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Cassação de cnh Sorocaba suspensão de cnh sorocaba



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22/03 - Preço da gasolina sobe nos postos pela 4ª semana seguida, diz ANP
Valor do litro do combustível subiu de R$ 4,294 para R$ 4,319. No acumulado do ano, preço da gasolina acumula queda de 0,6% Marcelo Brandt/G1 O preço médio da gasolina nos postos do País aumentou pela quarta semana seguida, segundo a pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). Nesta semana, de acordo com o levantamento, o valor do litro do combustível subiu 0,6%, de R$ 4,294 para R$ 4,319. A pesquisa da ANP também apurou uma leve alta no preço do litro do diesel. O aumento foi de 0,1%, de R$ 3,535 para R$ 3,540. Já o valor do litro do etanol teve leve crescimento, de 0,2%, passando de R$ 2,962 para R$ 2,969. Desde o início do ano, o preço da gasolina acumula queda de 0,6%. O valor por litro do diesel subiu 2,6%, e o do etanol aumentou 4,9%. Preços na refinaria Na quinta-feira (21), a Petrobras elevou em 1,4% preço médio do diesel nas refinarias. Assim, a partir desta sexta-feira, o preço médio do litro do diesel passará de R$ 2,1120 para R$ 2,1432. Já o preço da gasolina foi mantido inalterado em R$ 1,8326 o litro.
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22/03 - Alibaba, Tencent e montadoras criam aplicativo de transporte de US$1,5 bilhão na China
País tem o maior mercado de aplicativos de transporte do mundo. A Didi Chuxing, que é dona da 99 no Brasil, é a empresa que domina o setor. Empresas tentam pegar uma parte do mercado de aplicativos de transporte na China, o maior do mundo. Reuters/Stringer As gigantes de tecnologias da China Alibaba e Tencent, a varejista digital Suning e montadoras de carros chinesas criaram um serviço de transporte de US$ 1,5 bilhão. A iniciativa pode testar o domínio da gigante Didi Chuxing, líder do mercado de aplicativos . A China é o maior mercado do mundo para os aplicativos de transporte, estimado pela empresa de consultoria Bain & Co. no valor de US$ 23 bilhões, com a Didi Chuxing possuindo 90% de participação. A montadora Chongqing Changan informou nesta sexta-feira (22) que investiu 1,6 bilhão de yuans (US$ 238,36 milhões) na empresa com sede em Nanjing, juntamente com parceiros como as unidades de investimento de Alibaba, Tencent e Suning, além das montadoras FAW e Dongfeng. No entanto, uma série de fabricantes de automóveis, incluindo BMW, Geely e SAIC, bem como outras empresas de tecnologia como a Meituan Dianping, também lançaram seus próprios serviços de mobilidade de olho em uma fatia desse mercado. A Didi, que é apoiada pelo SoftBank Group e fechou parcerias para assumir a operação chinesa do Uber, também possui joint ventures com a BAIC e Volkswagen.
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22/03 - Mercedes-AMG S 63 e S 63 Coupé têm recall por problema na direção elétrica
A falha pode fazer com que, quando o assistente de direção estiver ativo, o motorista não receba alertas visuais e sonoros. Mercedes-AMG S 63 L 4Matic+ Divulgação/Mercedes-Benz A Mercedes-Benz está convocando sete unidades do sedã S 63 L AMG e duas do cupê S 63 AMG Coupé por problemas no módulo da direção elétrica. De acordo com a marca, o software do sistema pode apresentar falhas na função "mãos fora do volante" no assistente de direção, não alertando o motorista com sinais visuais e sonoros. Há ainda o risco, também no modo de assistência, de o veículo não parar completamente. Mercedes-AMG S 63 4Matic+ Coupé Divulgação/Mercedes-Benz O reparo, que consiste na atualização gratuita do software, deve ser agendado em uma concessionária Mercedes-Benz e dura aproximadamente 1 hora. Está disponível o telefone 0800 970 9090. Veja os detalhes dos modelos: Recall - S 63 e S 63 Coupé Initial plugin text
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22/03 - Mercedes-Benz C 180 Coupé tem recall por falha no módulo do ESP
Em casos remotos, os veículos podem ficar impedidos de se movimentarem novamente após a ignição ser desligada. Mercedes-Benz C 180 Coupé Divulgação/Mercedes-Benz A Mercedes-Benz anunciou um recall para 90 unidades do C 180 Coupé fabricadas em 2018 por uma possível falha no sistema do controle de estabilidade (ESP). De acordo com a marca, o módulo do programa do ESP pode não atender às especificações técnicas de programação, acendendo permanentemente as luzes de freio e o sinal do freio de estacionamento no quadro de instrumentos do veículo. Mercedes-Benz C 180 Coupé Divulgação/Mercedes-Benz Em casos remotos, segundo a Mercedes, o carro pode ser impedido de se movimentar novamente após desligar a ignição. Os proprietários devem agendar a inspeção e a atualização do módulo em uma concessionária Mercedes-Benz. O serviço é gratuito e dura aproximadamente 30 minutos. Eventuais dúvidas podem ser solucionadas pelo telefone 0800 970 9090. Veja os detalhes dos modelos: Recall - Mercedes C 180 Coupé Initial plugin text
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22/03 - Porsche Cayenne ganha versão com carroceria ‘cupê’
SUV será vendido em duas versões, com motores 3.0 de 340 cv ou 4.0 de 550 cv. Porsche Cayenne Coupé Divulgação Um carro pode ser SUV e cupê ao mesmo tempo? Para a Porsche (e várias outras marcas), isso é possível. Os alemães revelaram o Cayenne Coupé, uma variante da terceira geração do utilitário esportivo. A diferença para o SUV “convencional” está na queda do teto, mais suave na versão Coupé. Segundo a Porsche, os traços fazem deste o Cayenne mais esportivo da linha. Além do teto, a fabricante fez pequenas modificações na coluna A e no para-brisa, recuados em 2 cm. Já o nicho para a placa traseira migrou da tampa do porta-malas para o para-choque. Porsche Cayenne Coupé Divulgação Para garantir um bom espaço para os ocupantes do banco traseiro, a Porsche instalou os bancos em uma posição 3 cm mais baixa. Vale lembrar que o Cayenne Coupé é homologado para 4 passageiros. A novidade estará disponível em duas versões. O Cayenne Coupé (sem sobrenome) sai de fábrica com um seis cilindros 3.0 turbo a gasolina. A potência é de 340 cavalos, com 45,9 kgfm. A opção mais potente é a Turbo, que traz um V8 de 4 litros biturbo. Neste caso, a potência é de 550 cv, com 78,5 kgfm. Segundo a Porsche, este conjunto faz o SUV grandalhão acelerar de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos, com máxima de 286 km/h. Quadro de instrumentos do Porsche Cayenne Coupé Divulgação
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22/03 - Lexus UX custará entre R$ 169.990 e R$ 209.990, diz concessionária
Serão 3 versões, todas híbridas, com motores elétrico e 2.0 a gasolina. Modelo é a maior aposta da marca para o Brasil em 2019. Lexus UX no Salão do Automóvel de São Paulo Marcelo Brandt/G1 A Lexus ainda se prepara para lançar seu menor SUV, o UX. A programação é ter o modelo nas lojas no mês que vem. Mas a rede de concessionárias se apressou, e já anuncia uma pré-venda nas redes sociais, inclusive com preços. Procurada, a concessionária de São Paulo confirmou a informação ao G1, e deu maiores detalhes. O UX será oferecido em três versões. Confira os preços abaixo: Dynamic - R$ 169.990 Luxury - R$ 189.990 F-Sport - R$ 209.990 Salão do Automóvel 2018: Lexus traz ao salão seus modelos híbridos como o UX e o ES O modelo foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo. Na ocasião, a Lexus afirmou que toda sua linha passaria a ser híbrida. A motorização 250h foi a escolhida para o Brasil. Ele traz um motor 2.0 a combustão, aliado a outro, elétrico. Somados, eles entregam 181 cavalos. A transmissão é do tipo CVT. O UX é o menor SUV da empresa, e a principal aposta para o Brasil em 2019. Ele tem 4,50 metros de comprimento, 2,64 m de entre-eixos e 1,84 m de largura. Como comparação, ele é um pouco maior do que outros modelos premium, como Volvo XC40 e BMW X1. Traseira do Lexus UX, apresentado no Salão do Automóvel 2018 Marcelo Brandt/G1 Interior do Lexus UX Divulgação
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21/03 - Ford contrata executivo que foi da Amazon e do Snapchat para comandar finanças
É a primeira vez em 70 anos alguém de fora da empresa assume o cargo. Montadora está no meio de uma reestruturação para aumentar lucro. A Ford nomeou nesta quinta-feira (21) o veterano da Amazon, Tim Stone, como vice-presidente financeiro mundial. É a primeira contratação externa da montadora para o cargo em 70 anos. Stone, de 52 anos, ocupou vários cargos na gigante do comércio online por duas décadas. Até 2 meses atrás, comandava as finanças da dona do aplicativo de mensagens Snapchat, a Snap. Foi a segunda pessoa a deixar a empresa em 1 ano, desde a criticada reformulação do aplicativo. Tim Stone, ex-Amazon e Snapchat, será vice-presidente de finanças da Ford Divulgação Ele assumirá seu posto na Ford em 1º de junho, substituindo Bob Shanks, que vai se aposentar após 42 anos na montadora. A fabricante de veículos passa por uma reestruturação para aumentar lucro. Para isso, anunciou cortes nos Estados Unidos, na Europa e na China. No Brasil, anunciou no mês passado o o fechamento da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), a mais antiga da montadora no Brasil. Com ela, encerrará a produção de caminhões na América do Sul, o que a empresa justificou como "um importante marco no retorno à lucratividade sustentável de suas operações" na região.
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21/03 - Tesla acusa ex-funcionário de roubar de dados antes de ir para rival chinesa
Segundo a ação, engenheiro copiou código-fonte de sua tecnologia de piloto automático. Elon Musk, CEO da Tesla, e Ying Yong, prefeito de Xangai, no anúncio da primeira fábrica da montadora na China, em janeiro último Aly Song/Reuters A Tesla entrou com uma ação nesta quinta-feira (21) contra um ex-engenheiro da empresa, alegando que ele roubou dados antes de entrar para uma startup chinesa de carros autônomos em janeiro. Segundo a montadora, Guangzhi Cao copiou mais de 300 mil arquivos relacionados ao código-fonte do sistema de "piloto automático" da empresa, chamado AutoPilot, enquanto se preparava para se juntar à Xiaopeng Motors. A chinesa lançou um veículo elétrico em Las Vegas, no ano passado, e conta com o grupo Alibaba e a Foxconn entre seus investidores. Também conhecida como Xpeng Motors, ela emprega pelo menos cinco ex-funcionários da Tesla, ainda de acordo com o que diz a montadora norte-americana na ação judicial. A Tesla está construindo uma fábrica na China que a coloca em competição direta com a Xiaopeng e outras empresas daquele país, o maior mercado de veículos elétricos do mundo.
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21/03 - Lexus NX 300h
O SUV de luxo com design moderno e muita tecnologia O NX 300h é o terceiro veículo equipado com a tecnologia híbrida a ser comercializado pela Lexus no Brasil. A marca reforça seu compromisso de produzir e vender veículos novos que buscam reduzir os impactos negativos causados por automóveis ao meio ambiente. Confira em nosso infográfico.
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21/03 - Chevrolet revela novo Onix na China em versão sedã
Nova geração do Prisma abandona a nomenclatura e passa a adotar mesmo nome do hatch. Lançamento mundial deve acontecer no Salão de Xangai, em abril. Nova geração do Prisma chama Onix na China Chevrolet/Divulgação A Chevrolet revelou nesta quinta-feira (21), na China, o novo Onix em versão sedã. O modelo, que é a nova geração do Prisma, deixou de lado o consagrado nome para adotar apenas a nomenclatura Onix. GM anuncia investimentos de R$ 10 bilhões em fábricas paulistas De acordo com a montadora, a mudança foi feita para tornar o nome Onix global. Antes, ele era restrito a apenas alguns mercados, como os da América do Sul. Apenas uma imagem do carro foi revelada, e a estreia do modelo deve acontecer próximo Salão de Xangai, em abril. O Brasil deve receber os novos Onix e Prisma ainda este ano, provavelmente no segundo semestre. Os modelos já rodam em teste pelo Brasil. Antes e depois do Choevrolet Prisma Divulgação Base do hatch Apesar de ainda não ter as informações técnicas divulgadas, o Onix sedã também servirá de base para a futura geração do Onix hatch no Brasil, onde o carro detém a posição de carro mais vendido do país. Ainda não se sabe se esse será o fim da designação Prisma no Brasil, ou se ela continuará a ser utilizada. Na China, o Onix sedã foi revelado na versão Redline com uma pegada esportiva e rodas de alumínio de 16 polegadas. O modelo também conta com luzes de LED, incluindo luz diurna. Teaser do novo Chevrolet Prisma Divulgação Onix vira nome global Quase simultaneamente com a imagem do Onix revelada na China, a Chevrolet anunciou que o nome do carro passar a ser utilizado em outros locais do mundo. "O nome Onix estará em modelos da nova família de carros globais da Chevrolet, que vão ter características específicas de acordo com as preferências dos clientes em cada mercado. Objetivo é projetar em âmbito mundial a expressão de sucesso do Onix alcançada regionalmente”, disse Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul. Nova família global Os novos Onix, Prisma e Tracker fazem parte da nova família global de veículos compactos da Chevrolet. O desenvolvimento ficou a cargo da engenharia chinesa. Por isso, os modelos devem aparecer primeiro no mercado asiático. GM divulgou imagem de futuro modelo da empresa GM/Divulgação Em janeiro, a Chevrolet divulgou a primeira imagem da próxima geração do Tracker, que também deve ser lançado em 2019. De acordo com a montadora, serão lançadas oito variantes regionais com cinco diferentes tipos de carroceria. Os modelos dessa nova família serão vendidos em 40 diferentes países.
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21/03 - Volvo anuncia chave que limita velocidade e câmeras que detectam embriaguez para 2020
As soluções funcionarão em conjunto com a limitação da velocidade de todos os carros da marca a 180 km/h. Volvo já testa câmeras e sensores que detectarão motorista embriagado ou desatento Divulgação/Volvo Uma chave que limita a velocidade do veículo e câmeras que detectam motorista embriagado. Essas são as novas apostas da Volvo para reforçar a segurança de seus carros, após o anúncio de que todos eles terão velocidade limitada a partir de 2020. Batizada de Care Key, algo como "chave de cuidado" ou "chave de precaução" em tradução livre para o português, a chave será um item de série em todos os Volvo a partir de 2021. Com ela, o proprietário do veículo poderá definir limites de velocidade para situações ou pessoas específicas, como para amigos, outros membros da família ou manobristas. De qualquer forma, a máxima permitida será de 180 km/h. “Muitos querem poder compartilhar seu carro com amigos e familiares, mas não sabem sobre como se certificar de que estão seguros", apontou Håkan Samuelsson, presidente-executivo da Volvo. A marca promete ainda apresentar a tecnologia às seguradoras para reduzir os valores dos seguros. Care Key da Volvo Divulgação/Volvo Já para conter motoristas embriagados e/ou desatentos, a Volvo instalará uma série de câmeras e sensores no interior de todos os veículos construídos sobre a plataforma SPA2 já a partir do início de 2020. Números e especificações técnicas dos itens ainda não foram revelados. A proposta é de que as câmeras e os sensores monitorem as condições do motorista, identificando olhos fechados, reações lentas e falta de movimentos significativos por longos períodos de tempo. Ao julgar embriaguez ou falta de atenção, o veículo interfere e escolhe a melhor opção para o momento: limitar a velocidade do veículo, alertar o serviço de assistência da Volvo OnCall ou até parar totalmente o carro de forma segura. “Algumas pessoas ainda acreditam que podem dirigir depois de tomar uma bebida e que isso não afetará suas capacidades. Queremos garantir que as pessoas não sejam colocadas em perigo como resultado da embriaguez”, disse Trent Victor, professor de direção da Volvo.
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21/03 - Porsche 911 de 8ª geração chega ao Brasil a partir de R$ 679 mil
Configuração mais cara, a Carrera 4S conversível, sai por R$ 769 mil. Motor 3.0 biturbo tem 450 cavalos de potência. G1 testa novo Porsche 911 na Espanha A Porsche iniciou as vendas do novo 911 no Brasil em 4 configurações diferentes, partindo de R$ 679 mil na Carrera S e R$ 719 mil na Carrera 4S. As primeiras unidades serão entregues até o próximo mês de maio. O G1 já andou no modelo. Veja todos os preços do 911: Carrera S: R$ 679 mil Carrera S Cabrio: R$ 729 mil Carrera 4S: R$ 719 mil Carrera 4S Cabrio: R$ 769 mil Em qualquer uma das versões disponíveis até agora, a nova geração é equipada com motor 3.0 biturbo de seis cilindros em linha com 450 cavalos de potência e 54 kgfm de torque e câmbio de dupla embreagem PDK de 8 marchas. Porsche 911 André Paixão/G1 A principal diferença entre Carrera S e 4S está na tração. Enquanto o primeiro tem tração traseira, o segundo tem tração integral. Entre os equipamentos, os modelos têm central multimídia com tela de 10,9 polegadas, assistente de frenagem de emergência, assistente de visão noturna (com câmera de imagens térmicas), piloto automático adaptativo e modo Wet, que identifica pisos molhados e pré-condiciona os sistemas de controle e alerta. Porsche 911 Carrera 4S Cabriolet Divulgação/Porsche Porsche 911 Carrera 4S Cabriolet Divulgação/Porsche
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20/03 - Tecnologia mostra por que a Honda é sinônimo de qualidade em motos de alta cilindrada
Tecnologias importadas das competições mundiais e pesquisas robóticas fazem parte dos produtos Honda vendidos no Brasil Para longas viagens na estrada, a GL 1800 Gold Wing Tour, que permite ao piloto conectar seu iPhone para curtir suas músicas no Apple CarPlay, além de lhe dar a segurança de um sistema de airbag. Aos aventureiros, a CRF 1000L Africa Twin, com funcionalidades que a transformam na moto perfeita para atravessar qualquer terreno, como o motor de 1000cc leve e compacto e a opção de escolher diferentes tipos de pilotagem. Para os que gostam de acelerar nas pistas, a CBR 1000RR, alia tecnologias importadas das motos de competição do MotoGP com um motor potente, dando ao piloto controle total sobre a moto. Diferentes públicos, diferentes perfis de pilotos, diferentes motos. Os modelos de alta cilindrada da Honda refletem a preocupação da montadora japonesa com pesquisa e desenvolvimento de tecnologias avançadas, que fazem com que as motos contemplem todos os apaixonados por duas rodas. Da Smart Key que aciona o motor da X-ADV sem tirar a chave do bolso aos modos de pilotagem da CB 1000R, que adaptam o funcionamento da moto ao gosto do piloto, as soluções high-tech garantem conforto, segurança e diversão. Trafegar sobre duas rodas torna-se uma experiência única com computadores de bordo, painéis modernos e sistemas sofisticados de controle de tração. Quer saber mais? Confira abaixo os atributos que fazem dos modelos de alta cilindrada da Honda a melhor opção para cada tipo de emoção. Tecnologia mostra por que a Honda é sinônimo de qualidade em motos de alta cilindrada Divulgação
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20/03 - Mesmo com livre comércio, carro mexicano não ficará mais barato no Brasil
Entidades dizem que empresas não utilizavam todas as cotas, por isso, imposto não mudará. Fabricantes ainda temem que investimentos migrem para país vizinho. Brasil e México iniciam livre comércio de veículos e de autopeças Brasil e México agora possuem livre comércio para automóveis e autopeças. Isso significa que não há mais cotas de importação e exportação entre os dois países. Mas o que isso muda, na prática, para o consumidor? “Num primeiro momento, não vai mudar muita coisa, porque o Brasil não estava usando todas as cotas”, disse José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, a associação das importadoras de veículos. “Uma ou outra empresa ficava no limite [das cotas]. Mas, no geral, sobravam muitas cotas”, completa Antonio Megale, presidente da Anfavea, a associação das fabricantes de veículos. Brasil e México agora possuem acordo de livre comércio para automóveis e autopeças Paulo Whitaker/Reuters Os presidentes de duas das entidades mais importantes do setor automotivo, Anfavea e Abeifa, também concordam que o fim das cotas não deve tornar o carro mexicano vendido no Brasil mais barato. O sistema de cotas, em vigor desde 2002, previa que veículos e peças importados dentro de um determinado valor não pagassem impostos de importação, desde que respeitassem uma porcentagem de conteúdo local. Apenas o excedente seria taxado, o que estava longe de acontecer, segundo as entidades. Migração de investimentos? Volkswagen é uma das marcas que produz e exporta no Brasil e no México Divulgação/ Volkswagen O que poderia ser uma boa notícia para a indústria nacional, acabou se tornando motivo de preocupação para as filiais brasileiras. "O México é de 30% a 40% mais competitivo do que a gente. Eles vencem em vários fatores, como custo trabalhista, simplificação tributária, logística, custos de insumos", completou. A Anfavea acredita que se a indústria mexicana é mais eficiente, o Brasil corre o risco de ter o setor enfraquecido no futuro. “O livre comércio pode, daqui algum tempo, fazer com que os investimentos migrem” falou Megale. Segundo dados do Ministério da Economia, o Brasil já ficou em desvantagem diante do México em 2018, exportando menos do que importando: US$ 2,12 bilhões em compras e US$ 1,4 bilhões em vendas. A Anfavea vê com bons olhos os acordos de livre comércio, mas acredita que eles devem ser acompanhados de melhorias em setores como tributação e logística, para colocar a indústria nacional em condições reais de brigar por investimentos e ter um maior volume de exportações. “Somos a favor da liberação, mas isso deve vir de forma paralela à melhoria de competitividade. Isso até agora não aconteceu”, disse. Fábrica da Toyota no México AP Photo/Tatan Syuflana Para Ricardo Bastos, diretor de assuntos governamentais da Toyota, o livre comércio com o México faz do país da América do Norte um "concorrente" na briga por investimentos e novos produtos. "Acompanhamos os riscos. O acordo é sempre dos dois lados, mas sempre existe a possibilidade de exportar", falou. Do ponto de vista das importadoras, Gandini também pede uma carga menor de impostos. “Não conseguimos brigar com os nacionais. O Brasil precisa abrir o mercado, mas precisa também reduzir o imposto de importação. Os incentivos acabam com o mercado”, afirmou. Quem produz em cada país? Atualmente, a Kia só possui fábrica no México. Audi, BMW, Fiat Chrysler (FCA), Ford, Chevrolet, Honda, Mercedes-Benz, Nissan, Toyota e Volkswagen têm fábricas nos dois países. Destas, apenas FCA, Ford, Chevrolet, Nissan e Volkswagen importam modelos mexicanos para o Brasil. Veja abaixo os veículos que importados do México: Audi Q5 Dodge Journey Fiat Ducato Ford Fusion Chevrolet Tracker Chevrolet Equinox Kia Cerato Nissan Sentra RAM 2500 Volkswagen Jetta Volkswagen Tiguan Allspace Além destas fabricantes, a japonesa Mazda tem uma fábrica no México, e poderia ser beneficiada com o livre comércio em um possível retorno ao país. Gandini, no entanto, acha isso pouco provável, ao menos neste momento. “Mesmo sem imposto de importação, o carro ainda ficaria caro para trazer”. Dificuldade com conteúdo local Além do fim das cotas, o acordo comercial teve outra mudança, o aumento da exigência de conteúdo regional em carros e peças. O índice aumentou de 35% para 40%, medida que pode dificultar a chegada de alguns componentes. “Talvez o México tenha alguma dificuldade neste sentido, principalmente para peças”, diz Megale. No caso dos veículos, o presidente da Anfavea acredita que todas as fabricantes cumpram essa exigência. O mesmo vale para os veículos feitos no Brasil e exportados para o país parceiro.
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19/03 - Ações da FCA sobem após sócio da Peugeot falar em possível fusão
O novo chefe da FCA, Mike Manley, disse este mês que a montadora está aberta a buscar alianças. Fiat Chrysler Automobiles (FCA) Rebecca Cook/Reuters As ações da Fiat Chrysler (FCA) saltaram nesta terça-feira (19) após o presidente da holding FFP, da família Peugeot, dizer ao jornal francês Les Echos que teria apoiado um novo acordo e sugeriu que a Fiat Chrysler estava entre as opções. "Com eles, assim como com os outros, os planetas podem se alinhar", disse Robert Peugeot ao ser perguntado sobre alvos para aquisições ou fusões. A Fiat Chrysler (FCA) se recusou a comentar. As ações da montadora ítalo-americana subiam ao redor de 5% às 9h34 (horário de Brasília), enquanto a Peugeot ganhava 2,7%. Os comentários da Peugeot vêm na esteira de relatórios do presidente do grupo, Carlos Tavares, de que está aberto a negócios e que a Fiat, General Motors e Jaguar Land Rover podem ser parceiras ideais. O novo chefe da FCA, Mike Manley, que assumiu após Sergio Marchionne morrer no ano passado, disse este mês que a montadora está aberta a buscar alianças e oportunidades de fusão se fizerem sentido e fortalecerem o futuro da empresa. A FCA é frequentemente citada como possível candidata a fusão por causa de sua forte exposição ao mercado norte-americano, onde gera a maior parte dos lucros, e devido à suas marcas populares de Jeep, RAM e Maserati. "A PSA está essencialmente na União Europeia (onde tem 90% das vendas) e a aquisição de uma empresa com alcance mais amplo faria sentido estratégico", disse o analista da Evercore ISI, Arndt Ellinghorst. Investidores e analistas seguem cautelosos em apostar em um acordo iminente devido a possíveis obstáculos antitruste.
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19/03 - General Motors anuncia investimentos de R$ 10 bilhões em fábricas paulistas
Metade do aporte será colocada na unidade de São José dos Campos, onde será fabricada a nova geração da S10. GM vai investir R$ 10 bi em São Paulo A General Motors anunciou nesta terça-feira (19) um investimento de R$ 10 bilhões entre 2020 e 2024 em suas fábricas no estado de São Paulo. Desse total, R$ 5 bilhões serão aportados na unidade de São José dos Campos, onde será fabricada a nova geração da picape S10. A notícia foi dada em reunião que contou com o governador João Doria (PSDB) e com o presidente da GM na América Latina, Carlos Zarlenga. Com esses investimentos, cerca de 13 mil empregos serão preservados no estado, segundo a montadora — o governador de São Paulo, João Doria, diz que serão 15 mil. A GM vai se beneficar do programa IncentivAuto, lançado no último 8 de março pelo governo estadual e que concederá descontos de até 25% no ICMS para produtos fabricados em São Paulo. João Dória, governador do estado de São Paulo, e Carlos Zarlenga, presidente da General Motors na América Latina Governo do Estado de São Paulo Para participar do programa, as empresas têm que apresentar plano de investimento superior a R$ 1 bilhão e criar, no mínimo, 400 empregos (quantidade criada pela GM). O desconto no tributo aumenta de acordo com o tamanho do investimento. Dentro dos planos podem estar propostas de novas fábricas, novas unidades de produção, produtos ou mesmo a expansão de plantas industriais. Incentivo em São Caetano A prefeitura de São Caetano do Sul apresentou, também nesta terça-feira o Programa de Incentivo à Indústria Automotiva (ProAuto) projeto de lei que trata da concessão e benefícios fiscais para a indústria automotiva na cidade. O ProAuto prevê isenção e descontos em IPTU, ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) e nas contas de água e esgoto. A prefeitura de São Caetano espera ter retorno de R$ 1,1 bilhão durante os 8 anos de vigência do programa, além de contar com a manutenção de empregos na cidade.
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19/03 - Correção: livre comércio entre Brasil e México
O G1 errou ao informar em reportagem publicada nesta terça-feira (19) que Brasil e México haviam assinado um acordo de livre comércio para importação e exportação de automóveis e autopeças. Na verdade, o acordo foi assinado em 2002, mas o livre comércio, estabelecido no acordo inicial, passou a vigorar nesta terça-feira. A informação foi corrigida às 12h24.
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19/03 - Entra em vigor acordo de livre comércio entre Brasil e México para automóveis e autopeças
Nova medida não impõe qualquer barreira para importação e exportação, como cotas para isenções. Comércio entre Brasil e México de veículos leves sem tarifas começa hoje Entra em vigor nesta terça-feira (19) um acordo entre Brasil e México que estabelece, pela primeira vez, o livre comércio para importação de automóveis e autopeças entre os países. O decreto foi assinado em 2002 e a partir de agora retira quaisquer barreiras para as trocas comerciais. (CORREÇÃO: O G1 errou ao informar que o Brasil e o México assinaram acordo de livre comércio. Na verdade, o acordo já havia sido assinado em setembro de 2002. Agora, o que ocorreu foi a entrada em vigor do livre comércio, o que já estava previsto no acordo inicial. A reportagem foi corrigida às 12h24.) Com a medida, os dois países poderão importar e exportar automóveis comerciais leves e respectivas peças sem a imposição de cotas com isenções de impostos. Em nota enviada à imprensa, o Ministério da Economia afirmou que a medida está prevista no Acordo de Complementação Econômica nº 55 (ACE-55), que regula o comércio automotivo e a integração produtiva entre os dois países desde 2002. "Agora o comércio bilateral de automóveis passa a ocorrer livremente, sem cobrança de tarifas ou limitação quantitativa. A partir de hoje, também deixa de vigorar a lista de exceções, que previa regras de origem específicas para autopeças", afirmou o comunicado. Segundo afirmou o ministério, o retorno do livre comércio entre os dois países é um "passo importante para aprofundar o relacionamento comercial entre as duas maiores economias da América Latina." No comunicado, também consta a informação de que esse regime comercial passará a valer também para veículos pesados (caminhões e ônibus), a partir de 2020. As negociações para tratar disso irão ganhar reforço nos próximos meses. Anfavea preocupada A Anfavea, associação das fabricantes, afirmou, em nota, que o setor "é favorável à abertura comercial, mas espera que isso venha acompanhado de ganhos no nível de competitividade no país." Por outro lado, a associação se mostra preocupada com a "possibilidade de perda de alguns futuros projetos para a indústria mexicana, em detrimento de investimentos locais, caso o Brasil ainda não atinja rapidamente o mesmo nível de competitividade deste e de outros potenciais parceiros comerciais."
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18/03 - Chevrolet mostra teaser do novo Prisma
Sedã é chamado de Onix na China. Revelação deve acontecer no Salão de Xangai, no mês que vem. Teaser do novo Chevrolet Prisma Divulgação Aos poucos, a nova geração da família Onix e Prisma vai sendo desvendada. Nesta segunda-feira (18), a filial chinesa da Chevrolet divulgou um teaser da dianteira do novo sedã, curiosamente chamado de Onix no país. Na foto, o carro aparece cheio de sombras, mas já é possível ver o contorno dos faróis e partes da grade e do para-choque. Modificando o brilho da imagem, também dá para ter uma noção dos vincos da carroceria e do formato do retrovisor. No comunicado, a fabricante afirma que o sedã terá uma versão chamada de Redline, voltada para esportividade no visual. A Chevrolet ainda destaca que o lançamento será "em breve". Isso deve acontecer no próximo mês, no Salão de Xangai. Negócio da China GM divulgou imagem de futuro modelo da empresa GM/Divulgação Os novos Onix, Prisma e Tracker fazem parte da nova família global de veículos compactos da Chevrolet. O desenvolvimento ficou a cargo da engenharia chinesa. Por isso, os modelos devem aparecer primeiro no mercado asiático. Em janeiro, a Chevrolet divulgou a primeira imagem da próxima geração do Tracker, que também deve ser lançado em 2019. O Brasil deve receber os novos Onix e Prisma ainda este ano, provavelmente no segundo semestre. Os modelos já rodam em teste pelo Brasil. Chevrolet Prisma rodando em testes no interior de São Paulo André Luis Rosa/G1
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18/03 - Renault tira de linha versões de Captur, Duster, Sandero e Logan
Por um reposicionamento de preços, a marca retirou configurações de entrada dos SUVs e o câmbio automatizado dos compactos. Renault Captur Zen Divulgação/Renault A Renault promoveu mudanças em sua linha como parte de um plano de "realinhamento de preços e readequação da gama". Entre elas, Captur e Duster perderam versões, enquanto Sandero e Logan abandonaram o câmbio automatizado Easy'R. O Captur deixou de oferecer a configuração de entrada Zen 1.6, única que oferecia câmbio manual. Agora, a mais barata passa a ser a Intense 1.6 CVT, por R$ 90.690. Logo acima está a Intense 2.0, com transmissão automática de 4 marchas, por R$ 91.690 (apenas R$ 1 mil a mais). Veja os preços da linha Captur: Intense 1.6 CVT: R$ 90.690 Intense 2.0 automático: R$ 91.690 Renault Duster 4WD passa a ser a única versão com motor 2.0 Divulgação/Renault Na linha Duster, quem saíram de cena foram as versões com motor 2.0 e tração 4x2. Agora, o SUV só tem a opção 4x4 manual caso o comprador não abra mão do motor 2.0. Ela sai por R$ 81.130. As configurações 1.6 seguem sem mudanças, de R$ 65.970 a R$ 77.560. Veja os preços da linha Duster: Expression 1.6: R$ 65.970 Expression 1.6 CVT: R$ 73.475 Dynamique 1.6 CVT: R$ 77.560 Dynamique 2.0 4x4: R$ 81.130 Renault Sandero agora só tem câmbio manual Divulgação Para Sandero e Logan, a marca deixou no passado o câmbio automatizado Easy'R. Além de não ter tido números expressivos, a descontinuação da transmissão abre espaço para a chegada da CVT, que deve equipar os compactos após a reestilização esperada ainda para 2019. Veja os preços das linhas Sandero e Logan: Sandero Authentique 1.0: R$ 45.215 Sandero Expression 1.0: R$ 47.495 Sandero GT Line 1.0: R$ 48.850 Sandero Expression 1.6: R$ 52.115 Sandero Stepway 1.6: R$ 60.680 Sandero R.S. 2.0: R$ 65.300 Logan Authentique 1.0: R$ 48.540 Logan Expression 1.0: R$ 49.420 Logan Expression Advantage 1.0: R$ 51.670 Logan Expression 1.6: R$ 54.425
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18/03 - Fiat Mobi GSR ganha opção PCD por R$ 35.990
Condição exclusiva para pessoas com deficiência vale para versão com motor 1.0 de três cilindros e câmbio automatizado. Fiat Mobi GSR Divulgação/Fiat O Fiat Mobi GSR ganhou condições especiais para o público PCD (pessoas com deficiência). Vendido regularmente por R$ 47.590, o subcompacto passa a custar R$ 35.990. De acordo com a marca, a ação é exclusiva para pessoas com deficiência e para a versão topo de linha do Mobi, a Drive GSR, equipada com motor 1.0 de três cilindros com até 77 cavalos de potência e 10,9 kgfm de torque e câmbio automatizado de 5 marchas acionado por botões. O modelo é equipado com ar-condicionado, vidros/travas/direção elétricos, quadro de instrumentos com tela central de TFT, volante com regulagem de altura, aletas atrás do volante para trocas de marcha manuais e rodas de aço com calotas aro 14. Câmbio do Mobi GSR tem acionamento por botões Divulgação/Fiat
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18/03 - Rival do Uber nos EUA, Lyft espera levantar US$ 2 bilhões com abertura de capital
Precificação esperada é entre US$ 62 e US$ 68 por papel. No ponto mais alto da faixa indicativa, a Lyft pode alcançar um valor de mercado de quase US$ 20 bilhões na estreia na bolsa. Carros com os adesivos de Uber e Lyft na Califórnia REUTERS/Lucy Nicholson A Lyft, empresa concorrente do Uber no mercado de transporte por aplicativo, espera captar até US$ 2 bilhões com a listagem de ações em Nova York, informou nesta segunda-feira (18) a companhia. O anúncio veio enquanto a empresa está iniciando uma série de apresentações a investidores. O Uber também se prepara para abrir capital nos próximos meses, mas ainda não divulgou a expectativa de captação com a venda das ações. Sediada em São Francisco, a Lyft disse em um comunicado que pretende ter uma precificação entre US$ 62 e US$ 68 por papel. No ponto mais alto da faixa indicativa, a Lyft teria um valor de mercado de US$ 19,64 bilhões, incluindo lote suplementar. As ofertas iniciais (IPO, na sigla em inglês) de Uber e Lyft são um divisor de águas para os unicórnios de tecnologia do Vale do Silício, que durante anos esnobaram o mercado de ações para levantar capital de forma privada. No entanto, a recuperação do mercado nos últimos anos — juntamente com o desejo de investidores iniciantes de se desfazerem de suas posições nas empresas — está levando muitas empresas de tecnologia, incluindo Airbnb, Slack e Stripe, a planejar venda de ações em bolsa. Quando vier a público, o Uber espera uma valorização de até US$ 120 bilhões de acordo com fontes consultadas pela Reuters. Alguns analistas, no entanto, estimam um valor mais modesto, em torno de US$ 100 bilhões, com base em dados financeiros selecionados já divulgados. Tanto o Uber quanto a Lyft estão perdendo dinheiro e ainda não operam no azul, mas o Uber, que se promove como uma empresa global de logística e transporte, é muito maior e mais diversificado do que a Lyft, cujo foco central continua sendo as caronas.
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18/03 - Nissan nomeia Guy Rodríguez como novo presidente do conselho para a América Latina
Atuando desde 2017 na empresa, o argentino substituirá José Luis Valls a partir de 1º de abril. Guy Rodríguez, novo presidente do conselho da Nissan na América Latina Divulgação/Nissan A Nissan nomeou Guy Rodríguez como seu novo presidente do conselho para a América Latina, sucedendo José Luis Valls, que passa a presidente do conselho da Nissan na América do Norte. O executivo assumirá o novo posto no dia 1º de abril, no México, e seu substituto ainda não foi revelado. Segundo a Nissan, Rodríguez teve grande participação no crescimento da participação de mercado da marca e assumirá as operações de manufatura, engenharia, design, vendas, marketing, administração e finanças em estratégias de expansão da marca em 38 países. Desde 2017 na empresa japonesa como vice-presidente de Marketing e Vendas na América Latina, o argentino tem mais de 27 anos de experiência no setor e já atuou como diretor das operações de caminhões da Ford na América do Sul entre 2013 e 2017. É formado em engenharia industrial pelo Instituto Tecnológico de Buenos Aires e possui mestrado em administração de empresas pelo Centro de Estudos Macroeconômicos da Argentina.
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15/03 - Ford vai eliminar 5 mil vagas de emprego na Alemanha
Corte será por meio de demissões voluntárias e aposentadorias antecipadas. Medida é parte de plano de reestruturação mundial da montadora. A Ford anunciou nesta sexta-feira (15) que planeja eliminar "mais de 5 mil empregos" na Alemanha como parte da reestruturação para ampliar seus lucros. A empresa planeja cobrir essa cota por meio de saídas voluntárias e aposentadorias antecipadas, disse uma porta-voz à France Presse. "Este anúncio é parte da reestruturação da Ford anunciada em janeiro na Europa com o objetivo de retornar à lucratividade na Europa o mais rápido possível", afirmou. A Ford também tem uma fábrica na Espanha. Fechamento de fábrica da Ford na França tem indenização milionária Ford anuncia demissões nos Estados Unidos Ford mantém decisão de fechar fábrica, diz sindicato, após reunião nos EUA
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15/03 - Jeep abre pré-venda do nostálgico Renegade Willys por R$ 146.990
Baseado na versão topo de linha Trailhawk, com motor 2.0 turbodiesel, o SUV ganha visual alusivo aos primeiros Jeep feitos pela Willys. Jeep Renegade Willys Divulgação/Jeep A Jeep iniciou a pré-venda do Renegade Willys, limitado a 250 unidades, por R$ 146.990. O modelo tem a missão de resgatar a história da marca Willys, responsável pelos primeiros Jeep a partir de 1941. As primeiras unidades chegarão em abril. Assim como o novo Wrangler, também em pré-venda, para reservar uma unidade o interessado deve acessar o site dedicado e realizar o pagamento de um sinal de R$ 5.000. A carroceria tem como única opção o tom de verde militar. Estrela que remete a um lema militar está estampada na coluna C; na traseira, logos "4x4 Diesel" dão lugar ao adesivo "4-Wheel Drive" Divulgação/Jeep Todos os compradores ganharão como brinde um kit exclusivo com jaqueta da marca Jeep Gear (com a numeração do carro na série), cantil e maleta no formato de galão de combustível dos Jeep militares. O Renegade Willys tem como diferenciais: Carroceria em tom de verde militar Adesivos que remetem à Willys nos para-lamas Adesivos com a estrela que representa o lema militar "em missão" no capô e nas colunas C Adesivo "4-Wheel Drive" na tampa do porta-malas Teto e grade pintados de preto Rodas de 17 polegadas pintadas de preto Teto com placas removíveis, formando um teto solar duplo Bancos de couro com a estrela do lema militar Alça do painel com plaqueta de identificação com o número da unidade Teto removível do Renegade Willys forma teto solar duplo Divulgação/Jeep A série especial é baseada na versão topo de linha Trailhawk, com ar-condicionado de duas zonas, central multimídia com tela de 8,4 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay, chave presencial, airbags dianteiros, laterais, de cortina e de joelho para o motorista, faróis full LED, entre outros. A mecânica combina o motor 2.0 turbodiesel de 170 cavalos de potência e 35,7 kgfm de torque e o câmbio automático de 9 marchas.
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15/03 - Chefão da Volkswagen se desculpa por frase que remete ao nazismo
Herbert Diess causa polêmica em apresentação sobre metas de lucro ao usar frase que evoca inscrição usada em portões de antigos campos de concentração nazistas. Executivo diz que escolha de palavras foi infeliz. Herbert Diess, na primeira entrevista coletiva como presidente do grupo Volkswagen Fabian Bimmer/Reuters O presidente-executivo do Grupo Volkswagen, Herbert Diess, causou polêmica na Alemanha ao comunicar a vinculação de metas mais rígidas de lucro aos diretores da montadora usando uma frase que remonta a um slogan da era nazista. Diess usou a frase "Ebit macht frei" ("Ebit liberta") em conexão com o retorno operacional de várias marcas do Grupo Volkswagen. A frase lembra a inscrição "Arbeit macht frei" ("O trabalho liberta"), que os nazistas colocaram nos portões de vários campos de concentração. Ebit é a sigla em inglês para "earnings before interest and taxes" (lucro antes de juros e impostos). O cálculo do Ebit permite estimar os resultados das operações de uma empresa, sem incluir as despesas financeiras ou as receitas de serviços. O presidente da Volkswagen se desculpou pela frase dita num evento interno. "Não foi de forma alguma minha intenção colocar essa afirmação num contexto errado", disse Diess na última quarta-feira (13). "Naquele momento, não pensei que esta possibilidade [de mal-entendido] existisse." Diess reiterou que sua declaração estava estritamente ligada ao contexto administrativo. "O Grupo Volkswagen possui marcas com diferentes níveis de receita operacional. A experiência mostrou que marcas com alto retorno têm maior liberdade de tomada de decisão dentro do grupo", explicou. Diess tem promovido medidas de austeridade, especialmente no carro-chefe do Grupo, a divisão de veículos de passageiros, e na subsidiária Audi, para liberar verbas para investimentos em mobilidade elétrica e outras tecnologias. "De fato, foi uma escolha infeliz de palavras, e lamento muito caso tenha acidentalmente ferido sentimentos. Peço desculpas formalmente", reiterou Diess. Um porta-voz da montadora destacou que o Grupo Volkswagen tem contribuído há décadas com projetos em prol da memória em torno da ditadura dos nacional-socialistas na Alemanha. A montadora alemã foi fundada em 1937 pelos nazistas. Para a criação da Volkswagen foram usados, entre outras fontes, bens sindicais expropriados. Durante a Segunda Guerra, a Volkswagen fez uso de trabalho forçado em muitas instalações.
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15/03 - Jeep Wrangler chega ao Brasil em pré-venda a partir de R$ 259.990
Nova geração do modelo está disponível nas configurações de duas e de quatro portas. Motor 2.0 turbo entrega 270 cavalos. Jeep Wrangler chega ao Brasil em nova geração Divulgação/Jeep A Jeep iniciou nesta sexta-feira (15) a pré-venda da nova geração do Wrangler no Brasil. O modelo parte de R$ 259.990 na configuração de duas portas e de R$ 274.990 com quatro portas, e todo o processo de compra pode ser feito pela internet. As primeiras unidades chegam em abril. Para reservar uma unidade do jipão, o comprador deve acessar o site dedicado e realizar o pagamento de um sinal de R$ 5.000. Estão disponíveis quatro opções de cores: preto, cinza, prata e branco. A versão mais cara oferece também a cor vermelha. Interior do jipão está mais sofisticado, com grandes telas, mas mantém formato verticalizado Divulgação/Jeep O novo Wrangler é equipado com motor 2.0 turbo de injeção direta, 270 cavalos de potência e 40,8 kgfm de torque, além do câmbio automático de 8 marchas e da tração 4x4 com reduzida. Entre os equipamentos de série estão a central multimídia com tela de 8,4 polegadas e compatibilidade com Android Auto e Apple CarPlay, quadro de instrumentos com tela central digital, assistente de partida em rampa, controles de estabilidade e tração, faróis e lanternas full LED e piloto automático. O visual do jipão na nova geração está mais moderno, mas sem perder a identidade de robustez. As rodas são de 18 polegadas e o teto rígido pode ser removido. Por dentro, há um sistema de escoamento para lavagem interna. Teto rígido do Wrangler é removível Divulgação/Jeep
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15/03 - Tesla revela Model Y, SUV elétrico de 7 lugares e US$ 39 mil
Modelo terá quatro configurações diferentes, que só chegarão entre 2020 e 2021. Autonomia máxima será de 450 km. Tesla Model Y Divulgação/Tesla Quarto modelo da marca, o Tesla Model Y foi apresentado ao mundo em 4 configurações diferentes partindo de US$ 39 mil (R$ 150 mil em conversão direta). O lançamento, porém, só acontecerá a partir de 2020. As primeiras versões a ganharem as ruas serão as mais caras, Performance e Long Range. Elas chegarão no segundo semestre de 2020. Já a mais barata, Standard, ficará para o primeiro semestre de 2021. Versões e preços Performance: US$ 55.700 (R$ 214 mil em conversão direta) Long Range AWD: US$ 46.700 (R$ 180 mil em conversão direta) Long Range RWD: US$ 42.700 (R$ 164 mil em conversão direta) Standard: US$ 39.000 (R$ 150 mil em conversão direta) A topo de linha, Performance (US$ 55.700), é equipada com dois motores, e consequente tração integral, e promete autonomia de 450 km, aceleração de 0 a 96 km/h em 3,5 segundos e velocidade máxima acima de 241 km/h. Tesla Model Y Divulgação/Tesla A Long Range pode ter os mesmos dois motores com tração integral (US$ 46.700) ou apenas um motor e tração traseira (US$ 42.700). Na primeira opção, a autonomia é de 450 km, o 0 a 96 km/h é feito em 4,8 segundos e a máxima passa os 217 km/h. Na segunda, são 483 km de autonomia, aceleração em 5,5 segundos e máxima de 209 km/h. Já a Standard (US$ 39.000), que chega por último, tem autonomia de 370 km, aceleração até os 96 km/h em 5,9 segundos e máxima de 193 km/h. Vale reforçar que os números de desempenho apresentados pela Tesla estão no padrão norte-americano, de 0 a 60 milhas por hora (mph). Em conversão para km/h (quilômetros por hora), temos 96 km/h. A diferença para 100 km/h deve ser de alguns milésimos de segundos. Todas as versões podem levar até 7 ocupantes, segundo a Tesla, com muito conforto e espaço para bagagens. Visto o perfil cupê do SUV, porém, é possível supor que os ocupantes da terceira fileira sofrerão com a pouca altura. Tesla Model Y Divulgação/Tesla
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14/03 - Fiat vai patrocinar a Seleção Brasileira de futebol
Contrato é válido para todas as equipes e terá duração de 4 anos. Volkswagen e Chevrolet já foram apoiadoras da CBF no passado. Fiat Argo Precision 2019 Divulgação A Fiat anunciou nesta quinta-feira (14) que vai patrocinar a Seleção Brasileira de futebol pelos próximos 4 anos. Os valores do negócio não foram divulgados. O contato vale para todas as categorias, incluindo equipes masculinas, femininas, olímpica e de base. A fabricante aparecerá como patrocinadora da Confederação Brasileira de Futebol, a CBF, já nas próximas competições, a Copa do Mundo de futebol feminino, que acontece na França, e a Copa América, sediada pelo Brasil. Os dois torneios serão realizados em junho. Fiat é a nova patrocinadora da CBF Divulgação Como a Fifa não permite que seleções utilizem patrocínios em camisas de jogo, a marca Fiat deve aparecer em uniformes de treino e viagem e placas de publicidade. Histórico com fabricantes de carros No passado, outras fabricantes patrocinaram a CBF. Entre 2009 e agosto de 2014, a Volkswagen foi apoiadora das equipes de futebol do país. Depois, entre agosto de 2014 e maio de 2017 o posto foi ocupado pela Chevrolet. Nos dois casos, as fabricantes aproveitaram para lançar séries especiais de veículos com o selo "Seleção". A Fiat afirmou que já está preparando edições comemorativas para celebrar a parceria.
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14/03 - Audi convoca recall de A6, A7, A8, S5 e Q7 por risco de incêndio
Unidades de ano-modelo de 2015 a 2017 podem, por uma falha na vedação dos tubos de combustível, apresentar vazamentos. Audi Q7 Divulgação/Audi A Audi iniciou um recall envolvendo os modelos A6 Sedan, A6 Allroad, A7, A8, Q7 e S5 Sportback, de 2015 a 2017 com motorização 3.0, por possível vazamento de combustível. De acordo com a marca, uma falha no processo de vedação dos tubos de distribuição de combustível do motor pode fazer com que, com o passar do tempo, há o risco de vazamento de combustível, com possível incêndio no veículo. Os proprietários das unidades participantes devem agendar a inspeção e o reparo em uma concessionária Audi. A substituição dos tubos leva aproximadamente 3 horas e é gratuito. Para eventuais dúvidas, a marca disponibiliza o telefone 0800 777 2834. Veja abaixo detalhes sobre os modelos envolvidos: Recall - Audi Initial plugin text
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14/03 - Citroën Berlingo tem recall por erro no quadro de instrumentos
Falha na comunicação entre sistemas pode causar a marcação errada da quilometragem dos veículos. Citroën Berlingo vendido no Brasil Divulgação/Citroën A Citroën anunciou um recall para 639 unidades do utilitário Berlingo fabricadas entre 2017 e 2018 por uma possível falha no quadro de instrumentos digital, que pode causar a marcação errada da quilometragem do veículo. De acordo com a fabricante, o defeito pode acontecer por um possível erro na comunicação entre o quadro de instrumentos e o software da caixa de serviços inteligente. Isso "poderia impossibilitar a execução dos planos de manutenção dentro dos prazos corretos". Citroën Berlingo tem nova geração registrada no Brasil Os proprietários devem agendar a inspeção e o reparo em uma concessionária Citroën. O reparo é gratuito e tem duração aproximada de 1 hora. Está disponível o telefone 0800-011-8088. Veja abaixo os detalhes das unidades envolvidas: Recall - Citroën Berlingo Initial plugin text
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14/03 - Incêndio destrói frota de motos elétricas na Espanha
"O mais importante é que todos estamos bem", disse piloto brasileiro. Ninguém ficou ferido, e as causas do incidente ainda não foram esclarecidas. Moto da Energica imagem de arquivo mostra como eram os modelos que pegaram fogo Energica/Divulgação Um incêndio destruiu uma frota de motos elétricas durante a madrugada desta quinta-feira (14) na pista de Jerez, na Espanha. Os modelos seriam utilizados na nova série MotoE, que será uma classe movida à eletricidade no Mundial de MotoGP. De acordo com a organização do evento, o fogo causou grandes danos a todo o material que seria utilizado na primeira prova, mas ninguém ficou ferido. Initial plugin text O brasileiro Eric Granado é um dos pilotos que competirá na MotoE em 2019. Em seu Twitter, o piloto explicou o estrago feito pelas chamas. "Todas motos, ferramentas e equipamentos foram queimados. Tudo veio a baixo, infelizmente", disse Granado. O paddock da MotoE contava com 18 motos produzidas pela Energica Ego Corsa. Ainda não se sabe os motivos do incêndio, mas a organização afirmou que a competição fará estreia em 2019, com um nova calendário que será divulgado. Initial plugin text
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14/03 - Nissan Kicks ganha série UEFA Champions League por R$ 95.290
Limitada a 600 unidades, edição especial faz alusão ao patrocínio da marca ao campeonato europeu de futebol. Nissan Kicks UEFA Champions League Divulgação/Nissan O Nissan Kicks ganha sua segunda edição especial focada nos esportes. Depois da Rio 2016, é a vez da série UEFA Champions League, que chega por R$ 95.290 limitada a 600 unidades. Assim como o Kicks Rio, que fazia alusão ao patrocínio da Nissan aos jogos olímpicos do Rio de Janeiro em 2016, o Kicks UEFA também se caracteriza com base no patrocínio da marca na liga europeia de futebol. Nissan confirma novos X-Trail, March, Versa e modelo "híbrido" Kicks UEFA ganha pintura em vermelho e preto, rodas pretas e emblemas da liga europeia Divulgação/Nissan Baseada na versão intermediária SV, com motor 1.6 flex de 114 cavalos de potência e câmbio automátivo CVT, a edição limitada tem como diferenciais: Rodas aro 17 pintadas de preto brilhante Apliques nos para-choques dianteiro e traseiro Emblemas da UEFA nas colunas C, nas portas dianteiras, na tampa do porta-malas e na abertura do sistema multimídia Carroceria sempre na cor vermelha com teto e retrovisores pretos Grade dianteira com número da unidade Saídas de ar internas com borda no tom de vermelho da carroceria Entre os equipamentos de série da versão de base (SV Pack Plus) estão também airbags frontais, laterais e de cortina, chave presencial com partida do motor por botão, sensores de estacionamento traseiros, câmera de ré, central multimídia e controles de estabilidade e tração. Interior da série especial; saídas de ar ganham borda vermelha e central multimídia tem abertura com logo da UEFA Divulgação/Nissan
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14/03 - Novos Hyundai HB20 e HB20S rodam em testes pelo interior de SP
Hatch e sedã passarão por mudanças profundas ainda em 2019. Fábrica de Piracicaba recebeu investimentos para aumentar produção. Hyundai HB20S flagrado em Taubaté Fábia Ferreti/G1 A Hyundai já prepara uma reestilização profunda em seu veículo mais popular, o HB20. O lançamento deve ser no segundo semestre, mas unidades do modelo nas carrocerias hatch (o segundo carro mais vendido do país) e sedã já rodam com disfarces pelo interior de São Paulo. Os veículos foram flagrados por equipes da TV Tem, afiliada da Globo, e do G1 Vale do Paraíba, nas cidades de Tatuí e Taubaté, respectivamente. Viu carro não lançado? Mande foto ou vídeo para o VC no G1 ou pelo Whatsapp/Viber, no telefone (11) 94200-4444, usando a hashtag #g1carros Spoiler no Salão Hyundai Saga EV é apresentado no Salão do Automóvel 2018 Fábio Tito/G1 A Hyundai deu um "spoiler" do próximo HB20 no Salão do Automóvel, em novembro passado. Na ocasião, a fabricante apresentou o conceito Saga EV. A família de compactos também deve ter como inspiração o sedã Elantra, também mostrado no evento. Nos dois casos, há faróis triangulares com cortes retos e lanternas com vários vincos. Hyundai HB20 flagrado em testes em Tatuí Mayara Corrêa/G1 A traseira também recebeu grandes alterações. No caso do hatch, as lanternas agora terão a parte inferior invadindo a tampa do porta-malas. No sedã, a peça aparece mais coberta, mas ela também irá se prolongar para o centro. A placa foi reposicionada, e agora está acomodada no para-choque. Hyundai HB20 flagrado em testes em Tatuí Mayara Corrêa/G1 Na lateral as novidades são mais discretas. Comparando com as versões atuais, é possível perceber que a base das janelas foi redesenhada, e ganhará uma leve curvatura na porta traseira. Ao contrário dos maiores rivais, Chevrolet Onix e Prisma, que terão uma nova geração também neste ano, o HB20 manterá a plataforma, recebendo apenas uma grande reestilização. Ainda não há informação sobre motorizações, mas os atuais 1.0 e 1.6, ambos aspirados, devem ser mantidos, com câmbio de 6 marchas, manual ou automático. Hyundai HB20 flagrado em testes em Tatuí Mayara Corrêa/G1 Investimento para produzir mais Na última segunda-feira (11), a Hyundai anunciou que investirá R$ 125 milhões para aumentar a produção na fábrica de Piracicaba (SP), de onde saem a família HB20 (hatch, sedã e versão aventureira) e o SUV compacto Creta. Com melhorias nos processos, a capacidade produtiva passará de 180 mil para 210 mil veículos por ano. Em 2018, a fábrica já operou acima de seu limite, fazendo 193 mil veículos para abastecer o mercado local e as exportações para a América Latina. A marca não relaciona o investimento com a produção do novo HB20, mas o objetivo de crescer no mercado brasileiro passa diretamente por manter atualizado seu principal veículo no país.
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13/03 - Volkswagen lança plano para reduzir custos e diz que não vai repor funcionários aposentados
Maior automatização no setor administrativo deve tornar até 7 mil vagas dispensáveis. Em vez de demitir o excedente, montadora deixará de repor funcionários que se aposentarem. Volkswagen aumenta metas para a produção de carros elétricos e quer cortar custos REUTERS/Kim Kyung-Hoon A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (13) um plano para reduzir custos e aumentar ganhos. Entre as medidas, vai parar de repor funcionários que se aposentarem até 2023. Isso será uma contrapartida para lidar com um excedente de até 7 mil pessoas cujos cargos se tornarão dispensáveis com a maior automatização do setor administrativo prevista para o mesmo período, sobretudo na sede, em Wolfsburg, na Alemanha. Pelos cálculos da montadora, 11 mil funcionários terão condições de se aposentar até 2023. A Volkswagen anunciou ainda diz que dará a todos os funcionários garantia de emprego até 2025. E que criará 2 mil vagas de desenvolvimento técnico, como a criação de softwares. Por resultados melhores O plano foi anunciado no mesmo dia em que a marca divulgou os resultados do último ano fiscal e uma margem operacional abaixo do esperado. Na véspera, o Grupo Volkswagen, que inclui outras marcas, adiantou que haveria redução de empregos a fim de acelerar o lançamento de carros elétricos e aumentar o lucro. E que o foco dos cortes de custos seria a Volkswagen e a Audi. Para a "transformação" da marca Volkswagen, que vai liderar a ofensiva de carros elétricos no grupo, serão investidos 19 bilhões de euros entre este ano e 2023, em vez dos 11 bilhões de euros previstos originalmente para o período. A meta de produção de elétricos foi aumentada em 50%, para 22 milhões até 2029. Em contrapartida, a montadora pretende aumentar os ganhos em 5,9 bilhões de euros ao ano, até 2023. Para isso, precisa cortar custos e aumentar a produtividade nas fábricas em 5% ao ano. A Volkswagen vendeu no ano passado de 3,71 milhões de veículos (4% a mais que em 2017) e faturou 84,58 bilhões de euros (6,8% a mais). GM e Ford também cortam A General Motors (GM) e a Ford também têm implantado medidas para cortar custos e aumentar ganhos. A primeira anunciou um plano para fechar fábricas e demitir trabalhadores na América do Norte, e também negocia redução de salários, entre outras ações, no Brasil, onde é líder de vendas. A Ford anunciou, no último dia 19, o fechamento da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), a mais antiga da montadora no Brasil. Com ela, encerrará a produção de caminhões na América do Sul, o que a empresa justificou como "um importante marco no retorno à lucratividade sustentável de suas operações" na região. A montadora também está fazendo cortes na Europa, nos Estados Unidos e na China. Recentemente, Ford e Volkswagen anunciaram uma aliança para produção de veículos.
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13/03 - Ford anuncia demissões nos Estados Unidos
Além do Brasil e da Europa, o mercado norte-americano também sofrerá com o plano global de reorganização da empresa. Sede da Ford em Dearborn, nas proximidades de Detroit, nos Estados Unidos Divulgação A Ford confirmou nesta quarta-feira (13) que está cortando um número não especificado de empregos nos Estados Unidos como parte de uma reorganização global anunciada no ano passado e que incluiu um fechamento de fábrica no Brasil. Said Deep, porta-voz da companhia, se recusou a dizer quantos empregos estão sendo cortados, mas disse que a empresa espera que o processo seja concluído até o fim de junho. Ele disse que a reestruturação "resultou em algumas separações de empregados assalariados e na realocação de outros". A Ford informou no ano passado a reorganização de sua força de trabalho global, o que resultará em redução de pessoal, e isso vai variar de acordo com a equipe e o local. No mês passado, a Ford disse que fechará sua fábrica mais antiga no Brasil, em São Bernardo do Campo (SP), deixando de produzir caminhões e veículos comerciais na América do Sul, uma medida que envolve mais de 2.700 empregos. A Ford disse que a reorganização global envolverá milhares de empregos e possíveis fechamentos de fábricas na Europa e resultará em US$ 11 bilhões em encargos. Em janeiro, o presidente-executivo da Ford, Jim Hackett, disse aos funcionários que 2018 tinha sido "medíocre" e acrescentou que era "hora de enterrar o ano (2018) em um túmulo profundo, chorar o que poderia ter sido e se tornar super focado em atingir e exceder o plano deste ano". As montadoras estão reduzindo custos em meio a temores de uma desaceleração nas vendas de automóveis. A General Motors está suspendendo a produção em cinco fábricas na América do Norte e cortou cerca de 8 mil empregos, ou 15% de sua força de trabalho administrativo. GM e Volkswagen Além da Ford, General Motors e Volkwagen também anunciaram grandes cortes de empregos em busca de melhores resultados financeiros. A General Motors (GM) anunciou no fim do ano passado um plano para fechar fábricas e demitir trabalhadores na América do Norte. No Brasil, onde é líder em vendas com a marca Chevrolet, a GM tem negociado redução de salários, entre outras medidas. O presidente para a região chegou a alertar funcionários sobre 'momento crítico que exige sacrifícios de todos'. O Grupo Volkswagen afirmou que vai cortar empregos a fim de acelerar o lançamento de carros elétricos e reverter queda em margens de lucro. A companhia divulgou que houve uma queda nas margens de lucro das marcas Volkswagen, Skoda, Audi e Porsche no ano passado. Como motivos, citou investimentos para reorganizar fábricas, movimentos cambiais adversos e a desaceleração das vendas, desencadeada por novos testes para certificação de níveis de emissões de poluentes. A Ford já havia anunciado o fechamento da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), a mais antiga da montadora no Brasil. Com ela, encerrará a produção de caminhões na América do Sul, o que a empresa justificou como "um importante marco no retorno à lucratividade sustentável de suas operações" na região. A montadora também está fazendo cortes na Europa (com direito a uma indenização milionária aos empregados na fábrica de Blanquefort, na França) e, segundo a Reuters, demitindo trabalhadores na China. Recentemente, Ford e Volkswagen anunciaram uma aliança para produção de veículos.
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13/03 - Fechamento de fábrica da Ford na França tem indenização milionária
Montadora apresentou um plano de demissão voluntária com direito a pagamentos e cursos profissionalizantes aos empregados. Ford Amanda Perobelli/Reuters Enquanto os trabalhadores da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo lutam por um acordo de fechamento da unidade que preserve os seus empregos, na França, essa batalha parece perdida, embora com contrapartidas milionárias para os funcionários e o Estado francês. Os projetos de reestruturação mundial da Ford incluem o encerramento das atividades de uma usina em Blanquefort, perto de Bordeaux, na França. A montadora americana apresentou um plano de demissão voluntária que oferece cursos profissionalizantes para os 850 funcionários e uma indenização média de 190 mil euros para cada empregado, além de um ressarcimento no valor de 20 milhões de euros ao Estado francês. O dinheiro deve ser investido na unidade, que atualmente produz caixas de câmbios, de modo a reindustrializar o local para poder receber uma nova empresa. Já faz 10 anos que a fabricante não esconde o projeto de fechar a unidade de Blanquefort. Na época, a tentativa de revenda da usina fracassou, numa negociação que impactou na disponibilidade da Ford de negociar uma transição. “Agora, a Ford diz: chega! Essa unidade não faz mais parte dos planos industriais e não quero cedê-la a um comprador, no qual eu não tenho confiança, para não ser acusada de nada no futuro. Então prefiro fechar a usina pura e simplesmente”, comenta o economista francês Elie Cohen, diretor de pesquisas do prestigiado CNRS (Centro Nacional de Pesquisas Científicas).   Incentivos não deram resultados No total, desde 2011, o governo da França desembolsou mais de 10 milhões de euros em incentivos para a Ford não fechar as portas, sem sucesso. Desta vez, o braço de ferro entre a montadora e o Estado durou dois meses, entre o anúncio do fechamento e a conclusão da negociação, em um acordo comemorado pelo Ministério da Economia, no início de março. “O problema ocorre quando uma empresa viola deliberadamente os compromissos que assumiu e não respeita os termos do contrato que liberou os subsídios. Só que a Ford cumpriu todos acordos que firmou, em contrapartida à ajuda pública que recebeu”, afirma Cohen. “Você pode ter certeza de que, se ela tivesse rompido uma única clausula, o Estado francês teria exigido o reembolso.” Já o delegado sindical Philippe Poutou, que representa os funcionários da Ford Aquitaine, não está satisfeito com o acordo. Ele avalia que o governo ainda pode pressionar mais pela manutenção dos postos de trabalho, ao incluir a revenda da fábrica na negociação. Uma proposta feita pelo grupo belga Punch, em fevereiro, foi recusada pela Ford. “Ouvimos muita gente dizer que o plano social é bom. A Ford argumenta isso e o governo tem tendência a concordar, mas é uma aberração porque, dependendo da idade que temos, se formos para a rua, ficaremos numa situação terrível”, protesta Poutou. “Para a gente, o que importa é manter o emprego e o papel do Estado é fazer de tudo para encontrar uma solução.” Governo brasileiro “lava as mãos” para saída da Ford No Brasil, a reivindicação dos sindicatos é semelhante: 2,8 mil empregos diretos estão ameaçados. A Ford confirmou que três grupos estão interessados na aquisição dos ativos em São Bernardo. Já o governo, interlocutor-chave nas negociações, por enquanto adotou a política de “lavar as mãos” no caso, observa o economista David Kupfer, professor da UFRJ. “Se o diagnóstico dominante no governo é mais liberal, com menos intervenção do Estado e menos financiamento público do investimento e da produção industrial, e menos incentivos e renúncias fiscais etc, não quer dizer que a indústria possa ou deva ser abandonada à própria sorte, afinal ela não é irrelevante”, analisa o professor. “Era de se esperar uma postura mais ativa do governo na tentativa de negociar uma decisão menos onerosa à sociedade e à economia brasileira.” Outro fator ainda mais importante a impactar no caso brasileiro é o enfraquecimento dos sindicatos nos últimos anos, ressalta Kupfer. “Eu acho que a grande diferença, nesse plano mais direto, entre o que ocorre na França e no Brasil é a capacidade de negociação dos sindicatos. Eles ficaram dependentes de um financiamento compulsório, que foi retirado por lei, e agora eles estão, de fato, em uma posição de muita fragilidade, ainda mais num quadro de desemprego e recessão”, observa o economista brasileiro. O professor da UFRJ cita ainda a ausência de uma nova política industrial para o setor automotivo, desde que a crise colocou um freio nas vendas de carros, e a própria reestruturação do setor em nível mundial. A transição para veículos elétricos e autônomos mal começou no país e é o que tem levado as multinacionais a rever toda a sua estratégia de crescimento nas próximas décadas. 
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13/03 - Yamaha MT-09 ganha visual renovado por R$ 43.690
Disponível nas lojas a partir do final de março, serão três opções de cores: preto, azul ou cinza. Visual mais esportivo é inspirado na "irmã maior", a MT-10. Yamaha MT-09 Divulgação/Yamaha A Yamaha MT-09 enfim está de cara nova no Brasil. Apresentado há pouco mais de dois anos na Alemanha, o modelo chegará às lojas até o final de março por R$ 43.690 - R$ 3.700 a mais em relação ao vendido até então. A principal novidade está na aparência mais esportiva, inspirada na "irmã maior" MT-10. Os faróis passam a ser duplos e totalmente iluminados por LEDs, assim como as lanternas. Os bancos também são novos e o para-lama, que também serve de suporte de placa, agora fica junto à roda. Yamaha MT-09 Divulgação/Yamaha O painel digital, reposicionado mais para a direita, ganha novas funções: luzes de funcionamento do Quick Shift (sistema que permite trocas de marchas mais rápidas) e do controle de tração, além do mostrador que indica em qual modo de utilização está selecionado o controle de tração. Serão três opções de cores para o modelo: preto fosco, azul (com interior das rodas na mesma cor) e cinza (com interior das rodas em amarelo). Na mecânica, a MT-09 recebeu reajustes na suspensão dianteira e está 2 kg mais pesada, agora com 193 kg. O motor é o mesmo de 847 cc de três cilindros com 115 cavalos de potência e 8,92 kgfm de torque, acoplado ao câmbio de 6 marchas. Yamaha MT-09 Divulgação/Yamaha
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13/03 - Mercedes-AMG lança C 63 e C 63 S no Brasil a partir de R$ 499.900
Superesportivos têm motor 4.0 V8 biturbo que pode entregar 476 ou 510 cavalos de potência. Versão mais cara, na configuração cupê, custa R$ 555.900. Mercedes-AMG C 63 S Divulgação/Mercedes-Benz O Mercedes-Benz Classe C passou por leves mudanças no finalzinho de 2018 - mas ainda faltava algo. Não falta mais. As versões superesportivas AMG C 63, C 63 S e C 63 S Coupé chegaram oficialmente às lojas brasileiras a partir de R$ 499.900. Veja abaixo todos os valores: Mercedes-AMG C 63: R$ 499.900 Mercedes-AMG C 63 S: R$ 546.900 Mercedes-AMG C 63 S Coupé: R$ 555.900 Tanto as configurações sedã, quanto a cupê, seguem as alterações visuais já vistas no restante da linha C. Para-choques, rodas e arranjos internos de faróis e lanternas foram redesenhados, mas não espere por novidades radicais. O interior dos modelos segue a mesma receita, com revisões em materiais, cores e arremates do acabamento. Destaca-se o novo quadro de instrumentos digital, com tela de 12,3 polegadas e três estilos: clássico, esportivo e superesportivo (exclusivo dos AMG). Mercedes-AMG C 63 S Coupé Divulgação/Mercedes-Benz Outra exclusividade dos AMG é o monitoramento de diversos componentes do carro, como a temperatura do óleo do motor e da transmissão, situação dos sistemas de suspensão, tração, controle de estabilidade, transmissão e escape, força G, além de uma apresentação em gráficos de registros de torque e potência utilizados. São 5 modos de condução que alteram os sistemas de motor, transmissão, escape e suspensão: Slippery, Comfort, Sport, Sport+ e Individual - o C 63 S tem ainda um 6º modo, o Race. Para todos, há bloqueio do diferencial, a tração é traseira e a suspensão tem ajuste adaptativo dos amortecedores. Mercedes-AMG C 63 S Divulgação/Mercedes-Benz Debaixo do capô, o mesmo motor 4.0 V8 biturbo equipa os três esportivos. Para o C 63, são 476 cavalos de potência e 66,3 kgfm de torque, enquanto o C 63 S e o C 63 S Coupé são brindados com 510 cavalos e 71,4 kgfm. A transmissão é sempre de 9 marchas. De acordo com a marca, o C 63 vai de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos, enquanto o C 63 S vai em 4 segundos e o C 63 S Coupé em 3,9 segundos. No primeiro, a velocidade é limitada eletronicamente em 250 km/h. Nos demais, em 290 km/h. Mercedes-AMG C 63 S Divulgação/Mercedes-Benz
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13/03 - Citroën Berlingo tem nova geração registrada no Brasil
Grupo francês registrou, de uma só vez, as configurações de carga e de passageiros, mas chegada ainda é incerta. Modelo é vendido no país duas gerações atrasado. Citroën Berlingo em versão de passeio Divulgação/Citroën O Grupo PSA parece ter gostado da investida nos utilitários comerciais após a renovação de seus furgões Peugeot e Citroën no Brasil e poderá investir em mais um por aqui: a nova geração do Berlingo. O modelo foi registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), mas ainda não tem sua chegada confirmada. De uma só vez, a Citroën garantiu o registro das configurações para carga e passageiro do Berlingo, que têm desenhos diferentes. Enquanto o furgão segue o visual mais simples do Jumpy, a van se inspira nos C4 Cactus e Picasso, com faróis divididos e apliques plásticos nas laterais. Citroën Berlingo em registros no INPI Reprodução/Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) Na Europa, os modelos têm opções de motorizações a diesel e a gasolina (este só para a versão de passageiros), mesclando também as transmissões manual e automática (esta só para o furgão de carga). O Berlingo é vendido no Brasil ainda em sua primeira geração, na versão reestilizada - na Europa, o furgão está duas gerações à frente. Por aqui, a configuração única sai por R$ 64.990 com motor 1.6 de 122 cavalos de potência, ar-condicionado e quadro de instrumentos digital. Citroën Berlingo em versão de carga Divulgação/Citroën
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