Notícias - Alpha Trânsito

Cassação de cnh Sorocaba suspensão de cnh sorocaba



habilitação suspensa sorocaba multa por embriaguez sorocaba



Cassação de cnh Sorocaba suspensão de cnh sorocaba



habilitação suspensa sorocaba multa por embriaguez sorocaba



Área do Cliente
Notícias

RSS Feed - Notícias - Mantenha-se Informado


20/07 - Novo Nissan Versa chega ao Brasil no ano que vem e vai conviver com modelo atual
Nova geração do sedã será importada do México. Ela irá concorrer com o também novo Prisma, além de Virtus, Yaris e City. Nissan Versa Divulgação/Nissan A Nissan confirmou nesta quinta-feira (18) que a nova geração do Versa chega ?em breve? ao Brasil. O modelo foi apresentado em abril passado, no Salão de Nova York. De acordo com o presidente da filial brasileira, Marco Silva, o sedã passa a ser importado do México. Isso deve acontecer a partir do ano que vem. ?Este ano não vem. 2020 é uma boa aposta?, disse Silva. Nissan Versa Divulgação/Nissan O executivo também confirmou que o novo Versa irá conviver com a geração atual, mais simples, produzida em Resende (RJ). Leaf fica mais caro e chega a R$ 195 mil Conheça o novo Prisma, futuro rival do Versa Isso quer dizer que o sedã brigará em duas frentes. Na primeira, em uma faixa de preços mais baixa, a geração atual seguirá concorrendo com Chevrolet Prisma Joy, Volkswagen Voyage e Ford Ka Sedan. Com isso, as opções mais caras podem até deixar de existir. Nissan Versa atual será mantido Divulgação Já a nova geração, mais sofisticada, deve encarar Volkswagen Virtus, Toyota Yaris, Honda City e Fiat Cronos, além da nova geração do Chevrolet Prisma. Nos Estados Unidos, ele pode ser equipado com detecção de pedestres, frenagem de emergência, alerta para mudanças involuntárias de faixa, monitoramento de pontos cegos, controle de cruzeiro adaptativo e faróis altos automáticos. O visual foi bastante aprimorado, e o sedã ganhou personalidade. A dianteira tem faróis afilados e espichados em direção às laterais e destaca a grade com desenho o tradicional em "V" da Nissan. A traseira tem muitas semelhanças com o sedã grande Altima, especialmente na aparência das lanternas. Nissan Versa interior Divulgação/Nissan Já o interior parece ter sido transplantado do Kicks: volante, central multimídia, saídas de ar, comandos do ar-condicionado e o quadro de instrumentos, com uma parte digital, são idênticos aos do SUV. Além do interior, o Versa compartilha plataforma e motor com o Kicks. Ele também traz o 1.6, que nos EUA, desenvolve 122 cv. Híbrido nacional até 2022 No lançamento do elétrico Leaf, o presidente da Nissan também afirmou que a fabricante terá um híbrido nacional até 2022. Marco Silva disse que ele usará a tecnologia E-Power, na qual um pequeno motor a combustão é usado para carregar as baterias. Ele não traciona as rodas. Esta tarefa é destinada unicamente ao motor elétrico. ?Hoje, só o Note, feito no Japão, usa essa tecnologia?, disse o executivo, sem confirmar qual modelo será responsável por estrear o sistema no país. No entanto, o candidato mais provável é o SUV compacto Kicks. Até lá, o utilitário deve passar por uma reestilização profunda, ou até mesmo troca de geração. Nissan Note E-Power Divulgação/Nissan A produção nacional contaria com motor elétrico e baterias importados, e montagem na unidade de Resende. A Nissan ainda trabalha com a Universidade de Campinas no desenvolvimento do etanol como combustível para carregar as baterias. Mas, de acordo com Silva, o uso comercial da tecnologia deverá levar mais alguns anos, chegando por volta de 2024.
Veja Mais

19/07 - Preço médio da gasolina nas bombas cai pela 10ª semana seguida, diz ANP
Segundo levantamento, preços do diesel e do etanol também registraram queda. Valor médio do litro da gasolina teve a décima queda semanal seguida Marcelo Brandt/G1 O preço médio do litro da gasolina nas bombas recuou 0,9% nesta semana, segundo levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira (19). Foi a décima queda semanal consecutiva no valor do combustível. Segundo o levantamento, o preço da gasolina recuou de R$ 4,378 para R$ 4,338. Na semana, o valor do litro do diesel também teve queda, de 0,3%, passando de R$ 3,555 para R$ 3,544. Por fim, o preço do etanol caiu 0,5%, segundo o levantamento da agência. O valor do combustível recuou de R$ 2,779 para R$ 2,766. O valor do litro dos combustíveis é uma média calculada pela ANP com base em dados coletados em diversas cidades. Os preços, portanto, podem variar de acordo com a região. No acumulado do ano, o preço do litro da gasolina nas bombas recuou 0,1%, o do diesel acumula alta de 2,7%, enquanto o valor do etanol caiu 2,3%. Preço nas refinarias Nesta sexta-feira, a Petrobras reduziu em 2,14% o preço da gasolina e em 2,15% o do diesel nas refinarias. Com o anúncio, o preço médio do litro da gasolina passará de R$ 1,6817 para R$ 1,6457 e, o do diesel, passará de R$ 2,0649 para R$ 2,0205.
Veja Mais

19/07 - BMW e Tencent abrirão centro de computação para autônomos na China
Local começa a funcionar até o final do ano, e fornecerá aos carros a capacidade de processamento de dados. Parceria entre BMW e Tencent para desenvolvimento de carros autônomos Divulgação A montadora alemã BMW e a gigante chinesa de tecnologia Tencent estão se unindo para lançar um centro de computação na China que ajudará a desenvolver carros autônomos no maior mercado automotivo do mundo, disseram as empresas nesta sexta-feira (19). O centro de computação, que iniciará as operações até o final do ano, fornecerá aos carros capacidades de processamento de dados para ajudá-los a dirigir de forma semiautônoma e, eventualmente, totalmente autônoma. As duas empresas não divulgaram o investimento no centro. Fontes familiarizadas com o acordo disseram que o centro será construído na cidade de Tianjin. O centro ?apoiará o desenvolvimento e inovação de direção autônoma da BMW na China?, disse Jochen Goller, chefe das operações da empresa no país, em um comunicado. "A BMW pode, portanto, desenvolver soluções de direção autônoma que se ajustem melhor às condições específicas de direção na China". A BMW disse que o novo centro de computação alavancará a computação em nuvem e o big data da Tencent, além de fornecer à montadora a infraestrutura necessária para desenvolver carros autônomos.
Veja Mais

19/07 - Morte de youtuber em Londres reforça proibição de patinete elétrico nas ruas do Reino Unido
Emily Hartridge, primeira vítima fatal de acidente envolvendo esse tipo de veículo no país, aumenta debate sobre sua segurança e como lidar com eles. A youtuber e apresentadora de TV britânica Emily Hartridge, que morreu aos 35 em um acidente de patinete elétrico, em imagem publicada em seu perfil no Instagram em 12 de julho de 2019, dia de sua morte Reprodução/Instagram/emilyhartridge A britânica Emily Hartridge, de 35 anos, conhecida por seus vídeos no YouTube e como apresentadora de TV, morreu em um acidente envolvendo um caminhão quando andava de patinete elétrico no dia 12 de julho em Londres. Acredita-se que ela teria sido a primeira vítima fatal de um acidente com patinete elétrico no Reino Unido. VÍDEO: 10 dicas par andar de patinete Sua morte teve grande repercussão no país, onde, a exemplo do que vêm ocorrendo em várias metrópoles brasileiras, os patinetes estão ficando cada vez mais populares - assim como as queixas e dúvidas sobre onde podem ser usados. Estima-se que mais de 100 cidades no mundo - como Paris, São Paulo, Copenhague, San Francisco - ofereçam serviço de aluguel de patinetes motorizados, similar ao de aluguel de bicicletas. Em Paris, por exemplo, há cerca de 20 mil patinetes elétricos e a cidade começou a aplicar multa de 135 euros (R$ 565) para quem os usa na calçada e de 35 euros (R$ 146) para quem os estaciona indevidamente. A prefeita parisiense, Anne Hidalgo, tuitou que as calçadas são apenas para pedestres. No Reino Unido, não há um serviço de aluguel de patinete elétrico, mas é possível comprá-los online ou em lojas. O preço varia bastante. Há modelos de 115 libras (R$ 535) a 1200 libras (R$ 5.500). É proibido, entretanto, pilotar patinetes motorizados nas ruas ou calçadas do Reino Unido. Mas isso não tem impedido o crescimento do meio de transporte nas ruas do país. Em abril, a Polícia Metropolitana de Londres anunciou que iria intensificar a repressão ao uso de patinetes motorizados para aumentar a segurança nas ruas. A morte da apresentadora criou um amplo debate sobre como lidar com o problema - mesmo porque poucos donos de patinetes ou moradores sabem que é proibido andar com eles pelas ruas. No Reino Unido, patinetes podem ser usados apenas em áreas particulares, com permissão do proprietário. A punição é uma multa de 300 libras (R$ 1.396). No Reino Unido, eles são classificados como Personal Light Electric Vehicles (Veículos Elétricos Pessoais Leves, em tradução livre) e, por isso, são tratados como veículos motorizados. Isso significa que estão, em tese, sujeitos a todos os requisitos impostos a veículos motorizados: impostos, licenciamento e vistoria, além da necessidade de ter luzes vermelhas traseiras visíveis, placa e capacidade de sinalização. Patinetes motorizados que não cumprem essas exigências não podem, em tese, circular nas ruas. Em 2000, uma corte britânica decidiu que um patinete elétrico da marca Go-Ped era um veículo motorizado, e o condutor foi condenado a multas por não ter seguro e não usar capacete. Já os patinetes normais (sem motor) não são permitidos em calçadas ou ciclovias, mas não há leis que impeçam que sejam usadas em estradas no Reino Unido. Patinetes elétricos são seguros? Alguns patinetes elétricos podem atingir até 48 km/h. A agência de notícias AP informa que, desde janeiro de 2018, pelo menos 11 pessoas morreram, no mundo, em acidentes envolvendo patinetes elétricos. Paris teve a primeira fatalidade no mês passado, quando um jovem foi atingido por um caminhão. A pressão por leis mais explícitas voltadas diretamente à regulação do uso do patinete elétrico segue o aumento da popularidade desse meio de transporte, que, segundo usuários, é um método prático e "verde" de se locomover pela cidade. Muito apontam para os perigos de dirigir um patinete elétrico nas ruas, por causa do trânsito e da proteção quase inexistente que o veículo oferece ao usuário - tem apenas um freio, por exemplo, o que limita a capacidade de parar, em especial, quando se está em alta velocidade. Olivia Rudgard, repórter de tecnologia em San Francisco, afirmou no programa Victoria Derbyshire da BBC que é divertido pilotar um patinete motorizado se a pessoa está num lugar seguro e não vai percorrer uma distância muito longa. "Mas se você está numa rua com trânsito pesado ou numa superfície irregular, pode ser perigoso", completa Itzik Ben Ahrol, diretor executivo da Scooting Limited. Ele acrescenta: "Patinetes elétricos precisam ser devidamente regulamentados e é preciso haver multas". O ministro dos Transportes, Michael Ellis, disse que o governo avalia se eles podem ser usados com segurança nas ruas, e como seria a melhor forma de regulamentar seu uso. Patinetes elétricos no Brasil No Brasil, cabem às cidades definir as regras de uso de patinetes motorizados - que costumam ser alugados por locadoras. Em maio de 2019, no primeiro dia de fiscalização das normas de uso de patinetes elétricos em São Paulo, foram apreendidos 557 veículos da companhia locadora Grow, dona das marcas Grin e Yellow. Foi proibido o uso dos patinetes elétricos nas calçadas ou em vias com velocidades máximas superiores a 40 km/h. A velocidade máxima permitida para os patinetes, seja em vias públicas ou em ciclovias, é de 20 km/h. Patinete elétrico na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, em São Paulo Marcelo Brandt/G1 Em São Paulo, usuários que circularem em locais indevidos ou acima da velocidade permitida estão sujeitos a multa de R$ 500. Se não usarem o capacete, o valor a ser pago é R$ 100. As punições são aplicadas às locadoras, que podem repassar os valores aos clientes. O Rio de Janeiro também regulamentou o uso dos patinetes motorizados em junho de 2019, quando publicou as novas regras no Diário Oficial do município. O uso foi permitido apenas em vias com velocidade máxima inferior a 40 km/h, vias fechadas ao lazer, ciclovias, ciclofaixas, parques e praças. Está proibido o uso em calçadas e de mais de uma pessoa por veiculo. Os condutores também não podem ultrapassar os 20 km/h. Além disso, o Rio de Janeiro exigiu que as empresas equipassem os patinetes com indicador de velocidade, buzina, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral. Outras capitais brasileiras discutem a regulamentação do uso desse tipo de veículo. Initial plugin text
Veja Mais

19/07 - Chevrolet Corvette Stingray ganha nova geração, de 495 cavalos, com motor central
Carro faz de 0 a 100 km/h em menos de 3 segundos, o que o torna o Corvette de entrada mais rápido da história. Modelo chega ao mercado americano no início de 2020. Chevrolet Corvette Stingray 2020 Chevrolet/Divulgação A Chevrolet revelou nos Estados Unidos a nova geração do Corvette Stingray. Pela primeira vez na história, o esportivo ganhou motor central, de 495 cavalos, que o torna o Corvette de entrada mais rápido da história: pode fazer de 0 a 100 km/h em menos de 3 segundos. O modelo passa a contra com novo posicionamento do motor, que antes ficava na dianteira, além de ganhar visual e chassis novos. Ele é impulsionado pelo 6.5 litros V8 LT2 aspirado, propulsor que pode despejar 64,95 kgfm de torque - quando equipado com o pacote Z51 Perfomance. Chevrolet Corvette Stingray 2020 Chevrolet/Divulgação O O V8 trabalha em conjunto com transmissão automatizada, de dupla embreagem, com 8 marchas. "O veículo tradicional com motor dianteiro atingiu seus limites de desempenho, exigindo nova configuração", afirmou Mark Reuss, presidente da GM. De acordo com a montadora, a mudança de local do motor proporciona uma melhor distribuição de peso para o esportivo, que tem 1.530 kg. Além disso, o posicionamento do motorista mais próximo ao eixo dianteiro melhora a pilotagem do carro, afirma Chevrolet. Interior do Chevrolet Corvette Stingray 2020 Chevrolet/Divulgação No interior, destaque para o novo cockpit na cor preta e detalhes de costura vermelho. No console central, os botões estão colocados de maneira longitudinal. O modelo chega às lojas americanas no início de 2020, ainda sem preço definido. Chevrolet Corvette Stingray Chevrolet/Divulgação Chevrolet Corvette Stingray 2020 Chevrolet/Divulgação
Veja Mais

19/07 - Mercedes-Benz Classe A Sedan chega ao Brasil a partir de R$ 139.900
Disponível em duas versões diferentes, modelo tem motor 1.3 turbo de 163 cavalos de potência. Mercedes-Benz Classe A Sedan Divulgação/Mercedes-Benz A Mercedes-Benz iniciou as vendas do inédito Classe A Sedan no Brasil. Apresentado por aqui durante o Salão do Automóvel de São Paulo de 2018, está disponível em duas versões diferentes com preços entre R$ 139.900 e R$ 169.900. Independentemente da versão, a configuração mecânica é sempre a mesma: motor 1.3 turbo de quatro cilindros a gasolina com 163 cavalos de potência e 25 kgfm de torque, e câmbio de 7 marchas. Com isso, o sedã promete ir de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos, enquanto a velocidade máxima é limitada eletronicamente em 230 km/h. Para economizar combustível, a motor desativa automaticamente 2 dos 4 cilindros em baixas rotações. Mercedes-Benz Classe A Sedan Divulgação/Mercedes-Benz As dimensões do Classe A são próximas às do "irmão" CLA: 4,5 metros de comprimento, 2 m de largura e 1,5 m de altura - contra 4,6 m, 1,8 m e 1,4 m, respectivamente. O porta-malas da novidade é menor. São 430 contra 470 litros. O preço inicial também é parecido. O CLA começa em R$ 142.900. Versões A configuração de entrada, A 200 Style (R$ 139.900), tem, além de equipamentos básicos, 7 airbags (dianteiros, laterais e de cortina, além do de joelhos para o motorista), central multimídia compatível com Android Auto e Apple CarPlay, câmera de ré e rodas de 18 polegadas. A 200 Style tem painel com acabamento que imita fibra de carbono e duas telas de 7 polegadas. Divulgação/Mercedes-Benz O quadro de instrumentos é digital, com uma tela de 7 polegadas - mesmo tamanho do visor da central multimídia. A versão A 200 Advance (R$ 169.900) adiciona ao pacote anterior comandos por voz que permitem acionar funções como ar-condicionado e abertura da persiana do teto solar, duas telas de 10,25 polegadas, acabamento com detalhes em alumínio, teto solar panorâmico e banco do motorista com ajustes elétricos. Versão A 200 Advance tem telas maiores e detalhes em alumínio. Divulgação/Mercedes-Benz
Veja Mais

19/07 - Ford vai demitir 750 trabalhadores até o final de julho em SP
Montadora anunciou em fevereiro passado o fechamento da unidade de São Bernardo do Campo. Parte de plano reestruturação global, medida também inclui saída do mercado de caminhões na América do Sul. Fábrica da Ford em São Bernardo Divulgação A Ford vai demitir cerca de 750 trabalhadores até o fim do mês em sua fábrica de São Bernardo do Campo, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Em fevereiro passado, a montadora anunciou o fechamento da unidade paulista e sua saída do mercado de caminhões da América do Sul. Aliança Volkswagen-Ford: o que se sabe até agora O sindicato também afirma que a produção de caminhões no local deve seguir até outubro. Cerca de 3 mil pessoas de diversos setores trabalham na fábrica. A Ford foi questionada sobre as declarações da entidade e disse, em um primeiro momento, que não iria se pronunciar sobre o tema. Na tarde de sexta-feira (19), porém, a montadora confirmou as demissões. De acordo com a montadora, com o fim da produção do Fiesta, foi "necessário adequar seu o quadro de funcionários e iniciar o processo de desligamento de 750 empregados ociosos". Após o anúncio do fechamento da fábrica, a Caoa confirmou "conversas" com a Ford para comprar a unidade, mas nada ainda foi concretizado. Entre os interessados estariam os chineses da Chery, marca da qual o grupo Caoa tem metade das operações no Brasil. 'Retorno da lucratividade' Quando revelou o plano de fechar a fábrica no ABC Paulista, a Ford disse que a decisão era "um importante marco no retorno à lucratividade sustentável de suas operações na América do Sul". O único carro que era produzido na fábrica, o Fiesta, já saiu de linha no Brasil, deixando apenas veículos pesados ainda em produção. Sua retirada do mercado de caminhões na América do Sul faz parte de uma reestruturação global da empresa. Em maio, a montadora anunciou corte de 7 mil empregos em todo o mundo para economizar US$ 600 milhões por ano. Em mais uma iniciativa, Ford e Volkswagen anunciaram uma aliança global com o objetivo de ganhar competitividade. No Brasil, outra movimentação aconteceu em Taubaté (SP), onde a empresa produz motores e transmissões, com 120 trabalhadores aderindo a um plano de demissão voluntária. Veja íntegra do comunicado da Ford sobre as demissões: "A Ford informa que, com o fim da produção do Fiesta em 13 de junho, foi necessário adequar seu o quadro de funcionários e iniciar o processo de desligamento de 750 empregados ociosos. A iniciativa é parte do processo de encerramento das operações de manufatura na fábrica de São Bernardo do Campo (SP) como consequência da estratégia global de deixar de atuar no segmento de caminhões na América do Sul."
Veja Mais

18/07 - Honda revela scooter 'aventureiro' de baixa cilindrada
ADV 150 foi lançado na Indonésia como uma variante do PCX 150 mais preparada para terrenos ruins. Inspiração veio do X-ADV, que tem motor de maior cilindrada. Honda ADV 150 Honda/Divulgação A Honda revelou na Indonésia o inédito ADV 150, seu primeiro scooter aventureiro de baixa cilindrada. O modelo tem características similares ao X-ADV, que tem motor de 748 cc, mas foi desenvolvido para atuar no segmento de entrada. Motos 2019: veja 25 modelos esperados O objetivo foi criar um modelo urbano com capacidade para enfrentar terrenos em pior estado. Seria uma boa opção para o Brasil, como uma variante mais robusta e de suspensões mais altas do PCX 150 para encarar pisos ruins das cidades brasileiras. Honda ADV 150 Honda/Divulgação Inclusive, o ADV 150 tem conjunto mecânico parecido com o do PCX. Ele é impulsionado por motor de 150 cc que pode fazer consumo de 46,6 km/l. No caso do ADV 150, o monocilíndrico rende 14,5 cavalos de potência. De acordo com a montadora, a autonomia máxima é de 373 quilômetros partindo com o tanque completo. Na Indonésia, o modelo será oferecido com freios combinados ou ABS, além do sistema 'start-stop'. Honda ADV 150 Honda/Divulgação O modelo conta com rodas de 14 polegadas (dianteira) e 13 polegadas (traseira), ambas com pneus de uso misto, ou seja, dá até para encarar um pouco de terra com o ADV 150. Honda ADV 150 Honda/Divulgação
Veja Mais

18/07 - Elétrico Nissan Leaf é lançado no Brasil por R$ 195 mil
Valor é R$ 16,5 mil mais caro que o da pré-venda. Modelo foi apresentado no Salão do Automóvel de 2018 e teve 20 unidades vendidas até julho. Nissan Leaf André Paixão/G1 A Nissan lançou nesta quinta-feira (18) seu primeiro carro elétrico no país, o Leaf, por R$ 195 mil. O modelo foi apresentado no Salão do Automóvel, em novembro passado, e teve a pré-venda aberta na ocasião, por R$ 178,4 mil. Com a alteração de valor, o modelo ficou 16,5 mil mais caro que o valor inicial. De acordo com a montadora, o preço maior se deve ao "wallbox", que é um carregador de parede para recarga rápida em rede doméstica, além da variação cambial. As unidades de pré-venda também contavam com o acessório, porém, era um brinde dado pela montadora. "Foi uma forma de presentear quem acreditou no produto", disse Marco Silva, presidente da Nissan. Nissan Leaf traz de série o "wallbox", sistema que permite o recarregamento rápido em casa Nissan/Divulgação 20 unidades vendidas Agora, o carro finalmente chega às lojas e começa a ser entregue aos clientes que encomendaram o modelo. Até o meio de maio, 16 pessoas haviam adquirido um Leaf - o número aumentou para 20 desde então. O modelo vendido no Brasil é importado do Reino Unido. Ele traz motor de 149 cavalos e 32,6 kgfm de torque. Segundo números de fábrica, acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos. A autonomia, de acordo com o padrão europeu, é de 389 km, enquanto no ciclo americano é de 241 km. Nissan Leaf no Salão do Automóvel de São Paulo Fabio Tito/G1 A versão vendida no país traz com controle de velocidade adaptativo, frenagem automática de emergência, correção de saída de faixa e câmeras de 360 graus. Sobre o "wallbox" incluso no pacote, a montadora envia técnico para a casa do comprador para verificar a possibilidade de instalação. O Leaf chega com as cores branco, branco com teto preto, prata e preto. No total, 7 lojas disponibilizarão o carro: em São Paulo, Rio, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis. Elétricos são minoria O Leaf é um dos 5 carros elétricos à venda no Brasil. Além dele, a Renault oferece desde fevereiro o Zoe. Jac iEV40 e Chevrolet Bolt estão em pré-venda, com entregas programadas para começarem em setembro e outubro, respectivamente. No segmento de luxo, a Jaguar tem o I-Pace. Entre as motos, a Harley-Davidson planeja lançar no Brasil a LiveWire em 2020, que é sua primeira moto elétrica. Interior do Nissan Leaf André Paixão/G1 Apesar da "fartura" de modelos, o mais barato custa R$ 140 mil. Nissan Leaf 2020 Nissan/Divulgação As vendas também são uma minoria, comparada aos veículos a combustão. Em novembro do ano passado, havia 300 veículos elétricos rodando no Brasil. A maior parte, no entanto, estava nas mãos de empresas. Nissan Leaf 2020 Nissan/Divulgação
Veja Mais

18/07 - Carlos Ghosn vai à Justiça contra Nissan e Mitsubishi
Executivo, que está preso por suspeita de fraude financeira, pede indenização milionária por violação de contrato. Carlos Ghosn, ex-presidente da aliança Nissan-Renault-Mitsubishi, está preso no Japão Reuters O ex-presidente da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, Carlos Ghosn, entrou com uma ação contra as montadoras japonesas do grupo perante a Justiça da Holanda, segundo um porta-voz do brasileiro. Preso no Japão sob suspeita de fraude financeira quando estava à frente dessas montadoras, Ghosn acusa a Nissan e a Mitsubishi de violação abusiva de seu contrato. Prisão de Ghosn: o que se sabe até agora A ação foi aberta na Holanda porque o país é sede da NMBV, empresa subsidiária que foi aberta em 2017 para explorar as sinergias entre as duas montadoras e que foi dissolvida em março último. Ghosn pede uma indenização de 15 milhões de euros (US$ 16,8 milhões). Em janeiro, a Nissan e a Mitsubishi disseram que Ghosn recebeu, como administrador da NMBV, "uma remuneração total de 7.822.206,12 euros". Segundo a Nissan, que quer recuperar o montante indevidamente recebido, Ghosn fez um contrato por conta própria em 2018, "sem discutir com os outros membros do conselho de administração da NMBV", no caso os presidentes da Nissan, Hiroto Saikawa, e da Mitsubishi Motors, Osamu Masuko. Initial plugin text
Veja Mais

18/07 - Fiat 147 da década de 1990 está entre os veículos mais antigos no pátio do Detran-CE
A permanência prolongada de veículos no depósito deve-se, na maioria das vezes, a restrições judiciais. Ao todo, os pátios do Detran no Ceará reúnem 20.809 peças, entre veículos e sucatas. Pátio do Detran acumula carros da década de 1990 Carlos Marlon/TV Verdes Mares Entre veículos e sucatas, os pátios do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) no Ceará reúnem um total de 20.809 peças, resultado de penalidades de infrações que incluem a remoção do veículo. Os bens mais antigos armazenados no depósito não foram recuperados por seus proprietários, nem leiloados porque apresentam alguma restrição judicial. É o caso de um Fiat 147, apreendido na década de 1990. Em tais circunstâncias ? quando o veículo está participando de um inventário, por exemplo ? o bem só é liberado para leilão quando o Detran é notificado judicialmente. Uma vez que o veículo seja removido e encaminhado para o pátio do Detran-CE, ele se torna apto para leilão a partir de 60 dias de permanência no local. Passado este prazo, uma notificação é gerada e encaminhada ao proprietário, que passa a ter 20 dias para buscar o veículo. Após o prazo de 80 dias, é iniciado o procedimento de leilão. Contudo, segundo a gerente do Núcleo de Leilões do Detran-CE, Mari Guerreiro, nem todos os veículos são encaminhados de imediato para o evento. ?Depende do pátio e da vistoria realizada. O automóvel é analisado antes. É preciso verificar as peças?, esclarece. Ela destaca que o proprietário ainda pode retirar o veículo até 72h antes do primeiro dia de leilão. Média Pátio do Detran em Fortaleza acumula mais de 20 mil peças Carlos Marlon/TV Verdes Mares Ao longo de 2018, 8.369 veículos foram removidos para o pátio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-CE) em Fortaleza, situado na Avenida Juscelino Kubitschek. A quantidade se traduz em uma média de 697 entradas por mês. No Ceará, o motivo mais frequente pelos quais motocicletas, carros e outros automóveis são removidos deve-se à falta de registro e devido licenciamento, de acordo com o coordenador de operações de fiscalização do Detran-CE, Ribamar Diniz. ?Todo veículo tem um mês específico no ano para fazer o licenciamento. O mês é determinado de acordo com o final da placa, e o licenciamento, deve ser feito para ele estar em situação de regularidade. Se não estiver regular e for abordado em blitz, o veículo é removido?, explica. O coordenador observa que, ao longo dos anos, a incidência de casos onde a remoção é necessária diminuiu consideravelmente. ?Os proprietários passaram a fazer um acompanhamento melhor do calendário de licenciamento, ficaram atentos?. A atitude mais frequente por parte dos proprietários, segundo Diniz, é de buscar a liberação do automóvel logo no dia seguinte à remoção. A ?demora? dos condutores é mais comum quando há um acúmulo de multas a serem pagas. ?A orientação que a gente sempre dá é que as pessoas fiquem atentas ao período de licenciamento e procurem pagar no prazo, a fim de não passar por esse constrangimento?, destaca Ribamar Diniz. Taxas Caso decida recuperar o bem removido, o proprietário deve se dirigir ao pátio do Detran para onde o veículo foi levado. Lá, o condutor deve solicitar a emissão das taxas a serem pagas para regularizar o veículo. Caso haja multas vencidas, os valores de cada uma serão cobrados no boleto do licenciamento. Se o condutor tiver adquirido o veículo de um vendedor sem realizar a transferência de titularidade, ele deverá, após pagar as multas, dirigir-se à sede do Detran-CE na Maraponga e solicitar o procedimento de transferência, no setor de registro. O proprietário deverá arcar, ainda, com os custos de reboque e diária do pátio. Uma vez que os pagamentos sejam efetuados, o veículo é liberado. ?A contagem de diárias é até a saída do veículo do pátio. Enquanto o veículo permanecer no pátio, é contada a diária, que só pode ser cobrado 180 dias. Ele pode passar um, dois, três ou mais anos, mas só podem ser cobrados 180 dias?, esclarece Mari Guerreiro, gerente do Núcleo de Leilões do Detran-CE.
Veja Mais

18/07 - Duas empresas de entregas por aplicativo anunciam fim de bônus por número de viagens a motoboys em SP
Segundo a iFood e a Loggi, objetivo é aumentar a segurança dos profissionais. Motoboys não vão mais ganhar por número de entregas rápidas em SP Depois de seis meses de negociações com a Prefeitura, as empresas iFood e Loggi se comprometeram a acabar com o bônus por maior número de entregas a motoboys. Segundo as companhias, a medida tem como objetivo aumentar a segurança dos profissionais. A reunião, que contou com a participação do prefeito Bruno Covas (PSDB), também foi acordado que os colaboradores das empresas receberão um treinamento, a ser ministrado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), visando aumentar a segurança no trânsito. Motoboys querem entender seu papel na relação de trabalho com os aplicativos, se atuam como autônomos ou como funcionários Celso Tavares/G1 ?O nosso foco aqui, a nossa prioridade, é a vida. É um problema complexo e multifatorial. E só com gestão a gente vai resolver paulatinamente essas questões?, afirma Vitor Magnani, public affairs do Ifoods. Vanessa Morales, diretora jurídica da Loggi, disse que a empresa nunca incentivou bonificações. ?A Loggi sempre se preocupou com a questão de segurança e nunca participou de promoções que pudessem levar a comportamentos inadequados?, disse. Segundo previsão das empresas, cerca de 60 mil motociclistas serão impactados pelas novas medidas, que passam a valer imediatamente. A Rappi disse que não aderiu ao documento proposto pela Prefeitura por não concordar com o formato proposto, mas continua aberta a discutir iniciativas que aprimorem os modelos de atuação visando aumentar a segurança. A Uber Eats disse que contesta a correlação do aumento dos acidentes com os motociclistas dos aplicativos de entrega, e que segue investindo constantemente em novas tecnologias em benefício de seus usuários, motoristas e entregadores parceiros. Limbo jurídico Como o G1 mostrou no mês passado, os motoboys que trabalham com aplicativos de entrega se veem em um limbo jurídico e se dividem sobre o tipo de regulamentação que as plataformas devem seguir para garantir uma boa relação de trabalho. A indefinição do seu papel nessa relação de trabalho começou a incomodar quando perceberam que não tinham um mínimo suporte para imprevistos. Em caso de acidente, por exemplo, eles não recebem auxílio pelo seguro do INSS, já que não são autônomos nem empregados. O Ministério Público do Trabalho em São Paulo (MPT-SP) ajuizou duas ações civis públicas contra empresas de aplicativo de entrega por entender que elas atuam na ilegalidade ao se omitir sobre o vínculo de trabalho com os motoboys. Os porta-vozes das plataformas argumentam que a proposta é justamente ?reinventar a logística? e acabar com a burocracia, daí a falta de vínculo.
Veja Mais

18/07 - 40 anos do carro a álcool: G1 andou no Fiat 147 'cachacinha'
Apelido foi dado pelo cheiro de bebida que saía do escapamento. Combustível derivado da cana-de-açúcar foi solução brasileira para crise do petróleo nos anos 1970. G1 anda no 'quarentão' Fiat 147, primeiro carro a álcool do Brasil Julho de 1979, Belo Horizonte: o Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, estava prestes a ver algo inédito. Não foi nenhuma partida memorável de Atlético X Cruzeiro. Muito menos uma exibição da seleção. A história, na verdade, aconteceu no estacionamento. Ali, dezenas de jornalistas viram primeiro carro movido a álcool no mundo. Era o lançamento do Fiat 147 preparado para ser abastecido com o combustível derivado da cana. Quarenta anos depois, o G1 voltou ao ponto de partida desta história: a fábrica da Fiat em Betim, para dirigir um exemplar do primeiro lote de 147 a álcool. Tem uma boa história com algum carro? Mande seu relato, fotos e vídeos Volkswagen encerra produção mundial do Fusca; veja como foi a despedida Lançamento do Fiat 147 para a imprensa foi no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte Acervo/Fiat O álcool (na época não se usava o termo etanol) foi a solução brasileira para driblar a crise do petróleo do início dos anos 1970. Mas o primeiro carro a álcool do país só viria 4 anos depois, em 1979 (veja a linha do tempo ao final da reportagem). Fiat 147 1979, que hoje pertence ao Ministério da Fazenda Divulgação Conheça o 'cachacinha' A unidade histórica, com placas FO-0292, de Brasília, é preta com uma faixa branca na lateral. A sigla MF pintada nas portas identifica o carro como patrimônio do Ministério da Fazenda (hoje Ministério da Economia), onde serviu por quase 35 anos, encarregado de transportar documentos na capital do país. O veículo, cujo velocímetro aponta pouco mais de 81 mil km ? originais, é preciso ressaltar -, ainda pertence ao governo federal. Depois da aposentadoria, foram 5 anos de abandono até a Fiat localizá-lo e e firmar um acordo para cuidar do veículo ? que não pode ser vendido, como diz a placa de ferro fixada no painel do 147. Plaqueta no interior do Fiat 147 o identifica como carro do governo Divulgação Hoje, ele ?mora? em Betim, junto com outro exemplar do compacto, também de 1979, mas com motor a gasolina, devidamente restaurado pela Fiat. A comparação entre os dois é inevitável: para desenvolver o motor a álcool, a fabricante italiana deixou de lado o propulsor Fiasa de 1.050 cm³ e optou pelo 1.3. Dele, são extraídos 62 cavalos e 11,5 kgfm, cerca de 10 cv a mais do que no exemplar a gasolina (hoje, um carro 1.3 pode entregar mais de 100 cv). Dirigindo os dois modelos, é possível notar que o 1.3 confere maior agilidade ao 147. Longe de ser um velocista, sua aceleração de 0 a 100 km/h certamente é feita acima dos 15 segundos. Ficha técnica do Fiat 147 a álcool Divulgação Arranha, mas vai Mas não é preciso ter pressa. É hora de aproveitar o passeio pela pista de testes. A "viagem" no tempo começa antes de dar a partida, ao colocar o cinto ? subabdominal ? e ajeitar o único espelho externo, do lado esquerdo. Interior do Fiat 147 é simples e traz apenas o essencial Divulgação O câmbio de 4 marchas não tem engates precisos ? é difícil engatar a primeira sem ?arranhar?. A direção, sem qualquer assistência, pode ser considerada leve, enquanto o volante de diâmetro generoso exige boa amplitude no movimento dos braços. Mesmo sem qualquer assistência, a direção do 147 é leve Divulgação É difícil acreditar, mas o espaço interno agrada. O pequeno carro de 3,62 metros de comprimento tem apenas 2,22 m de entre-eixos e 1,54 m de largura. Ainda assim, os dois passageiros dos bancos dianteiros viajam com conforto. No fim da reta, o velocímetro aponta cerca de 75 km/h. Hora de entrar na curva parabólica com ângulo acentuado. O 147 se mostra bem disposto, mas é prudente respeitar os 40 anos que ele carrega. Principalmente na hora de frear. Visita ao modelo foi feita em uma das pistas de teste da Fiat em Betim, MG Divulgação Ainda que possua arquitetura parecida com a dos populares modernos (discos na frente e tambor atrás), não há assistência na frenagem. Por isso, é preciso pressionar o pedal com força para obter o resultado desejado. Ao final do passeio, é impossível não perceber o forte cheiro de álcool que invade a cabine. Esta é uma das origens do famoso apelido do 147 a álcool: Cachacinha. Ascensão e declínio do álcool Voltando novamente algumas décadas no tempo, os primeiros clientes do 147 a álcool foram empresas e órgãos governamentais - assim como aconteceu com os carros elétricos. Isso porque era difícil encontrar um posto de combustível que tivesse álcool nas bombas. Em 1979, apenas 16 estabelecimentos podiam abastecer a pequena frota. Em 1979, menos de 20 postos de combustível tinham álcool nas bombas Acervo/Fiat Conforme as fabricantes iam aumentando a oferta de carros a álcool, o número de postos subia. Em 1985, mais de 95% dos veículos novos eram movidos com o combustível vegetal. Só que a situação se inverteu nos anos seguintes. Com a estabilização do preço da gasolina, as dificuldades financeiras das usinas e quebras de safra da cana, o álcool ficou bem menos atrativo. Ao longo dos anos 90, carros novos a álcool eram raridade. E quem tinha modelos usados buscava converter o motor para poder abastecer com gasolina. Primeiro modelo com motor bicombustível, um VW Gol 1.6, surgiu em 2003 Divulgação Uma nova reviravolta foi vista no começo dos anos 2000. Na época, se iniciou uma nova corrida para desenvolver motores que pudesse beber álcool e gasolina, os chamados flex. A ganhadora, dessa vez, foi a Volkswagen, com o Gol 1.6 Total Flex de 2003. Novamente o álcool ficou ?pop?, com direito a carros de luxo podendo receber o combustível mais brasileiro que há. E o futuro? O etanol ainda é menos vantajoso do que a gasolina na maior parte dos estados brasileiros. Porém, o combustível é um trunfo na questão ambiental. Considerando todo o processo de produção do combustível, até a emissão de poluentes dos veículos, ele é bem mais eficiente do que gasolina e diesel. Ele também é visto como uma solução brasileira aos veículos elétricos. Toyota anunciou versão híbrida do Corolla com motor elétrico e flex Guilherme Fontana/G1 Até por isso, sua terceira fase evolutiva está batendo na porta. Nos próximos meses, a Toyota lançará o primeiro híbrido que pode ser abastecido com etanol no mundo: a próxima geração do Corolla. Com ele, a marca promete entregar o híbrido mais limpo do mundo. Em paralelo, a Nissan trabalha em parceria com a Unicamp, de Campinas (SP) no uso do etanol para carregar baterias de veículos elétricos. A própria Fiat também aposta no etanol para o futuro. A marca está desenvolvendo um motor turbo de injeção direta que poderá ser abastecido apenas com etanol. O objetivo é igualar a eficiência térmica da gasolina. Seu lançamento está previsto para 2022. E o "Cachacinha", do alto de seus 40 anos, se mostra mais atual do que nunca. Linha do tempo do carro a álcool no Brasil Fotos: divulgação. Arte: Wagner Magalhães/G1 Fiat 147 foi o primeiro carro a álcool do mundo Divulgação Unidade pertencente ao Ministério da Fazenda não pode ser vendida Divulgação Esta é a primeira unidade fabricada do Fiat 147 a álcool Divulgação/Leo Lara
Veja Mais

17/07 - Fiat inaugura laboratório para testes de colisão de veículos na montadora em Betim, na Grande BH
No local, Fiat poderá fazer crash test dos veículos para avaliar segurança. Investimento foi de R$ 40 milhões. Caminhonete Fiat Toro foi usada no teste de inauguração do Safety Center da montadora em Betim Alex Araújo/G1 A Fiat Automóveis inaugurou nesta quarta-feira (17) o "Safety Center FCA Latam" em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O investimento para construção do laboratório foi de R$ 40 milhões e mais de 50 engenheiros estiveram envolvidos no projeto. "O Safety Center vem coroar, vem fechar o ciclo que começou em 2003", disse o diretor de Desenvolvimento de Produto da FCA Latam, Márcio Tonani. O local vai permitir que a Fiat faça testes de segurança em seus veículos na montadora em Betim. Outras montadoras também vão poder usar o espaço, mas nenhuma ainda demonstrou interesse. Este é o primeiro local para crash test (teste de impacto) do grupo Fiat inaugurado no Brasil. A área total do safety center é de 7,6 mil metros quadrados e a estrutura suporta veículos de até quatro toneladas, a 100 km/h. As instalações contam com uma sala de controle, sala de observação, área de impacto, oficina/escritório. Veja crash test da Fiat Toro Veja crash test da Fiat Toro na fábrica O primeiro crash test feito na inauguração foi com uma picape Fiat Toro que percorreu aproximadamente 130 metros em uma velocidade de 48,3 km/h e bateu em um bloco de concreto de 140 toneladas. Os danos causados no carro foram: para-choque quebrado, para-brisa trincado e capô amassado. As portas não ficaram danificadas e os dois air bags, tanto do passageiro e quanto do motorista, foram acionados. O gerente de Conceito de Engenharia da FCA Latam, Silvio Piancastelli, é enfático com relação ao crash test. "Nós já sabemos qual a resposta feita pelo crash test. A gente faz validação do produto para o processo definitivo". Antes de os carros passarem pelo crash test são realizados quase 800 testes virtuais. Já o teste físico custa entre R$ 200 mil e R$ 500 mil. De acordo com Piancastelli, esse valor varia de acordo com o preço do veículo e se ele é derivado ou não. A classificação dos níveis de segurança não é feita no local. Segundo a montadora, esta nota é dada por entidades responsáveis. A Fiat afirma que projeta os veículos para terem classificação máxima de segurança. Com relação ao Cronos e ao Argo terem ganhado nota 3, de 5, no teste da Latin NCap, entidade independente que avalia a segurança dos veículos. Tonani disse que as partes estrutural e do conteúdo dos carros foram desenvolvidas para ter o nível máximo de segurança. Antes do safety center no Brasil, a Fiat testava os veículos em Turim, na Itália, e em Detroit, nos EUA. As obras do Safety Center começaram em maio de 2018 e foram finalizadas em maio deste ano. Fiat inaugura safety center para fazer crash test em veículos na fábrica de Betim na Região Metropolitana de Belo Horizonte Alex Araújo/G1 Minas
Veja Mais

17/07 - Ford cria primeiro emoji de picape e mostra 'produção' do modelo
Modelo precisa ser aprovado pelo Unicode Consortium no início do ano que vem. Emoji de picape criado pela Ford Divulgação A Ford anunciou que vai lançar uma nova picape. Mas não trata-se de um veículo convencional, que poderá ser encontrado em concessionárias. Caso seja aprovada, ela estará disponível nos celulares espalhados pelo mundo. Sim, o novo modelo é, na verdade, um emoji, o primeiro já feito com a silhueta de uma picape. A iniciativa é uma homenagem ao dia mundial do emoji, comemorado nesta quarta-feira (17). Atualmente, há emojis de carros, caminhões, ônibus, aviões e até naves espaciais, mas nenhuma picape. Emoji de picape da Ford Divulgação A Ford diz que pediu no ano passado para o Unicode Consortium (o grupo de empresas que estabelece uma padronização para caracteres, símbolos, números e emojis) incluir a picape na lista de figuras. Agora, apresentou a versão definitiva para aprovação. A decisão sai no começo do ano que vem. A Ford divulgou um vídeo em que mostra o processo de criação da picape emoji, como se fosse um veículo real. Isso inclui o desenvolvimento desde as pranchetas de projetistas, passando pela construção de protótipos em argila e testes na rua com modelos disfarçados. No filme, ainda é possível ver o presidente da empresa, Joe Hinrichs, apresentando oficialmente o "novo produto" da Ford.
Veja Mais

17/07 - Mitsubishi convoca recall para ASX, Outlander e Lancer; motor pode desligar sozinho
Quebra do suporte do tensionador da correia do alternador pode descarregar a bateria. Mitsubishi Outlander 2008 Claudio Larangeira/Divulgação A Mitsubishi anunciou nesta quarta-feira (17) um recall envolvendo 19.055 unidades de Lancer, ASX e Outlander por possível desligamento involuntário do motor. O problema está no tensionador da correia do alternador dos veículos. De acordo com a marca, há a possibilidade de quebra do suporte do tensionador. Com isso, a correia pode se soltar e causar o descarregamento da bateria - com consequente desligamento do motor. Os proprietários devem contatar a rede de concessionárias da Mitsubishi para o agendamento do serviço, que é gratuito e dura aproximadamente 2 horas. Veja detalhes dos modelos: Recall - Mitsubishi Initial plugin text
Veja Mais

17/07 - Google Maps lança serviço com informações em tempo real de bicicletas compartilhadas
Monitoramento está disponível em 24 cidades em todo o mundo, entre elas São Paulo e Rio de Janeiro. Usuário pode localizar as estações de bicicletas e identificar quantas estão disponíveis. Bicicletas compartilhadas em São Paulo Marcelo Brandt/G1 O Google Maps começa a oferecer nesta quarta-feira (17) informações em tempo real do compartilhamento de bicicletas em 24 cidades de todo o mundo, entre elas São Paulo e Rio de Janeiro. VÍDEO: 10 dicas para andar de bicicleta Com o sistema, o usuário pode localizar as estações de bicicletas e identificar quantas estão disponíveis próximo a ele. Também é possível descobrir se há um espaço vazio em uma estação perto do destino onde a bicicleta será deixada, informa o Google. As cidades que contam com o serviço são: Barcelona, Berlim, Bruxelas, Budapeste, Chicago, Dublin, Hamburgo, Helsinque, Kaohsiung, Londres, Los Angeles, Lyon, Madri, Cidade do México, Montreal, Nova cidade de Taipei, Nova York, Rio de Janeiro, área da Baía de São Francisco, São Paulo, Toronto, Viena, Varsóvia e Zurique. Google Maps permite saber quantas bicicletas estão em estações próximas Reprodução/Google Maps
Veja Mais

17/07 - Lotus Evija, hiperesportivo elétrico de 2.000 cavalos, é o carro de rua mais potente do mundo
Modelo, que também tem a recarga mais rápida do mundo, será limitado a apenas 130 unidades e custará R$ 8 milhões. Lotus Evija: 2.000 cavalos e 173 kgfm. Divulgação/Lotus A Lotus entrou com tudo na onda da eletrificação com o Evija (pronuncia-se "Eviya"), hiperesportivo elétrico que chega em 2020 como o carro de rua mais potente do mundo: são 2.000 cavalos de potência. Sua produção será limitada a 130 unidades. O preço de cada uma? 1,7 milhão de libras (ou R$ 8 milhões em conversão direta). O modelo é feito sobre um chassi monocoque de fibra de carbono construído de forma idêntica a um carro da Fórmula 1, e tem peso total de 1.680 kg. As rodas são de 20 polegadas na dianteira e 21 na traseira. Evija tem traseira com visual conceitual; lanternas ficam ao redor dos vãos que surgem nas laterais. Divulgação/Lotus O Evija também tem diversos recursos que contribuem para uma aerodinâmica "excepcional", segundo a Lotus, como a altura em relação ao solo de apenas 10,5 centímetros. Na dianteira, as aberturas resfriam a bateria e o eixo dianteiro. Nas laterais, há uma grande cavidade para redirecionarem o ar. Na traseira, também há aberturas que otimizam o fluxo de ar. Há ainda aerofólio ativo (que se ergue sozinho para manter o hipercarro ainda mais "grudado" ao chão) e retrovisores substituídos por câmeras, que ficam camufladas na carroceria. Retrovisores dão lugar a câmeras, que ficam camufladas e saem da carroceria. Divulgação/Lotus Combinado com a estrutura tecnológica está a entrega de 2.000 cavalos de potência e 173 kgfm de torque. A força vem de uma bateria de íons de lítio de 2.000 kW, montada em posição central logo atrás dos bancos. De acordo com a marca, o Evija vai de 0 a 100 km/h em menos de 3 segundos e pode ultrapassar os 320 km/h. Para ir de 0 a 300 km/h, ele precisa de aproximadamente 9 segundos. Tudo isso, porém, é feito com um ruído virtual emitido por um alto-falante instalado na dianteira do modelo, já que elétricos não fazem barulho naturalmente. Lotus Evija Divulgação/Lotus Vida de elétrico Não tem como falar de um veículo elétrico, mesmo que ele seja um Lotus Evija, sem falar de autonomia e recarga. De acordo com a marca, o modelo tem autonomia máxima de 434 km, segundo o ciclo europeu NEDC. É possível realizar a recarga em uma potência de até 800 kW mas, no modo mais "tradicional", de 350 kW, é possível completar 80% da bateria em 12 minutos 100% em 18 minutos. Por isso, além de ser o carro mais potente do mundo, o Evija também tem o sistema de recarga mais rápido do mundo. Câmera instalada próxima ao teto substitui retrovisor. Divulgação/Lotus Mais caro do mundo Apesar de o Lotus Evija ser o mais potente, não pertence a ele o título de carro mais caro do mundo. O Bugatti La Voiture Noire, dono do posto, teve apenas uma unidade produzida - vendida por aproximadamente R$ 47 milhões. Na mecânica, o hipercarro utiliza o motor W16 8.0 com 1.500 cavalos de potência e 163,2 kgfm de torque. Ele remete ao Type 57 SC Atlantic de 1936, clássico concebido por Jean Bugatti, filho de Ettore Bugatti, criador da marca.
Veja Mais

17/07 - Venda de veículos financiados sobe 9% no 1º semestre
Caminhões e motos tiveram mais crescimento. Entre carros, os mais financiados foram usados com 4 a 8 anos. Venda de veículos financiados cresce no 1º semestre deste ano As vendas de veículos financiados tiveram alta de 9% no 1º semestre, na comparação com o mesmo período do ano passado, somando 2,87 milhões de novos e usados. As informações são da B3, que opera a base integrada de dados que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos oferecidos como garantia em operações de crédito. Os usados responderam por 63% das vendas: 1,81 milhão de unidades, um crescimento de 8,7% sobre janeiro a junho de 2018. Na mesma comparação, as vendas de carros, motos e caminhões zero quilômetro subiram 9,7%, totalizando 1 milhão de unidades. Por segmento Entre os carros, houve alta de 5,3% no financiamento de zero quilômetro (635,3 mil) e 8,2% no de usados (1,6 milhão), também em relação ao 1º semestre de 2018. A maior parte dos financiados (875 mil) foi de usados com 4 a 8 anos. Eles também responderam pela maioria das vendas em geral no 1º semestre, de acordo com a Fenauto. Em seguida, vieram os zero quilômetro (635 mil), depois os usados com 9 a 15 anos (357 mil) e os seminovos (316 mil). O segmento de caminhões foi o de maior destaque, com altas de 40% nos financiamentos de novos (59,4 mil) e 12% nos usados (69,4 mil). Os financiamentos de motos também tiveram dois dígitos de crescimento nas vendas a crédito: 14% para as novas (363,7 mil) e 20% para usadas (R$ 83,3 mil). Financiamento de veículos cresceu no 1º semestre de 2019 Fábio Tito/G1
Veja Mais

17/07 - Proibidos em SP, mototaxistas de app colombiano podem ser multados
'Picap' chegou há menos de um mês na capital paulista, onde lei municipal proíbe utilização de motocicletas para transporte de passageiros. Na Colômbia, 'Uber das motocicletas' também gera polêmica. Foto de arquivo mostra mototáxi na cidade de São Paulo, em 2009, ano em que lei municipal proibiu o serviço Nilton Fukuda/Agência Estado/Arquivo A Prefeitura de São Paulo classificou como ?clandestina? a atuação do aplicativo colombiano de mototáxi, que desembarcou neste mês na capital paulista. A Secretaria de Mobilidade e Transportes informou que pode multar os pilotos que forem flagrados prestando o serviço. O ?Picap ? motos particulares? nasceu na Colômbia em 2016 e ficou conhecido por lá como "o Uber das motocicletas", já que oferece o serviço remunerado de carona na garupa de motos, com preços mais acessíveis do que os oferecidos pelos aplicativos de carros. O aplicativo está disponível em diversas cidades do país, onde dezenas de milhares de condutores são cadastrados. Na Colômbia, a atuação do aplicativo causa polêmica sobre sua legalidade. A empresa, porém, argumenta que apenas formalizou um serviço prestado há muito tempo de maneira informal no país. O serviço chegou a cidade de São Paulo, disponível para download no Google Play e na Apple Store, e, em menos de 20 dias de operação, também preocupa o governo local, já que a lei municipal 16.901/2018 proíbe a utilização de motocicletas para o transporte de passageiros. Nesta terça-feira (16), a Prefeitura, por meio da Secretaria de Mobilidade e Transportes, disse que, por conta desta lei, o serviço oferecido pela Picap é clandestino, independentemente se prestado diretamente ou por meio de aplicativo, e pede que a população denuncie os pilotos que prestarem o serviço. "Denúncias sobre o transporte irregular de passageiros podem ser realizadas pelo telefone 156 ou pelo portal sp156.prefeitura.sp.gov.br. É necessário informar o número da placa do veículo, o local e o horário da infração", disse a pasta, acrescentando que "pode impor ao mototaxista infrator a multa de R$1.000 e, em caso de reincidência, a apreensão da motocicleta", disse a Prefeitura. A startup responsável pelo aplicativo, porém, diz entender que a legislação brasileira responsável pelo serviço de transporte individual privado de passageiro é a Lei Federal Nº 12.009, de 29 de julho de 2009, que "regulamenta o exercício das atividades dos profissionais em transportes de passageiros, 'mototaxista', em entrega de mercadorias e em serviço comunitário de rua, e 'motoboy', com o uso de motocicleta". Em nota, a Picap diz que se baseia em decisões judiciais que definem que "um decreto municipal não pode contrariar uma lei federal, não cabendo aos municípios, dessa forma, proibir o serviço, mas somente definir as regras para a sua execução" (leia a íntegra do posicionamento da empresa abaixo). Como funciona A Picap divulgou que também está em fase de testes nas cidades do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife, mas não declarou à Receita Federal um endereço no Brasil e cadastrou um imóvel que fica em Dover, capital do estado norte-americano do Delaware. A plataforma não tem outros recursos além de oferecer os campos de localização atual e destino, que devem ser preenchidos pelo usuário, sem auxílio do GPS. O pagamento deve ser feito em dinheiro. Para se tornar um piloto da Picap, a equipe de suporte explica que é ?bem simples?, bastando baixar o aplicativo, se cadastrar com Facebook ou e-mail, enviar documentos (habilitação, documentos atualizados do veículo, moto com até 10 anos de fabricação, motor de ao menos 100 cilindradas e capacete para o passageiro) e aguardar 48 horas. Alguns condutores se disseram empolgados nas redes mas relataram a demora em conseguir passageiros. Alguns usuários, por outro lado, acharam os preços parecidos com aqueles cobrados por aplicativos de transporte e foram atendidos pela equipe da Picap, que recomendou ?fique atento; é 30% mais em conta?. A empresa ainda estima que o serviço consegue proporcionar uma redução de 50% no tempo de deslocamento. Mototáxi no Brasil Em Brasília, a Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7376/17, que permite a utilização de aplicativos para intermediação do mototáxi. O texto seria um adendo à lei federal 12.009/09, que regulamenta o exercício das atividades dos mototaxistas e motoboys. A proposta foi aprovada pela comissão de Desenvolvimento Urbano, e agora será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Nota da Picap A Picap é uma empresa de tecnologia que tem como objetivo conectar motociclistas e usuários que desejam se locomover de maneira mais rápida e barata nas grandes cidades. A empresa opera na Colômbia desde 2016 e fechou o último mês de junho com uma média de 850 mil viagens realizadas mensalmente, a partir de uma base de 20 mil motociclistas ativos e 200 mil usuários. Há cerca de um mês no Brasil, a empresa está, neste momento, em fase de implementação, testes operacionais e captação de motociclistas em quatro cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife. Para ter o seu cadastro validado na plataforma da Picap, o motociclista precisa apresentar a Carteira Nacional de Habilitação tipo A; documentos atualizados do veículo, incluindo o pagamento do seguro DPVAT; possuir uma motocicleta com até 10 anos de fabricação e motor de, no mínimo, 100 cilindradas; o uso obrigatório do capacete, tanto para o condutor quanto para o passageiro; além de respeitar as diretrizes municipais de condução de passageiros, caso existam. A Picap entende que a legislação brasileira responsável pelo serviço de transporte individual privado de passageiro é a Lei Federal Nº 12.009, de 29 de julho de 2009, que em seu artigo 1º diz: Esta Lei regulamenta o exercício das atividades dos profissionais em transportes de passageiros, ?mototaxista?, em entrega de mercadorias e em serviço comunitário de rua, e ?motoboy?, com o uso de motocicleta, dispõe sobre regras de segurança dos serviços de transporte remunerado de mercadorias em motocicletas e motonetas ? moto-frete ?, estabelece regras gerais para a regulação deste serviço e dá outras providências. Em março de 2018, já com a entrada no mercado brasileiro de diversas empresas de tecnologia possibilitando a conexão entre motorista de carro e passageiros, houve uma alteração da Lei 12.587 ? que versa sobre o transporte remunerado privado individual de passageiros solicitado por usuários de aplicativos ? transferindo para os municípios a competência de regulamentar e fiscalizar esse tipo de serviço. No entanto, o entendimento da Picap vai ao encontro de decisões judiciais, como a ADI nº 20017715220188260000, concedida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, de que um decreto municipal não pode contrariar uma lei federal, não cabendo aos municípios, dessa forma, proibir o serviço, mas somente definir as regras para a sua execução. Ampliando esse questionamento, também é do entendimento da Picap que cabe à União definir as diretrizes que dizem respeito à Política Nacional de Mobilidade Urbana, tornando inconstitucional qualquer regra municipal que não seja adotada em todo o território nacional. Seguindo esse entendimento, em maio deste ano, o Ministério Público de São Paulo entrou com uma ação de inconstitucionalidade (Processo nº: 2110503-93.2019.8.26.0000) contra a Prefeitura de São Paulo pedindo a anulação do Decreto 16.901. Na Colômbia, a Picap é considerada um aplicativo com atividade 100% legalizada pelo Estatuto do Consumidor (Lei 1480) do país. Já o serviço de transporte oferecido dentro do aplicativo vem sendo questionado pelo governo colombiano. No entanto, a empresa ressalta que se trata de transporte privado e que o real problema é a falta de regulamentação. Por isso, é equivocado dizer que o aplicativo ou os serviços oferecidos são ilegais, uma vez que a empresa paga impostos, é legalmente incorporada na Colômbia e as atividades econômicas que fornece são reguladas. Por fim, a Picap enxerga como uma oportunidade a organização e a facilitação de um serviço já amplamente utilizado por milhões de brasileiros que, devido à precarização do transporte público, encontram no mototáxi uma alternativa barata e rápida de locomoção. Além disso, a disseminação de serviços facilitados por meio de empresas de tecnologia, assim como vem acontecendo nos últimos anos, ajuda a fortalecer o ambiente econômico, gerando mais renda em um país que amarga altas taxas de desemprego formal.
Veja Mais

17/07 - Homem é filmado transportando fogão em patinete elétrico em Copacabana, Zona Sul do Rio
Usuário pendurou o eletrodoméstico nos ombros na Avenida Atlântica, uma das mais movimentadas do bairro. A empresa responsável pelo patinete e a Guarda Municipal alertaram que o 'frete' é proibido. Homem carrega fogão em patinete elétrico em Copacabana, Zona Sul do Rio Um vídeo que mostra um homem carregando um fogão em um patinete elétrico em Copacabana, Zona Sul do Rio, viralizou nas redes sociais nesta terça-feira (16). O usuário pendurou o eletrodoméstico nos ombros com cordas enquanto andava no equipamento. A Grow, empresa responsável pela marca dos patinetes elétricos Yellow, lembrou, em nota, que o transporte de cargas é proibido, de acordo com um decreto municipal. Confira as regras para os patinetes elétricos no Rio Morador do Rio é flagrado transportando fogão em patinete alugado A Guarda Municipal reforçou a proibição do transporte de cargas e informou que há multa prevista, dependendo da regulamentação. No entanto, a prefeitura ainda está em fase educativa e de orientação aos patinadores, segundo a corporação. ?A Guarda Municipal alerta que esse tipo de transporte, além de ser proibido, coloca em risco a vida do próprio patinador e pode causar acidentes na via pública, envolvendo pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas?, diz trecho da nota. Deputados do Rio aprovaram a regulamentação dos patinetes elétricos no dia 11 de junho. Na proposta, o uso do equipamento por mais de uma pessoa por vez ficou proibido, e a empresa responsável pelo aluguel dos patinetes deveria ceder capacetes aos usuários. Na última terça-feira (9), o governador Wilson Witzel vetou dois projetos de lei apresentados pelos deputados. A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) está em recesso até 1º de agosto e, por isso, as propostas vetadas voltam ao plenário apenas após o fim das férias. Deputados podem derrubar o veto do governador e transformar as propostas em lei. Vídeo: 10 dicas para andar de patinete
Veja Mais

17/07 - 'Não estamos usando a marca em si', diz dono de fábrica que falsificava carros de luxo em SC
Polícia apura se veículos eram feitos com base em projetos da Ferrari e Lamborghini. Pai e filho faziam automóveis em Itajaí. Entenda como funcionava esquema de falsificação de carros de luxo descoberto em SC Os donos da fábrica em Itajaí investigada pela Polícia Civil como local de falsificação de carros das marcas Ferrari e Lamborghini foram ouvidos no inquérito e conversaram nesta terça-feira (16) com a equipe da NSC TV. "A gente não está usando a marca em si, a gente utiliza emblema, essas coisas, como acessório", afirmou Alan Góes, um dos proprietários. Ele e o pai são suspeitos de crime contra a propriedade industrial. Na segunda-feira (15), foram apreendidas oito réplicas que estavam sendo montadas, segundo a polícia. Na operação, os policiais encontraram chassis, moldes, ferramentas e fibras usadas na fabricação. A produção clandestina era feita no bairro Itaipava. Fabricação de réplicas de carros de luxo em Itajaí Polícia Civil/Divulgação A venda era feita via redes sociais. O cliente escolhia uma cor e um dos oito modelos. Porém, um bom conhecedor perceberia que o ronco do motor não era de um carro de luxo. Com a carcaça de um carro usado, os donos criavam modelos que no desenho se parecem muito com os originais. A diferença era o preço, cerca de 8% do valor original. Pai e filho respondem em liberdade pelo crime. "A parte do desenho industrial, eles estão alegando que o tamanho e o desenho do carro são a mesma coisa, mas não são", disse Alan Góes. "Se pegar o projeto do desenho industrial de um carro, de uma Lamborghini, de uma Ferrari, e colocar o produto que a gente estava comercializando vão ver que não é a mesma medida", completou. Fabricação de réplicas de carros de luxo em Itajaí Polícia Civil/Divulgação Os veículos vinham com documento. "O carro é todo documentado e legalizado. Se eu consigo legalizar um carro, ele não tem nada de ilegal porque ele tem um documento e tem fé pública, um documento que é emitido por um órgão de trânsito, o Denatran [Departamento Nacional do Trânsito]", afirmou Nilton Góes. Investigação Contudo, o delegado Angelo Fragelli explicou que o carro era registrado como protótipo, o que não dava o direito de reproduzir o padrão de nenhuma marca. Os proprietários vinham copiando os modelos famosos há dois anos. Mas já tinham conhecimento no negócio: há mais de 20 anos tinham licença para customizar carros. Fabricação de réplicas de carros de luxo em Itajaí Polícia Civil/Divulgação "Não se trata de crime aqui a construção artesanal de um veículo. O crime que está sendo apurado é a construção de um veículo com características patenteadas por outras marcas", esclareceu o delegado. Advogados das marcas de luxo denunciaram a falsificação. A fábrica não foi fechada, mas os carros ilegais foram apreendidos. Se forem condenados, a pena para esse tipo de crime pode chegar a três anos de prisão. Veja mais notícias do estado no G1 SC
Veja Mais

16/07 - É #FAKE que abrir perfume com ar-condicionado ligado provoca incêndio dentro de carro
Mensagem diz que quando o ar-condicionado está ligado não se deve abrir frasco de perfume. Vídeo viral publicado em 2015 mostra acidente que ocorreu na verdade quando jovens acenderam isqueiro em ambiente com gás inflamável. Circula pelas redes sociais um vídeo que mostra jovens dentro de um carro e uma súbita explosão. A legenda que acompanha o vídeo diz: "Quando o ar-condicionado está ligado em seu carro não abra nenhum frasco de perfume. Pode causar incêndio. Por favor circule para seus amigos e parentes." O vídeo é verdadeiro, mas a mensagem que o acompanha é #FAKE. selo fake Arte/G1 A explosão de fato aconteceu e o vídeo viral foi publicado no Youtube em 2015. Nas imagens é possível ver que o rapaz que está sentado no banco de trás do carro aciona um isqueiro, pouco antes de a explosão ocorrer. A separação do vídeo em várias fotos mostra em uma das cenas pouco antes da explosão um dos ocupantes com um pano na boca. É #FAKE que abrir perfume com ar-condicionado ligado causou fogo em carro Reprodução Usuários da internet dizem que os jovens estavam usando como droga o gás butano, que é altamente inflamável. Os homens que se queimaram negam que estivessem usando o gás. Eles dizem que a explosão ocorreu após o uso de Fidfad, um spray para roupas, pouco antes de o rapaz acender o isqueiro. Na época, um dos ocupantes do carro relatou no Instagram: "Eu e meu irmão estamos bem graças a Deus, eu tenho 6% de queimaduras, o que aconteceu foi que estávamos nos divertindo no carro filmando um vídeo com as janelas fechadas e cheiramos algo engraçado, mas não sabíamos foi Fidfad (um spray de roupa) e não lhe demos muita atenção, então meu irmão usou o isqueiro que incendiou o gás, e eu estou feliz em dizer que estamos seguros e todos os rumores que saíram não são verdadeiros e tenha cuidado com vazamentos de gás em qualquer lugar." A mensagem falsa que circula em português também tem uma versão idêntica em inglês. Initial plugin text E já foi alvo de checagens como essa do hindustantimes. O capitão Marcos Palumbo, do Corpo de Bombeiros de São Paulo, assistiu ao vídeo e diz que a explosão foi causada por atmosfera explosiva combinada com alguma fonte de calor. "Algo na mão do passageiro se queimou. Já tinha visto essa imagem, mas não há possibilidade de o ar-condicionado do carro com perfume acontecer isso daí." Especialista em ar-condicionado há 27 anos, Jacy Ferreira dos Santos diz que a ideia propagada pela mensagem falsa, de que ar-condicionado e perfume podem provocar explosão, não tem nenhum sentido. "Isso não tem nada a ver. Tanto que o pessoal higieniza o carro com o ar-condicionado ligado. Não tem risco nenhum", afirmou. É #FAKE que abrir perfume com ar-condicionado ligado causou fogo em carro Reprodução Vídeo: Veja como identificar uma mensagem falsa VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de Whatsapp: +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito Initial plugin text
Veja Mais

16/07 - Fiat Argo e Cronos levam 3 estrelas em teste de colisão do Latin NCap
Nota é para segurança de adultos e considerou a falta de controle de estabilidade. Toyota Etios também passou pelo crash test e recebeu 4 estrelas. Fiat Argo e Cronos recebem 3 estrelas em teste de colisão Fiat Argo e Cronos receberam 3 estrelas, em um total de 5 possíveis, em teste de colisão realizado pelo Latin NCap, entidade independente que avalia a segurança dos veículos. O resultado foi divulgado nesta terça-feira (16). A nota é válida para a segurança de adultos nos veículos. Para crianças, Argo e Cronos foram avaliados com 4 estrelas. Além dos carros da Fiat, o Toyota Etios também passou por bateria de testes nesta fase do Latin NCap. As opções hatch e sedã do carro ficaram com 4 estrelas de proteção para adultos e de crianças. Em uma avaliação anterior, com critérios menos rígidos, foram 4 e 2, respectivamente. Toyota Etios ficou com 4 estrelas na avaliação do Latin NCap Latin NCap/Divulgação Argo e Cronos Os modelos da Fiat foram avaliados pela primeira vez desde o seu lançamento: o Argo chegou em 2017 e Cronos, no começo de 2018. Eles são produzidos, respectivamente, no Brasil e na Argentina. O Latin NCap apontou a falta de controle eletrônico de estabilidade e a ausência do Lembrete do Uso do Cinto de Segurança (SBR) padrão para o passageiro como motivos para as 3 estrelas para adultos. Desde 2016, a organização passou a considerar esses itens de segurança, entre outros, como indispensáveis para um carro conquistar 5 estrelas - mesmo que o recurso não seja oferecido de série (em todas as versões do modelo). Equipados com 2 airbags, Argo e Cronos também apresentaram proteção considerada "fraca" no peito do adulto, no teste do impacto lateral. De acordo com a entidade, a estrutura foi considerada "instável". O Latin NCap apontou que os modelos têm bom desenvolvimento na sua concepção, fato que deveria permitir melhorias. Fiat Argo nos testes do Latin NCap Divulgação/Latin NCap A proteção oferecida para crianças foi considerada boa e quase atingiu a classificação máxima no teste dinâmico. Segundo a entidade, isso demonstra os benefícios de um bom desempenho dos sistemas de retenção infantil junto com as ancoragens do tipo Isofix. No entanto, mesmo com Argo e Cronos permitindo a desconexão do airbag se houver uma cadeirinha voltada para trás no assento do passageiro, a sinalização dele e das ancoragens Isofix não atendem aos requisitos do Latin NCap. Apesar de não ter conseguido nota máxima, a marca afirma que os resultados "confirmam a ótima biomecânica e a alta resistência estrutural dessas carrocerias, que foram totalmente projetadas e desenvolvidas na América Latina". Etios hatch e sedã Toyota Etios leva 4 estrelas em teste de colisão Fabricado no Brasil, o Etios possui dois airbags frontais e controle de estabilidade. Por ter o equipamento, além do Lembrete do Uso do Cinto de Segurança (SBR), em ambos os assentos dianteiros, o modelo da Toyota conseguiu alcançar as 4 estrelas para a proteção do adulto. A estrutura do veículo e a área dos pés foram consideradas instáveis pelo Latin Ncap. No entanto, a proteção em ambos os ocupantes adultos na batida frontal e lateral foi de "marginal" (entre adequada e fraca) a boa. A Toyota recomenda instalar ambos os Sistemas de Retenção Infantil (SRI) olhando para trás, acompanhando as melhores práticas globais e confirmando a obtenção de uma pontuação completa no teste dinâmico do ocupante criança, informa a entidade. O Etios não alcançou a pontuação máxima de estrelas em segurança infantil, devido à falta da sinalização adequada exigida pelo Latin NCap.
Veja Mais

15/07 - Preço médio da gasolina nas bombas cai pela 9ª semana seguida, diz ANP
Etanol e gás de cozinha também tiveram recuo semanal; já o valor do diesel subiu, interrompendo uma sequência de 6 quedas. Bomba de combustível abastece carro em posto de São Paulo Marcelo Brandt/G1 O preço médio da gasolina nas bombas caiu cerca de R$ 0,02 na semana passada, ou cerca de 0,48%, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (15) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Com isso, o valor do combustível registrou a nona queda semanal consecutiva. Segundo o levantamento semanal, o litro da gasolina terminou a semana custando ao consumidor, em média, R$ 4,378 por litro. O valor é uma média calculada pela ANP com base em dados coletados em diversas cidades. Os preços, portanto, podem variar de acordo com a região. No ano, o preço da gasolina acumula alta de 0,78% para o consumidor. A variação está bem abaixo do dado mais recente da inflação oficial no país: até junho, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou alta em 2019 de 2,23%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os preços médios do etanol e do botijão de gás de cozinha também caíram na semana passada. Segundo a ANP, o valor médio do etanol nas bombas teve redução de aproximadamente R$ 0,01, ou 0,64%, para R$ 2,779 por litro. No ano, o combustível tem queda de preços acumulada em 1,56%. A queda do preço do gás foi de cerca de R$ 0,12, ou 0,17%, para o valor médio de R$ 69,15. No ano, o produto tem queda acumulada de 0,08%. Enquanto isso, o preço médio do diesel para o consumidor terminou a semana em alta. O aumento foi de 0,11%, o que representa menos de R$ 0,01, para R$ 3,555. No ano, há alta acumulada de 3%. Assim como ocorre com a gasolina, os preços médios informados para o etanol, diesel e gás de cozinha são médias calculadas pela ANP com dados de diversas cidades, e portanto os valores podem variar regionalmente.
Veja Mais

15/07 - Correção: radares em estradas federais
O G1 errou ao informar que o acordo firmado pelo governo federal e o Ministério Público Federal (MPF) reduziu de 8 mil para 1 mil o número de radares a serem instalados nas rodovias federais não concedidas à iniciativa privada. O número 8 mil, na verdade, corresponde ao total de pontos que seriam monitorados pelos radares nessas estradas, e não ao número de aparelhos. A redução, no caso, será de 8 mil faixas para 2,2 mil. A informação foi corrigida às 16h20. Leia mais
Veja Mais

15/07 - Fábrica de carros de luxo falsificados é descoberta em SC
Donos do local, pai e filho serão indiciados. Eram feitas falsificações das marcas Ferrari e Lamborghini. Fabricação de falsificações de carros de luxo em Itajaí Polícia Civil/Divulgação Uma fábrica de carros falsificados das marcas Ferrari e Lamborghini foi descoberta em Itajaí, no Vale, informou a Polícia Civil. Nesta segunda-feira (15), foram apreendidas oito réplicas que estavam sendo montadas. Os donos do local, pai e filho, serão indiciados. Na ação desta segunda, a polícia encontrou chassis, moldes, ferramentas e fibras usadas na fabricação. A produção clandestina era feita no bairro Itaipava. Fabricação de falsificações de carros de luxo em Itajaí Polícia Civil/Divulgação Os carros eram montados por encomenda e tinham venda divulgada pelas redes sociais. Eles custavam cerca de 8% do valor dos originais. Nesta segunda, pai, filho e um funcionário que estava no local foram ouvidos e liberados, de acordo com o delegado responsável pelo caso, Angelo Fragelli. A identidade deles não foi revelada pela polícia. O crime contra a propriedade industrial é considerado de menor potencial ofensivo. Fabricação de falsificações de carros de luxo em Itajaí Polícia Civil/Divulgação Há informações de que a fábrica ilegal tinha mais trabalhadores. "Se eles têm conhecimento dos fatos, da irregularidade do que eles estavam produzindo, de fato todos eles podem responder por crime contra a propriedade industrial", explicou o delegado. As próprias marcas entraram em contato com a Polícia Civil e fizeram a denúncia. Os carros eram vendidos para todo o país. Veja mais notícias do estado no G1 SC
Veja Mais

15/07 - Ministro anuncia acordo com o MPF para instalar 1 mil radares de velocidade em rodovias federais
Segundo Tarcísio Freitas, acerto pode gerar economia de cerca de R$ 600 milhões. Aparelhos vão fiscalizar 2,2 mil pontos: o planto anterior, de R$ 1 bi, previa monitoramento de 8 mil faixas. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas Marcelo Camargo/Agência Brasil O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, anunciou nesta segunda-feira (15), em uma entrevista coletiva concedida em Brasília, que o governo federal e o Ministério Público Federal (MPF) fecharam acordo que prevê a instalação de 1 mil radares de controle de velocidade em rodovias não concedidas à iniciativa privada. Freitas não deu detalhes sobre o teor do acordo, mas informou que o acerto firmado com o MPF ? que reduziu de 8 mil para 2,2 mil o número de faixas a serem fiscalizadas nessas estradas ? deve gerar uma economia correspondente a cerca de R$ 600 milhões ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), autarquia vinculada ao Ministério da Infraestrutura. A instalação dos novos aparelhos, suspensa em abril pelo governo federal em abril passado, ocorreria nas rodovias administradas pelo Dnit e cobriria 8 mil pontos nos próximos 5 anos, ao custo de R$ 1 bilhão. Embora governo e Ministério Público tenham entrado em acordo em torno da instalação dos pardais, a Justiça Federal ainda tem que homologar os termos do acerto. Justiça Federal proibiu governo de retirar radares de velocidade das rodovias federais Em abril, a juíza Diana Wanderlei, da 5ª Vara Federal em Brasília, determinou que a União não retirasse radares eletrônicos e renovasse contratos prestes a vencer com concessionárias que fornecem radares de controle de velocidade. Na ocasião, a magistrada impôs multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento da decisão por parte do Executivo federal. A decisão da juíza do Distrito Federal atendeu pedido feito em ação popular pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES). O parlamentar da Rede recorreu à Justiça depois que o Dnit suspendeu, em 1º de abril, a instalação de radares em rodovias federais não-concedidas à iniciativa privada por ordem do presidente Jair Bolsonaro. Dias antes, Bolsonaro havia anunciado em uma rede social que tinha determinado o cancelamento de imediato da instalação de radares eletrônicos em rodovias federais. À época, ele justificou a decisão com o argumento de que "a grande maioria" dos radares de velocidade têm "o único intuito de retomo financeiro ao Estado". O valor do contrato suspenso em abril pelo Dnit era de R$ 1 bilhão. Com base no acordo fechado com o Ministério Público, que está à espera de homologação da Justiça Federal, o ministro da Infraestrutura acredita que pode economizar dois terços do valor original do contrato. De acordo com a assessoria da Justiça Federal de Brasília, a juíza da 5ª Vara ainda não homologou o acordo entre o governo e o MPF porque discordou de uma das cláusulas e pediu mais informações às partes envolvidas. Ainda não há previsão de quando a magistrada irá se posicionar definitivamente sobre o acerto para instalação dos pardais. Críticas aos radares Em mais uma crítica aos radares de controle de velocidade, Tarcísio Freitas também disse que para ele, no atual cenário orçamentário, não faz o menor sentido gastar R$ 1 bilhão na instalação de radares. Segundo ele, o Ministério da Infraestrutura tem R$ 2 bilhões para fazer a manutenção de toda as rodovias federais. O ministro voltou a defender a redução no número de pardais e disse que não são só os radares que salvam vidas. "Hoje, o Ministério da Infraestrutura tem R$ 6 bilhões. É razoável, neste cenário, ter um contrato de R$ 1 bilhão de radar? É bom lembrar que não é só radar que salva vidas. A manutenção rodoviária salva vidas, a correção geométrica, a sinalização salva vidas", alegou Freitas. Critérios técnicos O titular da Infraestrutura afirmou que os radares serão instalados com base em critérios técnicos. Segundo ele, não vai mais haver "radar escondido". "Estamos analisando a questão do ponto de vista técnico", enfatizou. Ainda de acordo com Tarcísio Freitas, o número de 1 mil radares é o mínimo necessário para manter a segurança nas rodovias. "Onde é que estão esses equipamentos? Nas transições de área rural para área urbana, onde a gente precisa alertar o motorista que ali ele precisa reduzir a velocidade, nas proximidades de alguns equipamentos públicos, como escolas e em pontos onde são recorrentes acidentes por excesso de velocidade", observou o ministro. (Correção: o G1 errou ao informar que o acordo firmado pelo governo federal e o Ministério Público Federal reduziu de 8 mil para 1 mil o número de radares a serem instalados nas rodovias federais não-concedidas à iniciativa privada. O número 8 mil, na verdade, corresponde ao total de pontos que seriam monitorados pelos radares nessas estradas, e não ao número de aparelhos. A redução, no caso, será de 8 mil faixas para 2,2 mil. A informação foi corrigida às 16h20.) Arte/G1
Veja Mais

15/07 - Ministro não vê 'problema nenhum' em rejeição a propostas de mudanças na lei de trânsito
Tarcísio Freitas comentou pesquisa que avaliou projeto de lei apresentado por Bolsonaro ao Congresso que, por exemplo, livra de multa quem transportar criança fora da cadeirinha. Datafolha divulga pesquisa de opinião sobre mudanças na legislação de trânsito O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, afirmou nesta manhã que não vê "problema nenhum" na avaliação divulgada nesta segunda-feira (15) sobre projeto de lei do governo que propõe mudanças em trechos do Código Brasileiro de Trânsito. Pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal "Folha de S. Paulo" mostrou que a proposta de aumentar o limite de pontos para suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é reprovada por 56% dos entrevistados. Já o afrouxamento da punição para quem transportar crianças de até 7 anos sem cadeirinha teve reprovação de 68% dos entrevistados. "E não tem problema nenhum. Se for essa a percepção de momento, a percepção histórica, ótimo, isso não vai passar no Congresso. Porque o projeto foi submetido ao Congresso", disse durante coletiva de balanço de 6 meses do Ministério da Infraestrutura. Veja o que o projeto de lei de Bolsonaro quer alterar A proposta foi apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso no início de junho. Para que as mudanças entrem em vigor, o projeto precisará ser discutido no âmbito das comissões e, depois de aprovado, apreciado pelo plenário da Câmara e do Senado. Segundo o ministro, a proposta de trocar a multa de quem transporta criança sem cadeirinha por advertência é para ver se a sociedade brasileira está madura o suficiente para perceber que o uso do equipamento é importante. "Qual a resposta que eventualmente a sociedade está dando: não, eu preciso ser multado, se eu não for multado eu não vou preservar a vida do meu filho. Esse é o debate", afirmou o ministro. A pesquisa ouviu 2.006 pessoas com 18 anos ou mais, em 130 municípios brasileiros, entre os dias 4 e 5 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O ministro de Infraestrutura, Tarcísio Freitas Marcelo Camargo/Agência Brasil Projeto O projeto do governo também prevê a ampliação da validade da habilitação, de cinco para dez anos. A habilitação dos idosos também terá validade ampliada de dois e meio para cinco anos. Principais pontos do projeto: Aumenta de 20 para 40 o limite de pontos, em um período de um ano, para suspensão da CHN; Amplia a validade da CNH de 5 para 10 anos; Amplia a validade da CNH para idosos de 2 anos e meio para 5 anos; Mudança nas regras para o transporte de crianças nos veículos; Possibilidade de o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) liberar bicicletas elétricas sem maiores exigências; Fim da exigência de exame toxicológico para motoristas profissionais. Ao comentar o projeto, o ministro destacou que a decisão do presidente Jair Bolsonaro é de reduzir a burocracia e o custo para a população e que isso foi feito como um projeto de lei para que o Congresso pudesse considerar a opinião da população. Rodrigo Sanches e Wagner Magalhães
Veja Mais

15/07 - 56% são contra e 41%, a favor de aumento do limite da pontuação da CNH proposto por Bolsonaro, diz Datafolha
A pesquisa ouviu 2.006 pessoas com 18 anos ou mais, em 130 municípios, entre 4 e 5 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Instituto também perguntou sobre outras medidas, envolvendo radares e cadeirinhas. Datafolha divulga pesquisa de opinião sobre mudanças na legislação de trânsito A proposta do presidente Jair Bolsonaro de aumentar a pontuação máxima da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é reprovada por 56% da população, segundo pesquisa do Datafolha divulgada pela "Folha de S.Paulo". Outras medidas sugeridas também tiveram oposição. A pesquisa ouviu 2.006 pessoas com 18 anos ou mais, em 130 municípios brasileiros, entre os dias 4 e 5 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. VEJA o que diz o projeto de lei de Bolsonaro De acordo com os dados divulgados, 41% dos brasileiros ouvidos são a favor do aumento de 20 para 40 pontos máximos na CNH. 1% respondeu como indiferente e 3% não souberam responder. 56% dos entrevistados é contra e 41%, a favor de dobrar o limite de pontos na CNH, diz Datafolha Reprodução/Jornal Hoje O afrouxamento da punição para quem transportar crianças de até 7 anos sem cadeirinha teve reprovação de 68% dos entrevistados, com aprovação de 30%. 1% disse ser indiferente e 1% não soube responder. O governo quer que a multa e a retenção do veículo sejam substituídas por uma advertência por escrito. 68% dos entrevistados são contra e 30%, a favor de acabar com a multa para quem transportar crianças sem cadeirinha, diz Datafolha Reprodução/Jornal Hoje A mudança sobre a cadeirinha e o aumento da pontuação máxima para a CNH constam de um projeto de lei enviado por Bolsonaro ao Congresso, em junho, que ainda não foi analisado. Radares Já o cancelamento da instalação de radares em rodovias federais teve rejeição de 67% dos entrevistados e apoio de 30%. Neste caso, 1% disse ser indiferente e 2% não souberam responder. 67% dos entrevistados é contra e 30%, a favor do fim dos radares, segundo Datafolha Reprodução/Jornal Hoje A suspensão desses equipamentos foi determinada por Bolsonaro em abril, primeiro para rodovias não-concedidas à iniciativa privada, onde estava prevista a instalação de 8 mil pontos de monitoramento por radar em 5 anos. A medida foi questionada na Justiça e o governo tenta negociar um acordo. 'Problema nenhum', diz ministro Ainda segundo a pesquisa Datafolha, 41% dos entrevistados acreditam que as medidas para o trânsito apresentadas por Jair Bolsonaro farão com que o trânsito fique mais violento. Para 20%, os projetos tornarão o trânsito mais seguro e, para 36%, a situação não irá mudar. 3% não souberam responder. 41% dos entrevistados diz que propostas tornarão o trânsito mais violento, segundo o Datafolha Reprodução/Jornal Hoje O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, afirmou nesta segunda-feira (15) que não vê problemas no resultado da pesquisa do Datafolha. ?Se for essa a percepção de momento, a percepção histórica, ótimo, isso não vai passar no Congresso. Porque o projeto foi submetido ao Congresso?, disse, durante coletiva de balanço de seis meses do ministério.
Veja Mais

14/07 - Emily Hartridge, youtuber da Inglaterra, morre aos 35 anos em acidente de patinete elétrico
Segundo a imprensa local, estrela da internet foi a 1ª vítima fatal de uma ocorrência envolvendo esse tipo de veículo no Reino Unido. Também apresentadora de TV e famosa por vídeos sobre exercícios e saúde mental, ela colidiu com um caminhão. A youtuber e apresentadora de TV britânica Emily Hartridge, que morreu aos 35 em um acidente de patinete elétrico, em imagem publicada em seu perfil no Instagram no dia de sua morte Reprodução/Instagram/emilyhartridge A estrela do YouTube e apresentadora de TV britânica Emily Hartridge, conhecida por seus vídeos sobre exercícios físicos e vida saudável, morreu nesta sexta-feira (12), aos 35 anos, em um acidente de patinete elétrico, informou a imprensa local. Segundo jornais como "The Guardian" e "Independent", ela foi a primeira vítima fatal de uma ocorrência envolvendo esse tipo de veículo no país. O dela colidiu com um caminhão em Londres. No Reino Unido, é ilegal circular de patinete elétrico em vias públicas ? a proibição não vale para espaços privados. Mas o número crescente de pessoas que têm usado esse meio de transporte, que pode atingir velocidades superiores a 30 km/h, deve levar o governo a rever a legislação. O Departamento de Transportes cogita reavaliar as restrições. O debate em torno do uso dos patinetes elétricos acontece em todo o mundo, e a maioria dos países não definiu regras específicas. Já houve registros de mortes nos Estados Unidos, na Suécia e na França, onde um homem de 25 anos bateu em um caminhão em Paris no mês passado. No Brasil, o patinete elétrico também é febre, mas ainda não está regulamentado na maioria das cidades. Os usuários devem seguir as normas gerais estabelecidas pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), mas cabe a cada município regulamentar a circulação desse veículo de mobilidade. São Paulo e Rio, por exemplo, dá adotaram. Regras para rodar de patinete em São Paulo Regras para rodar de patinete no Rio Perfil de Emily Hartridge Initial plugin text No perfil de Emily no Instagram, foi publicada neste sábado (13) uma mensagem que diz: "Olá a todos. Esta é uma coisa horrível a se dizer pelo Instagram, mas sabemos que muitos de vocês estavam esperando ver Emily hoje, e esta é a única maneira de contatar todos de uma vez. Emily se envolveu em um acidente ontem [sexta-feira] e faleceu. Todos nós a amamos muito, e ela nunca será esquecida. Ela tocou tantas vidas, que é difícil imaginar as coisas sem ela. Ela era uma pessoa muito especial". O obituário do "Guardian" informa que Emily Hartridge ficou conhecida há sete anos, quando publicou vídeos da série "Ten reasons why...", nos quais falava de um jeito moderno sobre a vida moderna. Depois de a série ter chegado a 3 milhões de visualizações no período de um mês, ela começou a apresentar programas de TV, nos quais entrevistou atores como Eddie Redmayne e Hugh Jackman. Initial plugin text
Veja Mais

12/07 - Fiat faz recall de quase 140 mil veículos por 'airbags mortais'
Modelos envolvidos são Palio, Uno, Grand Siena, Doblò e Doblò Cargo, produzidos entre 2013 e 2014. fiat palio Divulgação A Fiat convocou nesta sexta-feira (12) um recall de 138.116 veículos por uma falha nos airbags. Estão envolvidos na chamada os modelos Palio, Uno, Grand Siena, Doblò e Doblò Cargo, produzidos entre 2013 e 2014. O reparo é gratuito. Veja abaixo os chassis: Veja modelos envolvidos em recall Os modelos passarão por verificação, e, se necessário, troca do módulo do airbag do lado do motorista e/ou do passageiro. Segundo a Fiat, há "possibilidade de degradação do deflagrador do airbag devido à eventual exposição do veículo a variações elevadas de temperatura e umidade absoluta durante longos períodos". Com isso, em colisões, a bolsa pode explodir, projetando fragmentos metálicos nos ocupantes. Fiat Grand Siena Divulgação Esses modelos possuem os chamados "airbags mortais", da fabricante japonesa Takata. O problema está em uma peça defeituosa chamada insuflador. Ela é um tipo de caixa metálica que abriga o gás que faz a bolsa de ar inflar. Veja todos os recalls anunciados em 2019 Recall tem novas regras no Brasil; veja como ficou O defeito nessa peça causa uma abertura forte demais quando o airbag é acionado. Além disso, a falha gera trincas no insuflador e, com a explosão do airbag, ele se estilhaça, atirando pedaços de metal contra os ocupantes, causando ferimentos que podem ser fatais. Em dezembro, a Fiat já havia anunciado um recall de 81 mil veículos pela mesma falha. Na época, os modelos afetados foram Uno, Palio e Grand Siena, produzidos entre 2012 e 2013. ENTENDA O CASO DOS AIRBAGS MORTAIS Entenda o caso dos 'airbags mortais' da Takata; Brasil tem recalls Initial plugin text
Veja Mais

12/07 - Volvo S60 entra em pré-venda no Brasil a partir de R$ 195.950
Serão quatro versões, com três motorizações, que vão de 190 cv a 407 cv. Opção mais cara traz conjunto híbrido. Volvo S60 Divulgação A Volvo abriu nesta sexta-feira (12) a pré-venda do sedã S60 no Brasil. Serão quatro versões, com três motorizações diferentes. Os preços começam em R$ 195.950, e as entregas serão feitas a partir de agosto. Veja todos os valores abaixo: S60 T4 Momentum ? R$ 195.950 S60 T5 Inscription ? R$ 229.950 S60 T8 R-Design ? R$ 269.950 S60 T8 Polestar ? preço ainda não foi informado Todas as versões chegam importadas dos Estados Unidos, e contam com motor 2.0 de 4 cilindros e câmbio automático de 8 marchas. A T4 tem 190 cavalos, a T5 vai a 254 cv, e a T8, que adiciona um motor elétrico, entrega 407 cv. Nesta nova geração, o S60 ficou 12,6 cm mais longo e 5,3 cm mais baixo. O entre-eixos aumentou em 9,6 cm. Volvo S60 Divulgação Entre os equipamentos, destacam-se os itens de tecnologia. Todas as configurações trazem, de série, controle de velocidade adaptativo, que segue o veículo que viaja à frente. Além disso, em velocidades de até 130 km/h, o veículo também se mantém dentro da faixa. Também há o City Safety, pacote de segurança que atua entre 50 km/h e 100 km/h e pode evitar colisões contra outros veículos (no mesmo sentido, ou no sentido contrário), pedestres, ciclistas e animais de grande porte. Volvo S60 Divulgação
Veja Mais

12/07 - Ford e Volkswagen anunciam acordo para modelos elétricos e autônomos
Primeiro modelo 100% elétrico da aliança será um Ford, previsto para ser apresentado em 2023. Volks e Ford Foto: Ford/Divulgação/Axel Schmidt/Reuters Ford e Volkswagen anunciaram nesta sexta-feira (12) a união de forças para desenvolver carros elétricos e autônomos nos Estados Unidos e na Europa como consequência da aliança global anunciada no início deste ano. As empresas disseram também que estão buscando outras áreas de cooperação. Aliança Volkswagen-Ford: o que se sabe até agora A Volkswagen investirá US$ 2,6 bilhões (US$ 1 bilhão em capital e US$ 1,6 bilhão em ativos) e comprará US$ 500 milhões em ações na Argo, empresa de inteligência artificial com plataformas para veículos autônomos baseada em Pittsburgh, nos Estados Unidos. Com isso, a Argo passa a ter uma avaliação de pouco mais de US$ 7 bilhões, tornando-se uma das maiores empresas do setor de veículos autônomos no mundo. De acordo com a agência Reuters, a Ford adquiriu uma participação majoritária na empresa em 2017. Como consequência do investimento, a Ford utilizará a arquitetura de veículos elétricos da Volkswagen para construir um modelo livre de emissões a partir de 2023. A fabricante americana espera vender cerca de 600 mil unidades no período de 6 anos. Um segundo modelo ainda está em discussão. Ficará a cargo da Volkswagen fornecer peças e componentes para a construção dos veículos.
Veja Mais

12/07 - Produção de bicicletas no Polo Industrial de Manaus tem alta de 17,8% no primeiro semestre, aponta Abraciclo
Foram produziram 391.188 unidades no período. Foram produziram 391.188 unidades em seis meses no Polo Industrial de Manaus Nathália Duarte/G1 A produção de bicicletas produzidas no Polo Industrial de Manaus (PIM) subiu 17,8% no primeiro semestre deste ano, com 391.188 unidades. No mesmo período do ano passado, 332.018 bikes foram fabricadas. Os dados são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares ? Abraciclo, divulgados nesta sexta-feira (12). Em junho saíram das linhas de montagem 58.467 unidades, correspondendo a uma alta de 14,8% ante as 50.929 bicicletas produzidas no mesmo mês de 2018. Esse foi o melhor resultado para junho desde 2016, quando foram fabricadas 64.338 unidades. Em relação a maio, houve queda de 20,2% (73.299 unidades). Para Cyro Gazola, vice-presidente do Segmento de Bicicletas da Abraciclo, os resultados dos seis primeiros meses do ano trazem boas perspectivas para o setor no segundo semestre. ?Teremos lançamentos tanto no que se refere a produtos quanto à aplicação de novas tecnologias, que vão impactar no aumento do desejo de compra dos consumidores?, afirma, por meio da assessoria. A projeção da Abraciclo para 2019 é de 857 mil bicicletas produzidas no PIM, representando uma alta de 10,8% na comparação com 2018, de 773.641 bicicletas.
Veja Mais

12/07 - Harley-Davidson planeja lançar moto elétrica no Brasil em 2020
Com zunido que lembra jato de avião, LiveWire custa US$ 29.799 nos Estados Unidos. G1 mostra detalhes do modelo que faz de 0 a 100 km/h em 3 segundos. Veja como é a primeira moto elétrica da Harley-Davidson O famoso barulho das motos Harley-Davidson mudará a partir do próximo mês quando o primeiro modelo elétrico de sua história, a LiveWire, começará a ser vendido nos Estados Unidos. Nesta semana, a cidade de Portland foi escolhida para a apresentação mundial do modelo. O G1 acompanha o evento nos EUA e, em breve, dará as primeiras impressões da moto. Harley-Davidson LiveWire Rafael Miotto/G1 O Brasil poderá ser um destino futuro. ?O plano é lançar no Brasil no próximo ano, mas isso ainda vai depender da criação de uma estrutura para a recarga de veículos elétricos e também a preparação de nossas concessionárias para atender este produto?, disse Flávio Villaça, gerente de marketing da Harley-Davidson no país. De acordo com o executivo, o trabalho junto à rede deve começar em breve. Diferente do segmento de carros, ainda não existe uma grande fabricante de motos que tenha investido pesado nas motos elétricas. Harley-Davidson LiveWire Rafael Miotto/G1 Entre as marcas de destaque, está a americana Zero, que já atua há mais de uma década no mercado. Outras start-ups tentam impulsionar o setor e, dentro das marcas mais conhecidas, apenas a BMW possui um modelo de mais apelo: o scooter C-Evolution, que não é vendido no Brasil. No ano passado, a Honda apresentou versões híbridas e elétricas do PCX no Japão. Harley-Davidson LiveWire Rafael Miotto/G1 Mais motos elétricas da Harley Cinco anos após sua revelação ao público ainda como protótipo, a LiveWire finalmente chegará às lojas. O período foi utilizado para aprimorar o modelo em relação ao visto em 2014, que o G1 também testou. Nos próximos anos, a marca promete lançar novas motos elétricas, inclusive já revelou conceitos de scooter e bicicleta elétricos. Além de investir em modelo movidos à eletricidade, a Harley atuará também em novos segmentos, como o das aventureiras, e de baixas cilindradas. A empresa não esconde que busca novos horizontes em seus produtos para atrair mais clientes, de diferentes tipos. Nos primeiros quatro meses do ano, as vendas da Harley-Davidson caíram 3,8% em todo o mundo. Harley-Davidson LiveWire Rafael Miotto/G1 Qual o preço? Nos Estados Unidos, a LiveWire começa a ser vendida no mês que vem, por US$ 29.799. Convertido para a moeda brasileira, sem adição de impostos e custos de frete, o valor seria equivalente a R$ 112 mil na cotação atual. A expectativa é que o modelo custe em torno de R$ 120 mil no Brasil. Por enquanto, além dos EUA, apenas Canadá e a Europa devem receber a moto ainda em 2019. De acordo com a Harley, a ?disponibilidade global? está planejada para acontecer até 2021. Qual a potência? A LiveWire tem motor de 105 cavalos de potência. Como a entrega da força em motos elétricas é praticamente instantânea, ela faz de 0 a 100 km/h em 3 segundos. Essa aceleração é equivalente à de uma Ferrari F8 Tributo, que faz de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos. A energia levada do motor elétrico até a roda traseira, por meio de uma correia, rende 11,83 kgfm de torque instantâneos. Pela propulsão elétrica, o modelo não possui câmbio e nem embreagem. Harley-Davidson LiveWire Rafael Miotto/G1 Quanto dura a carga? De acordo com a montadora, a bateria faz a moto rodar até 235 quilômetros em percursos urbanos. Em uso misto, com ciclos urbanos e rodoviários, a moto pode rodar cerca de 152 km. Para recarregar, a bateria leva 40 minutos para receber 80% da carga e o total de 60 minutos para chegar até 100% no sistema de recarga rápida. O freio motor da moto também possui sistema regenerativo da energia. Harley-Davidson LiveWire Rafael Miotto/G1 E o barulho? O som emitido pela LiveWire lembra mais um jato de avião do que uma moto. É algo como um zunido. Em 2014, o protótipo já chamava a atenção pelo barulho agudo. Conheça mais detalhes técnicos da H-D LiveWire: 7 modos de pilotagem Freios ABS Duplo disco na dianteira e disco na traseira Controle de tração e anti-deslizamento Suspensões ajustáveis Painel de 4,3 polegadas Luzes de LED Harley-Davidson LiveWire Rafael Miotto/G1 Harley-Davidson LiveWire Rafael Miotto/G1 Harley-Davidson LiveWire Rafael Miotto/G1
Veja Mais

12/07 - Motorista é multado por improvisar cadeirinha com caixa de cerveja no Canadá
Incidente ocorreu North Perth, na província de Ontario; criança de 2 anos não se feriu. Um motorista foi multado por usar uma caixa de cervejas como "cadeirinha" improvisada para o filho em seu carro no Canadá. O incidente ocorreu em North Perth, na província de Ontario, na quarta-feira (10). O motorista, de 22 anos, natural de Wellington North, foi parado e multado por não garantir a segurança da criança. A polícia local disse que o menino, de 2 anos, não se machucou. Motorista é multado por improvisar cadeirinha com caixa de cerveja no Canadá Ontario Provincial Police/Twitter Cadeirinha pode reduzir acidentes em até 60%; veja diferença entre usar e não usar
Veja Mais

12/07 - Carros 2019: veja 60 lançamentos esperados até o fim do ano
Carros mais vendidos do país, Chevrolet Onix, Prisma, Hyundai HB20 e Toyota Corolla chegam renovados. Ao menos 5 fabricantes prometem lançar modelos elétricos. Carros esperados para o 2º semestre de 2019 Arte: Juliane Souza/G1 O segundo semestre do ano promete novidades importantes em todos os setores do mercado brasileiro. Os maiores lançamentos devem ser nos segmentos de maior volume: os dois carros mais vendidos do Brasil mudam nos próximos meses. Enquanto a Chevrolet vai mostrar uma nova geração de Onix (e, consequentemente, do sedã Prisma), a Hyundai deve adotar uma reestilização profunda no HB20. Os elétricos também prometem uma chegada em peso: depois da estreia do Renault Zoe, agora virão os demais modelos anunciados no fim do ano passado: Nissan Leaf, Chevrolet Bolt e Jac iEV 40. Outro lançamento deve ser o SUV de luxo movido a eletricidade da Audi. E, por fim, o Toyota Corolla, em nova geração, será o primeiro carro híbrido flex do mundo. As novidades não param por aí. Veja a lista completa abaixo: Audi A4 - reestilização Audi A4 Sedan Divulgação A atual geração do sedã mais tradicional da Audi ganha sua primeira mudança visual no Brasil - apresentada na Europa há alguns meses. A atualização deixou o modelo mais parecido com os ?irmãos? maiores, A6 e A8. Isso inclui faróis e lanternas com nova assinatura de LED, para-choques revisados, grade redesenhada e tomadas de ar maiores. A cabine ganhou uma central multimídia maior. A6 - nova geração Audi A6 Divulgação/Audi O sedã atrasou, e a chegada ficou para o segundo semestre. Por aqui, ele será vendido com duas motorizações: um 2.0 de 245 cavalos para as versões mais baratas e um V6 3.0 e 340 cv nas mais caras. As duas variações serão complementadas com um conjunto híbrido leve. A7 - nova geração Primeiras impressões do Audi A7 O A7 também está confirmado para o país e vai compartilhar o motor V6 de 340 cv com o A6. Com ele, o sedã com jeito de cupê acelera de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos. Este propulsor também conta com o sistema híbrido leve. O G1 avaliou o sedã no ano passado, na África do Sul. A8 ? nova geração Audi A8 Divulgação/Audi Sedã mais luxuoso da Audi, o novo A8 foi lançado há quase dois anos, mas ainda não chegou ao Brasil. A empresa trabalha para lançar o modelo até o fim do ano, mas ainda não garante a sua chegada. Em sua versão mais completa possui um motor V8 4.0 de 466 cv. e-tron - modelo novo Audi e-tron Divulgação A Audi espera lançar, até o fim do ano, seu primeiro carro totalmente elétrico aqui no Brasil. O SUV E-Tron já está à venda na Europa. Ele tem dois motores elétricos que, juntos, entregam 435 cv e têm autonomia de até 400 km. Q3 ? nova geração Novo Audi Q3 Divulgação Enquanto a atual geração do Q3 deixou de ser produzida na fábrica do Paraná, o novo ainda não teve confirmada a chegada ao país. A empresa estuda importar o modelo, e isso pode acontecer ainda em 2019, já que trata-se de um segmento bastante disputado. O Q3 ficou quase 10 cm mais comprido, e agora conta até com tecnologias de condução semiautônoma. Q8 - modelo novo Audi Q8 Divulgação/Audi Um dos destaques do Salão do Automóvel, o maior SUV da Audi está confirmado para chegar no segundo semestre ao mercado brasileiro. Sua versão única será equipada com motor 3.0 V6 de 340 cv, câmbio automático de 8 marchas e tração integral. BMW Série 1 - nova geração BMW Série 1 Divulgação O hatch médio da BMW foi apresentado há pouco mais de um mês. E sua chegada ao Brasil está prevista para o final do ano. Inicialmente, será oferecida a versão mais potente disponível, M135i. Ela traz motor de 6 cilindros em linha e 3 litros. Entrega 306 cv e acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,8 segundos. Série 3 320i - nova versão BMW Série 3 Divulgação O novo Série 3 começa a ser produzido no Brasil em sua versão mais popular: 320i. Deve contar com o motor 2.0 turbo flex de 184 cv já conhecido do público. Certamente custará menos do que os R$ 229.950 pedidos pelo 330i. X4 M40 BMW X4 M40i Divulgação A opção mais esportiva do SUV cupê X4 começa a ser vendida até o final do ano. Também tem motor de 6 cilindros, mas com 360 cv e 51,5 kgfm. A BMW diz que ele acelera de 0 a 100 km/h em menos de 5 segundos. Série 8 Coupe - modelo novo BMW Série 8 Coupe Divulgação Em pré-venda por R$ 800 mil, o Série 8 Coupe foi uma das estrelas da BMW no último Salão do Automóvel. O belíssimo cupê tem quase 5 metros de comprimento, mas a agilidade é garantida pelo motor V8 4.4 e 530 cv. Com ele, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos. X7 - modelo novo BMW X7 Divulgação/BMW Confirmado, o X7 chega este ano para ocupar o topo da gama da marca. O modelo tem versões a diesel com 265 e 400 cv e a gasolina com 340 e 462 cv. Ainda não está definido quais virão ao Brasil. Caoa Chery Arrizo 5 - reestilização Chery Arrizo 5 ganhará interior mais tecnológico André Paixão/G1 Com pouco mais de um ano de mercado, o sedã compacto Arrizo 5 vai ganhar uma atualização visual, restrita ao interior. A modernização inclui uma central multimídia mais integrada ao painel, novos comandos para o ar-condicionado e um quadro de instrumentos com tela digital. Arrizo 5e - versão nova Arrizo 5 tem versão elétrica na China André Paixão/G1 No Salão de Xangai deste ano, a Caoa Chery confirmou estudos para vender a versão elétrica do Arrizo 5. O sinal verde foi dado, e o modelo chega ao Brasil entre outubro e novembro, importado, mas com possibilidade de produção em Jacareí (SP), onde a configuração a combustão já é fabricada. O G1 andou no modelo, que tem motor de 122 cv e autonomia de 400 km. Seu preço ficaria na casa dos R$ 130 mil. Tiggo 8 - modelo novo Chery Tiggo 8 está confirmado para o Brasil André Paixão/G1 Maior SUV da marca, o Tiggo 8 começa a ser vendido segundo semestre e será produzido na unidade de Anápolis (GO), ao lado de Tiggo 5X e Tiggo 7. Além do porte, o modelo vai se destacar por ter motor turbo e poder levar até 7 ocupantes. Seu preço deve ficar na casa dos R$ 130 mil. Chevrolet Bolt - modelo novo Chevrolet Bolt Divulgação/Chevrolet Apesar de estar com pré-venda aberta, o elétrico Bolt só começa a ser entregue em outubro e em versão única, por R$ 175 mil. Traz motor de 203 cv e baterias que entregam autonomia de até 383 km. Ainda tem pretensão esportiva, já que acelera de 0 a 100 km/h em apenas 6,5 segundos. Cruze (hatch e sedã) - reestilização Chevrolet Cruze Divulgação/Chevrolet A estreia do novo visual do Cruze acabou ficando para a segunda metade do ano. As discretas mudanças incluem dianteira com grade maior e lanternas redesenhadas. Com o modelo saindo de linha na América do Norte, os exemplares vendidos no Brasil serão importados da Argentina. Equinox Midnight - versão nova Chevrolet Equinox Midnight Fábio Tito/G1 Mostrado como conceito no Salão do Automóvel, o Equinox vai receber a edição especial de visual "all black". Assim como nos "irmãos", S10 e Tracker, a série ganha pintura preta nas "gravatinhas" da Chevrolet, nas rodas e exclui alguns cromados para garantir o efeito "dark". Prisma - nova geração Salão de Xangai: veja detalhes do novo Chevrolet Prisma Sim, o Prisma chegará antes do Onix, e tem vendas previstas para o início do último trimestre. A novidade será bem maior, mais sofisticada e mais cara do que o modelo atual (que permanecerá em linha como opção de entrada). A base é a versão apresentada no Salão de Xangai, em abril. A fabricante confirmou que o novo sedã terá motor turbo, e porte próximo ao dos 4,40 metros de comprimento. Onix - nova geração A segunda geração do carro mais vendido do Brasil deverá ser o lançamento mais importante do segundo semestre - ele só deve chegar às lojas, porém, em 2020, depois do Prisma. A Chevrolet promete um salto evolutivo no modelo: motor turbo, mais equipamentos e tecnologia. Tudo isso, porém, quer dizer preços mais altos. Também pode ser uma ótima razão para manter a versão atual em linha. Fiat Argo Sting - série especial Fiat Argo Sting Divulgação/Fiat Mostrado no Salão do Automóvel, o Argo Sting ganhará as ruas ainda este ano, como uma série especial de apelo esportivo com motor 1.8 de até 139 cv - o que pode resultar na morte da configuração HGT. A edição adiantará uma reestilização do modelo e ainda poderá mudar de nome. Cronos Sport - nova versão Fiat Cronos Sport Divulgação/Fiat Assim como o Argo Sting, o Cronos Sport foi apresentado no Salão de São Paulo, deve ir além e virar uma versão de produção com apelo esportivo. O sedã recebe saias laterais, spoiler na tampa do porta-malas e rodas de 17 polegadas escurecidas. Deve trazer motor 1.8 e câmbio automático Ford Ranger - reestilização Ford Ranger 2020 André Paixão/G1 Segundo a Ford, mais de 600 peças foram trocadas. O visual, no entanto, não está tão diferente - muda apenas na grade dianteira, para-choque e lentes dos faróis. A suspensão ganhou acertos específicos de acordo com o peso da versão. No fim, a picape está mais confortável e com mais equipamentos. Tudo isso pelo mesmo preço da linha 2019. O G1 já andou. Honda Civic - reestilização Honda Civic 2019 para o mercado norte-americano Honda/Divulgação É necessário certo esforço para encontrar as novidades do Civic, e que devem estrear por aqui nos próximos meses. A principal delas está no para-choque dianteiro, que foi redesenhado e recebeu novas entradas de ar. Hyundai Elantra - nova geração Hyundai Elantra Divulgação/Hyundai O sedã médio foi confirmado no Salão de São Paulo, sem data específica para chegar - o lançamento deve acontecer até o final do ano. O Elantra oferecerá motor 2.0 flex de 167 cavalos de potência e câmbio automático de 6 marchas, mesmo conjunto do Creta. HB20 - reestilização Hyundai HB20 flagrado em testes em Tatuí Mayara Corrêa/G1 Com 7 anos de vida, não trata-se de uma troca de geração, como deve acontecer com o maior rival, o Chevrolet Onix. Mas a Hyundai tentará atualizar o máximo possível o hatch compacto para que ele continue competitivo. O novo HB20 já roda em testes pelo Brasil. Palisade - modelo novo Hyundai Palisade Divulgação/Hyundai O SUV ?gigante? da Hyundai roda em testes pelo Brasil. Com seus quase 5 metros, promete levar até 7 pessoas com muito conforto e um motor V6 3.8 de 295 cv, aliado ao câmbio automático de 8 marchas. Deve ser o modelo mais caro da fabricante coreana à venda no país e será trazido pela Caoa, responsável pelos Hyundai importados. Santa Fe - nova geração Hyundai Santa Fe Divulgação/Hyundai Bem menor do que o Palisade, o Santa Fe finalmente será atualizado no Brasil. O SUV apareceu em testes em janeiro do ano passado, dias antes da estreia global. Quando chegar, pelas mãos da Caoa, terá motor V6 de 3.5 litros e 280 cv. Jac iEV40 - versão nova Jac iEV40 Divulgação/Jac Anunciado no ano passado, o iEV40 é o primeiro veículo de uma ofensiva elétrica da Jac no Brasil. Trata-se da versão ?verde? do T40, um crossover compacto. Com motor elétrico entrega 115 cv e 27,5 kgfm, enquanto a autonomia é de 300 km. Custa R$ 139.990, e começa a ser entregue em agosto. Picape elétrica - modelo novo Picape da Jac Motors, chamada de T8 por lá, no Salão de Xangai 2019 André Paixão/G1 Ela ainda não tem nome, mas já teve sua chegada confirmada para este ano. Trata-se de uma variação da picape conhecida como T8 na China. Segundo Sergio Habib, chefão da Jac, poderá carregar 1 tonelada, com autonomia de 350 km. O preço? Na casa dos R$ 200 mil. T60 - modelo novo Jac iEV60 mostrado no Salão de Xangai é a versão elétrica do T60 André Paixão/G1 O único veículo a combustão que a Jac pretende lançar em 2019 é um SUV médio, que vai se chamar T60. Tem porte de Jeep Compass, e promete motor 1.5 turbo de 160 cv e câmbio CVT. Tudo isso custando cerca de R$ 100 mil. O T60 preencheria a lacuna entre o T50 e o T80. Jaguar XE - reestilização Jaguar XE Divulgação/Jaguar Não parece, mas o Jaguar XE mudou. As novidades estão na grade pouco maior e o para-choque redesenhado, além de faróis e lanternas ligeiramente mais afilados. A cabine agora segue o visual dos demais modelos da Jaguar Land Rover, com comandos do ar-condicionado dispostos em uma tela com dois botões laterais. Deve chegar ao país mais para o fim do ano. Kia Soul - nova geração Kia Soul GT-Line 2019 Divulgação/Kia A chegada de novos carros da Kia ao Brasil vai depender da situação econômica. Se o dólar baixar, a fabricante deve iniciar a importação da nova geração do Soul. O crossover passou uma uma mudança radical no desenho, e agora traz motor 1.6 turbo de 204 cv. Lamborghini Huracan Evo Lamborghini Huracan Evo Divulgação O esportivo mais "acessível" da Lamborghini passou pela primeira reestilização. Junto com o desenho levemente retocado, carrega o sobrenome Evo. É um dos poucos carros à venda que traz motor V10. Neste caso, uma unidade de 5.2 litros com 640 cv, capaz de levar o modelo da imobilidade aos 100 km/h em meros 2,9 segundos. Land Rover Range Rover Evoque - nova geração Land Rover Range Rover Evoque Divulgação/Land Rover Um dos SUVs mais emblemáticos da Land Rover, o Evoque chegou à segunda geração. Desta vez, ele será importado da Inglaterra - a produção nacional foi suspensa. As entregas começam ainda em julho, e, inicialmente, apenas na versão topo de linha, R-Dynamic. Ela traz motor 2.0 de 300 cv e um pacote completo de equipamentos. Custa R$ 312.900. Velar SVAutobiography - versão nova Range Rover Velar SVAutobiography Divulgação/Land Rover O sobrenome é comprido e pode confundir. Mas este é o Velar mais esportivo que existe. A divisão de preparação da Land Rover colocou o conhecido motor V8 5.0 de 550 cv no SUV, fazendo com que ele acelere de 0 a 100 km/h em apenas 4,5 segundos, e alcance 274 km/h de velocidade máxima. Certamente custará bem mais do que os R$ 490 mil pedidos pelo atual Velar mais completo. Discovery Sport - reestilização Land Rover Discovery Sport Divulgação/Land Rover Se o novo Evoque não será produzido no Brasil, ao menos a unidade de Itatiaia (RJ) continuará montando o Discovery Sport. O modelo de entrada vai passar pela sua primeira reestilização. Ela inclui, principalmente, para-choques redesenhados, lanterna com novo formato e um interior modernizado. As motorizações atuais devem ser mantidas: 2.0 flex, de 240 cv, ou diesel, de 180 cv. Lifan X70 - modelo novo Lifan X70 Divulgação/Lifan Ainda sem confirmação da data de chegada, o X70 será a principal (e única) aposta da Lifan para 2019. O SUV, que tem porte do Compass, deve pintar por aqui em versão única, com motor 2.0 de 140 cv, câmbio CVT e tração integral. Ele até já foi visto em testes rodando pelo país. Lexus RX 450h - versão nova Lexus RX 450h Divulgação/Lexus No último Salão do Automóvel, a Lexus prometeu que toda sua linha seria híbrida - o único produto que ainda não possui essa configuração é o SUV grande, RX. Por pouco tempo. A marca de luxo da Toyota vai substituir o RX 350 L pelo RX 450h. Na prática, entra um carro com motor V6, além de outro elétrico. Somado, o conjunto entrega 308 cv, e que acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos. Mercedes-Benz AMG GT R Pro Mercedes-AMG GT R Pro Divulgação A versão mais extrema do AMG GT desembarca no Brasil até o fim do ano. Ela traz o mesmo motor V8 4.0 biturbo da GT R, mas aprimorado para entregar 585 cv. Além disso, o peso foi aliviado, com adoção de fibra de carbono na suspensão dianteira. Também caberá ao GT R Pro inaugurar o novo estilo do esportivo. Classe A Sedan - modelo novo Mercedes-Benz Classe A Sedan Divulgação/Mercedes-Benz A inédita versão sedã do Classe A chegará importada do México. Ainda não se sabe quais serão as versões, porém, durante o Salão do Automóvel de São Paulo, no ano passado, o modelo estava representado pela configuração A 250, com motor 2.0 turbo de 224 cavalos de potência e câmbio de 7 marchas. Classe A 35 AMG - nova versão Mercedes-AMG A 35 Divulgação O A 35 AMG é a versão "de entrada" da linha esportiva da Mercedes. O hatch traz um 2.0 turbo de 306 cv, que acelera de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos. Visualmente, o A 35 traz para-choque exclusivo, com apliques laterais para ajudar na aerodinâmica. Na traseira, as saídas de escapamento redondas identificam a versão, enquanto os olhares são atraídos para o grande aerfofólio. CLA - nova geração Mercedes-Benz CLA Divulgação Apresentada em janeiro, na feira de tecnologia CES, a nova geração do sedã com jeito de cupê CLA chega ao Brasil no último trimestre. Provavelmente, será posicionado acima do Classe A Sedan. O modelo foi o primeiro a trazer a inteligência artificial aprimorada, e pode responder a partir de gestos do motorista. GLC - reestilização Mercedes-Benz GLC reestilizado é visto rodando em testes no Brasil Caio Couto/VC no G1 Em abril, um mês depois de ser apresentado na Europa, o facelift do GLC apareceu em testes no interior de São Paulo. As alterações são leves. Enquanto os faróis tiveram o formato alterado, as lanternas ganharam novo desenho interno, com elementos quadrados. As rodas também são novas. GLE - nova geração Mercedes-Benz GLE Divulgação O SUV mais vendido da história da Mercedes ganhou uma nova geração quase um ano atrás. Seu desembarque no Brasil será no último trimestre deste ano - as versões ainda não foram confirmadas. Atualizado, o GLE ganhou 8 cm extras no entre-eixos (agora são 3 metros). Nissan Leaf - nova geração Nissan Leaf Divulgação/Nissan Anunciado em novembro do ano passado, no Salão do Automóvel, e em pré-venda desde então, o Leaf será lançado oficialmente no Brasil já em julho. Segundo a Nissan, até maio, foram reservadas 16 unidades -- cada uma custa R$ 178.400. O Leaf traz motor elétrico de 149 cv, e pode rodar até 389 km com uma carga. Porsche 911 Carrera - nova versão Por enquanto, apenas a versão Carrera S do 911 foi apresentada - o G1 já dirigiu o modelo, que custa R$ 679 mil. Até o final do ano, a Porsche apresenta (e começa a vender no Brasil) uma configuração mais "simples", sem o sobrenome S. O próximo Carrera deve ter motor mais forte do que a geração atual, que entrega 370 cv. Cayenne híbrido - nova versão A nova geração do Cayenne já está à venda no Brasil, mas sua versão híbrida será lançada agora no segundo semestre. O modelo promete consumo de até 31,3 km/l vindo do motor 3.0 V6 em conjunto com o elétrico. Cayenne Coupe - novo modelo Porsche Cayenne Coupé Divulgação A Porsche decidiu entrar na briga em um segmento crescente: dos SUVs com carroceria cupê. O Cayenne deve enfrentar BMW X6 e Mercedes GLE Coupé. Entre as versões disponíveis, estão a Cayenne Coupé (sem sobrenome), com um 3.0 turbo de 340 cv, ou a Turbo, com um V8 4.0 de 550 cv. Macan S - nova versão Porsche Macan S Divulgação O Macan reestilizado está à venda desde o último Salão do Automóvel. A novidade para o segundo semestre é a chegada da versão mais "apimentada", S. Com seu V6 de 3 litros sobrealimentado, traz 350 cv, contra 252 cv da versão básica. Promete acelerar de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. Ram 1500 gasolina - modelo novo Ram 1500 Divulgação/Ram A FCA planeja trazer, até o fim do ano, unidades da 1500 para o Brasil. O modelo é esperado para encarar as versões mais caras das picapes médias Hilux, S10, Ranger e Amarok. Seu porte, porém, é maior. São 5,81 m de comprimento, cerca de 50 cm a mais do que os demais modelos. Inicialmente, a 1500 deve ser oferecida com motor V6 3.6 a gasolina de 305 cv. 2500 - nova geração Ram 2500 2019 Divulgação A nova geração da picape ?gigante? 2500 está confirmada para o Brasil. As vendas começam em novembro, mas ela já roda em testes no Brasil. O modelo, que exige categoria C da CNH, ganhou visual atualizado, e interior totalmente renovado, com direito a central multimídia vertical de 12 polegadas. Deve ser puxada por um motor V6 turbodiesel de 370 cv. Renault Logan - reestilização O sedã não passa por alterações estéticas há quase 6 anos. Nesse período, ganhou equipamentos e novos motores. Agora, é a hora de mais novidades. A Renault deve promover uma pequena reestilização. As maiores expectativas são a chegada do câmbio CVT e uma versão com visual aventureiro (será o primeiro sedã do gênero no país). Sandero - reestilização Veja como ficou o Renault Sandero na linha 2020 Divulgação O Sandero acompanha o Logan nas mudanças visuais. No entanto, elas devem ser concentradas na traseira do hatch, com lanternas que se prolongam pela tampa do porta-malas. Também passa a contar com opção de câmbio CVT, o que promete ajudar nos números de venda. SsangYong Musso - nova geração SsangYong Musso Divulgação/SsangYong A segunda picape da marca no Brasil será a Musso. Sua chegada estava programada para o fim do primeiro semestre. Mas a programação mudou, e a nova data de lançamento é outubro. Debaixo do capô, mora um 2.2 turbodiesel de 181 cv e 43 kgfm de torque. Rexton 7 lugares - nova geração SsangYong Rexton Divulgação/SsangYong O SUV grandalhão de 4,85 metros de comprimento também deveria ter sido lançado no meio do ano. Mas, assim como a Musso, acabou ficando para outubro. Terá motor 2.2 turbodiesel de 181 cv e câmbio de 7 marchas herdado da Mercedes-Benz. Suzuki Jimny - nova geração Suzuki Jimny Divulgação/Suzuki Uma das sensações do último Salão de São Paulo, no ano passado, a nova geração do Suzuki Jimny chega ao país no fim do ano, em novembro, mais precisamente. Ela terá o ?sobrenome? Sierra, e será oferecida com motor 1.5 de 108 cv e câmbio manual ou automático. No entanto, a versão atual continuará sendo vendida, em uma faixa de preços mais baixa. Toyota Corolla - nova geração Toyota Corolla sedã da 12ª geração Toyota/Divulgação Menos ?tiozão?, o novo Corolla será o primeiro carro híbrido que pode ser abastecido com etanol e gasolina. A Toyota ainda afirma que o sedã deve ser o ?híbrido mais limpo do mundo?. Fora isso, é esperada uma revolução no interior, bem mais moderno do que na geração atual. O visual externo seguirá o modelo europeu, menos ousado do que o americano. O lançamento será em outubro. Prius - reestilização Toyota Prius 2019 Divulgação/Toyota O Corolla não deve ser a única novidade híbrida da Toyota até o fim do ano. É possível que a empresa traga a atualização visual do Prius. Ela foi apresentada em novembro de 2018, com traços menos polêmicos do que a versão atual. Além disso, há uma nova central multimídia, com tela vertical de 11,6 polegadas. Volkswagen Polo e Virtus GTS - versão nova Volkswagen Polo GTS Divulgação/Volkswagen Hatch e sedã foram apresentados como conceitos durante o Salão do Automóvel, no fim do ano passado. Porém, de lá pra cá, a Volkswagen lançou outros modelos, mas ainda não deu previsão sobre a dupla esportiva. Com um ritmo mais contido nas novidades da marca, os dois modelos devem pintar até o fim do ano. Possuem motor 1.4 turbo de 150 cv e câmbio automático de 6 marchas. Leia mais Golf GTE - nova versão Volkswagen Golf GTE Divulgação/Volkswagen Prometido há tempos, o Golf híbrido finalmente deve ganhar as ruas do Brasil, e fazer companhia para o único outro Golf restante - o esportivo GTI. Nesta configuração, o hatch médio utiliza um motor 1.4 turbo, aliado a outro propulsor, elétrico. Somados, eles entregam uma potência combinada de 204 cv. Volvo S60 - nova geração Volvo S60 Divulgação/Volvo O sedã mais importante da Volvo já deu as caras em alguns pontos do país. Importado dos Estados Unidos, acaba de entrar em pré-venda no Brasil, em 4 versões, com motorizações que vão de 190 cv a 407 cv. Esta última, também é híbrida. Preços vão de R$ 195.950 a R$ 269.950.
Veja Mais

11/07 - Fiat aposta em carro elétrico após fracasso de fusão com Renault
Montadora vai investir 700 milhões de euros no modelo elétrico do Fiat 500. Fiat 500 Divulgação/Fiat A Fiat Chrysler (FCA) planeja investir 700 milhões de euros em uma reformulação do icônico Fiat 500, disse um executivo nesta quinta-feira (11), enquanto a montadora tenta seguir em frente após a fracassada tentativa de fusão com a francesa Renault. O vice-presidente de operações da FCA para Europa, Oriente Médio e África, Pietro Gorlier, anunciou o investimento ? a maior aposta individual da empresa ítalo-americana num veículo elétrico ? em sua fábrica em Turim, norte da Itália. O montante faz parte de um plano, anunciado no ano passado, para alocar 5 bilhões de euros na Itália até 2021. Fiat vai investir na produção de 80 mil unidades de elétrico do Fiat 500 no norte da Itália. Massimo Pinca/Reuters "O plano está confirmado", disse Gorlier a repórteres, quando perguntado se o investimento da FCA em tecnologia de veículos elétricos seria mantido após seu plano de US$ 35 bilhões para se fundir com a Renault fracassar no mês passado. Ele disse que a FCA investirá 700 milhões de euros para construir uma nova linha de produção em Mirafiori para produzir 80 mil unidades do novo 500 BEV, seu primeiro veículo elétrico a bateria a ser comercializado na Europa. O compacto 500 é um dos modelos mais famosos do grupo, lançado pela Fiat no final dos anos 1950 e rapidamente se tornando um símbolo do design urbano italiano. A produção do recém-projetado 500 elétrico começará no segundo trimestre de 2020, com potencial para expandir a capacidade posteriormente, disse Gorlier. Fiat 500 Divulgação
Veja Mais

11/07 - Produção e vendas de motos crescem no 1º semestre de 2019, diz Abraciclo
A associação prevê produção de 1,1 milhão de unidades em 2019, um crescimento de 6,1% em relação a 2018. Produção de motos Gabriel Machado/G1 AM A produção de motos cresceu 8,4% no primeiro semestre de 2019 em relação ao mesmo período de 2018. Também na primeira metade deste ano, as vendas subiram 16%. Os dados foram divulgados pela associação das fabricantes de motos, a Abraciclo, nesta quinta-feira (11). De acordo com a associação, foram produzidas 536.955 motocicletas durante os primeiros seis meses de 2019, contra 495.420 no ano passado. Na comparação entre os meses de junho de 2019 e 2018, a produção subiu 35,4% - passou de 50.208 unidades para 67.991. Já quando comparados com o mês anterior, maio, a produção caiu 32,7%. Para a Abraciclo, o recuo é explicado pela menor quantidade de dias úteis no mês de junho (3 a menos) e pelas férias parciais nas fábricas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM). A entidade prevê que aproximadamente 1,1 milhão de unidades sejam produzidas em 2019, representando um crescimento de 6,1% em relação a 2018. Reflexo nos emplacamentos Assim como na produção, o número de emplacamentos também aumentou no primeiro semestre deste ano - o crescimento foi de 16%, de 456.729 para 530.034 unidades. Na comparação mensal (junho de 2019 e 2018), o aumento foi de 8%, de 74.069 para 80.023 unidades. Novamente repetindo o movimento da produção, em relação a maio as vendas caíram. O número foi 18,3% menor. De acordo com a Abraciclo, o volume de vendas por dia útil registrado em junho (4.212 unidades) é o melhor desde junho de 2015.
Veja Mais