústria em 2018 Depois de chegar à sua maior participação no mercado brasileiro, com 7,7% das vendas, em 2017, a Renault quer mais. "A gente continua com a expectativa de cruzar a barreira dos 8% este ano", disse o executivo. Pedrucci foi um dos poucos na série de entrevistas com os presidentes das montadoras a não declarar que a crise já é passado para o setor. "Na verdade, o que a gente olha é que (a crise) está começando a acabar" A conta do carro elétrico Presidente da Renault do Brasil fala sobre o futuro do carro Assim com a Nissan, com quem tem uma aliança, a Renault tem investido em carros elétricos na Europa e na China, onde testa, inclusive, um Kwid para ligar na tomada. Mas Pedrucci afirmou que o desafio é tornar esses carros viáveis. "(Carro elétrico) Depende de o negócio ser sustentável. E ser sustentável significa gerar resultado para as companhias. Hoje ainda não gera" "Tem um componente paralelo que é a evolução da infraestrutura. Porque o carro elétrico depende de uma infraestrutura instalada", observou. Mudanças, de qualquer forma, vão acontecer no cenário atual. "A gente vai ter uma transformação no mundo dos automóveis, por que não dizer, maior nos próximos 10 anos do que nós tivemos nos últimos 50"
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