Notícias - Alpha Trânsito

Cassação de cnh Sorocaba suspensão de cnh sorocaba



habilitação suspensa sorocaba multa por embriaguez sorocaba



Cassação de cnh Sorocaba suspensão de cnh sorocaba



habilitação suspensa sorocaba multa por embriaguez sorocaba



Área do Cliente
Notícias

RSS Feed - Notícias - Mantenha-se Informado


20/05 - Motos são proibidas de trafegar na Marginal Pinheiros a partir desta segunda-feira
Proibição é válida na via expressa sentido Castello Branco. Após 30 dias, motociclista que não cumprir a regra será multado em R$ 130,16. Motociclistas andam pela Marginal Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo Reprodução/TV Globo Começou a valer na manhã desta segunda-feira (20) a proibição da circulação de motos na pista expressa da Marginal Pinheiros, em São Paulo. A nova regra foi anunciada pela Prefeitura de São Paulo no mês de abril. A circulação de motos fica proibida na pista expressa da Marginal Pinheiros, no sentido Castello Branco (Cebolão). Nos primeiros 30 dias, ninguém será multado. A medida faz parte do Plano de Segurança Viária. Após o período, quem não seguir a regra vai cometer uma infração média e será multado em R$ 130,16, além de perder quatro pontos na carteira de motorista. A Prefeitura diz que, em vias como a Marginal Pinheiros, onde a velocidade é maior, o motociclista acaba ficando mais vulnerável. No ano passado, segundo a CET, foram registrados 10 acidentes só nesta via. As motos já são proibidas nas pistas expressa e central da Marginal Tietê desde 2010. Nesta última, a proibição vai de 22h às 5h. A experiência, segundo a Prefeitura, rendeu resultados positivos. Morte de motociclistas A cidade de São Paulo registrou 366 mortes de motociclistas em 2018, crescimento de 17,7% na comparação com 2017, quando a capital teve 311 condutores mortos. Plano de Segurança Viária Apresentado em abril, o plano tem como conceito a "Visão Zero", "que diz que nenhuma morte é aceitável no trânsito". Segundo o secretário municipal de Mobilidade e Transportes, Edson Caram, até 2020 as motos também serão proibidas no sentido Interlagos da Marginal Pinheiros. A meta do plano segue a já apresentada no Plano de Metas da Prefeitura, de reduzir o número de mortes para 6 a cada 100 mil habitantes. No entanto, o Plano de Segurança Viária coloca uma nova meta, para 2028, de 3 mortes a cada 100 mil. O plano vai até 2028, o que pede continuidade do próximo governo municipal. O decreto do plano estabelece que, no primeiro ano de cada gestão, planos de ação sejam apresentados até o mês de junho. "Não é um plano do prefeito Bruno Covas, é um plano da cidade de São Paulo", disse o prefeito na época do lançamento. O decreto não prevê mudanças nas velocidades das marginais. Segundo Covas, isso já foi "combinado" com a população nas eleições de 2016. O documento levou um ano para ser preparado, envolveu 200 pessoas e 15 órgãos públicos, e teve apoio do Banco Mundial, da Iniciativa Bloomberg para a Segurança Global no Trânsito e do WRI Brasil.
Veja Mais

17/05 - Tesla vai atualizar software de bateria após incêndios em carros
Montadora enviou equipes à China para investigar supostos incidentes. Vídeo mostra suposto incêndio de carro da Tesla na China Reprodução/Twitter A Tesla vai atualizar seu software de bateria após dois incêndios recentes envolvendo veículos elétricos de seu Model S em Xangai e Hong Kong, disse a montadora norte-americana nesta quinta-feira (17), acrescentando que as investigações estão em curso. "À medida que continuamos nossa investigação, estamos revisando configurações de gerenciamento de carga e térmicas nos veículos Model S e Model X por meio de atualização de software que começará a ser lançada hoje, para ajudar a proteger ainda mais a bateria e melhore sua longevidade", disse a Tesla. Na terça-feira, o jornal Apple Daily, de Hong Kong, informou que um carro da Tesla pegou fogo em um estacionamento de um shopping center 30 minutos depois de ter sido estacionado. Em outro caso semelhante, um Model S sofreu uma explosão em Xangai. A Tesla informou que sua investigação com as autoridades sobre o incidente até agora encontrou apenas alguns dos módulos de bateria do carro afetados e que a maioria não foi danificada. O incidente de Hong Kong aconteceu três semanas após a Tesla ter enviado uma equipe para investigar um vídeo sobre de uma rede social chinesa que mostrava um carro da Tesla estacionado explodindo no centro comercial de Xangai.
Veja Mais

17/05 - Estados Unidos adiam em 6 meses decisão sobre tarifas a carros importados
O adiamento tem como objetivo ganhar tempo nas negociações comerciais com a União Europeia e o Japão. Fábrica da Ford nos EUA Saul Loeb/AFP O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adiou por 6 meses a decisão de impor tarifas sobre carros e peças de automóveis importadas, anunciou nesta sexta-feira (17) a Casa Branca. Mais cedo, fontes a par do assunto já haviam informado à Reuters sobre a decisão, que tem o objetivo de obter mais tempo nas negociação comerciais com a União Europeia e o Japão. Entenda a guerra comercial entre EUA e China Trump tinha até o próximo sábado (18) para tomar uma decisão sobre as recomendações do Departamento de Comércio para proteger a indústria automobilística dos EUA das importações por motivos de segurança nacional. A Reuters e outras empresas informaram no começo da semana que Trump deveria adiar a decisão. Montadoras se opuseram fortemente às tarifas, dizendo que elas aumentarão os preços e ameaçam milhares de empregos nos Estados Unidos. Montadoras alertaram impactos A General Motors, Volkswagen, Toyota e outras fabricantes alertaram anteriormente sobre os impactos negativos de impor tarifas de até 25% sobre carros importados e autopeças. A Casa Branca realizou uma série de reuniões de alto nível sobre o assunto nos últimos dias e autoridades do governo disseram repetidamente às montadoras que planejam adiar a decisão. Em fevereiro, o Departamento de Comércio apresentou seu relatório de segurança nacional "Seção 232" à Casa Branca. A agência estava investigando se importações abalaram a segurança nacional dos EUA ao enfraquecer a capacidade das montadoras de investir em tecnologias futuras. As recomendações específicas do Departamento de Comércio não foram reveladas. Uma série de anúncios pela General Motors na semana passada de investimentos de US$ 700 milhões em três fábricas de Ohio e esforços para vender a já desativada planta de Lordstown deixaram Trump mais inclinado a adiar as tarifas, disseram autoridades do governo à Reuters na semana passada. Guerra comercial intensificada Ao mesmo tempo, Trump intensificou sua guerra comercial com a China, elevando acentuadamente as tarifas sobre US$ 200 bilhões em bens chineses e abrindo consultas públicas sobre as importações chinesas remanescentes, equivalente a cerca de US$ 300 bilhões. As tarifas sobre automóveis enfrentam ampla oposição no Congresso. A Casa Branca se recusou a entregar o relatório do Departamento de Comércio ao senador republicano Chuck Grassley, presidente do Comitê Financeiro do Senado, que tem pedido para vê-lo. Na semana passada, 159 deputados, liderados pela vice-presidente do Comitê de Meios e Recursos, Terri Sewell, escreveram ao diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Larry Kudlow, para pedi-lo a aconselhar Trump contra "impor restrições comerciais que possam abalar o setor automobilístico e a economia norte-americana".
Veja Mais

17/05 - Nissan discute novo ciclo de investimentos para América Latina
Chefe regional diz que a área, dominada pelo Brasil, é uma das que têm melhor desempenho e que situação é diferente da global. No mundo, lucro da montadora caiu 45% em 2018. Guy Rodriguez (à dir), presidente-executivo da Nissan para América Latina, e Marco Silva, que comanda a montadora no Brasil Luciana de Oliveira/G1 "Nossa operação é diferente da global. Temos entregado constantemente", disse o novo chefe da Nissan para a América Latina, o argentino Guy Rodriguez. Em um primeiro encontro com jornalistas desde que assumiu o cargo, no mês passado, o executivo tratou de descolar a região dos maus resultados obtidos pela montadora japonesa globalmente no ano passado. E afirmou que discute com a matriz um novo ciclo de investimentos. Em meio ao escândalo da prisão de seu ex-comandante, o brasileiro Carlos Ghosn, a Nissan divulgou, há 3 dias, que teve uma queda de 45% no lucro em 2018. E previu uma nova baixa, de 28%, para o atual ano fiscal. "A América Latina é uma das regiões de melhor desempenho da Nissan no mundo", defendeu Rodriguez nesta quinta-feira (16), em São Paulo. Crescimento no Brasil O Brasil é o principal mercado no bloco. O executivo, no entanto, não respondeu se a operação local já é lucrativa, afirmando que a empresa não divulga os resultados somente do país. No balanço de 2018, na última segunda (13), a montadora afirmou que em "outros mercados", incluindo Ásia (sem Japão e China), Oceania, América Latina, Oriente Médio e África, as vendas caíram 0,4% em 2018, para 815 mil unidades. Dessas, 97,5 mil foram comercializadas no Brasil, onde a Nissan teve uma alta de 23% sobre as vendas do ano anterior, de acordo com números da Anfavea, a associação das fabricantes. O SUV compacto Kicks puxou o resultado, com quase metade do total vendido pela japonesa. Com isso, a Nissan se manteve como a décima marca que mais vende no país, e aumentou levemente sua participação no mercado de automóveis e comerciais leves (picapes e furgões) para 3,95%. A líder Chevrolet fechou o ano com 17,5%. Novos investimentos Sobre o novo ciclo de investimentos para a região, Rodriguez afirmou que ele deve começar entre 2023 e 2024 e será definido ainda neste ano. E destacou a expectativa pelas reformas da Previdência e tributária. O executivo disse ainda que a fábrica de Resende (RJ) poderá abrir um terceiro turno em até 2 anos. No momento, ainda há ociosidade na operação em 2 turnos: a capacidade de produção é de 150 mil veículos ao ano, mas 106 mil foram produzidos em 2018. Este foi, no entanto, um recorde para a Nissan no país. Revés na Argentina "A demanda reduzida na Argentina tirou a pressão para o terceiro turno", explicou. A crise no principal cliente da indústria brasileira derrubou o volume de exportações das montadoras do país no ano passado. Outro revés, especificamente para a empresa japonesa, foi a Mercedes-Benz cancelar os planos para produzir a picape Classe X na fábrica da Nissan na Argentina. O veículo, primeiro do segmento para a marca alemã de luxo, é baseado na Nissan Frontier, assim como acontece com a Renault Alaskan. A francesa, aliada da Nissan, também adiou a produção da Alaskan naquela fábrica. "Causa alguns desafios, mas é entendível. O mercado argentino caiu", explicou. Rodriguez não considera abrir mão da fábrica de Córdoba: "É essencial". Para compensar, a Nissan estuda exportar para outras duas regiões: África e Oriente Médio. X-Trail e ePower O presidente-executivo para a América Latina não revelou quais serão os próximos lançamentos da marca no mercado brasileiro. Sobre a chegada do SUV X-Trail, confirmada pelo presidente da Nissan do Brasil, Marco Silva, Rodriguez disse apenas que "não tem por que não acontecer". Mas destacou que há obstáculos como o carro, que será importado, "beber" apenas gasolina. A versão híbrida, que roda em testes no Brasil, é descartada por conta do custo alto. Uma solução poderia ser o ePower, tecnologia que usa motor a combustão como gerador para o elétrico. Apesar de destacar o recurso, Rodriguez também se esquivou da cobrança por uma data de implementação dele no país. Em julho, a Nissan começa a entregar o Leaf, o carro elétrico mais vendido no mundo e seu primeiro modelo do tipo no Brasil. Ele será importado do Reino Unido. Nissan X-Trail híbrido roda em testes no Brasil Divulgação/Nissan
Veja Mais

16/05 - Nissan começa a entregar o carro elétrico Leaf em julho; 16 foram vendidos
Modelo está em pré-venda desde o Salão de SP, em novembro passado. Ele vem com um carregador de parede que é acoplado à rede elétrica doméstica, para reduzir o tempo de recarga. Nissan Leaf no Salão do Automóvel 2018 Fabio Tito/G1 A Nissan confirmou para julho a entrega dos primeiros Leaf comprados na pré-venda, aberta desde novembro de 2018 mediante sinal de R$ 5 mil. De acordo com a marca, 16 unidades já foram vendidas - o elétrico sai por R$ 178.400 e é importado do Reino Unido. A partir de julho, o carro será vendido em 7 concessionárias de 6 cidades: duas em São Paulo e as demais em Brasília, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Em conversa com jornalistas nesta quinta-feira (16), o novo presidente-executivo da Nissan para a América-Latina, o argentino Guy Rodrigues, afirmou que não há planos de produizir o Leaf no país. "O volume é muito pequeno", explicou. Carregador doméstico A marca anunciou também que todos os exemplares serão acompanhados de um carregador de parede para recarga rápida em rede doméstica. Com o carregador, chamado de "wallbox", é possível carregar 100% da bateria de 40 KWH em até 8 horas. O cabo convencional, que também vem com o veículo, faz a mesma recarga em até 20 horas. É preciso, no entanto, que a companhia elétrica local avalie as instalações da casa do proprietário para confirmar se ela comporta o equipamento. Nissan Leaf foi um dos elétricos do Salão do Automóvel 2018 Fabio Tito/G1 O Leaf é movido por um motor elétrico de 149 cavalos de potência e autonomia (o quanto ele consegue rodar sem ter de recarregar a bateria de até 389 km. Ele é equipado com câmeras de visão 360°, alerta de tráfego cruzado, de pontos cegos e de mudança involuntária de faixa, assistente de partida em rampa e faróis de LED. A bateria tem garantia de 8 anos de garantia para a bateria. Zoe, Bolt & cia Das outras duas marcas de volume que também anunciaram a venda de carros elétricos importados no Brasil no último Salão de São Paulo, a Renault afirma que já entregou 20 unidades do seu hatch Zoe. Um novo lote, com unidades já vendidas e outras que estarão nas duas lojas que oferecem o modelo, uma em São Paulo e outra em Curitiba. O Zoe também é vendido pela internet. Ele entrou em pré-venda ainda no salão, e custa R$ 149.900. É menor e menos potente que o Leaf: o motor tem 92 cv. A autonomia de 300 km. O elétrico Renault Zoe no Salão do Automóvel 2018 Marcelo Brandt/G1 Ele não vem com o "wallbox", para recarga rápida em casa, mas a marca tem uma parceria com uma revendedora do equipamento. O Chevrolet Bolt também foi lançado no salão, mas só chegará no ano que vem. O preço anunciado no evento foi de R$ 175 mil. Ele tem o motor mais potente entre os 3 (203 cv) e a autonomia é semelhante à do Leaf, de 383 km. Chevrolet Bolt apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo 2018 Fábio Tito/G1 Além delas, Jac Motors e Jaguar Land Rover lançarão carros elétricos no Brasil - ambas investiram em SUVs. O Jaguar i-Pace está chegando agora às lojas, por R$ 437 mil. O modelo importado da Áustria tem propulsão por dois motores elétricos (um para cada eixo) que produzem 400 cv. Segundo a montadora, a autonomia chega a 470 km. Jaguar I-Pace Divulgação/Jaguar Já o Jac iEV 40 deve vir para o Brasil em julho ou agosto. A variação do câmbio fez o preço inicial do SUV ser reajustado 3 vezes desde seu anúncio, no começo do ano. Primeiro, ele viria por R$ 129.990, o que faria dele o elétrico mais barato no país. Depois, passou para R$ 139.990, o que ainda o deixaria com o título. Mas nesta semana o carro já é cotado a R$ 153.500. Em pré-venda desde o fim de abril, 20 unidades do iEV 40 já foram reservadas, diz a marca. O carro será vendido somente sob encomenda. Jac E40 chega em 2019 como o elétrico mais barato do Brasil Divulgação/Jac
Veja Mais

16/05 - Governo anuncia R$ 7,5 bilhões de investimento da Fiat Chrysler e geração de 9 mil empregos em quatro anos
Anúncio foi feito, nesta quinta-feira (16), em cerimônia de comemoração de quatro anos de inauguração da fábrica da Fiat Chrysler Automobiles, em Goiana, no Grande Recife. Fábrica da FCA, em Goiana, no Grande Recife, produz modelos de Jeep e Fiat Toro FCA/Divulgação A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) investirá R$ 7,5 bilhões, que poderão gerar de nove mil empregos diretos em Pernambuco até 2023. O anúncio foi feito, nesta quinta (16), pelo governo estadual, em um evento no Palácio do Campo das Princesas, no Centro da capital. O montante faz parte do plano de R$ 14 bilhões anunciado no ano passado pela montadora, que prevê ao menos 25 lançamentos, entre novos produtos e atualizações de modelos já existentes, até o fim desses 5 anos. A solenidade marcou os quatro anos de inauguração da fábrica localizada em Goiana, no Grande Recife, que emprega, atualmente, 13.600 pessoas. Participaram do evento o presidente da FCA para a América Latina, Antonio Filosa, e o governador Paulo Câmara (PSB). Durante a cerimônia, a FCA celebrou também a marca de 600 mil veículos produzidos em Pernambuco desde 2015. A capacidade instalada da planta, localizada na BR-101, é de 250 mil carros por ano. Com o novo investimento, a meta é atingir a casa de 350 mil automóveis anuais, até 2023. Segundo a FCA, operários trabalham em três turnos e produzem 46 versões dos modelos de Jeep Renegade e Compass, além de Fiat Toro. Parte dessa produção é exportada para diversos países da América Latina, entre eles a Argentina, Chile, Peru e Colômbia. Evento que marcou quatro anos da FCA em Goiana, no Grande Recife, ocorreu nesta quinta (16), no Centro da capital Heudes Régis/Governo de Pernambuco/Divulgação Ao G1, o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Bruno Schwambach, informou, após o evento, que a renovação da parceria do governo com a FCA prevê ações como contrapartida aos os novos investimentos, visando preparar Goiana para recebê-los. Segundo Schwambach, uma nova linha de transmissão de energia está sendo construída para atender à FCA. "São R$ 90 milhões de investimentos. A expectativa é começar a obra em agosto e terminar em um ano. Além disso, vamos entregar um novo acesso ao parque de produção", disse. Sobre os impostos, o secretário afirmou que não estão previstas mudanças. "As linhas de isenção fiscal permanecem as mesmas", declarou. O gestor contou, ainda, que o governo promove, no dia 30 de maio, em São Paulo, um evento para atrair novos fornecedores para Goiana. A expectativa é contar com a participação de 30 empresas.
Veja Mais

16/05 - GM vai dar folga aos operários para frear produção da S10 na fábrica de São José, SP
Segundo o sindicato, medida chamada 'day-off' será aplicada nos dias 20 e 21 de maio e é resultado de queda na exportação de automóveis para a Argentina. Montadora não comentou. Além da picape S10, planta da GM em São José produz a Trailblazer Divulgação/ GM Brasil Trabalhadores da fábrica da General Motors em São José dos Campos (SP) serão dispensados do expediente, por meio de um mecanismo chamado 'day-off', por dois dias na próxima semana. A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos. Segundo a entidade, o expediente será suspenso nos dias 20 e 21 de maio apenas no setor que produz a caminhonete S10 - a medida deve atingir cerca de 1,8 mil empregados. A fábrica de motores vai funcionar normalmente. O motivo da paralisação na linha de produção da caminhonete seria a queda das exportações à Argentina. Essa mesma retração fez com que a fábrica da Volkswagen, em Taubaté, concedesse 20 dias de férias coletivas. Segundo o sindicato, cerca de 30% da produção na planta da GM em São José atende o mercado sul-americano - sendo que parte dos automóveis tem como destino a Argentina; Esses dois dias de folga pelo 'day-off ' são remunerados normalmente e os trabalhadores 'pagam' essas horas à multinacional em um prazo máximo de até seis meses. Procurada, a GM informou por meio da assessoria de imprensa que não vai comentar o assunto. A caminhonete é produzida exclusivamente na fábrica de São José. A unidade emprega cerca de 5 mil pessoas. Exportações As montadoras de veículos instaladas no Brasil estão preocupadas com o salto dos juros na Argentina, mercado que é responsável atualmente por mais de 70% das exportações brasileiras no setor. O banco central da Argentina elevou na semana passada a taxa de juros do país para 40%, em medida para conter a desvalorização do peso ante o dólar e em meio aos esforços da autoridade monetária para atingir a meta de inflação de 15% para este ano. Foi a terceira alta dos juros da Argentina apenas em 2018. Segundo a associação de montadoras de veículos do Brasil (Anfavea), nos próximos dois meses o setor vai ter mais claro quais serão os impactos dos juros argentinos sobre a demanda por veículos produzidos no Brasil.
Veja Mais

16/05 - Usain Bolt lança linha de patinetes elétricos em Paris
Serviço de compartilhamento chega à capital francesa após fazer estreia nos Estados Unidos. Usain Bolt lança serviço de patinete em Paris na quarta (15) Bolt Mobility/Divulgação Usain Bolt entrou no segmento de mobilidade lançando a rede de patinetes elétricos compartilhados. Chamado de Bolt Mobility, o serviço está disponível em algumas cidades americanas e agora chega às ruas de Paris. Patinete elétrico: 10 dicas sobre como andar 10 capitais brasileiras já têm serviço de compartilhamento O plano da empresa, da qual o medalhista olímpico é embaixador, é expandir os patinetes Bolt para 20 cidades europeias até o ano de 2020. No Estados Unidos, os veículos já estão espalhados pelas cidades de Fort Lauderlade, na Filadélfia, e Alexandria e Arlington, na Virgínia. Patinetes da Bolt Mobility Bolt Mobolity/Divulgação O preço para o mercado americano para os patinetes custa a partir de US$ 1 para desbloquear, e mais US$ 0,15 por minuto, ou seja, cerca de US$ 4 por 20 minutos de uso. Como os patinetes do Brasil, o veículo é acessado por meio de aplicativo. Patinete mais durável Um dos questionamentos em torno dos patinetes é sua duração de vida, que não seria o suficiente para pagar seus custos. De acordo com a Bolt Mobility, seus veículos são capazes de continuar em uso por dois anos, enquanto os concorrentes quebram em cerca de 6 meses. Marca de patinetes de Usain Bolt Bolt Mobility/Divulgação São três modelos que fazem parte da linha: Bolt Mobility, Bolt One e Bolt Chariot. Linha de patinetes da Bolt Mobility Bolt Mobility/Divulgação Vai andar de patinete? Veja 10 dicas Patinete elétrico: saiba como andar
Veja Mais

16/05 - Start-up alemã apresenta protótipo de táxi voador
Veículo de cinco lugares é equipado com 36 motores elétricos e tem alcance de 300 quilômetros, com velocidade máxima de 300 km/h. Lilium revela protótipo de táxi voador Lilium/Divulgação A start-up alemã Lilium apresentou nesta quinta-feira (16) um protótipo de táxi voador, uma tecnologia em que muitas empresas no mundo já estão trabalhando e que pode revolucionar o transporte urbano. Moto voadora começa a ser vendida por US$ 380 mil antes mesmo de ficar pronta O veículo de cinco lugares é equipado com 36 motores elétricos com operação semelhante à dos reatores e tem alcance de 300 quilômetros, com velocidade máxima de 300 km/h. Este modelo faz parte de uma longa lista de veículos eVTOL (decolagem e descida vertical elétrica) que têm a capacidade de decolar e aterrissar verticalmente. Equipe da Lilium mostra o carro voador Lilium/Divulgação O táxi Lilium fez um primeiro teste no início de maio, disse a empresa, prometendo em 2025 um serviço de transporte "quatro vezes mais rápido". No início, os veículos terão um piloto, mas eles aspiram a ser completamente autônomos. A Lilium é uma das dezenas de empresas no mundo, desde a "start-up" até gigantes da aviação como a Boeing e a Airbus, que estão comprometidas com os táxis voadores, mas cuja circulação foi atrasada pela regulamentação atual. Conceito de táxi voador da Lilium Lilium/Divulgação
Veja Mais

16/05 - Jac T80: primeiras impressões
SUV para 7 pessoas é o carro de fabricante chinesa mais caro no Brasil. Lista de equipamentos e conforto são acima da média, mas motor e câmbio não 'conversam' tão bem. Jac T80 é o carro de marca chinesa mais caro do país; G1 andou Espaço para 7 pessoas, acabamento caprichado, uma lista recheada de equipamentos e preço algumas dezenas de milhares de reais mais baixo do que os principais concorrentes. Essa é a receita da Jac para tentar emplacar o T80. Partindo de R$ 144.990, ele é o carro de fabricante chinesa mais caro à venda no Brasil. Adicionando o único pacote opcional, que inclui teto solar panorâmico e som de melhor qualidade, o preço aumenta R$ 7 mil, para R$ 151.980. Traseira do Jac T80 parece a do Audi Q5 Marcelo Brandt/G1 Acha muito? Saiba que, por esse preço, não é possível comprar nenhum outro carro de 7 lugares com motor tão forte ou tantos itens de série. De fábrica, há bancos de couro, assentos dianteiros com ajustes elétricos, aquecimento e ventilação, ar-condicionado com duas zonas de regulagens, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmeras 360°, quadro de instrumentos digital, central multimídia de 10 polegadas, acesso e partida por chave presencial, direção elétrica com 3 níveis de ajustes, 6 airbags, sensores de luz e chuva, retrovisor anti-ofuscante e controle de velocidade. Tabela de concorrentes do Jac T80 Fotos: Marcelo Brandt/G1 e divulgação Conversa truncada O T80 é equipado com motor 2.0 turbo de 210 cavalos e 30,6 kgfm de torque. Ele está acoplado a um câmbio automatizado de dupla embreagem de 6 marchas. Em teoria, não falta força para empurrar os 1.775 kg. A Jac diz que ele acelera de 0 a 100 km/h em 9,2 segundos, com velocidade máxima de 217 km/h. Na prática, a história é um pouco diferente. Pensada para gerenciar a força da melhor forma, a transmissão acaba fazendo papel de vilã, ao demorar para tomar a decisão de qual marcha vai escolher. Para piorar, ainda há um atraso entre o motorista pisar no acelerador e ter a resposta o motor. Isso acontece principalmente em situações de subida, ou na hora de fazer aquela baliza. Câmbio automático de dupla embreagem do Jac T80 é de 6 marchas Marcelo Brandt/G1 Em algumas arrancadas, uma consequência involuntária é um cantar de pneus, já que é preciso pisar com um pouco mais de vontade no pedal da direita. Nas demais ocasiões, o conjunto conversa bem, com trocas suaves e silenciosas. O consumo fica abaixo da média. Enquanto Chevrolet Equinox e Peugeot 5008, outros SUVs com motor turbo, rodam cerca de 9 quilômetros com um litro de gasolina, o T80 fica na casa dos 7,5 km/l. Lembrando que seu motor não é flex. Convívio agradável Tamanho avantajado faz carroceria rolar em curvas Marcelo Brandt/G1 A suspensão é voltada para o conforto, e deixa a carroceria rolar um pouco quando o T80 contorna curvas em velocidades um pouco mais altas, ao mesmo tempo que os pneus Kumho ?reclamam?. Dito isso, o T80 pode tratar muito bem seus ocupantes. Os bancos de couro são confortáveis, e a cabine é um ambiente agradável de se estar. O acabamento é o ponto forte, com materiais de ótima qualidade e montagem cuidadosa. Ao gosto alemão Painel do Jac T80 lembra o do Mercedes-Benz Classe S Marcelo Brandt/G1 É impossível não comparar o visual do painel com o dos carros da Mercedes-Benz. Certamente os designers da Jac se inspiraram no Classe S, o modelo mais luxuoso dos alemães, para criar as saídas de ar redondas e nos botões auxiliares logo abaixo. Até o relógio analógico está ali ? a grande diferença, porém, é que a peça não transmite a mesma sensação de sofisticação. Mas a Jac tem motivos para comemorar. Ainda traçando um paralelo com carros da tradicional marca alemã, o aspirante chinês apresenta um acabamento melhor do que o GLA, SUV compacto da Mercedes que custa mais do que o T80. Jac T80 Marcelo Brandt/G1 Olhando para a traseira, não há como não lembrar de outro carro alemão - o Audi Q5. Apesar das "homenagens" aos alemães, o T80 tem, no geral, desenho com bastante personalidade. As linhas, criadas no estúdio da Jac em Turim, na Itália, são bem equilibradas e de bom gosto. Contorcionismo Jac T80 aposta em lista de equipamentos generosa, que inclui teto solar panorâmico Marcelo Brandt/G1 A Jac destaca o T80 como um modelo ?completão?. De fato, a lista de equipamentos faz inveja aos rivais bem mais caros. No entanto, alguns equipamentos considerados simples, não estão disponíveis. É o caso da regulagem de profundidade do volante. A central multimídia não tem conexão via Android Auto e Apple CarPlay. A Jac até oferece a possibilidade de espelhamento de celular. Para isso, o usuário deve baixar um aplicativo, responsável por projetar a imagem do aparelho na tela de 10 polegadas. Só que o uso é bastante confuso. Acesso a terceira fileira de bancos do Jac T80 é ruim Marcelo Brandt/G1 Ainda falando em deslizes, o acesso e o espaço disponível na terceira fileira de bancos deixam a desejar. Quem encara o desafio de viajar ali e tem mais de 1,70 metro de altura, certamente vai raspar a cabeça no teto. As pernas também vão reclamar da posição baixa dos assentos. Antes disso tudo, o corajoso viajante terá que fazer malabarismo para saltar o banco, já que não há rebatimento completo da fileira do meio. Para os demais ocupantes, não falta espaço. Isso porque a carroceria tem porte avantajado, com 4,79 metros de comprimento e 2,75 m de entre-eixos. Quando os bancos extras estão recolhidos, o porta-malas acomoda excelentes 620 litros. Terceira fileira de bancos do Jac T80 Marcelo Brandt/G1 Rivais Há uma lista considerável de SUVs que levam 7 pessoas e custam menos de R$ 200 mil. Os principais concorrentes, no entanto, são Toyota SW4, Chevrolet Equinox, Volkswagen Tiguan AllSpace, Mitsubishi Outlander e Peugeot 5008. Alguns deles, como Equinox e Outlander, possuem versões de entrada, oferecidas por R$ 159.890 e R$ 155.990, respectivamente. No entanto, elas são bem menos equipadas do que o modelo chinês. Com exceção da Toyota SW4, que custa R$ 185.290, mas é menos recheada, todos os demais concorrentes oferecem itens de série equivalentes ? ou até acima ? do Jac. Porém, com preços consideravelmente mais altos. É o caso do Tiguan AllSpace, de R$ 184.990, do Equinox Premier, de R$ 170.390 e do 5008 Griffe Pack, de R$ 181.990. O 2.0 turbo de 210 cv coloca o T80 no meio deste grupo. Ele é bem mais potente que SW4 (2.7 flex de 163 cv) e 5008 (1.6 turbo de 165 cv), mas fica atrás de Equinox e Tiguan, que também têm motor 2.0, mas de 262 cv e 220 cv, respectivamente. Quando o rival é o Outlander, ele supera o 2.0 de 160 cv, mas fica atrás do V6 3.0 de 240 cv. Conclusão A Jac repetiu a conhecida fórmula das fabricantes chinesas: oferecer nível de equipamentos condizente com faixas superiores de preço. No caso do T80, ele custa R$ 150 mil, mas traz itens de série de veículos que chegam aos R$ 180 mil. Mas ele não se baseia apenas em um bom pacote de itens de série. O T80 também manda bem no conforto dos ocupantes, ótimo acabamento e motor competente. Colocando na balança, as qualidades superam os ruídos na "comunicação" do conjunto mecânico. ' Jac T80 Marcelo Brandt/G1 Jac T80 tem bancos dianteiros com aquecimento e resfriamento Marcelo Brandt/G1
Veja Mais

16/05 - Trump deve adiar decisão sobre tarifas de automóveis em até 6 meses, dizem autoridades
Governo americano quer evitar abrir outra frente de batalha comercial com a China. Países passam por tensões comerciais; EUA aumentou em 25% tarifas sobre produtos chineses. Fábrica da Tesla na Califórnia, EUA Noah Berger/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve adiar a decisão sobre tarifas de carros e peças importados em até seis meses, disseram três autoridades do governo à Reuters, evitando abrir outra frente em suas batalhas comerciais globais. Entenda a guerra comercial entre EUA e China A expectativas é que um anúncio formal seja feita até sábado, data para que Trump tome uma decisão sobre as recomendações do Departamento do Comércio para proteger a indústria automobilística dos EUA das importações com base em segurança nacional, acrescentaram as autoridades. Um porta-voz da Casa Branca recusou-se a comentar. O governo elaborou um documento para adiar formalmente a decisão sobre as tarifas. A Reuters informou na semana passada que as montadoras esperavam que Trump adiasse a decisão, enquanto as negociações continuam com a União Europeia e o Japão. Montadoras alertaram impactos A General Motors, Volkswagen, Toyota e outras fabricantes alertaram anteriormente sobre os impactos negativos de impor tarifas de até 25% sobre carros importados e autopeças. A Casa Branca realizou uma série de reuniões de alto nível sobre o assunto nos últimos dias e autoridades do governo disseram repetidamente às montadoras que planejam adiar a decisão. Em fevereiro, o Departamento de Comércio apresentou seu relatório de segurança nacional "Seção 232" à Casa Branca. A agência estava investigando se importações abalaram a segurança nacional dos EUA ao enfraquecer a capacidade das montadoras de investir em tecnologias futuras. As recomendações específicas do Departamento de Comércio não foram reveladas. Uma série de anúncios pela General Motors na semana passada de investimentos de US$ 700 milhões em três fábricas de Ohio e esforços para vender a já desativada planta de Lordstown deixaram Trump mais inclinado a adiar as tarifas, disseram autoridades do governo à Reuters na semana passada. Guerra comercial intensificada Ao mesmo tempo, Trump intensificou sua guerra comercial com a China, elevando acentuadamente as tarifas sobre US$ 200 bilhões em bens chineses e abrindo consultas públicas sobre as importações chinesas remanescentes, equivalente a cerca de US$ 300 bilhões. As tarifas sobre automóveis enfrentam ampla oposição no Congresso. A Casa Branca se recusou a entregar o relatório do Departamento de Comércio ao senador republicano Chuck Grassley, presidente do Comitê Financeiro do Senado, que tem pedido para vê-lo. Na semana passada, 159 deputados, liderados pela vice-presidente do Comitê de Meios e Recursos, Terri Sewell, escreveram ao diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Larry Kudlow, para pedi-lo a aconselhar Trump contra "impor restrições comerciais que possam abalar o setor automobilístico e a economia norte-americana".
Veja Mais

15/05 - Volks dá férias coletivas a operários do 2º turno em Taubaté
De acordo com a montadora, medida já estava prevista no calendário de produção deste ano, já tendo previsto o volume menor de exportações para a Argentina. Volks dá férias coletiva para operários do segundo turno em Taubaté Divulgação/ Volkswagen A Volkswagen colocou em férias coletivas, por 20 dias, operários do 2º turno da fábrica em Taubaté (SP). Eles tiveram as atividades suspensas a partir da última segunda-feira (13), com retorno previsto para 3 de junho. A multinacional e o Sindicato dos Metalúrgicos não informaram quantos trabalhadores foram atingidos pela medida. No período não haverá produção de automóveis no 2º turno. De acordo com a montadora, a suspensão dos trabalhos já estava prevista no calendário de produção para o ano, já tendo previsto o volume menor de exportações para a Argentina. Os três modelos produzidos na planta, sendo Gol, Up! e Voyage são vendidos ao país vizinho. Apesar da redução na exportação, a multinacional alemã afirmou que o volume total de produção no Brasil nesse ano será cerca de 20% maior do que o registrado em 2018. A Volkswagen emprega em Taubaté cerca de 3,1 mil empregados. Coletivas Os últimos períodos de férias coletivas concedidas aos trabalhadores ocorreram em agosto e outubro de 2018. Um grupo de operários ficou afastado do dia 20 de agosto a 18 de setembro de 2018. Depois foram 20 dias de afastamento a outro grupo, de 8 a 29 de outubro.
Veja Mais

15/05 - Nissan registra o menor lucro em 10 anos; presidente culpa Ghosn e vê 'fundo do poço'
Ex-presidente do conselho da montadora preso em novembro passado, acusado pela empresa de violação financeira. Presidente-executivo da Nissan, Hiroto Saikawa, responde perguntas de jornalistas ao divulgar resultado da montadora para o ano fiscal 2018/19 Behrouz Mehri/AFP A Nissan registrou o menor lucro anual em 10 anos e a tendência pode prosseguir em consequência da crise provocada pela prisão de seu ex-presidente do conselho, o brasileiro Carlos Ghosn, anunciou a empresa na última terça-feira (14). O lucro operacional no ano fiscal encerrado em março caiu 45%, a 319,1 bilhões de ienes (US 2,9 bilhões), o menor nível desde o exercício 2009-10, quando a montadora sofreu os efeitos da crise financeira global. Carlos Ghosn preso: o que se sabe até agora A previsão para o ano é que se encerra em março do ano que vem é de nova queda, de 28%, para 230 bilhões de ienes (US$ 2 bilhões). O presidente-executivo da montadora japonesa, Hiroto Saikawa, afirmou que a empresa chegou ao "fundo do poço" com os resultados do último ano. ?Esperamos ter atingido o fundo do poço em 2018 e 2018, e reverter essa tendência nos anos seguintes", disse o executivo. Para dar a volta por cima, o "chefão" decidiu cortar 4.800 postos de trabalho, renovar os principais modelos e lançar 20 novos em 3 anos, focando mais no mercado norte-americano. Segundo analistas, o mau desempenho aumenta a pressão para uma fusão com a Renault, que detém parte da Nissan. A junção era uma ideia de Ghosn que, segundo ele, a diretoria da montadora japonesa repudiava. O resultado também fez crescer os rumores de que Saikawa deixará o comando da Nissan. Em conversa com jornalistas na terça, ele repassou a culpa a Ghosn. "A maioria dos problemas que eu apresentei hoje são um legado negativo da liderança antiga", afirmou. Detido em novembro, acusado pela Nissan de violações financeiras, o brasileiro chegou a ser solto sob fiança em março, mas voltou à prisão no mês seguinte, após novas denúncias. Além de ser o presidente do conselho da Nissan, Ghosn chefiava a Renault e a aliança que as duas marcas formavam com a Mitsubishi. O executivo nega as acusações e se diz vítima de um complô dos dirigentes da Nissan.
Veja Mais

15/05 - Jeep Renegade ganha visual 'dark' com kit Night Eagle por R$ 92.020
Pacote adiciona também equipamentos como uma central multimídia mais tecnológica. Jeep Renegade Sport Night Eagle Divulgação/Jeep O Jeep Renegade voltou a ter a opção do pacote Night Eagle, que adiciona equipamentos e garante um visual mais "dark". Disponível apenas para a configuração Sport com motor flex e câmbio automático, o pacote deixa o preço inicial do modelo em R$ 92.020. Disponível no configurador do site oficial da marca, o pacote custa R$ 4.500. Na prática, porém, ele sai por R$ 6.030, já que só pode ser combinado com a carroceria nas cores preto Carbon, prata Billet ou cinza Antique. Metálicas, elas custam R$ 1.530. O Renegade Sport flex automático parte de R$ 85.990 sem opcionais. Pacote acrescenta ar-condicionado de duas zonas e central multimídia de 7 polegadas Divulgação/Jeep O diferencial do Night Eagle é o visual escurecido. Rodas de liga leve de 17 polegadas, logotipos, teto e laterais acima da porta ganham pintura na cor preta, que também cobre detalhes no interior, como o aro central do volante, as saídas de ar, os alto-falantes e a base da alavanca de câmbio. Também há novidades entre os equipamentos. O kit acrescenta ar-condicionado digital de duas zonas, sensores de estacionamento traseiros e central multimídia com tela de 7 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay. A versão Sport que pode incorporar o pacote tem motor 1.8 flex de até 139 cavalos de potência e câmbio automático de 6 marchas. Cinza Antique é uma das opções de cores para o pacote Night Eagle Divulgação/Jeep
Veja Mais

15/05 - Festival Duas Rodas promete levar motociclistas para andar de moto no Autódromo de Interlagos
Evento ocorre entre os dias 29 de agosto a 1º de setembro e surge como "rival" do Salão Duas Rodas. Preços dos ingressos variam de R$ 50 a R$ 980. Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de SP Reprodução/TV Globo A 1ª edição do Festival Duas Rodas foi lançada nesta quarta-feira (15) e surge como alternativa ao tradicional Salão Duas Rodas. Com foco na experimentação de motos, o evento será realizado entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro no Autódromo de Interlagos. Os ingressos com preço variando entre R$ 50 e R$ 980 vão começar ser vendidos pela internet no próximo dia 29. Veja os pacotes: R$ 50 - entrada geral com direito a test-ride na pista de mobilidade; R$ 90 - entrada geral com direito a test-ride na pista de mobilidade + acesso a shows; R$ 380 - entrada geral com direito a test-ride em 3 motos + acesso a shows; R$ 980 - entrada geral com direito a treinamento de pilotagem + acesso a shows. "A ideia é conseguir que o motociclista tenha experiências", afirmou Márcio Saldanha Marinho, presidente-executivo do Festival Duas Rodas. "Nossa intenção não era ser uma alternativa ao Salão Duas Rodas, mas isso acabou acontecendo, por um desejo do mercado", explicou. Muitas montadoras cancelaram a participação no Salão Duas Rodas, e entre os motivos para isso estava a estrutura para a realização de testes nas motos, que segundo elas, não seria satisfatória. BMW, Harley-Davidson, Ducati, KTM e Dafra estão entre as montadoras que desistiram do evento, mas confirmaram a presença na estreia do Festival Duas Rodas. Honda, Yamaha, Kawasaki e Triumph, montadoras confirmadas no Salão Duas Rodas, também estarão no Festival Duas Rodas. A Royal Enfield afirmou ao G1 que ainda "avalia a oportunidade" de participar no evento em Interlagos. 4 pistas de testes e bafômetro No total, serão 4 espaços diferenciados para os test-rides, que são a experimentação das motos. O mais simples é a "pista de mobilidade", que será no kartódromo. Além disso, terão duas pistas de terra: uma com obstáculos off-road, e outra com estilo "dirt track", no qual motos fazem derrapagem em um circuito oval. Mas a principal atração será a própria pista de Interlagos. "Vai ter a pista de alta velocidade, mas vamos restringir os pontos mais perigosos para dar mais segurança", disse o instrutor Leandro Melo, que será responsável por organizar as experimentações. Equipe Força & Ação faz manobras Rafael Miotto/ G1 Os interessados devem se inscrever no site do evento com antecedência para escolher as datas e motos que serão utilizadas. Na hora do teste, os motociclistas devem estar com equipamentos de segurança e vão passar pelo avaliação do bafômetro. Além da experimentação, estão confirmados show de manobras do grupo Força e Ação, freestyle do Fred Kyrillos e o Wall of Death. Atração 'Muro da Morte' está confirmada para o Festival Duas Rodas Rafael Miotto/G1
Veja Mais

15/05 - Ferrari da década de 1980 é roubada durante test drive na Alemanha
Carro, avaliado em R$ 8,7 milhões, foi achado no dia seguinte; polícia procura suspeito. A polícia da Alemanha recuperou uma Ferrari da década de 1980 que havia sido roubada durante um test drive. O homem que se passou por comprador e levou o carro ainda não foi encontrado. A Ferrari 288 GTO, de 1985, é estimada em US$ 2,2 milhões (cerca de R$ 8,7 milhões). Um homem se apresentou como possível comprador interessado no carro na segunda-feira (13) em Düsseldorf. Durante o teste, quando o dono desceu do carro, ele acelerou e não voltou mais. O carro foi achado um dia depois próximo a Grevenbroich, em uma garagem. A polícia distribuiu a foto de um suspeito e pediu que eventuais testemunhas se apresentem. A Ferrari 288 GTO recuperada Polícia de Düsseldorf via AP A Ferrari 288 GTO recuperada Polícia de Düsseldorf via AP
Veja Mais

15/05 - Jaguar lança SUV elétrico I-Pace no Brasil por R$ 437 mil
Modelo tem autonomia de 470 km e desempenho de esportivo - vai de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos. Jaguar I-Pace Divulgação/Jaguar A Jaguar entrou na era dos carros elétricos no Brasil apresentando o I-Pace, que chega às lojas em versão única por R$ 437 mil. Para o lançamento, porém, algumas unidades chegam equipadas com um pacote opcional que eleva o preço para R$ 449.190. O G1 já andou. O SUV importado da Áustria tem propulsão por dois motores elétricos (um para cada eixo) que produzem 400 cavalos de potência e 69,6 kgfm de torque instantâneos. A distribuição de peso é de 50:50, o que ajuda no desempenho do I-Pace. Segundo a Jaguar, a autonomia chega a 470 quilômetros com uma carga cheia e o 0 a 100 km/h é feito em 4,8 segundos - 0,1 mais rápido do que o superesportivo F-Type com motor V6 a gasolina de 380 cavalos. Jaguar I-Pace Divulgação/Jaguar O modelo acompanha de fábrica um carregador de 100 kW que permite uma recarga de 0 a 80% da bateria em até 40 minutos. Em um carregador padrão, de 7 kW, a mesma recarga é feita em 10 horas. A recarga também é feita de forma regenerativa por frenagens e desacelerações, com possibilidade de alterar os níveis da atuação. No mais alto, o motorista quase pode dirigir utilizando apenas um pedal pela frenagem automática acentuada ao tirar o pé do acelerador. Jaguar I-Pace Divulgação/Jaguar De série, o I-Pace é equipado com quadro de instrumentos digital, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, piloto automático adaptativo, câmera com visão 360°, assistente para pontos cegos, faróis full led e rodas de 20 polegadas. O pacote opcional que equipa as primeiras unidades inclui teto panorâmico fixo e smartphone pack, que sincroniza alguns aplicativos de celular com o veículo.
Veja Mais

15/05 - Ford vai demitir 120 trabalhadores em Taubaté por PDV, diz sindicato
Empresa abriu pacote de demissão com meta de 160 desligamentos. Montadora prevê adequação de 'pequeno excedente'. Acordo que permitiu PDV, selado em fevereiro, incluiu redução de jornadas e congelamento de salários. Ford Brendan McDermid/Reuters A Ford vai demitir 120 trabalhadores na fábrica de Taubaté (SP) por meio do Programa de Demissão Voluntária (PDV), concluído no último dia 30. A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos. A meta da montadora era desligar 160 empregados e, por isso, a multinacional prevê ajustes para adequar o excedente à produção na unidade no interior de São Paulo. (leia abaixo) O PDV ficou aberto entre 12 de fevereiro e 30 de abril. De acordo com o sindicato, os desligamentos começaram na última semana e 80% dos funcionários que aderiram à medida já foram cortados. O restante não tem prazo definido para a demissão, porque depende da finalização de projetos em execução. Antes deste PDV, a direção da planta já tinha oferecido um PDV depois de divulgar um excedente de 350 trabalhadores - a adesão ao programa foi considerada baixa na época. Em seguida foram demitidos 12 trabalhadores e, na sequência, aprovado o acordo para aplicação do último PDV. Além do programa, o plano de ação aprovado entre empresa e trabalhadores no início do ano para adequar a produção ao mercado ainda inclui congelamento dos salários neste ano e a redução de 10% na jornada com desconto proporcional a partir de junho. Avaliação Em nota sobre a conclusão do PDV, a Ford informou que atingiu a expectativa e que 'a empresa ainda conta com um pequeno excedente a ser ajustado, o qual está sendo tratado individualmente, conforme necessidade de adequação ao programa de produção'. A montadora não informou a quantidade de adesões ao programa. O diretor do Sindicato dos Metalúrgicos, Sinvaldo Cruz, disse que o pacote aprovado em fevereiro se estende para todo o ano de 2019. ?A empresa atingiu quase todo o objetivo e não há retração maior no mercado ou projeção de queda para o setor?, disse. A Ford emprega 1,3 mil pessoas em Taubaté e produz motores e transmissões.
Veja Mais

15/05 - Renault Kwid Outsider estreia visual mais 'aventureiro' por R$ 43.990
A configuração tem novidades estéticas e ganha central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay. Renault Kwid Outsider Divulgação/Renault A Renault divulgou nesta quarta-feira (15) o Kwid Outsider, versão "aventureira" que chega como a mais cara do subcompacto por R$ 43.990. Na prática, as novidades são apenas estéticas. As principais mudanças estão na dianteira e nas laterais do Kwid. Na frente, o para-choque tem aberturas maiores para abrigarem os faróis de neblina e um aplique central prateado simulando um para-barro (repetido na traseira). Traseira do modelo só tem como novidade o aplique na base do para-choque Divulgação/Renault De lado, os retrovisores são pretos, há rack de teto (decorativo, sem capacidade de carga), adesivo com o nome da versão e calotas de 14 polegadas (as mesmas da Intense) pintadas de preto. Nas portas, os adesivos que simulam proteções plásticas das outras versões são substituídos por peças plásticas de verdade. Por dentro é mais fácil distinguir o Kwid Outsider. Os bancos ganham porções em laranja, cor repetida em apliques nas portas, no volante, no painel e na alavanca de câmbio. Interior do Kwid Outsider tem diversos detalhes em laranja Divulgação/Renault Entre os equipamentos de série, a configuração topo de linha tem ar-condicionado, 4 airbags (frontais e laterais), faróis de neblina, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, vidros dianteiros, retrovisores e travas elétricos, além de câmera de ré. Na mecânica, a única mudança é a troca dos discos dianteiros sólidos pelos ventilados. No mais, ele permanece com o motor 1.0 de três cilindros com até 70 cavalos de potência e 9,8 kgfm de torque, câmbio manual de 5 marchas e suspensão com 180mm em relação ao solo. Bancos têm aspecto de mais qualidade, além de abas e costuras em laranja Divulgação/Renault
Veja Mais

15/05 - Volkswagen recebe apoio de funcionários para reestruturação com investimento de ? 1 bi
Montadora vai aportar recursos na construção de uma fábrica de células de bateria e pretende lançar unidade de caminhões em bolsa. Herbet Diess, presidente do grupo Volkswagen, precisa do apoio dos sindicatos para levar reestruturação adiante Fabian Bimmer/Reuters Empregados da Volkswagen apoiaram a reestruturação da maior montadora do mundo nesta terça-feira (14), após o presidente-executivo, Herbert Diess, prometer gastar 1 bilhão de euros numa fábrica de células de bateria perto da sede da empresa, na Baixa Saxônia. Diess precisa do apoio dos sindicatos poderosos da Volkswagen enquanto tenta simplificar a empresa alemã, que tem 12 marcas que abrangem caminhões, ônibus, motocicletas, carros e bicicletas elétricas. A oposição trabalhista sufocou os esforços anteriores de reestruturação na VW. A liderança da montadora adotou uma mudança estratégica em direção à mobilidade elétrica para ajudá-la a superar o escândalo dos testes de emissões em carros a diesel, que prejudicou suas finanças e reputação. Essa nova plataforma exige menos mão de obra para produzir carros. Caminhões A empresa também disse que planeja listar em bolsa seu negócio de caminhões, integrando suas divisões MAN e Scania para criar um rival para a Daimler e a Volvo. "Os representantes dos empregados no conselho de supervisão dão as boas vindas às decisões, que expressamente apoiam. Essas decisões definem o rumo para um desenvolvimento sustentável de empregos seguros e lucrativos", disse o chefe do sindicato, Bernd Osterloh, em carta aos funcionários da VW nesta terça. A VW havia dito na segunda-feira que retomaria os preparativos para lanças as ações do negócio de caminhões, Traton, em breve, revertendo uma decisão anterior de adiar a listagem devido a mercados instáveis. O vice-presidente financeiro, Frank Witter, disse que "as atuais avaliações de mercado" encorajaram a VW a prosseguir com a oferta inicial de ações, que pode render até 6 bilhões de euros se uma participação de 25% for colocada no mercado. O analista Philippe Houchois, da Jefferies, estimou um valor de 15 bilhões a 16 bilhões de euros para a Traton. "Uma listagem deve ser positiva, já que o balanço atual da VW é, a nosso ver, uma restrição à capacidade da Traton de executar sua estratégia de campeões globais."
Veja Mais

15/05 - Yellow e Grin repassarão multas para usuários de patinetes elétricos em SP
Empresas dizem que pretendem discutir com a Prefeitura ajustes na regulamentação definitiva do veículo. Prefeitura de São Paulo decide impor regras para quem usa patinete elétrico A empresa de compartilhamento de patinetes elétricos Grow afirmou nesta terça-feira (14) que repassará o valor de multas que forem aplicadas contra a companhia pela Prefeitura de São Paulo por conta de usuários do serviço que descumprirem as regras anunciadas na segunda (13). Apesar disso, a companhia, resultado da união da mexicana Grin com a brasileira Yellow, vai tentar discutir com a administração municipal ajustes na regulamentação definitiva dos patinetes na cidade, que deve ser concluída em até 90 dias. Segundo Marcelo Loureiro, porta-voz da Grow, a empresa irá propor para a Prefeitura outras maneiras, antes da aplicação de multa, para se repreender usuários que desrespeitarem as regras. Dentre as alternativas que a empresa quer discutir com a Prefeitura estão obrigar o usuário a ver vídeos informativos e, em caso de reincidência, exigir que o usuário faça testes físicos conduzindo o patinete. O uso obrigatório do capacete é outro ponto dos ajustes que a Grow deseja fazer na regulamentação. "Não é a melhor forma de conscientizar ou educar o usuário, até porque o capacete é um item de uso pessoal", disse o porta-voz. Regras No início da semana, Prefeitura de São Paulo anunciou decreto, publicado na terça, que proíbe o uso dos patinetes elétricos em calçadas e em vias da cidade que tenham limite de velocidade superior a 40 km/h, além de determinar a obrigatoriedade de uso de capacete pelos usuários. As multas por descumprimento podem varias de R$ 100 a R$ 20 mil (saiba mais abaixo). Regras para o uso de patinetes na cidade de São Paulo Wagner Magalhães/Arte G1 Patinete elétrico: saiba como andar
Veja Mais

15/05 - Carro da Tesla pega fogo em estacionamento em Hong Kong, diz jornal
Causa do incidente não foi identificada, e ninguém ficou ferido. Houve pelo menos 14 casos de carros da montadora pegando fogo desde 2013, a maioria deles após um acidente. Tesla Model S Divulgação Um carro elétrico da Tesla pegou fogo no estacionamento de um shopping de Hong Kong, informou o jornal Apple Daily nesta terça-feira (14), mas ninguém ficou ferido no incêndio, cuja causa não foi imediatamente conhecida. Tesla investiga vídeo com suposta explosão de Model S em Xangai O carro elétrico pegou fogo 30 minutos depois de estacionar no bairro de San Po Kong, no domingo, informou o jornal, com três explosões vistas nas imagens da CCTV. Os bombeiros levaram 45 minutos para apagar o fogo. O veículo era uma Tesla Model S de 85 KWH, acrescentou o jornal, que não deu nenhuma explicação sobre o que poderia ter causado o incêndio. Procurada pela Reuters, a Tesla não quis comentar. A Reuters não conseguiu entrar em contato com o proprietário do veículo nem obter imagens de câmeras de vigilância do incidente. O incidente ocorre três semanas depois que a Tesla informou que enviou uma equipe para investigar um vídeo que circulava em redes sociais chinesas que mostrou um Model S da Tesla estacionado explodindo no centro comercial de Xangai. A montadora disse que seus carros são cerca de 10 vezes menos propensos a pegar fogo do que carros a gasolina. Houve pelo menos 14 casos de carros da Tesla pegando fogo desde 2013, a maioria deles após um acidente.
Veja Mais

14/05 - Dnit negocia acordo em processo contra suspensão dos radares nas rodovias federais
Órgão pede novo prazo para apresentar estudo após juíza determinar que instalação dos equipamentos continue. Em março, Bolsonaro ordenou a suspensão de novos radares. Dnit negocia acordo com a Justiça no caso dos radares em estradas federais Reprodução/JN O governo federal pediu novo prazo à Justiça no processo contra a suspensão de novos de radares nas rodovias federais. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) negocia com o Ministério Público Federal um acordo para o caso. Em documento enviado na última sexta-feira (10), o órgão pediu que o prazo para apresentar um estudo que mostre quais locais necessitam com mais urgência de novos radares seja estendido até o próximo dia 31. O período determinado pela Justiça já venceu. Em março, o presidente Jair Bolsonaro deu ordem para suspender a instalação de radares nas rodovias federais não-concedidas à iniciativa privada, que são administradas pelo Dnit. Havia a previsão de mais de 8 mil faixas de monitoramentos para os próximos 5 anos. Em abril, a juíza Diana Wanderlei, da 5ª Vara Federal em Brasília, determinou que a União não retire os radares eletrônicos e renove os contratos com as concessionárias que fornecem os equipamentos. Ela impôs multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento da decisão por parte do governo federal. A magistrada atendeu a pedido feito em ação popular pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES). No documento enviado à Justiça, o Dnit informou que se reuniu com a procuradora Anna Carolina Garcia, na última quarta-feira (8), para "ajustar o acordo a ser celebrado". O G1 entrou em contato com o Dnit para mais esclarecimentos, mas o órgão ainda não se manifestou. Histórico dos radares A instalação dos novos aparelhos seria nas rodovias administradas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), e cobriria 8 mil pontos nos próximos 5 anos. Se a suspensão começar a valer, 1.000 destes locais podem deixar de ter radares até junho. Um radar pode monitorar mais de 1 ponto na estrada Rodrigo Sanchez/G1 O governo disse que também iria reavaliar novos radares nas estradas federais concedidas à iniciativa privada.
Veja Mais

14/05 - Bicicleta: 10 dicas para andar com segurança
Das primeiras pedaladas até as regras de trânsito e onde estacionar, tutorial mostra como evitar acidentes. Número de mortes de ciclistas triplicou em São Paulo no 1º trimestre. Bicicletas: veja 10 dicas para andar com segurança O uso de bicicleta no trânsito está se tornando mais comum no Brasil, não somente em ciclovias, mas também dividindo espaço com outros veículos nas ruas. Com a expansão do compartilhamento de bikes, que já está presente em ao menos 14 capitais brasileiras, como mostra levantamento feito pelo G1 em março, o cuidado de ciclistas, motociclistas, motoristas e pedestres deve ser redobrado. Patinete elétrico: 10 dicas para andar "Andar de bicicleta, a gente nunca esquece"? Pode até ser, mas rodar com os outros veículos é mais complexo, e os condutores de bikes precisam tomar alguns cuidados, além de seguir algumas regras. O número de ciclistas mortos triplicou na cidade de São Paulo no 1º trimestre de 2019, e todas as 16 mortes ocorreram fora das ciclovias. Para ajudar quem quer usar bicicleta como meio de transporte, o G1 preparou um vídeo com dicas que vão desde as primeiras pedaladas até onde estacionar. Convivência no trânsito Onde pode rodar Pratique antes de andar Use equipamentos de segurança Cuidado com buracos, subidas e descidas Ver e ser visto; escute Manutenção Cuidado com bagagens Regras para bike elétrica Como estacionar Vai de patinete em vez de bike? Assista ao tutorial: Patinete elétrico: saiba como andar
Veja Mais

13/05 - Pirelli anuncia fechamento de unidade em Gravataí e transferência da produção de pneus de moto para SP
Conforme nota divulgada pela empresa, processo deve ser concluído até a metade de 2021. Empresa italiana emprega 900 funcionários em Gravataí. A italiana Pirelli anunciou nesta segunda-feira (13) o fechamento de sua planta em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. De acordo com comunicado enviado pela empresa, a produção de pneus de moto que está há mais de 40 anos no Rio Grande do Sul será transferida para Campinas (SP). O processo deve ser concluído até 2021. Atualmente, a unidade gaúcha emprega 900 funcionários. Segundo nota enviada pela Pirelli, "medidas serão tomadas em conjunto com o sindicato para mitigar os impactos sociais resultantes da transferência da produção de pneus de moto para Campinas". O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Artefatos de Borracha do município, Flávio de Quadros, diz que foi pego de surpresa pela notícia e que vai buscar reverter a situação. "Diretores informaram a intenção deles de encerrar as atividades em 24 meses. A gente ainda vai aguardar um comunicado de forma oficial. A gente vai buscar autoridades locais para tentar a reversão do quadro. A gente vai lutar pela manutenção dos empregos", garante o presidente. Segundo ele, além dos 900 empregos diretos, a empresa gera outros 300 indiretos. A Pirelli alega que a reorganização busca, especialmente, o fortalecimento da fábrica de Campinas, que atualmente concentra exclusivamente a produção de pneus para carros, e que a medida permitirá a contratação de aproximadamente 300 pessoas até 2022. A empresa possui ainda uma fábrica em Feira de Santana (Bahia).
Veja Mais

13/05 - Peugeot 3008 tem nova versão de entrada Allure por R$ 139.990
Configuração tem algumas exclusividades visuais na dianteira e faróis halógenos. Peugeot 3008 Allure Divulgação/Peugeot A Peugeot apresentou, além do 2008 renovado, o 3008 Allure. A nova versão de entrada do SUV parte de R$ 139.990 (ou R$ 144.990 com teto solar panorâmico), mas sacrifica alguns itens para custar R$ 21 mil a menos do que a Griffe. Visualmente, o 3008 Allure tem muitas semelhanças com o Griffe: as rodas são as mesmas, com 19 polegadas, a pintura tem dois tons, com teto e retrovisores pintados de preto (pacote que passa a ser de série em todas as versões) e o rack de teto é de alumínio. Mudam acabamentos do para-choque, como o aplique prateado inferior, que passa a ser preto, e da grade, com traços verticais no lugar dos horizontais. Os faróis halógenos (mas com leds diurnos) com máscara negra também fazem diferença na aparência do SUV. Peugeot 3008 Allure Divulgação/Peugeot De série, o modelo tem controles de estabilidade e tração, airbags frontais, laterais e de cortina, assistente de partida em rampa, central multimídia com conexão para Android Auto e Apple CarPlay, ancoragem para cadeirinhas infantis (Isofix), faróis automáticos, sensor de chuva, piloto automático, freio de estacionamento elétrico e quadro de instrumentos digital. No acabamento, o 3008 de entrada mantém o painel emborrachado, mas substitui os apliques de tecido por um material que imita fibra de carbono. Os bancos são de couro. O único opcional é o teto solar panorâmico elétrico. Também permanece o conjunto mecânico formado pelo motor 1.6 turbo de 165 cavalos e o câmbio automático de 6 marchas. Peugeot 3008 Allure Divulgação/Peugeot
Veja Mais

13/05 - Prefeitura de SP vai multar quem andar de patinete elétrico na calçada ou sem capacete
Novas regras passarão a valer em 15 dias na capital. Prefeitura divulga novas regras para patinetes A Prefeitura de São Paulo afirmou nesta segunda-feira (13) que implementará nos próximos 15 dias novas regras para a utilização de patinetes elétricos na capital, entre elas a obrigatoriedade do uso de capacete e a proibição de circulação nas calçadas. As multas em caso de descumprimento podem variar de R$ 100 a R$ 20 mil. São Paulo é a primeira cidade brasileira a regulamentar uso dos patinetes elétricos ?As multas são aplicadas em cima das empresas que detêm os patinetes, da mesma forma que a gente multa uma empresa locadora de veículos. Depois a locadora pode passar essa multa para o usuário. Nos próximos 15 dias, a CET e a GCM vão fazer o papel de orientar as pessoas sobre as novas regras e vão começar a multar a partir do 15º dia?, afirmou o prefeito Bruno Covas (PSDB). Veja 10 dicas para andar de patinete elétrico Regras para o uso de patinetes na cidade de São Paulo Wagner Magalhães/Arte G1 De acordo com a Prefeitura, a medida anunciada nesta segunda ainda é provisória. Regras mais detalhadas serão discutidas nos próximos três meses junto com as 11 empresas que responderam a um chamamento público e assinaram um termo de responsabilidade para oferecer o serviço. As empresas são obrigadas a: Promover campanhas educativas sobre o uso correto dos equipamentos; Fornecer pontos de locação fixos e móveis que poderão ser identificações por aplicativos ou sites; Recolher os equipamentos estacionados irregularmente; Arcar com todos os danos decorrentes da prestação de serviço; Manter os dados dos usuários confidencialmente; Fornecer os dados dos usuários aos órgãos municipais ou de segurança pública, caso sejam solicitados; Informar à SMMT, mensalmente, o número de acidentes registrados no sistema. Prefeitura da cidade de São Paulo regulamentará uso de patinetes elétricos na cidade em até 45 dias Aloisio Mauricio/Foto Arena/Estadão Conteúdo O que diz o Código de Trânsito De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), os patinentes devem atender às regras para "equipamentos de mobilidade autopropelidos" (com algum tipo de motorização e com as dimensões de largura e comprimento iguais ou inferiores às de uma cadeira de rodas). Diferentemente das regras da Prefeitura de São Paulo, o Código Brasileiro de Trânsito (CTB) prevê que os patinetes andem somente em áreas de circulação de pedestres, ciclovias e ciclofaixas, e não nas ruas. Também é obrigatório o patinete ter indicador de velocidade, campainha e sinalização noturna, dianteira, traseira e lateral, no equipamento. De acordo com o órgão, fica a cargo de cada município e do Departamento de Trânsito (Detran) do Distrito Federal regulamentar demais regras sobre a circulação e estacionamento dos patinetes. Patinete elétrico: saiba como andar
Veja Mais

13/05 - Caoa diz que 'chineses estão interessados em fabricar carro' na fábrica da Ford em SP
Empresário confirma que existe 'grande possibilidade' de compra da unidade que será fechada pela montadora americana em São Bernardo do Campo, SP. Presidente do conselho do Grupo CAOA, Carlos Alberto de Oliveira Andrade Davilym Dourado/valor/Folhapress "Nos já estivemos com os chineses, que estão interessados em fabricar carro conosco lá", disse o presidente do conselho do Grupo Caoa, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, sobre a possibilidade de compra da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo (SP). Caoa, como é conhecido, deu a declaração após se reunir nesta segunda (13) com o ministro da Economia, Paulo Guedes, em Brasília. Seu grupo é dono de metade das operações da chinesa Chery no Brasil e, juntos, produzem carros em Jacareí (SP) e Anápolis (GO). O empresário disse que não pediu nada ao governo. "A gente veio conversar porque temos intenção de fazer novos investimentos no país, e a gente quer saber o que vai ser o futuro. O que vai acontecer com o país. Esse é o motivo da reunião com o ministro", afirmou. A fábrica da Ford no ABC paulista será fechada ainda neste ano pela montadora norte-americana. A unidade emprega cerca de 3 mil pessoas e produz o Fiesta e 3 modelos de caminhões. A decisão de encerrar a operação na unidade está ligada à saída da Ford do mercado de caminhões na América Latina. Caoa diz que a aquisição da fábrica é "uma grande possibilidade". Além de produzir carros com a Chery, a empresa produz veículos da sul-coreana Hyundai e também é dona da maior rede de concessionárias da Ford no país. "Existe uma grande possibilidade dessa indústria da Ford acontecer. E de a Ford voltar a funcionar, absorvendo todos os empregos, toda a situação. Isso vai depender das nossas negociações com a China, que estamos tendo, e também do que pode acontecer com a fábrica lá. Temos de conversar com sindicatos, fornecedores, para saber como é que faz", afirmou. "A ajuda que nós queremos do governo é que resolva o problema da Previdência, e dessa crise que o Brasil está passando, para a gente poder ter confiança em fazer o investimento." Investigação A Caoa foi investigada na Operação Zelotes, sobre compra de medidas provisórias por empresas para conseguir incentivos fiscais. Em setembro de 2017, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, empresário do grupo, se tornou réu no processo em que é acusado de corrupção ativa. Na época da denúncia, a Caoa se declarou surpresa e afirmou que os fatos já foram objeto de investigação em que ficou provada a inocência da empresa.
Veja Mais

13/05 - Peugeot 2008 ganha cara nova por R$ 69.990; versão turbo agora tem câmbio automático
Na prática, apenas a dianteira mudou - e ganhou desenho exclusivo para a América Latina. Peugeot 2008 Divulgação/Peugeot A Peugeot apresentou nesta segunda-feira (13) novidades para o 2008, que agora parte de R$ 69.990. Além do visual renovado, o modelo também finalmente passou a combinar o motor turbo ao câmbio automático. Na prática, apenas a dianteira mudou - e ganhou desenho exclusivo para a América Latina. A grade ficou maior, mais verticalizada e agora abriga o leão da marca (antes colocado no capô), enquanto o para-choque está semelhante ao dos "irmãos maiores" 3008 e 5008. Atrás, a parte central do para-choque substitui o acabamento anterior, na cor prateada, por preto brilhante. As rodas também são novas, de 16 polegadas, e as molduras plásticas nos para-lamas agora são de série. Peugeot 2008 Divulgação/Peugeot Além da cara nova, outra grande novidade é a combinação do motor 1.6 turbo flex de até 173 cavalos de potência e 24,5 kgfm de torque com câmbio automático de 6 marchas. Até então, a motorização só era acompanhada de câmbio manual. O conjunto equipa apenas a versão mais cara. As demais configurações seguem com o motor 1.6 de até 118 cavalos de potência, também com transmissão automática de 6 marchas. Não há mais versões com câmbio manual. Estão disponíveis 7 cores diferentes: branco sólido, branco perolizado, marrom, dois tons de cinza, preto e vermelho. Interior do Peugeot 2008 Divulgação/Peugeot Versões Allure (R$ 69.990): central multimídia com tela de 7 polegadas e conexão com Android Auto e Apple CarPlay, ar-condicionado manual, faróis com leds diurnos, retrovisores elétricos, vidros elétricos nas quatro portas, piloto automático, volante multifuncional, 4 airbags, ancoragem de cadeirinhas infantis (Isofix) e rodas de 16 polegadas com calotas. Allure Pack (R$ 79.990): itens anteriores mais faróis de neblina, volante revestido de couro, câmera de ré, alarme e rodas de liga leve aro 16. Griffe (R$ 89.990): itens anteriores mais ar-condicionado digital de duas zonas, rodas diamantadas, teto de vidro panorâmico, sensor de chuva e faróis automáticos. Griffe THP (R$ 99.990): itens anteriores mais seletor de modos de condução (Grip Control) e motorização turbo. Peugeot 2008 Divulgação/Peugeot
Veja Mais

13/05 - Fiat Ducato é chamado para recall por perda de força do motor
O tubo de alimentação de ar do motor pode se soltar. Estão envolvidas 288 unidades. Fiat Ducato Divulgação/Fiat A Fiat anunciou um recall para 288 unidades do Ducato de ano/modelo 2018 e 2019 pela possibilidade de soltura do tubo de alimentação de ar do motor. Os atendimentos começam nesta segunda-feira (13). De acordo com a marca, o desprendimento dos componentes pode ocorrer por um defeito na abraçadeira metálica responsável pela fixação. Com isso, a van pode sofrer perda de força do motor, comprometendo a dirigibilidade. Para corrigir o problema, a peça será substituída de forma gratuita e em aproximadamente uma hora. A Fiat disponibiliza aos clientes o telefone 0800 707 1000. Veja os detalhes dos modelos afetados: Recall - Fiat Ducato Initial plugin text
Veja Mais

10/05 - Preços da gasolina e do diesel sobem nos postos, diz ANP
Preços dos combustíveis atingiram o maior patamar desde novembro do ano passado. Preços dos combustíveis tiveram alta na semana Marcelo Brandt/G1 O preço médio do litro da gasolina e do diesel praticado nos postos do país encerrou a semana em alta, de acordo com a pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP) divulgada nesta sexta-feira (10) No período analisado, o valor do litro da gasolina passou de R$ 4,505 para R$ 4,566, uma alta de 1,35%. O preço do litro do diesel passou de R$ 3,612 para R$ 3,644, alta de 0,89%. Os preços da gasolina e do diesel atingiram o maior patamar desde novembro do ano passado. Já o valor do litro do etanol recuou 1,89% - de R$ 3,119 para R$ 3,060. No acumulado do ano, o preço médio da gasolina nos postos subiu 5,11%, o valor do diesel avançou 5,59%, enquanto o etanol teve alta de 8,09%. Refinarias Na semana passada, a Petrobras anunciou elevação média de 2,56% nos preços do diesel comercializado nas refinarias da empresa. O preço da gasolina permaneceu inalterado. O preço da gasolina é negociado a R$ 2,045 por litro, em média, nas refinarias do país. Já o preço médio do litro do diesel, por sua vez, subiu para R$ 2,3047.
Veja Mais

10/05 - Ford Ranger perde motor flex e agora parte de R$ 128.250
De acordo com a marca, o reposicionamento foca nas configurações mais vendidas, com motor diesel. Ford Ranger Limited Divulgação/Ford A Ford Ranger passou por uma redução em sua gama de versões e perdeu, além da configuração de entrada XL a diesel, todas as equipadas com motor flex. Agora, a picape só é vendida com motor diesel a partir de R$ 128.250. Veja os preços: XLS 2.2 4x2 automática: R$ 128.250 XLS 2.2 4x4 manual: R$ 147.520 XLS 2.2 4x4 automática: R$ 154.610 XLT 3.2 4x4 automática: R$ 176.420 Limited 3.2 4x4 automática: R$ 188.990 Em nota, a marca confirmou a mudança na linha: ?a Ford reduziu a complexidade da oferta de catálogos da Ranger focando nas versões mais vendidas, a diesel?. A versão XLS, que passa a ser a mais barata, é sempre acompanhada do motor 2.2 turbodiesel de 160 cavalos de potência. Ela pode combinar câmbio automático e tração 4x2, câmbio manual e tração 4x4 e câmbio automático e tração 4x4. Acima, a XLT vem com o propulsor 3.2 turbodiesel de 200 cavalos, sempre com câmbio automático. O conjunto é o mesmo na versão topo de linha, Limited. Todas as transmissões têm 6 marchas. O motor flex era um 2.5 16V com 173/168 cavalos de potência (etanol/gasolina) e vinha sempre acompanhado de um câmbio manual de 5 marchas.
Veja Mais

10/05 - Volvo XC90 tem recall de 528 unidades por risco de incêndio
Unidades de ano/modelo 2016 podem ter problemas na mangueira de sangria do líquido de arrefecimento, com consequente vazamento. Volvo XC90 Divulgação/Volvo A Volvo anunciou um recall de 528 unidades do XC90 de ano/modelo 2016 por problemas na mangueira de sangria do líquido de arrefecimento do motor. De acordo com a marca, a mangueira pode se degradar pela exposição ao calor e umidade. Com isso, ela apresentará rachaduras e consequentes vazamentos, acumulando o líquido de arrefecimento no isolamento do aquecedor do catalisador e causando incêndio. Para corrigir o problema, a Volvo substituirá a mangueira de sangria de forma gratuita. O reparo dura aproximadamente 3 horas. Veja detalhes dos modelos afetados: Recall - Volvo XC90 Initial plugin text
Veja Mais

10/05 - Chevrolet Spin ganha versão Premier na linha 2020
A nova configuração segue sem qualquer alteração visual ou de equipamentos em relação à antiga LTZ. Na prática, o modelo apenas passa a seguir a nova nomenclatura da marca. Chevrolet Spin Premier Divulgação/Chevrolet A Chevrolet Spin chegou à linha 2020 com poucas novidades - a principal delas é a troca da versão topo de linha, que passa a se chamar Premier em substituição à antiga LTZ, e agora custa R$ 84.390. Os preços apareceram no site oficial da marca. O G1 entrou em contato com a Chevrolet para confirmá-los e aguarda resposta. Veja os valores divulgados: LS: 68.790 LT: 73.390 Premier: 84.390 Activ7: 89.990 Identificação da versão Premier está no canto direito da tampa do porta-malas Divulgação/Chevrolet De acordo com a marca, a mudança foi impulsionada pelo aumento da procura pelas versões mais caras do modelo (LTZ e Activ) que, após a reestilização da Spin, passaram a representar 66% na participação das vendas - contra cerca de 50% antes das alterações visuais. Na prática, só o nome da versão muda. Visual e equipamentos continuam exatamente os mesmos da LTZ vendida até então. Há direção elétrica, ar-condicionado, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, câmera de ré, faróis automáticos com ajuste manual de altura, sensor de chuva e capacidade para 7 ocupantes. Por fora, detalhes cromados e rodas de 16 polegadas diamantadas. Interior da Spin Premier tem couro marrom e central multimídia Divulgação/Chevrolet A versão Activ com 5 lugares não aparece no site da marca, apenas a variante de 7 lugares, por R$ 89.990. Consultada, a GM não confirma que o modelo será descontinuado, dizendo que os pacotes ainda estão sendo atualizados pelo site. Todas as configurações (LS, LT, Premier e Activ) são equipadas com motor 1.8 flex de 111 cavalos de potência e 17,7 kgfm de torque. A transmissão pode ser manual ou automática, sempre de 6 marchas.
Veja Mais

09/05 - Citroën C4 Picasso sai de linha no Brasil e abre espaço para a chegada do C5 Aircross
A saída da minivan, segundo a marca, se dá pela priorização de categorias que melhor atendam ao público local, como os SUVs. Citroën C4 Picasso Divulgação/Citroën A Citroën confirmou a descontinuação da linha C4 Picasso no Brasil, apontando para um novo posicionamento da marca que voltará suas atenções aos SUVs. A saída das minivans pode indicar a proximidade do lançamento do já confirmado C5 Aircross por aqui. Segundo nota divulgada pela marca, "a Citroën passa a priorizar categorias que melhor atendam ao que o consumidor atual procura, como o segmento de utilitários esportivos", confirmando que os modelos deixarão de ser comercializados no país. Os modelos eram vendidos com motor 1.6 turbo de 165 cavalos de potência e câmbio automático de 6 marchas, tanto na configuração menor, de 5 lugares, quanto na maior, de 7. Citroën Grand C4 Picasso Divulgação/Citroën C5 Aircross vem aí O maior SUV da Citroën foi confirmado para o mercado brasileiro durante o Salão de Paris, em 2018. Em terras brasileiras, a presidente de Peugeot e Citroën no Brasil, Ana Theresa Borsari, reforçou ao G1 a vontade da marca de trazer o C5 Aircross ao país. Ainda é segredo a data de lançamento do modelo por aqui, mas a saída das minivans de cena reforça que ele pode chegar até 2020. Citroën C5 Aircross Divulgação/Citroën
Veja Mais

09/05 - Honda CB 500X vai ficar mais 'aventureira' com roda maior na dianteira
Modelo teve desenho registrado em patente no Brasil e deve chegar renovada ao país ainda em 2019. Atualização ainda traz suspensão maior na dianteira a embreagem assistida. Honda CB 500X renovada Honda/Divulgação A nova Honda CB 500X teve o registro de seu desenho patenteado no Brasil, como mostram documentos publicados pelo Instituto Nacional da Propriedade (Inpi) esta semana. Motos 2019: veja 25 lançamentos esperados O modelo atualizado deve chegar ao mercado brasileiro ainda este ano, apesar de a marca não confirmar nada oficialmente. Do mesmo modo que sua "irmã" CB 500F deve seguir as atualizações apresentadas no exterior, a aventureira CB 500X ganhou novidades importantes. A má notícia dentro das "500" da Honda fica por conta da CBR 500R, que recentemente saiu de linha no Brasil. Honda CB 500X em registro de patente Inpi/Divulgação A principal dela está na roda dianteira: ela passa a ser de 19 polegadas, substituindo a atual de 17 polegadas. Isso significa que o modelo ficará com uma pegada mais off-road, medida ressaltada também por sua suspensão dianteira, que também ficou mais longa. Outras novidades, já divulgadas para o mercado europeu, são: bolha maior na dianteira, painel de LCD e luzes de LED. Além disso, o modelo recebeu embreagem assistida e deslizante. Honda CB 500X 2019 Honda/Divulgação Motor aprimorado O motor de 2 cilindros continua o mesmo, porém, recebeu melhorias. De acordo com a montadora, o bicilíndrico melhorou em 4% o desempenho em médios e baixos giros . No Brasil, o modelo atual atinge 50,4 cavalos de potência. Honda CB 500X atualizada Honda/Divulgação
Veja Mais

09/05 - Brasil pode produzir tecnologia para carros híbridos nos próximos anos, dizem autopeças
Empresas esperam volume maior para iniciar fabricação em solo nacional. Responsável por ajudar no consumo de combustível, start-stop é outro componente que está sendo nacionalizado. Um consenso na indústria automotiva é que o Brasil está atrasado na produção local de tecnologias. O país não produz sequer transmissões automáticas. No entanto, o aumento na demanda por veículos mais eficientes iniciou um movimento de nacionalização de tecnologias. A americana BorgWarner, que produz turbocompressores para veículos de passeio, afirma que planeja fazer também sistemas híbridos no Brasil. ?Acreditamos que daqui 3 ou 5 anos, se houver demanda, seja possível produzir um sistema híbrido no Brasil?, disse Vitor Maiellaro, gerente-geral da empresa no país. No exterior, a BorgWarner já fornece sistemas híbridos completos para fabricantes como Audi, Porsche e Volvo. Especificamente para o Brasil, a empresa aposta em um conjunto que pode ser adaptado em motores a combustão já existentes, exigindo apenas pequenas adaptações. Outra fornecedora da indústria a automotiva, a SEG Automotive, produz no exterior o sistema de recuperação de energia para os chamados ?híbridos leves?. Chamado de BRM, ele substitui o alternador, além de trabalhar como motor elétrico, fazendo o veículo rodar a até 15 km/h com energia elétrica. Atualmente, a SEG fornece o sistema para o Mercedes-Benz Classe C 200 EQ Boost produzido em Iracemápolis (SP). No entanto, o componente chega importado. De acordo com o diretor de vendas e marketing da SEG, Humberto Gavinelli, não há uma visão clara de quando o BRM poderia ser feito no Brasil. ?Normalmente, iniciamos a produção em outros países, e depois, trazemos via CKD. Conforme a produção aumenta, iniciamos a produção local?. Ou seja, mesmo fornecendo para a Mercedes, ainda não há volume que justifique a produção no Brasil. Mas Gavinelli acredita que o isso pode mudar em um horizonte de 5 anos. ?Nesse caso do BRM, enxergamos como grande potencial para atender novas fases do Rota 2030. Mas depende muito da tecnologia que cada montadora vai utilizar?, completa. Start-stop já é nacional Outro componente que visa a melhoria no consumo de combustível, o start-stop, já alcançou este patamar para a produção nacional. A SEG, cuja divisão de alternadores e motores de partida pertencia à Bosch, já fabrica no Brasil o sistema responsável por desligar o motor em semáforos e congestionamentos. Sistema start-stop usado na Fiat Divulgação Desde 2014 eles equipam os carros da FCA. E a partir do fim deste ano, também serão usados em modelos de uma outra fabricante, ainda mantida em sigilo. A BorgWarner também anunciou que irá produzir seu sistema de start-stop no Brasil a partir do final de 2020, para um modelo que começa a ser feito no país em 2021. A empresa não informou qual é a cliente. Futuro nos híbridos e elétricos O mercado de híbridos ficará mais movimentado nos próximos anos. Um dos mais importantes lançamentos acontecerá ainda em 2019, já com produção nacional. É a próxima geração do Toyota Corolla, com previsão de lançamento no segundo semestre deste ano. Caberá ao sedã a façanha de ser o primeiro híbrido com motor flex do mundo. Toyota anuncia Corolla com motor híbrido e flex Guilherme Fontana/G1 A Toyota, inclusive, promete que ele será o híbrido mais limpo do mundo, já que o índice de emissões de veículos movidos a etanol é consideravelmente mais baixo do que nos similares que utilizam gasolina. Mas há um detalhe. Apesar de o sedã ser feito em Indaiatuba (SP), a Toyota irá importar o conjunto híbrido, fabricado pela própria empresa. E, enquanto o volume não for alto, os japoneses também não cogitam iniciar uma produção local. Outra fabricante japonesa, a Nissan, anunciou em abril passado uma parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para desenvolver o uso do bioetanol em veículos elétricos no Brasil. De acordo com a Nissan, o uso do bioetanol não tornará o carro elétrico um conjunto híbrido. A utilização do combustível é estritamente para criar uma nova forma de geração de energia e recarregar as baterias do veículo. A ideia é colocar o etanol em uma Célula de Combustível de Óxido Sólido (SOFC, na sigla em inglês) para que ocorra uma geração química e existam outras opções para carregar o modelo, além de plugá-lo na tomada.
Veja Mais

09/05 - Esposa de Carlos Ghosn nega ligação com empresa que comprou iate
Carole Ghosn mora em Nova York com seus filhos, pois o tribunal de Tóquio restringiu os contatos com seu marido. Ghosn está em liberdade sob fiança desde o dia 25 de abril. Carlos Ghosn e sua esposa, Carole Ghosn Issei Kato / Reuters A esposa do ex-presidente da Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, negou nesta quinta-feira (9) qualquer relação com uma empresa privada que comprou um iate com fundos desviados da montadora japonesa e também explicou o motivo do casal ter comemorado de graça sua festa de casamento no Palácio de Versalhes. Carole Ghosn, uma cidadã americana e libanesa, concedeu entrevista por videoconferência de Nova York com o jornal japonês "Nikkei", na qual ela negou qualquer conexão com os fatos que o promotor de Tóquio atribuiu ao seu marido. Um dos problemas está ligado a um iate particular que, segundo a promotoria, teria sido pago com dinheiro originalmente enviado a um distribuidor em Omã e parte desses fundos foram desviados para comprar a embarcação de luxo. Segundo fontes da investigação, a compradora do iate era a empresa Beauty Yachts, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas e presumivelmente presidida pela esposa de Carlos Ghosn, algo que ela nega. "Não tenho nada a ver com a empresa", afirmou. "Eu sou a responsável do barco. Eu o decorei, mas nem sequer sabia que havia uma companhia por trás da compra", acrescentou na entrevista. No entanto, Carole Ghosn não esclarece se em algum momento perguntou quem comprou o iate do qual diz ser responsável, e se descobriu a origem do dinheiro utilizado para o pagamento. Carlos Ghosn tem quatro acusações pendentes perante a justiça japonesa, duas delas por supostamente terem ocultado das autoridades compensações econômicas acordadas com a Nissan e outras duas por abuso de confiança agravado em detrimento da empresa japonesa. Estas duas últimas alegações incluem alegadas irregularidades financeiras por Ghosn para desviar dinheiro da Nissan para cobrir perdas financeiras, viagens pessoais ou a compra de bens para uso particular, de acordo com a mídia local. Carole Ghosn reside atualmente em Nova York com seus filhos, pois o tribunal restringiu os contatos com seu marido, com quem ela só pode se reunir com autorização judicial. Ghosn está em liberdade sob fiança desde o dia 25 de abril. Na entrevista, Carole também insiste na versão de seus advogados que desconheciam como cobririam as despesas da festa de casamento realizada no Palácio de Versalhes em outubro de 2016, quando o marido também era presidente da Renault. O Palácio de Versalhes não cobrou a Ghosn o aluguel dos salões onde aconteceram a cerimônia, com um custo calculado em 50 mil euros, mas foi imputado ao contrato de patrocínio que ele tem com a Renault e que permitiu que a firma usasse por horas essas salas. "O erro foi que ninguém disse a Carlos: 'Escute, Versalhes descontou cinco horas do nosso espaço; talvez deveríamos pagá-lo'", explicou a esposa do ex-diretor da Nissan Motor, Renault e também da Mitsubishi. "Ninguém lhe disse, ele não sabia", insistiu Carole Ghosn.
Veja Mais

08/05 - Alemanha inaugura sua primeira autobahn elétrica
Trecho da A5 perto de Frankfurt é adaptado para a recarga em movimento de caminhões com motores elétricos. Governo busca soluções para diminuir emissões de poluentes pelo transporte de cargas. A primeira autobahn elétrica da Alemanha, voltada para o transporte de cargas, foi inaugurada nesta terça-feira (7) perto de Frankfurt. Michael Probst/AP A primeira autobahn elétrica da Alemanha, voltada para o transporte de cargas, foi inaugurada nesta terça-feira (07/05) perto de Frankfurt. Veja como anda um caminhão elétrico criado no Brasil Na verdade trata-se de um trecho de 5 km na autobahn A5, no estado de Hessen. Em ambos os lados da pista foram colocados cabos aéreos, semelhantes aos usados pelos bondes elétricos. Caminhões com motores elétricos poderão se acoplar aos cabos aéreos e recarregar suas baterias ao passarem pelo trecho. Cinco transportadoras participarão de uma fase de testes, executada pelo Ministério do Meio Ambiente da Alemanha. Os caminhões do teste têm tecnologia híbrida (motores elétricos e a combustão), e o trecho com os cabos serve para o recarregamento das baterias, que podem então ser utilizadas. Quando elas ficarem vazias é acionado o motor a combustão. O ministério quer testar modelos para o transporte de cargas nas estradas e investiu 50 milhões de euros em três trechos de testes. Um deles é o que fica perto de Frankfurt, e os outros dois serão construídos nos estados de Schleswig-Holstein e Baden-Württemberg. O objetivo final é encontrar soluções para o transporte de cargas que sejam ao mesmo tempo pouco poluidoras e que emitam poucos ruídos. Os testes também vão avaliar se a mudança atrapalha o trânsito e qual o custo adicional de manutenção das rodovias. Segundo o ministério, o transporte de cargas têm aumentado nos últimos anos é um grande emissor de gases do efeito estufa. O ministério justificou a opção pela A5 com o forte tráfego, de mais de 130 mil veículos por dia, dos quais 13 mil caminhões, pelo trecho. "Se funcionar aqui, funciona em qualquer lugar", disse um responsável. Se funcionar, isso não significa que todas as autobahns do país teriam que ser adaptadas. Pelos cálculos do ministério bastariam mil quilômetros para o transporte de cargas. O custo final seria de um 1 milhão de euros por quilômetros, ou 1 bilhão de euros no total. Ainda não está claro como a energia que os caminhões utilizarão para recarregar as baterias seria cobrada. Na fase de testes, a conta será paga pelo Ministério do Meio Ambiente. Também não está claro quem arcará com os custos da adaptação dos caminhões ao novo sistema. Pelos cálculos da montadora Scania, que fabricou os protótipos para o teste, um caminhão que pode se recarregar enquanto anda custa de 50% a 75% mais do que um caminhão normal. Os atuais caminhões que andam apenas com motores elétricos podem rodar no máximo 10 quilômetros até ficarem sem carga. O objetivo é chegar a 60 quilômetros. Além da Alemanha, a Suécia e os Estados Unidos também têm trechos de "rodovias elétricas".
Veja Mais

08/05 - Yamaha NMax renovado aparece em registro de patente no Brasil
Desenho mostra mudanças no visual do scooter. Modelo deve ser renovado para encarar o Honda PCX, que ganhou nova geração este ano. Yamaha NMax aperece renovado em registro de patente Inpi/Divulgação Além de uma nova moto de baixa cilindrada da Honda, uma versão atualizada do scooter Yamaha NMax também teve o desenho registrado no Instituto Nacional da Propriedade (Inpi) esta semana. Motos 2019: veja 25 lançamentos esperados Como aconteceu recentemente com as Hondas CB 500F e CB 650R, além da Suzuki Katana, as patentes são feitas no país por motivos de segurança da propriedade intelectual, mas isso quer dizer que os modelos serão vendidos no mercado brasileiro. Ao G1, a Yamaha disse que não irá comentar sobre futuros modelos e não confirmou se o NMax será renovado no Brasil. Com o lançamento da nova geração do Honda PCX, existe a expectativa que o modelo da Yamaha tenha novidades em breve. O que deve mudar no NMax A imagem do registro de patente não revela grandes mudanças para o modelo, ao menos em sua parte visual. É possível ver alterações na bolha dianteira, que parece maior, além de um farol levemente redesenhado. Houve também um reposicionamento dos piscas dianteiros, que estão mais para baixo no escudo. ainda não há informações sobre novidades mecânicas para o modelo. Veja como é o NMax atual: Scooter Yamaha NMax Divulgação
Veja Mais